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:: 5/ago/2021 . 21:25

Câmara aprova projeto que permite privatização dos Correios

Proposta será analisada pelo Senado

Publicado em 05/08/2021 – 19:30 Por Luciano Nascimento e Heloisa Cristaldo – Repórteres da Agência Brasil – Brasília

A Câmara dos Deputados aprovou, nesta quinta-feira (5), o Projeto de Lei (PL) 521/21 que trata da privatização dos Correios. A proposta, encaminhada pelo governo em fevereiro, autoriza a exploração de todos os serviços postais pela iniciativa privada. 

texto-base da proposta foi aprovado por 286 votos a favor, 173 contra e duas abstenções. A matéria causou controvérsia entre os parlamentares. No entanto, nenhuma das propostas que ainda poderia modificar o texto, os chamados destaques, foi aprovado. A matéria segue para análise do Senado.

O texto do relator, deputado Gil Cutrim (Republicanos-MA), diz que a Empresa de Correios e Telégrafos (ECT) será transformada em uma empresa de economia mista, chamada de Correios do Brasil, e modifica a função da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), que também será responsável por regular os serviços postais.

De acordo com o projeto, as tarifas terão reajustes anuais e poderão ser diferenciadas geograficamente com base no custo do serviço, na renda dos usuários e nos indicadores sociais. Para os serviços de cartas, o projeto prevê uma tarifa social para atendimento dos usuários que não tenham condições econômicas de pagar pelo serviço.

O relatório determina ainda exclusividade da nova empresa na operação dos serviços postais pelo prazo de cinco anos e proíbe o fechamento de agências que garantem serviço postal universal em áreas remotas. Esse prazo, segundo o projeto, poderá ser prorrogado.

A exclusividade inclui serviços postais como atendimento, coleta, triagem, transporte e distribuição no território nacional e expedição para o exterior de cartas e cartões postais; serviço público de telegrama; e atendimento, coleta, triagem, transporte e distribuição no território nacional e expedição para o exterior de correspondência agrupada.

O parecer também determina que os trabalhadores da ECT não sejam demitidos pelo período de 18 meses após a privatização. Eles poderão, entretanto, pedir demissão voluntária até 180 dias após a desestatização. O funcionário que decidir pelo desligamento terá direito a indenização de um ano de remuneração, com manutenção do plano de saúde por 12 meses a partir do desligamento e ingresso em um programa de requalificação profissional.

Edição: Aline Leal

Isaquias Queiroz inicia sonho do ouro na canoagem em Tóquio

O canoísta já conquistou três medalhas em Olimpíadas

Publicado em 05/08/2021 – 10:53 Por Rafael Monteiro – Repórter da Rádio Nacional – Rio de Janeiro

Isaquias Queiroz, Regata, Remo, Panamericano, Perú –

Esperança de subir ao pódio, o baiano Isaquias Queiroz vai entrar nas águas do Canal Sea Forest, localizado no centro de Tóquio, para competir na fase classificatória da classe C1 1000m individual. A luta por medalha começa nesta quinta-feira (5) às 21h52 (horário de Brasília).

O brasileiro não chega apenas para participar dos Jogos, na verdade, ele rema para conquistar o lugar mais alto do pódio, levando em consideração o seu currículo. Além dele ser o atual campeão mundial da classe (2019), na Rio 2016 se tornou o brasileiro que mais colocou medalha no peito na história em apenas uma edição dos Jogos. Na ocasião, levou duas de pratas (C1 1000m e C2 1000m) e uma de bronze (C1 200m)

Não será a primeira vez que ele vai remar em Tóquio 2020. Ele ficou na quarta posição na classe C2 1000m, fazendo dupla com o baiano Jacky Godmann, substituto de Erlon Souza, que sofreu lesão no quadril este ano e foi cortado dos Jogos. Após ficar de fora do pódio, Isaquias chorou, mas prometeu buscar o ouro no desafio que começa nesta quinta em águas japonesas.

canoagem velocidade, tóquio 2020, olimpíada, Isaquias Queiroz, Jacky Godmann
canoagem velocidade, tóquio 2020, olimpíada, Isaquias Queiroz, Jacky Godmann – Wander Roberto/COB/Direitos Reservados

 

Operação Matrioska combate desvio de recursos públicos no Ceará

Suspeitos atuam na região de Russas

Publicado em 05/08/2021 – 10:15 Por Karine Melo – Repórter da Agência Brasil – Brasília

Um esquema de fraude em licitações, lavagem de dinheiro, corrupção e organização criminosa envolvendo recursos públicos federais, no período de 2013, e 2020 é o alvo da Operação Matrioska, da Polícia Federal (PF), nesta quinta-feira (5). Os suspeitos têm atuação na região de Russas (CE) e há indícios de participação de empresários, políticos, servidores públicos e laranjas ou testas de ferro.

Na ação, cerca de 140 policiais federais e dez auditores da Controladoria-Geral da União estão cumprindo 30 mandados de busca e apreensão, expedidos pela 15ª Vara da Justiça Federal de Limoeiro do Norte (CE), nas cidades de Fortaleza, Icapuí, Cascavel e Russas (CE), além de Caçapava do Sul (RS) e Brasília (DF).Valores ilícitos nas contas dos investigados estão sendo bloqueados.

Histórico

Segundo a PF, as investigações tiveram início em 2017, em decorrência de dados apurados na Operação Hora do Lanche, deflagrada em 2015. Com o aprofundamento das investigações e análises de dados fiscais e bancários dos envolvidos, a PF e a CGU levantaram indícios de atuação de esquema criminoso para fraudar ou direcionar licitações em Russas (CE), envolvendo recursos do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb).

O esquema envolve empresas de fachada e outras que mantinham ligação com um empresário suspeito naquele município. Por meio de laranjas ou interpostos financeiros, ele, servidores públicos e políticos se beneficiavam desse esquema de corrupção e lavagem de dinheiro. Além da atuação de servidores públicos, secretários municipais, políticos de Russas e de outros municípios em esquema de pagamentos de propinas, há suspeita de participação no esquema de integrantes de facções criminosas que atuam em âmbito nacional.

Os indiciados responderão, na medida de sua participação, pelos crimes de fraude em licitações, lavagem de dinheiro, corrupção e organização criminosa.

O termo matrioska é alusão às bonecas russas e remete à complexidade da teia criminosa investigada. As investigações continuam, com análise do material apreendido na operação policial.

Edição: Graça Adjuto

Fidel, Collor, Brasília e o Foro

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Fidel, Collor, Brasília e o Foro

Pressenti que o governo Collor de Mello seria problemático no mesmo dia em que o presidente eleito, em solenidade no Congresso Nacional, jurou honrar a Constituição. Havia uma imensa expectativa e a mesa da Casa, presidida pelo senador Nelson Carneiro, aguardava a presença do candidato que derrotara por duas vezes o comunistóide Lula da Selva, no dizer de Brizola um “sapo barbudo”.

Enquanto ministros e secretários de Estado aguardavam no primeiro piso do senado a entrada de Collor, houve um súbito zum-zum-zum no recinto do plenário. Deputados cercavam um estranho no ninho. Surpreso, perguntei ao  ministro da saúde Alceni Guerra, postado ao meu lado:

– Quem chegou por ai?…

O ministro foi direto:

– Fidel Castro.

Tomei um choque. Deus do Céu! O que fazia um ditador comunista na posse de um presidente eleito de forma democrática justamente contra um candidato das esquerdas que babava de ódio? Tinha caroço no angu.

Mas o fato é que ali estava Fidel Castro Ruiz, “ El Caballo ”, repressor fanático do povo cubano. Em uniforme militar e boné atolado na cabeça, transitava impávido no plenário da Câmara Federal espargindo pela platéia sua glória feita de sangue. Manipulador nato, o ditador caminhava cercado por seguranças e um séquito de áulicos e inocentes úteis.

Meses antes, nas páginas do Estado de São Paulo, eu havia feito uma série de artigos sobre a tirania do ditador que, cheio de promessas, enganara o povo cubano e, sob severa vigilância de um estado policial, instalara na ilha um regime de fome, opressão e terror.

Escrevi que em 1986, depois de protelar o pagamento de dívida externa calculada em US$ 26 bilhões, o governo ditatorial cubano aumentou em até 100% as tarifas de transportes, energia e água na ilha transformada em cárcere. De igual modo, subiu os preços dos alimentos considerados básicos pelo povo: pão, ovos e frango, produtos cujas cotas, racionadas, desapareceram das prateleiras dos armazéns. Para não falar no controle dos baixíssimos salários pagos em moeda irreal e sem valor cambial – o peso cubano.

Em retrospecto, com a derrocada soviética e a queda do Muro de Berlim a situação de Cuba, no final dos anos 80, tornou-se dramática. De fato, com a perestroika de Gorbachov, que evidenciava ao mundo o colapso da farsa socialista , a URSS havia suspendido a mesada de US$ 6 bilhões anuais doados em comodato ao outrora Paraíso Caribenho, o que levou Fidel a apelidar de “período especial” o quadro de miséria (moral e física) que se abatia sobre o País e sua  infeliz população.

De resto, convém lembrar que desde o episódio da Crise dos Mísseis – quando Castro fizera da ilha uma base militar para instalação de plataforma de mísseis russos apontando para os Estados Unidos – as relações entre a URSS e Cuba ficaram mais do que deterioradas. À época, Nikita Khruschev, depois de ouvir pedido de Fidel para que lançasse foguetes sobre os EUA, compreendeu que o déspota cubano se comportava como um megalomaníaco irresponsável, conforme assinala nas suas “Memórias” o premier soviético Nikita Khruschev (Editora Artenova – 1971).

No plano administrativo, o governo da ilha se viu enredado em uma série de denúncias de corrupção dentro da burocracia comunista e de escândalos envolvendo militares com o tráfico de drogas, entre eles o general Arnaldo Uchoa, esteio do 1º escalão do regime, levado ao paredón pelo Vampiro do Caribe – no fundo uma trama diabólica, pois Uchoa não era o responsável-mor pela exportação de toneladas de cocaína para EUA, papel consentido pelo próprio Fidel, principal beneficiário do tráfico. Prática usual no regime, o Vampiro mandou fuzilar o general como bode expiatório para se livrar do pretenso rival capaz, na crença de Fidel,  de articular um “golpe de Estado”.

Aqui, peço vênia para relatar  um episódio pessoal: depois de discursar no Congresso, Collor e o Ministério das Relações Exteriores receberam convidados e membros do novo governo para um almoço formal no Palácio do Itamaraty.

Servidos vinhos, água mineral, entradas, pratos diversos e sobremesa, surgiram os garçons oferecendo o cafezinho. Eu estava conversando com Alcenir Guerra e o ministro da Educação, Carlos Chiarelli, quando apareceu um xeleléu de Ítalo Zappa, embaixador do Brasil em Cuba, comunista de carteirinha que servira no Vietnã, Moçambique e na China. Zappa,   que acompanhava Fidel como um cão de fila e se tornara famoso por preparar na embaixada do Brasil em Havana pratos de Spaghetti para o ditador, acreditava que  Cuba e Brasil podiam avivar maior intercambio nas áreas da Saúde, Educação e da Cultura – e queria nos “apresentar ao Comandante” .

Não sei por qual razão o xeleléu dirigiu-se a mim para transmitir o convite de Zappa, visto que eu atacara duramente a “política cultural” da ditadura Castro, que consistia em censurar, prender, torturar e exigir confissões de culpa dos intelectuais e escritores tidos como dissidentes, casos de Cabrera Infante, Hebert Padilla e do poeta Armando Valladares – este, considerado pela Anistia Internacional um “prisioneiro de consciência”, preso durante 22 anos nas “tostadoras” de La Cabana e Puerto Boniato, dois dos quais imobilizado numa cela-gaveta, de onde saiu aleijado.      .

– Não sei o caso dos ministros da Saúde e da Educação, mas diz ao teu chefe que na área oficial não há o menor interesse em se ativar qualquer intercambio cultural com Cuba – respondi ao xeleléu, dando-lhe as costas em seguida.

Muito bem. Um dia depois da posse de Collor, em 15 de março de 1990, o convidado Fidel rumou para São Paulo, não sem antes passar no Rio e almoçar com Roberto Marinho na cobertura da Vênus Platinada, na Pacheco Leão, arrodeado por 12 guarda-costas.

Em São Paulo, depois de entrevista prestada ao programa

“Roda Viva ” da TV Cultura (em 19/03/90), onde mentiu adoidado, o ditador reuniu-se com Lula da Selva e partiu para a criação  do subversivo Foro de São Paulo, uma cópia cagada e cuspida da OLAS (Organização Latino-Americana de Solidariedade), entidade cujo lema nº 1 era: “O dever de todo revolucionário é fazer a revolução”. Tal como a OLAS, o próposito do Foro seria reunir os comunistas da América Latina e ativar as estratégias e os métodos revolucionários adotados em Cuba comunistizar o subcontinente. De certo modo, por ironia, os métodos empregados pelo Foro, que envolvem a mentira, a calúnia, a fraude, o roubo e a mistificação, acabaram por derrubar Collor de  Mello do poder e instalar no Brasil, com Lula e Dilma Rousseff, o ativismo criminoso da maior quadrilha política já criada na face da terra.

Reunido em 1º de Julho de 1990 no Hotel Danúbio, o Foro de São Paulo, mantido fora do noticiário da mídia amestrada, além de sabotar o governo Collor, passou a ativar, em reuniões deliberativas, a subversão comunista nos governos  do PSDB e do PT.

Na Era Lula, com acesso aos cofres púbicos, o Fora intensificou seus encontros em vários países da América Latina. No Brasil, foi deliberado o aparelhamento do STF, com a nomeação de ministros indicados por Zé Dirceu, todos alinhados com a ortodoxia petista, tal qual foi feito na Venezuela de Chávez, levada ao comunismo repressor com a anuência da Suprema Corte corrompida.

Outra deliberação do Foro, impulsionada pelo dinheiro fraudado do BNDES e da Petrobras, foi a colossal doação  de bilhões de dólares prodigalizados aos governos comunistas da Argentina, Nicarágua, Angola, Venezuela, Colômbia, Peru, Uruguai, Bolívia, Moçambique, Panamá, Equador e Cuba – recursos subtraídos do Brasil para a manutenção, na prática, da nomenclatura comunista aqui e no exterior, a partir do alegado pretexto de se fazer empréstimos para execução de obras de infra-estrutura, tais como, por exemplo, as obras do Metrô de Caracas, no valor de US$ 750 milhões, e as do Porto de Mariel, em Cuba, no valor de US$ 1 bi e 600 milhões, que ampliaram a fortuna e a boa vida dos sanguinários irmãos Castro – Raul e Fidel.

Hoje, com muito dinheiro em caixa, o aparato subversivo do Foro de São Paulo, com assento reservado dentro do PT, atua dia e noite para derrubar o presidente Bolsonaro. Dele, tudo provém: as mentiras levantadas pela mídia amestrada; os arreganhos da comunidade LGBT; a campanha contra o voto auditável; as pesquisas fajutas da Data Foice; as viagens de Lula (alcoolizado) pelo país e os gastos com pão-e-mortadela e os cachês para levar a  “cumpanheirada” às manifestações de aluguel – tudo passa pelo crivo,  financiamento e o serviço de inteligência do famigerado Foro de São Paulo, inclusive o ativismo que eclode de forma virulenta na Nicarágua, Argentina, Bolívia e Chile, para não falar da própria Cuba, centro estratégico da ação subversiva da entidade do mal  responsável pela repressão que se abate sobre os insurgentes da ilha-cárcere.

Bolsonaro e seus eleitores terão de se manter atentos contra a peçonha comunista do Foro de São Paulo agindo, no dizer de Zé Dirceu, para tomar o poder e arrombar os cofres da Nação.

É preciso combater essa gente a ferro e fogo!

contador free


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