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:: 24/set/2021 . 15:44

Anatel aprova leilão da exploração do acesso móvel na tecnologia 5G

Diretores da agência darão entrevista hoje à tarde, em Brasília  

Publicado em 24/09/2021 – 14:25 Por Jonas Valente – Repórter Agência Brasil – Brasília

Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil

A diretoria da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) aprovou hoje (24), em Brasília, o leilão das faixas a serem exploradas para a oferta de acesso por meio da tecnologia 5G, que amplia a velocidade da conexão móvel.

O leilão será no dia 4 de novembro. A direção da Anatel aprovou a proposta após análise realizada pelo Tribunal de Contas da União este mês.

Com alta velocidade e baixa latência (o tempo de resposta entre o envio e recebimento de dados), a implementação do 5G no Brasil promete trazer diversas inovações tecnológicas que serão refletidas em maior produtividade, avanços na economia e na qualidade de serviços, com diversos equipamentos eletrônicos conectados e inteligentes, como carros, máquinas industriais e aparelhos médicos. 

Diretores da Agência darão entrevista coletiva hoje à tarde para detalhar o formato do leilão aprovado.

Edição: Kleber Sampaio

UMA VOCAÇÃO TARDIA E ENRUSTIDA! ===>>> 23-04-2017

Há mais de 40 anos, ouço que a vocação de Ilhéus é o turismo.

Se durante esse tempo a vocação não foi operacionalizada, não é agora na crise que vai ser…

 

Renan e Jorginho trocam insultos na CPI: ‘ladrão, vagabundo, picareta’

QUE BAIXARIA, SENHORES

Senadores tiveram que ser contidos após bate-boca sobre presidente Bolsonaro

Senadores Renan Calheiros e Jorginho Mello discutiram e quase se agrediram fisicamente, durante CPI da Pandemia. Fotos: Edilson Rodrigues e Roque Sá/Agência Senado

Os senadores Renan Calheiros (MDB-AL) e Jorginho Mello (PL-SC) foram protagonistas de um bate-boca que baixou o nível dos debates desta quinta-feira (23), na CPI da Pandemia, no Senado. A troca de insultos levou a dupla de senadores a ser contida para não haver agressão física, após o senador Jorginho ser chamado de “vagabundo” por mandar o relator Renan “para os quintos” e reagir chamando o senador alagoano de “ladrão picareta”.

A confusão iniciou quando Jorginho Mello saiu em defesa do governo do presidente Jair Bolsonaro, durante o depoimento do empresário Danilo Trento, da Precisa Medicamentos, sobre a denúncia de negociação de propina na compra de vacinas da Covaxin.

O estopim foi quando Renan disse ter aumentado a percepção de que o governo de Bolsonaro é corrupto, pela suposta escolha do presidente de negociar com a empresa para a compra suspeita da vacina. Jorginho negou a escolha e concluiu que foram picaretas que tentaram vender a Covaxin. E se irritou ainda mais quando Renan citou o empresário Luciano Hang, também convocado para depor na CPI, contra o voto de Jorginho Mello.

Renan: “Quando eu acabar, Vossa Excelência pode falar. Mas, durante o momento em que eu falo, não aceito interrupção”

Jorginho: “Não aceita, mas eu falo do mesmo jeito. O senhor aceitando ou não”

Renan: “Mas eu não aceito”

Jorginho: “Ah! Vá para os quintos [dos infernos]”

Renan: “Ah! Vá Vossa Excelência com seu presidente… E com o Luciano Hang”

Jorginho: “O senhor vá lavar a boca para falar do Luciano!…”

Renan: “Vá Vossa Excelência, com seu presidente e com o Luciano Hang”

Jorginho: “…Um empresário decente, um homem honrado! Vá lavar sua boca!”

Renan: “Vá lavar a tua, vagabundo!”

Jorginho: “Vagabundo é tu, ladrão! Picareta!”

Renan: “Vá lavar a tua, vagabundo!”

Jorginho: “Ladrão, picareta, que o Brasil conhece! Você é um ladrão picareta!”

Renan: “É você! Ladrão picareta é você!”

Jorginho: “Vai dormir, picareta sem vergonha!”

Renan: “Puxa-saco!”

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Comissão da Câmara aprova relatório da reforma administrativa

Deputados agora analisam destaques ao texto

Publicado em 23/09/2021 – 18:31 Por Luciano Nascimento – Repórter da Agência Brasil – Brasília

Brasília – O deputado Arthur Maia fala sobre a reforma da previdência social (José Cruz/Agência Brasil)

A Comissão Especial da Câmara dos Deputados aprovou, hoje (23), o relatório do deputado Arthur Maia (DEM-BA) à Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 32/20, da reforma administrativa. Foram 28 votos favoráveis e 18 contrários. O texto foi apresentado por Maia no final da manhã e retoma vários pontos da PEC encaminhada pelo governo ao Congresso Nacional em setembro do ano passado.

Entre os pontos retomados pelos parlamentares está a redução em até 25% de salários e jornada de servidores públicos e a previsão da União, estados e municípios firmarem contrato com órgãos e entidades, públicos e privados, para a execução de serviços públicos. O texto retoma ainda a previsão de contratação temporária de servidores pelo período de até 10 anos. A versão anterior do relatório previa um período máximo de seis anos.

No parecer de Maia, estão proibidos o aumento de remuneração ou de parcelas indenizatórias com efeitos retroativos; as férias em período superior a 30 dias pelo período aquisitivo de um ano e a aposentadoria compulsória como modalidade de punição.

O parecer de Maia também determina que “é nula a concessão de estabilidade no emprego ou de proteção contra a despedida para empregados de empresas públicas, sociedades de economia mista e das subsidiárias dessas empresas e sociedades por meio de negociação, coletiva ou individual”.

No caso do Legislativo, o texto da reforma retira a competência do Poder para dispor sobre a criação e extinção de ministérios e órgãos da administração pública.

O texto também trouxe modificações nos critérios para a abertura de processos administrativos para a perda de cargo de servidor. A proposta facilita a abertura do processo, prevendo que o servidor será processado depois de duas avaliações insatisfatórias consecutivas ou três intercaladas, no período de cinco anos. O relatório anterior instaurava os processos depois de três avaliações ruins consecutivas ou cinco intercaladas.

Críticas

O parecer aprovado foi criticado pela oposição, que argumentou que o novo relatório foi apresentado sem tempo hábil para análise e que retomou pontos já superados.

Ontem (22), parlamentares do PT, PCdoB, PSOL, PDT, Rede, PSB, Solidariedade e PV anunciaram que os partidos fecharam questão contra a proposta.

De acordo com a deputado Ivan Valente (PSOL-SP), a PEC prejudica não só os servidores, mas, principalmente, a população mais carente, que necessita da prestação de um serviço público de qualidade.

“Se você faz alguma mudança no serviço público, é para melhorar a qualidade, melhorar o atendimento público, e para garantir direito dos trabalhadores, não o contrário. O que assistimos de ontem para hoje é incrível, porque é um relatório da retaliação”, disse o deputado.

Segundo o deputado Gervásio Maia (PSB-PB), o texto apresentado enfraquece o Estado, e promove uma desvalorização das carreiras que exercem os serviços públicos. O deputado citou a volta do artigo 37-A, que prevê que a União, estados e municípios possam fazer contratos com a iniciativa privada para a prestação de serviços públicos.

“É a abertura de porteira para a destruição do serviço público. A partir da votação da PEC, por esse texto todos poderão ser contratados temporariamente ou por meio da privatização com organizações sociais. Estão abrindo a porteira para a consolidação da privatização do serviço público. Um prefeito que não teve apoio dos servidores públicos da educação, esse prefeito vai poder afastar os servidores e fazer acordo com a iniciativa privada”, disse.

Elogios

Já o vice-líder do governo na Câmara, Evair Vieira de Melo (PP-ES), elogiou a proposta. Ele disse que o governo não atuou para pressionar pelas mudanças no texto. “O governo, em momento algum, operou coma máquina pública para que tivesse algum direcionamento do nosso relator”, disse.

Deputados favoráveis a reforma, defenderam o texto, com o argumento de que a iniciativa vai proporcionar avaliação de desempenho dos servidores e a melhoria dos serviços.

“Nosso reiterado compromisso com uma reforma administrativa que valorize o Estado e faça uma avaliação de desempeno criteriosa para aqueles que, como existe em qualquer profissão, não desempenham suas tarefas possam ser desligados”, argumentou o deputado Marcel Van Hatten (Novo-RS).

No momento, a comissão analisa os destaques ao texto substitutivo.

Edição: Fernando Fraga

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