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:: 19/maio/2021 . 15:50

Pesquisa nacional: maioria acha que CPI da Pandemia é só um jogo político eleitoral

É o que acham 43,6% dos brasileiros, enquanto 19,8% acreditam em punição para culpados

Levantamento nacional realizado pelo Paraná Pesquisas indica que a maior parte dos entrevistados avalia que a CPI da Pandemia “é só um jogo político eleitoral, que não vai dar em nada”.

Enquanto 43,6% pensam dessa maneira, apenas 19,8% consideram que a comissão de inquérito do Senado “vai ajudar a punir os culpados pelas falhas nos serviços públicos que levam a mortes na pandemia”.

Como a CPI tem recebido ampla cobertura dos meios de comunicação, a grande maioria dos entrevistados (65,7%) já “ouviu falar” na comissão, mas mais de um terço deles, 34,3%, nunca ouviram falar.

O levantamento do Paraná Pesquisas foi realizado entre os dias 12 e 17 de maio em 196 municípios de todos os estados e no Distrito Federal, tendo sido entrevistados 2.140 eleitores.

CPI: Pazuello diz que não foi orientado a indicar tratamento precoce

Ex-ministro da Saúde foi o oitavo a prestar depoimento no Senado

Publicado em 19/05/2021 – 13:30 Por Karine Melo – Repórter da Agência Brasil – Brasília

EDILSON RODRIGUES/AGENCIA SENADO

O ex-ministro da Saúde Eduardo Pazuello negou nesta quarta-feira (19), em depoimento à Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Pandemia do Senado, que tenha assumido a pasta sob a condição de seguir ordens do presidente da República, Jair Bolsonaro, de recomendar o chamado “tratamento precoce” para a covid-19, que inclui medicamentos sem comprovação científica como a hidroxicloroquina. “Em hipótese alguma. O presidente nunca me deu ordens diretas para nada”, garantiu.

Pazuello acrescentou que foi nomeado por Bolsonaro para “fazer as coisas andarem o mais rápido possível” e que a missão era “trocar a roda do carro com o carro andando”. Sobre sua experiência para assumir o ministério, Pazuello lembrou as funções que exerceu ao longo da carreira, entre elas, o comando de hospitais de campanha, como na Operação Acolhida, na fronteira com a Venezuela. “Sobre gestão e liderança, acho que nem preciso responder. É como responder se a chuva molha. Todo militar tem isso”, disse.

Aos senadores, o general avaliou ser apto para o comando da pasta da Saúde por ter – assim como outros ministros não médicos que ocuparam o posto – capacidade de ouvir, sensibilidade para a tomada de decisão rápida.

Imunidade de rebanho

Ao falar da tese da “imunidade de rebanho”, o ex-ministro Pazuello reconheceu que ela “é real”, mas disse que não pode ser usada como única estratégia para imunizar a população. “Que se tem uma imunidade a partir de várias pessoas, não há dúvida, mas como não se sabe o grau de força desses anticorpos, e por quanto tempo ele fica no organismo, não se pode estar apoiado apenas nesta tese. Tem que partir para a imunização com vacina”, afirmou. O ex-ministro disse que sua opinião sobre o assunto não foi formada por conselhos do deputado federal Osmar Terra, um dos defensores da tese. Também negou que o presidente Jair Bolsonaro tenha determinado que seguisse essa estratégia.

OMS

Sobre os motivos que levaram o governo brasileiro a não seguir orientações dadas pela Organização Mundial da Saúde (OMS), Pazuello disse que a OMS, assim como a Organização Pan-Americana da Saúde (Opas), não impõe condições ao governo brasileiro. “Nossa decisão é plena, não somos obrigados a seguir nenhum tipo de orientação de OMS, de ONU, de lugar nenhum. Somos soberanos.”

Para o ex-ministro, as posições da OMS eram claras, mas não contínuas, pelo próprio desconhecimento da organização sobre a pandemia. “A OMS nos dava uma posição, mas cabia a nós escolher o que seguir”, acrescentou.

Pazuello minimizou manifestações do governo federal sobre medidas não farmacológicas, como isolamento social e disse que como ministro sempre defendeu medidas protetivas.

“Sempre me posicionei da mesma forma: [favoravelmente] a medidas preventivas, incluindo o distanciamento social necessário em cada situação”, destacou. Pazuello acrescentou que durante a sua gestão sempre ressaltou a importância de medidas como uso de máscaras e lavagem das mãos.

Pfizer

Na contramão das declarações do CEO da Pfizer, Carlos Murillo, e do ex-secretário de Comunicação da Presidência, Fabio Wajngarten, que à CPI disseram que o governo brasileiro ficou dois meses sem dar retorno à farmacêutica sobre proposta feita para aquisição de vacinas, o ex-ministro da Saúde disse que vai entregar documentos ao colegiado que, segundo ele, provam que houve respostas à empresa americana.

“Como assim não houve respostas? Nós tivemos 20 respostas à Pfizer”, destacou Pazuello. O general detalhou aos senadores que os contatos com a farmacêutica começaram ainda em 2020 e que o preço e a quantidade de doses oferecidas pela empresa, por exemplo, estiveram entre os entraves para a negociação.

O ex-ministro disse ainda que passou setembro e outubro de 2020 analisando o contrato da farmacêutica e ressaltou que o Ministério da Saúde nunca fechou as portas e sempre quis comprar a vacina da Pfizer.

Investimentos

À CPI, o ex-ministro da Saúde avaliou que “nunca se investiu tanto em saúde no Brasil”. Segundo ele, o legado deixado pelos investimentos feitos pelo governo federal em estados e municípios proporcionará, de forma definitiva, uma melhora na estrutura em saúde ofertada pelos governos locais.

Pazuello disse que, em 2020, o Ministério da Saúde repassou aos demais entes da federação R$ 115 bilhões. O ex-ministro informou que foram liberados mais de R$ 500 bilhões, no total, às mais diversas ações relacionadas ao combate à pandemia. 

Ao relacionar as ações tomadas enquanto chefiou a pasta, Pazuello falou sobre campanhas de orientação contra a propagação do vírus. Segundo o general, foram 11 campanhas e 271 vídeos institucionais, sobre a capacidade de testagem e a criação de programas federais, como bancos genéticos para monitorar novas variantes do vírus.

Comissão Parlamentar de Inquérito da Pandemia (CPIPANDEMIA) realiza oitiva do ex-ministro da Saúde. O objetivo é obter respostas sobre a conduta do ex-ministro nos dez meses em que esteve à frente do ministério, em pontos como postura
Comissão Parlamentar de Inquérito da Pandemia (CPIPANDEMIA) realiza oitiva do ex-ministro da Saúde. O objetivo é obter respostas sobre a conduta do ex-ministro nos dez meses em que esteve à frente do ministério, em pontos como postura – Edilson Rodrigues/Agência Senado

STF

Pazuello lembrou que, embora a União disponibilize recursos para que estados e municípios executem as ações de saúde, a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) de abril de 2020 – que garantiu aos governadores a tomada de decisões sobre medidas contra o coronavírus – limitou essas medidas. “Não há possibilidade de o Ministério da Saúde interferir na execução das ações sem usurpar competências dos estados e municípios. Isso seria possível no caso de intervenção federal em algum estado. O gestor pleno do SUS [Sistema Único de Saúde] é o secretário municipal de Saúde”, lembrou.

Sobre a relação com estados e municípios, Eduardo Pazuello destacou que a primeira medida foi desenvolver uma ferramenta de análise de riscos e que à época já havia uma nota técnica que foi distribuída a todos os prefeitos. “Tomada a decisão, o ministério apoiava em todos os itens pedidos por prefeitos e governadores”, explicou.

Habeas corpus

Mesmo amparado por um habeas corpus, concedido na semana passada pelo ministro Ricardo Lewandowski, do STF, que lhe assegura o direito de permanecer em silêncio e não se incriminar em casos referentes à atuação dele à frente do ministério, o ex-ministro afirmou que vai responder a todas as perguntas dos senadores. Pazuello é o oitavo nome a prestar depoimento à CPI e o último a ocupar o cargo de ministro da Saúde a ser ouvido pelo colegiado.

Edição: Bruna Saniele

Turistas devem aproveitar para viajar de carro e em destinos próximos no feriado da padroeira de Goiânia

O feriado prolongado acontece de 22 a 24 de maio e deve atrair pessoas de Goiânia para cidades como Caldas Novas (GO). Ciente dessa preferência, Privé Hotéis e Parques preparou uma promoção e programação especial para a data

Na próxima segunda-feira, dia 24 de maio, é feriado municipal em Goiânia, data em que se comemora o dia da padroeira da cidade, Nossa Senhora Auxiliadora. Diante do feriado prolongado, os moradores da capital devem aproveitar os dias de descanso livre para visitar cidades próximas, como Caldas Novas, Pirenópolis, Cidade de Goiás, entre outras. Entre as vantagens de se optar por destinos com distâncias menores está a praticidade, mais tempo para curtir o destino, além de maior segurança. Afinal, em tempos de pandemia, o turismo com veículo próprio é o mais recomendado.

A WAM Group, através do Privé Hotéis e Parques, em Caldas Novas (GO) tem recebido significativa parcela de visitantes com essa percepção, como grande parte do público de Goiás, Sul de Minas Gerais, como Uberlândia e Uberaba e também do interior de São Paulo, como Barretos e Ribeirão Preto. “As pessoas estão optando por viajar de carro, pois além de ser confortável, principalmente para aqueles que viajam com crianças e idosos, ainda ficam mais livres para se deslocarem pela cidade e conhecer diferentes pontos turísticos, além de evitar a aglomeração”, reflete a gerente de marketing do Privé Hotéis e Parques, Pamela Feres .

Além disso, as viagens de carro para destinos mais próximos não cansam, nem precisam de várias paradas. “Uma oportunidade para aqueles que querem aproveitar esse momento do deslocamento, para curtir a paisagem e as pessoas, dar boas risadas”, ressalta Pamela.

Para quem optar por um dos oito hotéis do Grupo Privé, também terá a vantagem de contar com tudo em um só lugar. “Todos os nossos hotéis são resorts completos. Além de uma equipe de lazer preparada com atividades todos os dias e para todas as idades, nossos hóspedes ainda possuem acesso gratuito aos parques aquáticos da rede Privé Diversão”, explica.

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Operação Akuanduba da PF apura crimes em órgãos ambientais

STF determina afastamento de 10 agentes públicos

Publicado em 19/05/2021 – 08:28 Por Agência Brasil – Brasília

Crimes contra a administração pública, como corrupção, advocacia administrativa, prevaricação e, especialmente, facilitação de contrabando, praticados por agentes públicos e empresários do ramo madeireiro, são o alvo da Operação Akuanduba, da Polícia Federal, nesta quarta-feira (19).

Na ação, cerca de 160 policiais federais cumprem 35 mandados de busca e apreensão no Distrito Federal e nos estados de São Paulo e Pará. As medidas foram determinadas pelo Supremo Tribunal Federal (STF).

Além das buscas, o STF determinou o afastamento preventivo de 10 agentes públicos ocupantes de cargos e funções de confiança no Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e no Ministério do Meio Ambiente.

As investigações foram iniciadas em janeiro deste ano a partir de informações obtidas junto a autoridades estrangeiras noticiando possível desvio de conduta de servidores públicos brasileiros no processo de exportação de madeira.

Akuanduba, que dá nome à operação, é uma divindade da mitologia dos índios Araras, que habitam o estado do Pará. Segundo a lenda, se alguém cometesse algum excesso, contrariando as normas, a divindade fazia soar uma pequena flauta, restabelecendo a ordem.

Edição: Kelly Oliveira

Décimo terceiro do INSS começa a ser depositado dia 25

Pagamentos são para aposentados e pensionistas

Publicado em 18/05/2021 – 20:06 Por Wellton Máximo – Repórter da Agência Brasil – Brasília

Antecipada para maio por causa da pandemia de covid-19, a primeira parcela do décimo terceiro do Instituto Nacional de Seguro Social (INSS) começará a ser paga no próximo dia 25. Os depósitos ocorrerão até 8 de junho.

A segunda parcela do décimo terceiro será paga entre 24 de junho e 5 de julho. As datas são distribuídas conforme o dígito final do benefício, começando nos segurados de final 1 e terminando nos segurados de final 0.

 

Calendário Pagamento 13 INSS_2, por Arte/Agência Brasil

Tais datas valem para quem recebe aposentadorias, auxílios e pensões de até um salário mínimo. Para quem ganha acima do mínimo, o calendário é um pouco diferente. A primeira parcela será paga de 1º a 8 de junho; e a segunda, de 1º a 7 de julho. Começam a receber os segurados de final 1 e 6, passando para 2 e 7 no dia seguinte e terminando nos finais 9 e 0.

Calendário de pagamento da primeira parcela do 13º salário. (benefícios acima de 1 salário mínimo) – Arte/Agência Brasil

As datas estão sendo informadas no site e no aplicativo Meu INSS. A primeira parcela do décimo terceiro é isenta de Imposto de Renda e equivale à metade do benefício mensal bruto pago pelo INSS. O imposto só é cobrado na segunda parcela.

A tributação varia conforme a idade. O segurado de até 64 anos paga Imposto de Renda caso receba acima de R$ 1.903,98. De 65 anos em diante, a tributação só é cobrada se o benefício for superior a R$ 3.807,96.

O decreto com a antecipação do décimo terceiro para aposentados e pensionistas foi publicado em 4 de maio. Segundo o Ministério da Economia, a medida deve injetar cerca R$ 52,7 bilhões na economia do país e não terá impacto orçamentário, por tratar-se apenas de mudança de data de pagamento.

Edição: Nádia Franco

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