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:: 17/jul/2021 . 16:41

Setor Ferroviário ganha novo Centro de Excelência e Tecnologia em Anápolis

Na tarde desta quinta-feira (15/7), uma comitiva da Valec juntamente com o Ministro da Infraestrutura, Tarcísio Gomes de Freitas esteve, em Anápolis (GO), para a assinatura do Protocolo de Intenções e Lançamento do Centro de Excelência de Tecnologia Ferroviária (CETF). O objetivo da implementação do CETF é a valorização e disseminação de tecnologias nacionais relativas ao setor de ferrovias, entre outros incentivos de inovação para o setor ferroviário.

O polo de inovação será destinado ao desenvolvimento de pesquisas e projetos que contribuam com o incremento da logística e com o crescimento do modal no Brasil. Para o Diretor de Administração e Finanças, Márcio Lima Medeiros a Valec terá papel fundamental na implementação do CETF. “Certamente a Valec será uma parceira importante na estruturação desse centro tecnológico não só no âmbito do conhecimento, mas também, na participação relevante das ferrovias que estão concedidas para a Valec. Uma delas é a Ferrovia Norte-Sul que estará totalmente operável até final do ano,” destacou.

O Ministro da Infraestrutura, Tarcísio Gomes de Freitas, também salientou a importância das ferrovias para a economia brasileira. “Quando a Ferrovia Norte-Sul chegar em Anápolis, falta pouco, teremos uma coluna vertebral ferroviária, de onde vão sair costelas. Isso significa que o transporte ferroviário está renascendo. As ferrovias estão proporcionando encomendas para a indústria e gerando empregos,” completou.

 

Ferrovia Norte-Sul

A Ferrovia Norte-Sul (FNS), que foi construída pela Valec e subconcedida à Rumo Logística. O traçado inicial era de cerca de 1.550 quilômetros de extensão, de Açailândia (MA) até Anápolis (GO). Esse trecho, que corta os estados do Maranhão, Tocantins e Goiás, já está em operação.

A Norte-Sul foi programada para ser a espinha dorsal do sistema ferroviário brasileiro, integrando o território nacional e assim favorecendo a redução dos custos do transporte de cargas no país. Ao longo das últimas três décadas, contou com diversas ampliações.

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Brasil é o país onde partidos mais sugam recursos públicos

COLUNA CH / 17 DE JULHO

Estudo apresentado na Câmara revela que o custo das campanhas para o pagador de impostos brasileiro equivale a quase 7x a média mundial

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Plenário da Câmara dos Deputados. Foto: Pedro Ladeira

O Brasil é o país do qual os partidos políticos mais sugam recursos públicos em todo o mundo. Foram mais de R$2,2 bilhões para a eleição de 2020, recorde absoluto. Estudo apresentado na XI Jornada de Pesquisa e Extensão da Câmara revela que o custo das campanhas eleitorais para o pagador de impostos brasileiro equivale a US$446 milhões (ou R$2,281 bilhões), quase sete vezes o valor médio (US$ 65,4 milhões) dos gastos de outras 33 democracias mundo afora.

Segundo lugar distante

O México é o segundo colocado, com US$307 milhões distribuídos aos partidos, e ainda assim gastou apenas 68% da conta brasileira.

Já os ricos de verdade…

Nos EUA, o dinheiro público destinado aos partidos políticos não chega a US$ 20 milhões. Na poderosa Alemanha, atingem US$ 200 milhões.

Metido a rico

Reino Unido, Argentina, Áustria, Canadá, Bélgica, França, Índia, a maior democracia do mundo, Itália, Japão… todos gastam menos que o Brasil.

Justiça jabuticaba

O estudo na XI Jornada de Pesquisa e Extensão da Câmara apontou também que só o Brasil mantém uma (caríssima) Justiça Eleitoral.

CPI da Pandemia. Foto: Pedro Ladeira

CPI se une pela grana, aprovando fundo eleitoral

Na CPI da Pandemia, Omar Aziz (PSD-AM) esqueceu as divergências e se uniu a senadores governistas e a opositores, como ele, para ajudar a aprovar o aumento do fundão eleitoral de R$2 bilhões, já ética e financeiramente inaceitáveis, para R$5,7 bilhões em 2022. Sabido, Renan Calheiros (MDB-AL) preferiu não votar, mas sua alma gêmea no Senado e na CPI, Eduardo Braga (MDB-AM), votou favorável à tunga.

‘G7’ virou ‘G4’

Com isso, a maioria do “G7” na CPI se desfez, mudou de cara e virou “G4”, no apoio à decisão que provocou indignação todo o País.

Hora de união

Entres os titulares da CPI, votaram em favor da tunga de R$5,7 bilhões os governistas Ciro Nogueira (PP-PI) e Marcos Rogério (DEM-RO).

Três suplentes

Luiz Carlos Heinze (PP-RS), Angelo Coronel (PSD-BA) e Zequinha Marinho (PSC-PA) são os suplentes da CPI que apoiaram a tunga.

Poder sem Pudor

Boi Bandido

Então relator da CPI dos Correios, Omar Serraglio (MDB- PR) viveu momentos de “América” no rodeio comemorando os 50 anos da cidade de Rondon (PR). Organizado pelo prefeito Ailton Valotto, estava no centro da arena com várias autoridades, como o chefe de gabinete do ex-ministro do Planejamento Ênio Verri, quando um touro escapou do brete. A debandada na arena foi geral, com a multidão às gargalhadas. Na correria Serraglio ainda pôde ouvir ao longe um petista gritando: “Pega ele, Zé Dirceu!”.

Pego no contrapé

O vídeo sobre vacinas oferecidas por empresários catarinenses flagra uma lorota contada pelo ex-ministro Eduardo Pazzuelo na CPI, de que não atuava em tratativas para compra de vacinas. Se bem que foi outra “compra” barrada nas instâncias internas do Ministério da Saúde.

Vídeo-release

O vídeo divulgado como “prova de delito” foi gravado pelo próprio Pazuello, que o divulgou na ocasião para tentar desfazer a reputação de que não se empenhava em comprar vacinas. A tentativa se revelou inútil.

Ele se ama

O controvertido presidente do Pros, Eurípedes Junior, acusado de usar recursos públicos do fundo partidário para comprar até helicóptero, tem fotos enormes do seu ídolo nas paredes da sede do partido: ele próprio.

Doença ajuda

O professor Maurício Moura, do instituto Ideia, disse que “chefes de Estado quando hospitalizados melhoram sua popularidade”. No caso da internação de Jair Bolsonaro foram 6 pontos percentuais, esta semana.

Isso gera calor, em vez de gerar luz

Ministro Marcelo Queiroga (Saúde) sobre municípios que anunciaram a 3ª dose de vacina, sem seguir as normas do plano nacional

A fome venceu o medo

Frase reproduzida entre os cubanos que corajosamente saíram às ruas para protestar por liberdade, contra a ditadura, pedindo vacina, e comida: “Estávamos com tanta fome que comemos o medo”.

Muita calma nesta hora

Os lacradores que criticam o jogo com público entre Flamengo e Defensa y Justicia, quarta (21), são os mesmos que atacaram a Copa América. E nem se desculparam pelo erro. Para entrar no estádio, torcedores devem mostrar teste negativo de covid e comprovante de vacinação completa.

Capitalismo irresistível

A loja oficial do Partido da Causa Operária (PCO) está em promoção, com 15% de desconto para peças como a pôsteres de Lênin vendidos por R$127,50. A “Caneca de Chopp Che Guevara” sai por R$55.

 

Só a chinesa Great Hall Motors, compradora da fábrica da Mercedes em São Paulo, vendeu mais de 517 mil veículos nos cinco primeiros meses do ano. No mesmo período, todo o Brasil vendeu 1 milhão de unidades.

Pensando bem…

…mal começou o recesso parlamentar e já deve ter senador com crise de abstinência dos generosos holofotes da CPI da Pandemia.

Eles brigam na CPI, mas se uniram pelo fundo eleitoral pornográfico

R$5,7 BILHÕES

Aziz e Rogério batem boca na CPI, mas votaram juntos pela tunga bilionária

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Sessão da CPI da Pandemia – Foto: Jefferson Rudy/Agência Senado

Na CPI da Pandemia, Omar Aziz (PSD-AM) esqueceu as divergências e se uniu a senadores governistas e a opositores, como ele, para ajudar a aprovar o aumento do fundão eleitoral de R$2 bilhões, já ética e financeiramente inaceitáveis, para R$5,7 bilhões em 2022.

Sabido, Renan Calheiros (MDB-AL) preferiu não votar, mas sua alma gêmea no Senado e na CPI, Eduardo Braga (MDB-AM), votou favorável à tunga. A informação é da Coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder.

Com isso, a maioria do “G7” na CPI se desfez, mudou de cara e virou “G4”, no apoio à decisão que provocou indignação todo o País.

Entres os titulares da CPI, votaram em favor da tunga de R$5,7 bilhões os governistas Ciro Nogueira (PP-PI) e Marcos Rogério (DEM-RO).

Luiz Carlos Heinze (PP-RS), Angelo Coronel (PSD-BA) e Zequinha Marinho (PSC-PA) são os suplentes da CPI que apoiaram a tunga.

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