Presidente do Senado deve deixar o DEM, seu atual partido, para se filiar ao partido de Gilberto Kassab

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Presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG). Foto: Pedro França/Agência Senado

O mineiro Rodrigo Pacheco, presidente do Senado, deve abandonar seu atual partido, o DEM, para se filiar ao PSD no próximo mês de outubro. O ato de filiação deverá ser festivo, em convenção partidária, e marcará o início de sua campanha à presidência da República. A ideia original foi do presidente nacional do PSD, Gilberto Kassab, quem primeiro se convenceu da viabilidade da candidatura presidencial de Pacheco.

Terceira via

A ideia central do projeto é fazer de Rodrigo Pacheco o cabeça de chapa presidencial, com apoio dos partidos que rejeitam Bolsonaro e Lula.

Rejeição elevada

As pesquisas mostram rejeição elevada tanto de Bolsonaro quanto de Lula, à volta de 50%, daí a certeza da viabilidade de um terceiro nome.

Fazendo política

Kassab defende que é hora de fazer política para construir essa opção de centro viável, que na sua avaliação deve ser Rodrigo Pacheco.

Campanha no cargo

Detalhe importante é que o presidente do Senado não é obrigado a deixar o cargo para fazer sua campanha pelo Palácio do Planalto.