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:: 25/maio/2021 . 18:42

O PODER MUDOU DE MÃO – Espaço do leitor

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Sabem o que aconteceu no Brasil?
Ah! Ainda não acordaram.
O poder está mudando de mãos…
O poder econômico está no agronegócio que representa 40% do PIB!
A indústria?
Meros 14,5!
O petróleo?
Caminha para o seu funeral!
Imagina que apenas em uma região de Minas, a mais pobre, o Norte de Minas, até 2022, 70% de um projeto de geração de energia solar estará concluído e corresponderá à geração de meia Itaipu!!!
É de uma única empresa, a “Solatio”, sem dinheiro público.
Já imaginou?
Cadê a poderosa Petrobras?
Cadê o petróleo?
O poder mudou de mãos! Acordem!
Mesmo com a pandemia o agro continua crescendo!
Hoje, é responsável pelas reservas internacionais, pela exportação crescente!!!
Cadê o poder dos sindicatos?
Cadê o poder da mídia tradicional?
Cadê o MST?
Cadê a bossa nova?
O Brasil que está crescendo não é socialista, não!
Não está nem no Rio nem em São Paulo. Está no agro.
A música que dominou, é a sertaneja! Não é a bossa nova, não!
Vejam como a viola sertaneja faz sucesso!
Como muitos artistas que representam o campo estão ricos!
Vejam os festivais de viola sertaneja!
Escutem os grandes violeiros!
Este poder do campo dominou o país financeiramente e culturalmente.
O sucessor de Bolsonaro será provavelmente um conservador!
Da bancada ruralista!
Da evangélica… ou da bala…
Este poder do campo foi criado por um general estrategista, Geisel, que criou a Embrapa.
A maior empresa de pesquisa de agricultura tropical.
A Embrapa é pura tecnologia em seus 41 centros de pesquisa… cheios de PHDs.
O poder é tecnológico.
Tecnologia pura!
O Brasil mudou mesmo!
Nada de socialismo!
Não existe fazendeiro socialista, não!
Andam de jatinho mas escutam Chitãozinho e Xororó, Bruna Viola, Tião Carreiro, Adriana Farias, Zezé di Camargo e Luciano, Marcus Biancardini, violeiro com nome de tenor italiano, mas, capiau de Goiânia…
Vejam a cara de rainha da Ministra da Agricultura!
A rainha Tereza Cristina!
Agrônoma!
Felicidade só!
Vejam o programa ferroviário que está sendo implantado para exportar soja e milho!
Veja a abundância de investimentos no setor.
Já somos o maior produtor de soja do mundo… já somos o maior exportador de alimento do planeta e estamos apenas começando.
A mídia tradicional, os sindicatos, os partidos socialistas, o petróleo combustível já se foram!
Já pensou a fruticultura no Nordeste, após a transposição do São Francisco?
A combinação água e energia solar produzida localmente, sem depender de Itaipu, de Furnas…
Novos polos produtivos vão nascer, produzindo ovinos, caprinos, peixes… uvas, vinhos… e muito forró para mostrar que a cultura nordestina é alegre e riquíssima!!!
Os nordestinos que foram escravizados durante anos pela esquerda agora estão sendo cuidados pelo governo federal!
Vão colorir o Brasil com sua arte Naif, suas rendas lindas e seus trançados de palha cheios de arte!
Acordem!!!
O poder mudou de mãos!!!

Lira: Câmara não discute o fim das urnas eletrônicas e sim adoção do voto auditável

Proposta em discussão adota a impressão do voto eletrônico, mas sem que o eleitor tenha acesso a ele

Segundo ele, se a proposta for aprovada, será feita uma amostragem em alguns equipamentos para que algum mecanismo seja incorporado à urna eletrônica e que o voto seja impresso e verificado.

Lira destacou, no entanto, que há seis eleições participa da votação eletrônica e nunca teve notícias de fraude, erro ou qualquer outra coisa que desqualifique a urna. “Hoje temos uma parte da sociedade e parte do Congresso que querem auditar o voto, e temos uma Justiça Eleitoral para dirimir essas dúvidas”, disse o presidente.

Arthur Lira destacou que seu compromisso é dar voz aos deputados e fazer com que todos os temas sejam votados ou debatidos no Plenário, sem garantir sua aprovação.

CPI em momento inadequado

Lira voltou a afirmar que não é o momento para uma criar uma Comissão Parlamentar de Inquérito para investigar as responsabilidades do governo na gestão da pandemia. Para ele, a CPI é um instrumento importante da Minoria de fiscalizar o governo, e defendeu a investigação em um momento adequado.

“Todas as pessoas que cometeram erros neste momento vão pagar, vão ser responsabilizadas eleitoralmente, penalmente, civilmente, mas não podemos permitir que o Ministério da Saúde perca o foco do combate à pandemia. Assistimos um debate polarizado, os senadores fazendo mais discursos do que interrogando pessoas”, criticou Lira referindo-se à CPI da Pandemia em funcionamento no Senado Federal. (Com informações da Agência Câmara de Notícias)

Pandemia afeta o sono de metade dos moradores de São Paulo

Estudo avaliou impactos da pandemia na saúde e na educação

Publicado em 25/05/2021 – 14:08 Por Daniel Mello – Repórter da Agência Brasil – São Paulo

Movimento no Viaduto do Chá durante a quarentena

A pandemia de covid-19 causou insônia ou excesso de sono em 50% da população da capital paulista, segundo pesquisa divulgada hoje (25) pela Rede Nossa São Paulo.

O estudo, que avaliou os impactos da pandemia na saúde e na educação dos moradores da cidade, mostrou que 44% das pessoas têm sofrido mudanças bruscas de humor e 43% delas sentem angústia e medo.

Para elaboração da pesquisa, a empresa Inteligência em Pesquisa e Consultoria (IPEC) ouviu 800 pessoas com mais de 16 anos, entre os dias 12 e 29 de abril, em todas as regiões da cidade e distribuídas em perfis que levam em consideração idade, classe social e raça.

Saúde pública e privada

Atualmente, em torno de sete em cada dez residentes da cidade de São Paulo não têm plano de saúde (69%). O número é 3 pontos percentuais maior do que o registrado em 2018, quando 66% disseram não contar com planos privados. O percentual dos que têm plano caiu de 31% para 29% no período, sendo que 2% não quiseram ou não souberam responder à questão.

A proporção de pessoas com plano de saúde é consideravelmente maior na zona oeste da cidade (53%), onde estão concentrados alguns dos bairros com maior renda da capital paulista. Na zona leste apenas 19% têm plano de saúde. O número de pessoas com plano de saúde também é maior entre brancos (39%) do que entre negros, sendo que 80% dos pretos e pardos declararam não ter planos.

No último ano, 77% da população utilizou o Sistema Único de Saúde (SUS) de alguma forma, sendo que 15% do total não usou nenhum sistema de saúde e 8% foram atendidos exclusivamente pelo setor privado. Usaram exclusivamente o SUS, 29% dos residentes na cidade. O serviço de saúde pública mais usado é a distribuição de medicamentos, usufruído por 55% da população, seguido pelo atendimento ambulatorial (54%).

Diagnóstico

Ao menos uma pessoa foi diagnosticada com covid-19 em 23% dos domicílios da cidade. Entre os entrevistados, 34% disseram que ao menos uma pessoa no local onde mora procurou um serviço público de saúde para ser atendido em relação à doença e 26% buscou serviços privados devido a preocupações com o novo coronavírus.

Entre os que tiveram diagnóstico de covid-19 em casa, 64% tiveram alterações no sono e 57% sofreram com angústia ou medo.

Escolas

Com relação a crianças e adolescentes que frequentam escolas, 45% dos entrevistados informaram dificuldades com as aulas remotas devido à falta de internet com velocidade adequada. Problemas em manter os filhos concentrados foram relatados por 39% e 32% disseram não ter os equipamentos adequados para educação à distância.

Entre os que têm filhos, 21% disseram que pelo menos um jovem ou criança sob sua responsabilidade abandonaram os estudos durante a pandemia. O índice é maior entre os mais jovens: 37% na faixa entre 16 e 24 anos; 27% entre os negros; e 26% entre os moradores da zona leste.

As dificuldades com conexão e internet foram apontadas como razão de 57% das desistências na escola, seguida pela falta de celulares e computadores adequados (38%) e as dificuldades de concentração (34%).

Edição: Maria Claudia

 

Ministro João Roma entra no ‘radar para disputar o governo da Bahia em 2022

Ele está atrás dos favoritos ACM Neto e Wagner, mas já aparece com 15% das intenções de voto

Seu nome foi a principal surpresa do levantamento na Bahia realizado pelo instituto Paraná Pesquisas, entre 12 e 15 de maio.

João Roma aparece com 15%, vinculados ao apoio do presidente Bolsonaro, atrás de ACM Neto (DEM) “com apoio de Ciro Gomes (PDT)”, somando 38%, e Jaques Wagner (PT) “com apoio de Lula”, que totaliza 33,6%. A informação é da Coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder.

Notícias Relacionadas

O ministro ficou surpreso com seu nome na pesquisa: “Fiquei feliz, mas sem deslumbre. Sabemos das adversidades dessa caminhada”.

Ficou surpreso, mas gostou. “Além da obrigação defender a agenda do presidente na Bahia”, ele vê o surgimento de um espaço político.                                                                 

Fiocruz e Mapa mapeiam produção de plantas medicinais no Brasil

Das 26 espécies de plantas, 18 são extrativas e oito, cultivadas

Publicado em 24/05/2021 – 18:35 Por Mariana Tokarnia – Repórter da Agência Brasil – Rio de Janeiro

Juruena, MT, Brasil: Seleção das castanhas colhidas na reserva legal comunitária do assentamento é feita na fábrica de beneficiamento da Cooperativa do Vale do Amanhecer. Marcelo Camargo/Agência Brasil)

A Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) e o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) apresentaram hoje (24) os resultados do maior diagnóstico já realizado no Brasil sobre o potencial produtivo de plantas medicinais, aromáticas, condimentares e alimentícias. Ao todo, foram mapeadas as cadeias de valor de 26 espécies de plantas. Para cada uma delas foram identificados os produtores, as formas de escoamento dos produtos, os potenciais consumidores, além dos principais desafios e formas de aprimorar a produção.

“Acreditamos que esse pode ser um campo de muita geração de renda para nossos agricultores”, diz o secretário de Agricultura Familiar e Cooperativismo do Mapa, Fernando Schwanke. “O Brasil é um grande importador de óleos de outros países quando temos a agricultora familiar que pode produzir muitas dessas plantas e agregar valor para si e para a sociedade como um todo”, acrescenta.

O mapeamento faz parte do Projeto ArticulaFito – Cadeias de Valor em Plantas Medicinais e os resultados estão disponíveis nas redes sociais. A pesquisa foi apresentada no seminário online  “Cadeias de Valor em Plantas Medicinais e a Agenda 2030: contribuições da sociobiodiversidade para reflexão sobre novos modelos de produção para a  preservação da vida e da saúde no planeta”, que pode ser acessado na íntegra na internet.

Entre os produtos mapeados estão, por exemplo, o chá medicinal de hortelã, semente de sucupira, pílula artesanal de babosa, semente de umburana, óleo extravirgem e farinha de babaçu, amêndoa da castanha-do-pará e o repelente de andiroba.

“A crise ambiental que estamos vivendo colocou novos desafios e esse desafio do desenvolvimento sustentável se coloca exatamente no nosso ponto central ao valorizarmos os produtos da sociobiodiversidade, ao valorizarmos as populações tradicionais que são as grandes protetoras dos nossos biomas”, diz o coordenador de Relações Institucionais da Fiocruz, Valcler Rangel.

Um dos objetivos do mapeamento, segundo a coordenadora técnica e executiva do ArticulaFito, Joseane Carvalho Costa é fazer com que todos que participam de alguma forma dessa cadeia, desde os produtores até os consumidores finais valorizem e conheçam cada uma das etapas. “Quando a gente está consumindo o produto de óleo de castanha na clínica de estética, precisamos saber o quanto nesse produto está embutido de desigualdades o quanto está embutido exploração de trabalho. É uma virada no modo de como se consome, esse novo modo de mudar esse padrão de relação de consumo”.

Mapeamento  

Entre 2015 e 2018, o ArticulaFito realizou uma série de oficinas com atores da sociedade civil, representantes governamentais, universidades, entre outros atores para mapear as cadeias de valor dessas plantas com potencial fitoterápico, cosmético e alimentar. Foram identificados os insumos, as formas de coleta, beneficiamento, o mercado e o consumo, além das fragilidades, as potencialidades, os gargalos e os desafios.

Dentre os principais desafios estão a capacitação de pessoal, a adequação dos produtos às normas sanitárias, a comunicação e formas de expandir a comercialização. O desmatamento é um fator que impacta a produção. Das 26 espécies de plantas, 18 são extrativas e oito, cultivadas.

“A maioria desses produtos extrativos estão entrando em extinção, estão com problema de desmatamento, queimadas, isso tudo está gerando problema sério de produção. O manejo adequado é necessário para que a gente supere e consiga reverter a situação”, diz Joseane.

A quebradeira de coco, integrante do Movimento Interestadual das Quebradeiras de Coco Babaçu Cledeneuza Oliveira é uma das trabalhadoras impactadas diretamente. “Nos sentimos ameaçadas porque as regiões onde há mais quebradeiras é onde tem mais fazendeiros e donos da terra que nos proíbem de catar coco, derrubam os babaçuais mais próximos às vilas e isso dificulta nossa produção”, diz. “Um ano colhemos mais produtos, no outro, já mataram as palmeiras. É uma coisa que entristece a gente, porque temos uma boa produção”.

Programas

O ArticulaFito prevê uma série de ações para preservar as produções e incentivar esses mercados. Entre elas, estão capacitações, pesquisa e desenvolvimento, intercâmbio de experiências, feiras e eventos para promoção comercial, arranjos institucionais, inclusive com o Sistema Único de Saúde (SUS) e acompanhamento técnico aos empreendimentos mapeados.

Em 2019, o Mapa lançou o programa Bioeconomia Brasil – Sociobiodiversidade, com o objetivo de organizar políticas públicas e realizar ações para fortalecer as cadeias produtivas que usam os recursos naturais de forma sustentável.

O Coordenador-geral de Extrativismo do Mapa, Marco Aurélio Pavarino, destaca, por exemplo, o Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar Bioeconomia, linha de crédito voltada ao financiamento de agricultores e produtores rurais familiares para investimento na utilização de tecnologias de energia renovável, tecnologias ambientais, armazenamento hídrico, pequenos aproveitamentos hidroenergéticos, silvicultura e adoção de práticas conservacionistas e de correção da acidez e fertilidade do solo, visando sua recuperação e melhoramento da capacidade produtiva.

De acordo com o Censo Agropecuário de 2017 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), 77% dos estabelecimentos rurais no Brasil são classificados como agricultura familiar, o que equivale a 3,9 milhões de estabelecimentos. Eles ocupam 23%, ou 89 milhões de hectares, do total da área ocupada por estabelecimentos rurais no país. Sozinhos, concentram 67% do pessoal empregado em agropecuária e são responsáveis por 23% da produção.  

Edição: Valéria Aguiar

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