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:: 9/jun/2021 . 18:00

FRASE DE NELSON RODRIGUES!

Senador Otto Alencar é denunciado no Conselho Federal como “falso ortopedista”

Parlamentar que debocha e desrespeita depoentes não tem registro da especialização que anuncia

Representação impetrada no Conselho Federal de Medicina por seis médicos de diferentes Estados contra o senador Otto Alencar, da CPI do Circo da Pandemia, faz gravíssimas acusações.

Senador Otto Alencar (PSD-BA) integra CPI Covid – Foto: Reprodução/Youtube

Denuncia Alencar de exercício ilegal da medicina quando se declara “ortopedista”, sem qualquer registro profissional.

E o acusa de ferir vários dispositivos do Código de Ética Médica ao tentar desmoralizar a colega Nise Yamagushi de forma ultrajante durante depoimento na CPI.

https://ndmais.com.br/politica-brasileira/senador-otto-alencar-e-denunciado-no-conselho-federal-como-falso-ortopedista/

Lobby dos cartórios quer promover protestos em massa no meio da pandemia

Jogada é cobrar dos cidadãos novas taxas para aumentar abusivamente os lucros dos cartórios

Enquanto o mundo se livra dos cartórios e o Banco Central luta para reduzir o “custo Brasil”, o lobby do setor quer afundar o País ainda mais no atraso que representa a “indústria da desconfiança”.

Até pautou no Senado a votação de projeto permitindo protesto em massa de consumidores, ao legitimar cobranças proibidas pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ).

Como sempre, a jogada é impor aos cidadãos novas taxas para aumentar artificial e abusivamente os lucros dos cartórios. A informação é da Coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder.

Notícias Relacionadas

Em plena crise, com muitos desempregados, o projeto oportunista dos cartórios os autoriza a promover protestos de forma massificada.

O CNJ proibiu os cartórios de fazer os consumidores pagarem serviços de uma “Central Nacional de Serviços Eletrônicos Compartilhados”.

Conselheiros do CNJ perceberam que a jogada era fazer o consumidor pagar serviços que a tal “central” na verdade presta aos cartórios.

Os cartórios ignoraram a proibição do CNJ e continuaram fazendo a cobrança ilegal. Agora quer mudar a lei para “legalizar” a jogada esperta.

Câmara aprova medidas de auxílio a agricultores familiares

Matéria segue para o Senado

Publicado em 08/06/2021 – 22:37 Por Heloisa Cristaldo – Repórter da Agência Brasil – Brasília

Plenário da Câmara dos Deputados

A Câmara dos Deputados aprovou nesta terça-feira (8) um projeto de lei que prevê medidas de socorro a agricultores familiares e a trabalhadores rurais que se encontram em situação de pobreza e de extrema pobreza, excluídos os benefícios previdenciários rurais. A matéria segue para o Senado.

Com o objetivo de apoiar a atividade produtiva durante a pandemia de covid-19, a proposta cria o Fomento Emergencial de Inclusão Produtiva Rural, destinado a agricultores familiares em situação de pobreza e extrema pobreza durante a pandemia. Para receber o benefício no valor de R$ 2,5 mil (ou R$ 3 mil em caso de família monoparental) em parcela única, o agricultor terá de se comprometer a implantar todas as etapas de projeto simplificado de estruturação de unidade produtiva familiar, a ser elaborado por serviço de assistência técnica e extensão rural.

As medidas para diminuir o impacto socioeconômico da covid-19 devem ser adotadas até 31 de dezembro de 2022. O texto inclui agricultores e empreendedores familiares, os pescadores, os extrativistas, os silvicultores e os aquicultores.

O texto prevê até R$ 3.500 quando o projeto de estruturação contemplar implementação de fossas sépticas, cisternas ou outras tecnologias de acesso à água para consumo e produção de alimentos.

Os interessados contarão com ajuda do Serviço de Assistência Técnica e Extensão Rural (Ater) para elaborar um projeto simplificado de estruturação da unidade produtiva familiar. Segundo o projeto, o acesso ao crédito dependerá de projeto simplificado de crédito elaborado por entidade de assistência técnica e extensão rural sob coordenação da Agência Nacional de Assistência Técnica e Extensão Rural (Anater).

A proposta permite ao Conselho Monetário Nacional (CMN) criar linhas de crédito para agricultores familiares e pequenos produtores de leite com taxa de 0 % ao ano, dez anos para pagar e carência de cinco anos incluída nesse tempo. Os interessados terão até 31 de julho de 2022 para pedir o empréstimo, podendo usar até 20% do valor obtido para a manutenção da família.

Em caso de quitação em dia, há previsão de desconto de R$ 300 das parcelas, a ser aplicado no início dos pagamentos, mais bônus de 20% de adimplência para contratos firmados por mulheres trabalhadoras rurais.

Edição: Fábio Massalli

Guedes: auxílio será prorrogado por mais 2 meses e pode ser estendido

Custo do programa é R$ 9 bilhões por mês, diz ministro da Economia

Publicado em 08/06/2021 – 21:04 Por Pedro Rafael Vilela – Repórter da Agência Brasil – Brasília

O ministro da Economia, Paulo Guedes, afirmou nesta terça-feira (8) que o auxílio emergencial será prorrogado por pelo menos mais dois meses. Previsto para terminar em julho, o benefício será estendido até setembro, mas esse período ainda poderá ser ampliado, caso a vacinação da população adulta não esteja avançada.

“Todos os governadores estão dizendo que toda a população adulta estará vacinada no final de setembro. Se isso não acontecer, a gente estende o auxílio emergencial. Nós estamos estendendo para agosto e setembro. Se for necessário, estenderemos mais”, afirmou Guedes, durante conferência virtual do Bradesco BBI em Londres.

“O presidente Jair Bolsonaro é quem vai decidir o prazo. Primeiro, esses dois ou três meses, e então devemos aterrissar em um novo programa social que vai substituir o Bolsa Família”, acrescentou. 

Segundo Guedes, os recursos para a prorrogação do auxílio serão viabilizados por meio de abertura de crédito extraordinário. Atualmente, o custo mensal do programa, que paga um benefício médio de R$ 250 por família, é de R$ 9 bilhões.   

“O auxílio emergencial são R$ 9 bilhões por mês. Então, seriam R$ 18 bilhões por dois meses. Só que R$ 7 bilhões já estão lá de remanescente do auxílio emergencial do ano passado. Precisaríamos de R$ 11 bilhões, que viriam por crédito extraordinário”, explicou.

O novo programa social que substituirá o Bolsa Família não foi detalhado pelo ministro durante a palestra. Segundo ele, será um programa que vai incluir mais beneficiários, mas terá “linhas conservadoras” e ficará dentro da regra de teto de gastos. 

O ministro também disse que o governo estuda a criação de um fundo de para a erradicação da pobreza, que poderia ser abastecido com recursos de privatizações de empresas estatais. Durante sua fala, Guedes defendeu a venda de ativos públicos e citou sua expectativa quanto à aprovação, pelo Senado Federal, da venda da Eletrobras, maior empresa de energia da América Latina. A privatização já foi aprovada na Câmara dos Deputados. 

Sobre o programa de desestatizações, o ministro ainda mencionou o processo de venda dos Correios, de privatização da Cedae, a companhia de saneamento do estado do Rio de Janeiro, além da concessão recente de portos e aeroportos.

Ouça na Radioagência Nacional:

 

Edição: Nádia Franco

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