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:: 7/jun/2021 . 15:48

Manifestantes pedem por ampliação de rede de energia sustentável no país

O pedido do grupo é a aprovação do PL 5829/19, marco legal da distribuição de energia solar

O PL é de autoria do deputado Silas Câmara (Republicanos-AM), que além de prever a distribuição de energia solar, também determina quotas e tarifas para o uso dos sistemas de transmissão aos microgeradores de energia elétrica.

Os manifestante devem sair da frente do Congresso Nacional em direção ao Clube da Associação dos Empregados da Eletronorte (ASEEL) por volta das 9h. Os slogans usados pelo grupo de requerentes são “Brasil, diga sim à energia solar” e “Livre e bem distribuída”.

Nelson Piquet é o convidado do Sem Censura desta segunda-feira

Programa vai ao ar às 21h30, na TV Brasil

Publicado em 07/06/2021 – 14:00 Por EBC – Brasília

Foto colhida no Google

O convidado do Sem Censura desta semana é o empresário e ex-piloto de Fórmula 1, tricampeão mundial, Nelson Piquet. Ele conversa ao vivo com a apresentadora Marina Machado sobre as conquistas no automobilismo mundial e também fora das pistas como empresário bem-sucedido. O programa vai ao ar às 21h30, na TV Brasil.

Nelson Piquet Souto Maior nasceu no Rio de Janeiro em 17 de agosto de 1952, mas passou a maior parte de sua infância e adolescência em Brasília, onde reside atualmente. Começou a carreira automobilística no kart aos 14 anos. Nessa categoria foi campeão brasileiro em 1971 e 1972.

Quatro anos depois, foi campeão da Fórmula Super-Vê. Em 1978, na Fórmula 3 inglesa, sagrou-se campeão e quebrou o recorde de Jackie Stewart de maior número de vitórias numa temporada. No mesmo ano, estreou na Fórmula 1, no Grande Prêmio da Alemanha, em Hockenheimring.

Em 1981 viria seu primeiro título mundial na Fórmula 1 pela equipe Brabham, onde em 1983 também se sagrou campeão. Piquet ganhou seu terceiro e último campeonato em 1987, durante uma batalha feroz com o então companheiro de equipe Nigel Mansell.

Após aposentar-se da Fórmula 1, Piquet ainda correu as 500 Milhas de Indianápolis e também em carros esportivos, como as 24 Horas de Le Mans. Após anos de carreira, Nelson Piquet abandonou as competições e dedicou-se à carreira empresarial, fundando em Brasília a empresa Autotrac, pioneira no país em monitoramento de caminhões de carga.

Contribuem como debatedores convidados desta edição Celso Miranda (Band) e Gustavo Schuabb (TV Record). A conversa traz ainda a participação do público, entrevistado nas ruas de todo o país. Você também pode interagir e enviar perguntas por meio da hashtag #novoSemCensura via Facebook, Twitter e Youtube.

Em seu novo formato, com linguagem clara e ritmo ágil, o Sem Censura explora perguntas dos debatedores e respostas do convidado em um bate-papo direto.

Clique aqui para saber como sintonizar a programação da TV Brasil.

Agência Brasil explica: o que é o Bolsa Atleta

Programa é um dos maiores do mundo de patrocínio de atletas

Publicado em 07/06/2021 – 07:56 Por Pedro Peduzzi – Repórter da Agência Brasil – Brasília

Rio de Janeiro – O diretor técnico da Associação Miratus de Badminton, Sebastião Dias de Oliveira apresenta alunos do projeto que coordena durante bate-papo sobre o programa Bolsa Atleta (Tomaz Silva/Agência Brasil)

Ser um esportista de primeira linha requer muita dedicação e tempo, além de cuidados especiais com alimentação e saúde. Tudo isso fica complicado quando essa rotina inclui também a necessidade de trabalhar em outras frentes não ligadas ao esporte, na busca por uma autonomia financeira que possibilite arcar com os gastos naturais de um treinamento de alta performance.

Com o objetivo de garantir condições mínimas para “atletas brasileiros de alto rendimento que obtêm bons resultados em competições nacionais e internacionais”, o governo mantém, desde 2005, um dos maiores programas de patrocínio individual de atletas do mundo: o Bolsa Atleta.

O programa garante “condições mínimas para que se dediquem, com exclusividade e tranquilidade, ao treinamento e a competições locais, sul-americanas, pan-americanas, mundiais, olímpicas e paralímpicas”, informa a Secretaria Especial do Esporte, do Ministério da Cidadania.

De acordo com a pasta, “são elegíveis, prioritariamente, atletas de alto rendimento praticantes de esportes que compõem os programas dos Jogos Olímpicos e dos Jogos Paralímpicos”. De forma não prioritária, o benefício pode ser estendido a atletas de modalidades não olímpicas.

Todos os atletas devem, no entanto, estar atentos aos pré-requisitos determinados para a sua categoria. Seis categorias compõem, atualmente o Bolsa Atleta: atleta de base, estudantil, nacional, internacional, olímpico/paralímpico e pódio.

Após a assinatura do termo de adesão, eles são contemplados com 12 parcelas de benefícios, depositados em conta específica da Caixa Econômica Federal, com os valores definidos de acordo com as seguintes categorias: atleta de base (R$ 370), estudantil (R$ 370), nacional (R$ 925), internacional (R$ 1.850), olímpico/paralímpico (R$ 3.100) e pódio (R$ 5 mil a R$ 15 mil).

Os depósitos são feitos sem intermediários e a principal prestação de contas do atleta ao governo e à sociedade “é a obtenção de resultados expressivos nas disputas”, conforme explica o Ministério da Cidadania.

Segundo a pasta, o impacto do Bolsa Atleta foi medido nos Jogos Rio 2016, onde 77% dos 465 atletas convocados para defender o Brasil eram bolsistas. “Das 19 medalhas conquistadas pelos brasileiros – a melhor campanha da história –, apenas o ouro do futebol masculino não teve bolsistas”, acrescenta o ministério.

Os Jogos Paralímpicos de 2016 contaram com 286 atletas brasileiros, dos quais 90,9% eram bolsistas. O resultado foram 72 medalhas em 13 esportes – todas obtidas por beneficiários do programa. Foram 14 medalhas de ouro, 29 de prata e 29 de bronze.

Os Jogos Pan-Americanos e Parapan-Americanos de Lima, em 2019 no Peru, também foram bastante positivos para os atletas brasileiros. Dos 485 atletas originalmente inscritos pelo Comitê Olímpico do Brasil para o Pan de Lima, 333 eram bolsistas. Os bolsistas conquistaram 141 pódios.

No Parapan, o Brasil chegou ao topo do quadro de medalhas, com 308 pódios. Foram 124 medalhas de ouro, 99 de prata e 85 de bronze. Do total de medalhas, 287 (93,18%) foram conquistadas por atletas contemplados pelo Bolsa Atleta.

A solicitação para o Bolsa Atleta é feita de forma online, no site https://www.gov.br/cidadania/pt-br/acoes-e-programas/bolsa-atleta/bolsa-atleta.

Passo a passo para a adesão ao Bolsa Atleta

– As confederações esportivas indicam ao governo federal os eventos válidos para a concessão de bolsas

– A Secretaria Especial do Esporte lança o edital

– Atletas que chegaram ao pódio nas competições previstas fazem inscrição online em www.esporte.gov.br

– Atletas enviam documentação conforme descrito no edital

– Secretaria Especial do Esporte valida a documentação

– Publicação da lista de contemplados no Diário Oficial da União

– Atletas selecionados assinam termo de adesão

– Com a bolsa aprovada, o atleta recebe 12 parcelas do benefício pelo período de um ano

Agência Brasil explica: o que é o bolsa atleta? – Arte/Agência Brasil

Edição: Graça Adjuto

WhatsApp não imporá restrições a quem não aceitar regras de dados

Novas práticas são questionadas por órgãos como a ANPD, o Cade e o MPF

Publicado em 06/06/2021 – 18:32 Por Jonas Valente – Repórter Agência Brasil – Brasília

O WhatsApp não imporá mais restrições aos usuários que não aderirem às novas regras de coleta e tratamento de dados que estão em processo de adoção no Brasil e no restante do mundo. As novas práticas da plataforma são questionadas por órgãos como a Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD), o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) e o Ministério Público Federal (MPF).

A nova política foi anunciada no início do ano. Ela envolve o repasse ao Facebook, empresa controladora do WhatsApp, de dados das interações com contas comerciais. A nova política entrou em vigor no dia 15 de maio. Inicialmente, o WhatsApp divulgou restrições e limitações a quem não aceitasse a nova política.

Entre as restrições estavam a impossibilidade de acessar a lista de conversas e a suspensão do envio de mensagens e chamadas para o celular algumas semanas depois, caso o usuário não aceitasse a nova política.

Os órgãos ANPD, Cade e MPF apontaram problemas tanto para a proteção de dados dos usuários quanto para a concorrência do mercado de redes sociais e serviços de mensageria. Pesquisadores e entidades de direitos digitais também se manifestaram questionando a nova política.

Diante dos questionamentos, o WhtsApp se comprometeu a adiar a entrada em vigor das limitações por 90 dias. Agora, abandonou este prazo de três meses e abriu mão de impor tais obrigações.

Em nota à Agência Brasil, a empresa afirmou que, devido à discussão com autoridades regulatórias e especialistas em privacidade, a opção foi por não tornar as limitações obrigatórias.

“Ao invés disso, o WhatsApp continuará lembrando os usuários de tempos em tempos para que eles aceitem a atualização, incluindo quando as pessoas escolhem usar determinadas funcionalidades opcionais, como se comunicar no WhatsApp com uma empresa que esteja recebendo suporte do Facebook”, diz o comunicado da plataforma.

Edição: Fábio Massalli

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