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:: 17/set/2021 . 16:33

Prefeitura do Rio libera público nos estádios com metade da ocupação

Torcedores deverão estar com esquema vacinal completo

Publicado em 17/09/2021 – 15:43 Por Rodrigo Viga Gaier – Rio de Janeiro

Reuters

O público poderá voltar aos estádios do Rio de Janeiro a partir da próxima terça-feira (21), informou a prefeitura da cidade, que liberou metade da capacidade de ocupação das arenas esportivas.

A medida exige que todos os torcedores estejam com esquema vacinal completo para acessar os estádios e ginásios esportivos. O uso de máscara e a manutenção do distanciamento serão obrigatórios.

Na capital, mais de 95% dos adultos já tomaram a primeira dose da vacina e mais de 60% concluíram o ciclo vacinal.

A prefeitura promoveu essa semana um evento teste no Maracanã no jogo entre Flamengo e Grêmio pela Copa do Brasil. Estavam autorizados a acessar o estádio cerca de 25 mil torcedores, mas o público presente foi de pouco mais de 6 mil pessoas.

A prefeitura liberou outros jogos com torcida de Flamengo e Vasco para esse fim de semana, mas a presença de público depende de posições dos conselhos técnicos das Séries A e B do Campeonato Brasileiro.

“Temos uma melhora muito importante no cenário da pandemia no Rio. Queda de 47% nos pedidos de internação e menos casos e óbitos. Tem fila zero de espera na rede de saúde”, justificou o secretário de saúde municipal, Daniel Soranz.

A prefeitura pretende autorizar a reabertura de boates, danceterias e salões de dança, que estão parados na pandemia, quando for alcançado o índice de 65% da população do município com esquema vacinal completo. Eles poderão funcionar com 50% da capacidade.

“Acreditamos que isso deva acontecer em 10 a 15 dias”, disse o prefeito Eduardo Paes.

Defesa acusa CPI de abuso e diz que Precisa já havia entregue os documentos

“ESPALHAFATOSA E MIDIÁTICA”

Advogados dizem que CPI repete a Lava Jato com “ações agressivas e midiáticas”

Movimentação de autoridades da Polícia Federal em endereço da empresa Precisa – Foto: reprodução da TV Globo.

“É inadmissível, num estado que se diz democrático de direito, uma operação como essa de hoje”, diz a nota assinada pelos advogados Ticiano Figueiredo e Pedro Ivo Velloso, afirmando que a empresa entregou todos os documentos à CPI, “além de três representantes da empresa terem prestado depoimento à comissão.”

A defesa da Precisa diz ainda, em sua nota,, que “Francisco Maximiano, por exemplo, prestou depoimento e respondeu a quase 100 perguntas, enviou vídeo com esclarecimentos, termo por escrito registrado em cartório, além de ter sido dispensado de depor por duas vezes pela própria CPI, em 1° de julho e 14 de julho.” Além disso, de acordo com os advogados, os representantes da Precisa, “sempre que intimados, prestaram depoimentos à PF, CGU, além de ter entregue toda documentação ao MPF e TCU.”

Figueiredo e Velloso afirmaram que operação de hoje “é a prova mais clara dos abusos que a CPI vem cometendo, ao quebrar sigilo de testemunhas, ameaçar com prisões arbitrárias quem não responder as perguntas conforme os interesses de alguns senadores com ambições eleitorais e, agora, até ocupa o Judiciário com questões claramente políticas para provocar operações espalhafatosas e desnecessárias.”

Na opinião dos advogados, “a CPI repete o modus operandi da Lava Jato, com ações agressivas e midiáticas, e essa busca e apreensão deixará claro que a Precisa Medicamentos jamais ocultou qualquer documento.”

Polícia Federal investiga fraudes no fundo Postalis

Operação apura lavagem de dinheiro e corrupção

Publicado em 17/09/2021 – 09:56 Por Pedro Peduzzi – Repórter da Agência Brasil – Brasília

A Polícia Federal (PF) deflagrou hoje (17) a Operação Amigo Germânico. É para investigar “crimes de lavagem de dinheiro, organização criminosa, crimes contra o sistema financeiro nacional e corrupção” supostamente cometidos contra o Instituto de Previdência Complementar, fundo de pensão dos Correios (Postalis).

Cerca de 44 policiais federais cumprem 19 mandados de busca e apreensão pela Justiça Federal no Distrito Federal, Paraná e em São Paulo. Por determinação da justiça, foram bloqueados R$ 16 milhões dos investigados. O valor corresponde ao limite estimado de prejuízos causados ao Postalis.

“As investigações, em parceria com o Ministério Público Federal, apontam que foram criados quatro Fundos de Investimentos em Direitos Creditórios Não Padronizados – Fidc NP e, em seguida, diversos ativos do Postalis foram reprecificados em valor diferente de zero, quando deveriam ter sido reavaliados a valor zero”, informou, em nota a Polícia Federal.

Segundo os investigadores, os prejuízos foram “previamente admitidos pelos alvos investigados”. A situação acabou por agravar o cenário já deficitário do instituto. “Os alvos respaldaram seus atos em pareceres jurídicos elaborados por pessoas que possuíam interesse direto na indicação das empresas que, posteriormente, seriam escolhidas como gestora e administradora dos recursos dos Fidc NP”, informou a PF.

Taxas de comissão

Empresas indicadas para a administração dos fundos de investimento teriam direcionado taxas de comissão com o propósito de dividir esses valores entre os responsáveis pela indicação, que, segundo a PF, também atuavam no aconselhamento técnico-jurídico do Postalis.

“Além disso, por meio de transações dissimuladas, também foram direcionadas vantagens indevidas a gestores da entidade de previdência complementar dos Correios”, completa a nota.

Se condenados, os envolvidos poderão responder pelos crimes de organização criminosa, lavagem de dinheiro, gestão fraudulenta de instituição financeira e corrupção passiva e ativa. As penas podem chegar a 42 anos de reclusão.

Edição: Kleber Sampaio

DE TÃO SONHADA, A ÁRVORE FRONDOSA VIROU ‘CAPINZAL’.

Alguém já disse que em Ilhéus, destroem muros para construir entulhos.

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