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:: 23/maio/2021 . 20:41

Bolsonaro mostra força política liderando no Rio passeio com milhares de motociclistas

Presidente voltou a afirmar que o Exército “jamais irá às ruas para manter vocês dentro de casa”

O presidente Jair Bolsonaro lamentou hoje (23) todas as mortes ocorridas no Brasil e defendeu a liberdade e a democracia. Ele discursou durante nova demonstração de força política nas ruas do Rio de Janeiro, liderando um passeio com milhares de motociclistas que o apoiam. Há duas semanas, o presidente recebeu apoio de impressionante multidão, estimada em 200. mil pessoas, que se concentraram na Esplanada dos Ministérios.

Veja imagens do passeio motociclístico gravadas do alto de um prédio de Copacabana. É possível observar pessoas nas janelas agitando bandeiras do Brasil:

O presidente discursou próximo ao Monumento Nacional aos Mortos da Segunda Guerra Mundial, popularmente conhecido como Monumento aos Pracinhas, no Aterro do Flamengo, na zona Sul do Rio.

“Lamento cada morte havida no Brasil, cada morte, não importa a motivação da mesma. Mas nós temos que ser fortes, nós temos que enfrentar desafios, viver e sobreviver”, disse o presidente.

“Desde o começo eu disse que tínhamos dois problemas: o vírus e o desemprego, muitos governadores e prefeitos simplesmente ignoraram a grande maioria da população brasileira e sem qualquer comprovação científica decretaram lockdowns, confinamentos e toque de recolher.”

Entidades de saúde brasileiras, como a Fiocruz, defendem o lockdown como forma de conter o avanço do novo coronavírus. Algumas experiências de isolamento total, como a ocorrida em Araraquara, em abril deste ano, também apresentaram bons resultados.

Bolsonaro faz passeio de moto com a participação de apoiadores, no Rio de Janeiro – Foto: reprodução redes sociais.

Poder do povo

O presidente destacou que o Exército Brasileiro “jamais irá às ruas para manter vocês dentro de casa”. Na avaliação dele, “é obrigação nossa lutar por liberdade, lutar por democracia e realmente fazer com que nosso país mude”.

Ele ressaltou que o poder do povo brasileiro é maior do que o dos poderes Executivo, Legislativo e Judiciário. “Nós faremos tudo para que a vontade popular seja realmente efetivada”.

Acompanharam o presidente políticos e autoridades, entre eles, o ministro da Infraestrutura, Tarcísio de Freitas, e o deputado federal Marco Feliciano (Republicanos-SP). O ex-ministro da Saúde Eduardo Pazuello também estava presente.

“Nós não tiramos o emprego de ninguém, muito pelo contrário, fizemos o possível para que eles fossem mantidos. Estamos ainda em um momento difícil, mas se Deus quiser, logo ele passará. Temos que viver, temos que ter alegrias também, temos que ter ambições, temos que ter esperança”, disse Bolsonaro.

Concentração

A concentração dos apoiadores começou por volta das 8h. O grupo de motociclistas saiu do Parque Olímpico, na Barra da Tijuca, zona Oeste do Rio de Janeiro, por volta das 10h. A segurança envolveu a Polícia Rodoviária Federal, Polícia Militar e agentes da prefeitura. Mais de 1 mil policiais participaram da ação. O trajeto até o Monumento dos Pracinhas durou cerca de 1h30.

Os motociclistas que acompanharam o presidente foram identificados pelos agentes de segurança. Ao longo do percurso, havia grupos de apoiadores reunidos à beira das ruas por onde a comitiva passou, além de apoiadores nos pontos de partida e de chegada.

No último dia 9, o presidente realizou um passeio de moto semelhante acompanhado por centenas de motociclistas em homenagem ao Dia das Mães, em Brasília.

Redes sociais

Nesta manhã a hashtag #BolsoInRio ficou entre as mais comentadas no Twitter. Além de apoio, o presidente recebeu críticas nas redes sociais por não usar máscara e causar aglomeração.

O presidente chegou ao local da concentração por volta das 9h30. Ele não usava máscara e foi cercado por diversos apoiadores, que se aglomeraram ao seu redor, muitos também sem máscara.

O passeio no Rio foi organizado por apoiadores e divulgado nas redes sociais do presidente Bolsonaro.

No Rio, estão vigentes decretos municipal e estadual que determinam o uso de máscaras de proteção facial.

Em julho do ano passado, o próprio presidente sancionou lei que tornou obrigatório o uso de máscaras em território nacional.

No início deste mês, o prefeito do Rio, Eduardo Paes, foi multado por ter sido flagrado, em uma roda de samba em um bar no Centro da cidade, sem o uso da máscara de proteção.

FHC voltou a encontrar Lula para mostrar a Doria que ele ainda faz política

Alijado no PSDB pelo governador de São Paulo, ex-presidente mostra que pode afetar pré-candidatura tucana

Tucanos históricos acham que o primeiro objetivo de FHC ao encontrar o petista Lula era mandar um claro recado a João Doria, governador de São Paulo, que ele próprio define como “lição”.

O recado é: ainda bato bola, em política, e posso produzir estragos na sua candidatura. FHC se queixa do estilo “trator” de Doria, tentado impor sua candidatura e o alijando das conversas.

Duas vezes eleito presidente e fundador do PSDB, FHC acha que conquistou o direito ao menos de ser ouvido. A informação é da coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder.

O papo sem futuro com Lula, já rejeitado no PSDB, a rigor, só foi útil para algo que os aproxima: falar mal de Bolsonaro. Deram muitas risadas.

O silêncio público de Doria foi significativo. Sua explosão de indignação ecoou no Palácio dos Bandeirantes, mas ele preferiu não passar recibo.

Atual presidente do PSDB, o ex-deputado Bruno Araújo avalia que o encontro prejudica o candidato do partido ao Planalto, seja quem for.

Araújo se posicionou em favor do partido que preside e não para atender Doria, cujo estilo trator afetou a relação entre os dois.

Mais de 30 mil pescadores artesanais estão com registros cancelados

Prazo para recorrer da decisão é de dez dias

Publicado em 21/05/2021 – 17:14 Por Nelson Lin – Repórter de Rádio Nacional – São Paulo

Mais de 30 mil pescadores artesanais perderam a licença após auditoria realizada pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento encontrar diversas irregularidades. Os motivos do cancelamento dos registros profissionais de pesca vão desde a falta de processo administrativo de concessão da licença, endereço de IP de estado diferente do local do registro do pescador, até informações incompletas.

Para se regularizar, o pescador tem um prazo de até dez dias úteis, a partir do dia 24, para recorrer da decisão.  Pescar sem licença resulta em multa e os valores podem variar de acordo com a legislação de cada estado. 

O pescador com a licença registrada tem direito ao seguro-defeso. O benefício é pago pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) ao pescador na época da piracema, quando a pesca está proibida em função do ciclo reprodutivo dos peixes.

O Ministério da Agricultura espera uma economia anual de R$140 milhões com os cancelamentos, considerando o pagamento do seguro-defeso de um salário mínimo, em média, por quatro meses.

Ouça a matéria na Radioagência Nacional:

 

Edição: Fábio Massalli

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