A equipe da Diretoria de Negócios da VALEC se reuniu, na última quinta-feira (20), com a assessora do Programa de Parcerias de Investimentos (PPI) Maryane Figueiredo. O objetivo do encontro foi conhecer melhor o Programa, bem como os projetos incluídos em sua carteira.

O diretor de Negócios, Jeferson Cheriegate, falou sobre o novo momento desafiador da estatal e das prioridades para o ano de 2021. “Estamos diante de muitas oportunidades e mudanças. Mas confiantes e com muitas inovações em curso”. Maryane Figueiredo apresentou o plano de atuação do PPI, bem como o cronograma de ações até 2022, com os principais ativos e a metodologia de inserção de projetos no Programa. Segundo a assessora, o papel do PPI é fomentar e facilitar as iniciativas públicas de concessões, privatizações, arrendamentos e parcerias público-privadas. “O PPI funciona como um grande hub de negócios. Nosso objetivo é ajudar e acelerar”, declarou.

Atualmente, são 428 projetos qualificados na carteira do Programa, 233 leilões previstos e expectativa de investimentos na ordem de R$ 790,3 bilhões, além de outros R$ 170,5 bilhões em outorgas. Ainda de acordo com Figueiredo, apenas nos anos de 2019 e 2020 foram realizados 65 leilões de projetos, que movimentaram investimentos na ordem de R$ 488 bilhões, além de mais R$ 98 bilhões em outorgas. “Nós conseguimos colocar eficiência nos processos pela grande experiência que temos com leilões, desestatizações e processos similares. E isso gera velocidade às entregas”, concluiu.

Participaram também da reunião, representando a DINEG/VALEC, o superintendente de Inteligência e Prospecção, Danilo Miranda, a gerente de Prospecção de Negócios e Captação de Recursos, Andreza Leódido, a gerente de parcerias, Thais Lordelo e o superintendente de Negócios, Diógenes Alvares.

Leilão da FIOL I – No último mês de abril, durante a InfraWeek promovida pelo Ministério da Infraestrutura, a VALEC subconcedeu a primeira etapa da Ferrovia de Integração Oeste-Leste. O leilão teve como vencedora a Bahia Mineração S/A, com valor de outorga de R$ 32,7 milhões, além do pagamento de outorga variável de 3,43% da receita bruta a partir do sexto ano da concessão. O projeto havia sido qualificado na carteira do Programa de Parcerias de Investimentos (PPI) por meio do Decreto nº 8.916/2016.

De acordo com o PPI, O Governo Federal também trabalha nos projetos para concessão dos outros dois trechos: a FIOL 2, entre Caetité/BA e Barreiras/BA, com obras em andamento, e a FIOL 3, de Barreiras/BA a Figueirópolis /TO, que aguarda licença de instalação por parte do Ibama. Um corredor de escoamento que terá um total de 1.527 quilômetros de trilhos, ligando o porto de Ilhéus, no litoral baiano, ao município de Figueirópolis, ponto em que a FIOL se conectará com a Ferrovia Norte-Sul (FNS).


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