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:: 26/jul/2021 . 15:36

INVISTA NA SUA QUALIFICAÇÃO PROFISSIONAL

Bolsonaro amplia lista de produtos médicos com exportação proibida

Decreto abrange produtos essenciais para o combate à covid-19


Vacinação em São Paulo. Foto: Gil Leonardi/Imprensa MG

Decreto presidencial publicado no Diário Oficial da União de hoje (26) amplia a lista de produtos médicos, hospitalares e de higiene cuja exportação está proibida, por serem considerados “essenciais ao combate à epidemia de coronavírus no Brasil”.

A inclusão de novos produtos na lista foi possível graças à alteração da lei 13.993, aprovada pelo Congresso Nacional em março de 2020 e sancionada, em abril do mesmo ano, pelo presidente Jair Bolsonaro.

Em vigor enquanto durar o estado de emergência em saúde pública, a lei, em seu formato original, proíbe a exportação de ventiladores pulmonares mecânicos e circuitos; camas hospitalares; monitores multiparâmetros e equipamentos de proteção individual (EPIs) de uso na área de saúde, como luva látex, luva nitrílica, avental impermeável, óculos de proteção, gorro, máscara cirúrgica e protetor facial.

Conforme o texto original, o governo pode incluir outros produtos na lista de restrição. O Poder Executivo também poderá excluir itens, desde que a decisão seja fundamentada e sem que prejudique o atendimento à população. (Com informações da Agência Brasil)

‘Distritão’ avança no Congresso e deve ser aprovado já para 2022

COLUNA CH / 26 DE JULHO

A PEC 125, da “reforma eleitoral”, deve ser aprovada na Câmara dos Deputados ainda este ano, sem dificuldades

ACESSIBILIDADE:
Plenário da Câmara dos Deputados antes da pandemia. Foto: Edilson Rodrigues/Agência Senado

Pegando carona

No sistema atual, que dá poder às direções partidárias, candidato bem votado “arrasta” candidatos sem votos suficientes para se eleger.

Os sem-votos

Nas eleições de 2018, por exemplo, figuras como Rodrigo Maia (DEM-RJ) só ganharam mandato em razão de truques como “voto de legenda”.

Veto também ajuda

O anunciado veto de Bolsonaro ao fundo eleitoral pornográfico de R$5,7 milhões também reforça a aprovação do distritão.

Aprovação tranquila

O cientista político Paulo Kramer acha que a aprovação no Senado deve ser tranquila já que não afeta os atuais ocupantes de cargos majoritários.

Lei anti-marajás também limita salários em estatais

Aprovado pela Câmara de volta ao Senado para ser arrematado, o projeto nº 6726, que acaba de uma vez com marajás no serviço público, vai afetar, finalmente, empregados e dirigentes de empresas estatais que dependem recursos dos governos para pagar salários e custeio. Só no governo federal, são 19 estatais dependentes de recursos públicos para pagar folhas salariais, de acordo com relatório da Sest (Secretaria de Coordenação e Governança das Estatais), do Ministério da Economia.

A Viúva é rica

Na estatal de comunicação EBC, o governo federal paga 74,2% do valor dos salários, mas há privilegiados que recebe até R$47,5 mil por mês.

Assim não dá

A CBTU (Trens Urbanos) retira dos cofres federais 84,5% de sua folha salarial, que paga até R$41,7 mil por mês a seus empregados.

Acima do teto

Amazul (Amazônia Azul Tecnologias de Defesa S/A), da Marinha, 100% dependente do governo, paga salários de até R$41,1 mil, acima do teto.

Poder sem Pudor

Questão de memória

Na campanha presidencial de 1960, Jânio Quadros, dono de memória prodigiosa, seguia com rigor uma espécie de script, que incluía os gestos teatrais. Repetia o mesmo discurso em cada cidade. Milton Campos, o vice, ao contrário, abordava temas diferentes. Certa noite, Jânio observou: “Dr. Milton, que maravilha. Um discurso para cada comício! Que cultura!” Campos respondeu, gentil: “Não é cultura, é incapacidade de memorizar…”

Vacina, emprego e voto

Presidente da Câmara, Arthur Lira tentou dar um fim na discussão sobre eleições. “A despeito do que sai ou não na imprensa, o fato é: o brasileiro quer vacina, quer trabalho e vai julgar seus representantes em outubro do ano que vem através do voto popular, secreto e soberano”, decretou.

Seguidores fake

A ferramenta Twitter Audit, que identifica perfis falsos entre os seguidores, aponta que 16% dos 2,2 milhões de seguidores de Lula são fakes. Entre os 6,7 milhões de seguidores de Bolsonaro, 12% são falsos.

Um mês de queda

Desde o dia 23 de junho está em queda a média de novos casos diários da Covid-19 no Brasil. Foi de 78 mil novos casos por dia para 37,3 mil, em 23 de julho. Só na última semana, houve queda de 13% nos casos.

Lista democrática

A Associação dos Advogados Federais (Anafe) fez uma eleição-factóide, para indicações que não serão consideradas (para a chefia da AGU), mas ao menos escolheu um representante de cada carreira. Nas listas tríplices para a PGR, só há representantes de uma única carreira.

Frase do dia

Todas as fontes de dinheiro público devem ser consideradas

Senador Lasier Martins (Pode-RS) sobre seu projeto que destina os bilhões do fundão eleitoral para combater a pandemia

79 anos

Em 26 de julho de 1942, um submarino alemão, o U-66 bombardeou o navio mercante brasileiro Tamandaré, em um episódio que levou o Brasil ingressar na Segunda Guerra Mundial ao lado dos países aliados.

Censura bajulada

A claque aplaude na mídia quando Facebook e Instagram censuram posts que entendem “fake news” sobre vacinas. Há poucos meses, a suspeita de que a Covid vazou de laboratório chinês era “conspiração” e mentira, tratado como “fake news”. Não é mais, apesar da censura.

Saúde, 68 anos

Dedicado exclusivamente à definição de políticas públicas sanitárias e de saúde no Brasil, o Ministério da Saúde completou 68 anos neste domingo (25). Antes disso era “Ministério da Educação e da Saúde”.

Brasileiro adora vinho

Levantamento do Cupom Válido revela que o brasileiro nunca consumiu tanto vinho como em 2020, o ano da pandemia. Foram 2,78 litros de vinho por habitante; um aumento de mais de 30% em relação a 2019.

Pergunta na rede

Checadores de “fake news” também estão em recesso parlamentar?

Manual ajuda empresas a atuarem contra fake news

Ideia é transformar empregados em imunizadores contra notícias falsas

Publicado  e m 2 5  /07/2021 – 18:26 Por Pedro Peduzzi – Repórter da Agência Brasil – Brasília

A divulgação de notícias falsas – as fake news – resulta a cada ano, em todo o planeta, em prejuízos de quase R$ 500 bilhões. Boa parte desse montante é arcado por empresas. Diante desse cenário e com o objetivo de criar uma espécie de anticorpo social contra o problema – que vem ganhando escala por meio da internet – a Associação Brasileira de Comunicação Empresarial (Aberje) elaborou um manual que pretende transformar os empregados das empresas “em verdadeiros agentes imunizadores contra notícias falsas na sociedade”.

O Manual Prático de Combate à Desinformação nas Empresas é o primeiro material de educação midiática que a Aliança Aberje de Combate às Fake News disponibiliza para o setor produtivo no Brasil, explica à Agência Brasil o diretor-geral da Aberje, Hamilton dos Santos.

Segundo o diretor, a ideia inicial do projeto foi aproveitar uma “iniciativa inspirada pelas lideranças de comunicação das grandes empresas para promover a instrução informativa dos funcionários dessas mesmas organizações” – todas ligadas à Aberje.

“Trata-se aqui de um universo nada desprezível de 6 milhões de trabalhadores. Em outras palavras, é um esforço inicial para transformar esses empregados em verdadeiros agentes imunizadores contra notícias falsas na sociedade”, detalha.

Manual

O manual apresenta nove capítulos que ajudam as empresas a identificar suas vulnerabilidades informativas, de forma a aumentar o nível de consciência midiática dos seus funcionários, a engajar lideranças contra notícias falsas e, sobretudo, a estabelecer planos de prevenção e contingência em relação a fake news.

Para isso, conta também com um glossário dos principais termos sobre o tema. Possibilita, ainda, que seja feito um check-up interno para identificar o nível de preparação dessas organizações. Também indica as principais agências de checagem no Brasil e apresenta uma relação de treinamentos e jogos gratuitos.

Custo pesado

Citando um estudo da Universidade de Baltimore, nos Estados Unidos, Santos diz que notícias falsas custam US$ 78 bilhões por ano para toda a sociedade mundial. “É quase meio trilhão de reais. As fake news se tornaram, portanto, um novo e pesado custo de transação na economia mundial”, argumenta ao explicar que os custos de transação são valores necessários à realização de uma atividade, mas que não fazem parte direta do sistema de produção, tais como acerto de contratos, questões regulatórias, burocracias internas, monitoramentos e segurança.

“Quanto mais o setor produtivo é obrigado a pagar por essas questões, menos competitivo ele é”, completa ao explicar que o combate às fake news busca fazer da educação midiática uma ferramenta para eliminar a desinformação, e que, além de divulgar o manual para as empresas, a Aberje pretende em breve lançar um dossiê com os principais desafios e propostas sobre as notícias falsas na sociedade.

De acordo com o diretor, esse dossiê apontará também o papel do setor empresarial como um dos principais árbitros dessa desordem informacional. “Pretendemos investir em mais palestras e em parcerias na checagem de fatos que afetem especificamente o setor organizacional”.

Edição: Nélio Neves de Andrade

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