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:: 23/set/2021 . 17:40

WAM Comercialização lança em Pirenópolis primeiro hotel na modalidade “casa de férias”

Modelo de multipropriedade será lançado nesta quinta-feira, 23 de setembro

A WAM Comercialização faz o lançamento das vendas do seu primeiro empreendimento no modelo de multipropriedade na cidade de Pirenópolis (GO), nesta quinta-feira, dia 23 de setembro. O evento, que será apenas para convidados, seguirá de acordo com as normas de combate à Covid-19, e contará com a presença de autoridades da cidade, parceiros e executivos da marca. A ação intimista acontece na própria cidade, em uma das mais charmosas instalações já existentes, a Villa do Comendador. O empreendimento, que se chamará Mandala dos Pireneus Eco Village, é uma das parcerias com o Grupo Villa Hotéis, uma das mais importantes marcas no setor hoteleiro da cidade.

 

O empreendimento será construído próximo a Igreja Matriz, garantindo fácil acesso ao Centro Histórico, Parque Estadual, trilhas, cachoeiras e ao museu da cidade. O novo empreendimento, que a partir de hoje já está disponível para comercialização, contará com espaço teen, academia, piscinas adulto e infantil, além de um belíssimo rooftop, para que o visitante possa apreciar o maravilhoso pôr do sol do cerrado goiano, tendo a sua frente a belíssima Serra dos Pireneus.

 

Os apartamentos, que terão metragens de 27,78 m² a 70,17 m², comportarão confortavelmente as famílias e amigos, criando um espaço dinâmico para todas as ocasiões. Os quartos também possuem opção de plantas loft e com cômodos separados, em alguns casos até mesmo com itens como ofurô ou banheira de hidro exclusivos, dentro do ambiente.  

 

Para o sócio conselheiro da WAM Group, André Luiz Garcia Ladeira, como uma marca genuinamente goiana, a chegada à cidade de Pirenópolis é também um presente para os moradores do local, uma vez que a novidade contará com um grande investimento financeiro na região, além de movimentar o setor de turismo e ainda promover a geração de empregos. “Mais uma vez trazemos uma estrutura de qualidade ímpar, pensada para proporcionar muito conforto e qualidade de hospedagem para quem visitar a cidade. Hoje, representamos carteira superior a 160 mil contratos de multipropriedade, consolidando R$ 2 bilhões em VGV. São 27 empreendimentos hoteleiros, que correspondem a uma oferta superior a 5 mil apartamentos, números que só crescem ao longo dos meses”, explica.
  
O nome do empreendimento foi derivado das Mandalas, ou seja, o projeto foi pensado de forma a estimular a compreensão de que a vida começa a fluir no centro, de dentro para fora. Tudo construído com harmonia e boas energias de uma cidade, tombada como Patrimônio Nacional e de uma beleza natural única.

 

Sobre a WAM Comercialização

Acreditando que compartilhar é o caminho, a WAM Comercialização inova com um modelo de negócio que tem possibilitado a milhares de famílias da classe média, desfrutar, por um preço acessível, da sua casa de férias. Fundada em 2013, é pioneira no segmento de multipropriedades, alcançando a liderança mundial em 2019. Atualmente, celebra 56% de market share do segmento de multipropriedade no país. Consolidando 15 destinos pelo Brasil, traz a chancela de ser a única empresa de multipropriedade com a certificação ISO 9001, o que atesta uma gestão de qualidade processual de padrões internacionais, além de ser a única com o certificado GPTW – Great Place To Work, premiação que confere o título dos melhores lugares para se trabalhar. A empresa também é reconhecida por entregar soluções completas aos clientes, acumulando quatro indicações consecutivas ao prêmio Época Reclame Aqui. Consolidando resultados cada vez mais expressivos, em 2020 alcançou o primeiro lugar na categoria Desempenho Financeiro, do setor de Serviços, no anuário da Época Negócios, o terceiro lugar na categoria de Serviços Especializados, no anuário da Istoé Dinheiro e o terceiro lugar no indicador Liquidez Corrente, no setor de serviços especializados pelo Valor 1000.

Arrecadação federal cresce 7,25% e bate recorde em agosto

Melhora da economia e recolhimento atípico impulsionaram receita

Publicado em 23/09/2021 – 15:45 Por Wellton Máximo – Repórter da Agência Brasil – Brasília

Superintendência da Receita Federal, em Brasília. Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

Impulsionada pela recuperação da economia e por recolhimentos atípicos de algumas grandes empresas, a arrecadação federal em abril bateu recorde para meses de agosto. Segundo dados divulgados hoje (23) pela Receita Federal, o governo arrecadou R$ 146,463 bilhões no mês passado, com aumento de 7,25% acima da inflação em valores corrigidos pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA).

O valor é o maior da história para meses de agosto desde o início da série histórica da Receita Federal, em 1995, em valores corrigidos pela inflação. Nos oito primeiros meses do ano, a arrecadação federal soma R$ 1,199 trilhão, com alta de 23,53% acima da inflação pelo IPCA, também recorde para o período.

A arrecadação superou as previsões das instituições financeiras. No relatório Prisma Fiscal, pesquisa divulgada pelo Ministério da Economia, os analistas de mercado estimavam que o valor arrecadado ficaria em R$ 134,184 bilhões em agosto, pelo critério da mediana (valor central em torno dos quais um dado oscila).

Desaceleração

Apesar do recorde em agosto, o crescimento da arrecadação sobre o mesmo mês do ano anterior está se desacelerando. Com a amenização das medidas de distanciamento social e de restrições a atividades econômicas em agosto do ano passado, a produção e o consumo passaram a subir em relação aos primeiros meses da pandemia de covid-19. Isso aumenta a base de comparação, diminuindo a alta da arrecadação em relação a agosto de 2020.

Também em agosto do ano passado, começaram a deixar de vigorar o adiamento de diversos tributos suspensos no início da pandemia, como as cotas do Simples Nacional e das contribuições patronais para a Previdência Social. O pagamento de tributos diferidos (adiados) caiu de R$ 17,1 bilhões em agosto do ano passado, para R$ 5 bilhões em agosto deste ano.

Recolhimentos atípicos

Também influiu na alta da arrecadação o recolhimento atípico (que não se repetirá em outros anos) de cerca de R$ 5 bilhões em agosto em Imposto de Renda Pessoa Jurídica (IRPJ) e em Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL) por grandes empresas ligadas à exportação de commodities (bens primários com cotação internacional). Nos oito primeiros meses do ano, os recolhimentos atípicos somam R$ 29 bilhões, contra apenas R$ 2,8 bilhões no mesmo período de 2020.

Ao longo de 2021, esses recolhimentos fora de época têm impulsionado a arrecadação por causa de empresas que registraram lucros maiores que o previsto e tiveram de pagar a diferença. Por causa do sigilo fiscal, a Receita não pode informar o nome e a atividade dessas grandes companhias. As compensações tributárias, quando um contribuinte pede abatimento ou desconto em tributos a pagar, caíram R$ 6,2 bilhões em agosto, impulsionando a arrecadação.

A redução a zero da alíquota de Imposto sobre Operações Financeiras (IOF), que vigorou até o fim do ano passado, também aumentou a arrecadação em R$ 2,35 bilhões em agosto de 2021. De abril a dezembro do ano passado, o IOF sobre operações de crédito foi zerado para baratear as linhas de crédito emergenciais concedidas durante a pandemia.

Tributos

Na divisão por tributos, as maiores altas em agosto – em relação ao mesmo mês de 2020 – foram registradas na arrecadação do IRPJ e da CSLL, alta de R$ 7,56 bilhões (41,75%) acima da inflação pelo IPCA, impulsionados pelo recolhimento atípico de grandes empresas. Em seguida vem o IOF, com crescimento de R$ 3,42 bilhões (342,91%) acima da inflação, por causa do fim da isenção que vigorou em 2020.

Em terceiro lugar, está o Imposto de Renda Retido na Fonte (IRRF), decorrente da recuperação do emprego. No entanto, outros tributos apresentaram queda. A arrecadação do Programa de Integração Social (PIS) e da Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins), caiu 7,91% descontada a inflação, e a arrecadação da Previdência Social recuou 11,27%.

Atrelados ao faturamento, o PIS e a Cofins medem o consumo. A arrecadação da Previdência mede o emprego formal. No entanto, a desaceleração nesses dois indicadores nos últimos meses não explica totalmente a queda em agosto. Isso porque, no mesmo mês do ano passado, acabaram diversas suspensões ligadas a esses tributos, que vigoraram para ajudar empresas afetadas pela pandemia. Como esses pagamentos foram recolhidos em dobro ao longo do segundo semestre do ano passado, a base de comparação foi afetada.

Edição: Valéria Aguiar

UMA NOVA EMPRESA SE INSTALA EM ILHÉUS

Segundo informações, trata-se de uma empresa especialista em pinturas de caminhões coletores de lixo.

Foto ilustrativa colhida no Google.

Senado aprova PEC da reforma eleitoral

Texto segue para promulgação

Publicado em 22/09/2021 – 20:31 Por Marcelo Brandão – Repórter da Agência Brasil – Brasília

Foto: Fábio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil

O Senado aprovou hoje (22) a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 28/2021, que traz mudanças em regras eleitorais. Dentre elas está a contagem em dobro dos votos dados a candidatos negros, índios e mulheres para efeito da distribuição dos recursos dos fundos partidário e eleitoral nas eleições de 2022 a 2030. O texto segue para promulgação.

A PEC aprovada no Senado também abre uma possibilidade para deputados e vereadores não perderem o mandato se deixarem os partidos, desde que haja anuência das legendas para essa saída. Além disso, fica prevista a mudança na data das posses de presidente da República e governadores. No caso do primeiro, a posse passaria para o dia 5 de janeiro, com governadores tomando posse no dia seguinte. Essa mudança valerá a partir da eleição de 2026.

A relatora da PEC no Senado, Simone Tebet (MDB-MS), decidiu manter em seu relatório apenas os pontos em consenso entre os senadores e os deputados, que já haviam apreciado o texto. Durante o dia, em reunião da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), ficou pacificado que a adoção apenas das questões consensuais evitaria um retorno do texto à Câmara.

Outro trecho mantido foi a possibilidade de realização de plebiscitos municipais durante o processo eleitoral. A ideia é utilizar a estrutura já dispensada nas eleições em plebiscitos que sejam necessários em determinado município. Essa ideia é empregada, por exemplo, nas eleições dos Estados Unidos.

Coligações

Como não era consenso, a relatora tirou da PEC a volta das coligações partidárias em eleições proporcionais (deputados e vereadores). A coligação partidária nessas circunstâncias havia sido extinta na reforma eleitoral de 2017, mas os deputados tentaram reintroduzi-la. 

“A coligação nas eleições proporcionais é objeto de crítica e tentativa de supressão nas duas Casas do Congresso Nacional desde a década de 1990”, justificou Tebet em seu relatório. Para ela, a volta das coligações seria inconstitucional.

Outro ponto que ficou de fora do texto aprovado foi a alteração das regras de apresentação de projeto de lei (PL) por iniciativa popular. Atualmente, um projeto de lei de iniciativa popular deve ter a assinatura em papel de, no mínimo, 1% do eleitorado nacional, distribuído em, pelo menos, cinco estados, com não menos de 0,3% dos eleitores em cada um deles.

Os deputados haviam aprovado a redução de assinaturas para 100 mil eleitores com assinatura eletrônica. Para a relatora, a medida pode facilitar fraudes no processo de apresentação de um PL por iniciativa popular. Isso porque, segundo ela, a dinâmica das redes sociais ainda não garante a realização desse processo de forma transparente.

Edição: Fábio Massalli

 

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