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:: 1/out/2021 . 16:38

Brasileiros dizem que supermercado é o que mais impacta no orçamento

PARANÁ PESQUISAS

Pesquisa mostra que esta é a queixa de quase metade dos entrevistados

Paraná Pesquisas mostra que consumidores perceberam alta nos preços durante a pandemia. Foto: Tony Winston/Agência Brasília

Levantamento do instituto Paraná Pesquisas revelou que o custo das compras em supermercado foram os que mais pesaram no bolso do brasileiro.

Quase metade dos entrevistados, 49,5%,  informaram sentir forte impacto no orçamento com os sucessivos reajustes.

Em segundo lugar, aparecem os combustíveis como fonte geradora de gastos. Abastecer o veículo ficou mais pesado para 18,3% dos consumidores.

Quem ganha o bronze são as contas de água, luz e gás. Foram 11,6% dos consumidores que reclamaram maior despesa com a manutenção dos serviços essenciais.

Em seguida, aparecem os gastos com serviços médicos e medicamentos, 9,8% dos brasileiros perceberam alta no valor dos serviços relacionados à saúde.

Ainda existem aqueles que disseram sentir o peso em todos os tipos de gastos. Estes somam 6,6% do total de entrevistados.

Veja os números da pesquisa:

 

Dados técnicos

 

A Paraná Pesquisas entrevistou 2772 habitantes em 228 municípios dos 26 estados e Distrito Federal. Os participantes, de 16 anos ou mais, cederam informações por meio de telefone entre os dias 23 e 27 de setembro.

O grau de confiança do levantamento é de 95%, com uma margem de erro geral de aproximadamente 2 pontos percentuais. A pesquisa está registrada no Conselho Regional de Estatística da 1ª, 2ª, 3ª, 4ª, 5ª, 6ª e 7ª Região sob o nº 3122/21.

 

Governo assina contrato de concessão de trechos de BRs em GO e TO

Trechos concedidos têm 850 quilômetros

Publicado em 01/10/2021 – 13:40 Por Pedro Peduzzi – Repórter da Agência Brasil – Brasília

BR 153_414_080

Foi assinado hoje (1º) o contrato de concessão da BR-153/080/414/GO/TO, que terá à frente, pelos próximos 35 anos, o Consórcio Eco 153 (EcoRodovias). Serão 850 quilômetros (km) de trechos concedidos. Desses, 627 km serão de pistas duplicadas. Durante a cerimônia de assinatura, em Anápolis, o ministro da Infraestrutura, Tarcísio Gomes de Freitas, lembrou que serão investidos R$ 14 bilhões no empreendimento pela iniciativa privada.

“A obra vai gerar 14 mil empregos”, disse Tarcísio Gomes ao comemorar “mais um empreendimento importante em Goiás, ao lado [de um trecho] da Ferrovia Norte-Sul”. O consórcio ofereceu R$ 320 milhões em outorgas, na expectativa de atrair R$ 14 bilhões em investimentos, dos quais R$ 6,2 bilhões serão para custos operacionais. Cerca de R$ 960 milhões terão como destino a conta vinculada que deverá ser usada em obras no estado de Tocantins.

Segundo o ministério, o valor final do pedágio, por quilômetro, será de R$ 0,10218, após desconto máximo na tarifa de 16,25%. Ao interligar as regiões Norte e Sul, a rota ajudará no escoamento da produção da região, em especial do agronegócio. A expectativa do governo é que a obra contribua para a geração de “quase 120 mil postos de trabalho” ao longo do contrato.

“O trecho concedido compreende 850,7 quilômetros de extensão, entre os municípios de Anápolis (GO) e Aliança do Tocantins (TO). O Programa de Exploração da Rodovia (PER) prevê a duplicação obrigatória de 623,3 quilômetros, sendo 349,2 quilômetros do terceiro ao décimo ano, e outros 274,1 quilômetros entre o 19º e o 25º ano”, informa o ministério.

Edição: Fernando Fraga

A BIBLIOTECA PÚBLICA DE ILHÉUS. ===>>> 28/05/2020

Toda vez que é requalificada, fica bonita e dinâmica.

Depois, vem um estrupício de qualquer desgoverno e acaba com tudo.

 

Empresas têm novas regras para indicar redução no volume dos produtos

Medida vale para mercadorias como refrigerantes e produtos de limpeza

Publicado em 30/09/2021 – 17:01 Por Agência Brasil – Brasília

Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil

O Ministério da Justiça e Segurança Pública estabeleceu novas regras para que as empresas informem aos consumidores, de forma clara e transparente, eventuais reduções da quantidade de produtos embalados.

Portaria 392 foi publicada no Diário Oficial da União de hoje (30) e amplia de três para seis meses o tempo mínimo durante o qual os fabricantes devem, obrigatoriamente, informar qualquer mudança quantitativa nos produtos que comercializam, independentemente da alteração afetar o preço.

De acordo com o texto, eventuais mudanças deverão estar sinalizadas na parte da frente da embalagem, com letras legíveis e grandes, em negrito e em cor contrastante com o fundo do rótulo.

A medida se aplica a itens como, por exemplo, biscoitos, refrigerantes, produtos de higiene pessoal e limpeza, dentre outros adquiridos em estabelecimentos físicos. Além disso, os efeitos da portaria se aplicam também a produtos comercializados por meios eletrônicos.

Em nota, o ministério informou que o objetivo da mudança é minimizar o risco de o produto ser ofertado ao consumidor, simultaneamente, em duas versões, uma delas sem a devida declaração de alteração. De acordo com a pasta, com o passar dos anos e com a vulnerabilidade informacional, os consumidores se habituam com os padrões de quantidades e as alterações podem ser imperceptíveis, induzindo ao erro na decisão de compra.

Os fornecedores terão 180 dias para se adequarem às novas regras. Os que descumprirem as determinações estarão sujeitos a sanções como multas, apreensão dos produtos, proibição de fabricação, cassação de licença do estabelecimento ou de atividade, dentre outras.

Edição: Aline Leal

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