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:: 8/maio/2021 . 16:29

NOTÍCIAS DA FIOL – FERROVIA DE INTEGRAÇÃO OESTE LESTE

 

Diretor-presidente da VALEC também falou sobre obras, projetos e parcerias que a VALEC vem promovendo nesse um ano de gestão 

 

Nessa quinta-feira (06), o diretor-presidente da VALEC, André Kuhn, participou do evento Paving Virtual 2021, uma das maiores exposições do setor de infraestrutura brasileiro. Acompanhado por Vicente Abate, presidente da ABIFER (Associação Brasileira da Indústria Ferroviária), Kuhn falou sobre os avanços recentes no setor ferroviário protagonizados pela estatal.

No início de sua participação no evento, que coincide com o marco de um ano da atual gestão da VALEC, Kuhn destacou a nova missão da estatal, que é contribuir para aprimorar a logística no Brasil de forma sustentável, competente e integrada, executando seus empreendimentos com efetividade. Para ilustrar a execução dessa missão dada pelo Ministério da Infraestrutura, pasta supervisora da VALEC, o diretor-presidente fez uma breve análise sobre os principais empreendimentos e desafios sob a responsabilidade da empresa.

Tema de grande interesse nacional, especialmente para a região Nordeste, questões relacionadas à continuidade da Transnordestina sempre são trazidas ao debate. A busca por soluções efetivas à caducidade do empreendimento foi um dos grandes desafios propostos pelo ministro Tarcísio de Freitas à VALEC no último ano. Sobre isso, André Kuhn afirmou que, como acionista minoritária da ferrovia, cabe à estatal avaliar sua viabilidade, a partir das análises que estão sendo elaboradas pela consultoria contratada para esse fim e adiantou: “já se vislumbram soluções para a Transnordestina”. 

A respeito da Ferrovia de Integração Oeste-Leste (FIOL), ferrovia construída atualmente pela VALEC, o diretor-presidente lembrou o recente leilão da primeira etapa desse importante empreendimento, que aconteceu em abril, durante a Infra Week promovida pelo Ministério da Infraestrutura. O trecho, que vai de Ilhéus/BA a Caetité/BA, foi arrematado pela mineradora BAMIN pelo valor de outorga de R$ 32,7 mi, com previsão de R$ 3,3 bi em investimentos, sendo R$ 1,6 bi destinados à conclusão das obras do trecho leiloado. A respeito da segunda etapa da FIOL, que percorre o trecho entre Caetité/BA e Barreiras/BA, Kuhn informou que as obras seguem em ritmo satisfatório e hoje conta com a parceria do Exército Brasileiro. O Batalhão Ferroviário do Exército atua na construção de aproximadamente 20 km do lote 6 da FIOL. Para André Kuhn, trata-se de uma relação ganha/ganha pois, com esse convênio, a corporação voltou a construir ferrovias após 20 anos. “Nós, da VALEC, estamos compartilhando conhecimento e contando com a cooperação dessa instituição tão importante para o país”, afirmou. Questionado por Vicente Abate sobre as possibilidades de se ampliar a participação do Exército na FIOL, Kuhn informou que já está em tratativa novo convênio entre as duas instituições.  

Sustentabilidade, geração de empregos e investimentos

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Infovia subfluvial vai levar internet ao Norte, por rios da Amazônia

No Nordeste, projeto leva internet pela rede da Chesf

Publicado em 08/05/2021 – 08:02 Por Cláudia Felczak – Repórter da Agência Brasil – Brasília

É no Brasil, mais precisamente na Região Norte, que se concentra a maior bacia hidrográfica do planeta: a Bacia Amazônica, formada pelo Rio Amazonas e seus milhares de afluentes. De acordo com a Agência Nacional de Águas (ANA) a região concentra 81% da disponibilidade de águas superficiais do país.

Os rios fazem parte da vida de quem mora na região para o bem e para o mal. De acordo com o professor da Universidade de Brasília, José Francisco Gonçalves Júnior, se, por um lado, os rios fornecem água e alimento e são vias de transporte, por outro, o deslocamento é lento e o acesso a produtos urbanos, serviços essenciais e comunicações é prejudicado. “Precisamos de outras estratégias melhores de comunicação para essas comunidades”, diz.

Um deles é a internet. De acordo com o secretário de Telecomunicações do Ministério das Comunicações (MCom), José Afonso Cosmo Júnior, muitas dessas localidades só têm acesso à internet via satélite pois não há cabeamento para que o fluxo de dados possa trafegar. “Muitas dessas cidades não têm sequer estradas que cheguem até lá. Então não tem por onde passar o cabeamento.”

Como não há estradas, a saída para ter uma internet de qualidade será pelos rios. E é disso que trata o Norte Conectado. O programa vai criar nove infovias subfluviais. Serão cabos de fibra ótica passando pelos rios da Amazônia. A ideia é que os cabos “atraquem” em cidades-polo e que, a partir delas, seja feita a distribuição para os municípios mais distantes.

Para atender a toda essa demanda, numa região cercada por rios e com áreas de difícil acesso, estão previstos mais de 10 mil quilômetros de cabo de fibra óptica, o suficiente para cobrir a distância de 100 mil campos de futebol. A estrutura permite tráfego de dados a 100 gigabits por segundo.

A primeira infovia subfluvial ligará Santarém (PA) a Macapá (AP) e deve ser entregue ainda este ano. “Muito provavelmente esses municípios seriam os últimos a serem atendidos com tecnologias novas até pela dificuldade geográfica. Com essa rede instalada eles podem ser atendidos imediatamente. Essas cidades vão poder receber o 5G primeiro do que muitas outras cidades do Brasil”, afirma o secretário de Telecomunicações.

Nordeste

Em fase final de instalação, o programa Nordeste Conectado deve levar internet de alta velocidade a mais de 20 mil alunos e 1,2 mil professores de Mossoró, no Rio Grande do Norte.

Além de Mossoró, mais quatro cidades da região já receberam a internet de alta velocidade por meio do programa: Caruaru (PE), Campina Grande (PB), Quixadá (CE) e Paulo Afonso (BA). Até o fim do ano outras quatro cidades serão atendidas.

O projeto aproveita a rede da Companhia Hidrelétrica do São Francisco (Chesf) que está sendo utilizada pela Rede Nacional de Ensino e Pesquisa (RNP). De acordo com o secretário de Telecomunicações, a RNP fica responsável pela ligação entre entidades educacionais e, por meio de uma parceria com o ministério, faz um chamamento público para que provedores interessados construam a rede metropolitana, responsável por levar a internet para as cidades mais distantes.

Nesse chamamento as empresas também podem se oferecer para atender a órgãos públicos “Nisso a gente tem atendido milhares de escolas, centenas de postos de saúde e órgãos públicos do Judiciário e de segurança pública”, afirma Cosmo Júnior.

O investimento na construção dessas redes é de R$ 35 milhões. No total, 77 localidades serão as cidades-polo de onde poderão partir redes metropolitanas que levem a banda larga de 100 gigabits a vilarejos mais distantes. “É uma capacidade muito alta de comunicação de dados. Então, todo o tipo de comunicação e muitos negócios vão surgir disso”, avalia Cosmo Júnior.

Semana Nacional das Comunicações

Desde a última segunda-feira (3), até domingo (9), os veículos da Empresa Brasil de Comunicação (EBC) publicam o Especial Conecta, com conteúdos sobre a Semana Nacional das Comunicações. O especial reúne reportagens sobre história das telecomunicações, 5G, Internet das Coisas, o impacto das novas tecnologias na educação e no agronegócio, entre outros temas.

>> Confira todo o conteúdo no hotsite.

Edição: Denise Griesinger

Fabricação de vacina da Fiocruz totalmente no Brasil começa dia 15

Fundação utilizará ingrediente farmacêutico ativo produzido no país

Publicado em 07/05/2021 – 17:38 Por Jonas Valente – Repórter Agência Brasil – Brasília
Atualizado em 07/05/2021 – 19:36

A Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) deverá começar a fabricar a vacina da Oxford/AstraZeneca contra a covid-19 com o ingrediente farmacêutico ativo (IFA) produzido no Brasil no dia 15 de maio. A previsão foi feita pelo vice-presidente da instituição, Mario Moreira, em entrevista coletiva do Ministério da Saúde, em Brasília, nesta sexta-feira (7).

De acordo com o dirigente, a fundação está em condições de produzir e obteve a certificação de boas práticas pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), mas ainda há procedimentos de avaliação a serem realizados, além do processo do registro definitivo do imunizante.

“Vamos ter que produzir lotes de validação acertados com procedimentos internacionais e a partir daí a gente já começa a produzir em escala industrial. Os testes deverão aguardar o registro definitivo da Anvisa. A expectativa é que em outubro tenhamos a liberação para entregar estes lotes produzidos de maio em diante”, disse Moreira.

A produção com o IFA nacional é resultado de um acordo de transferência de tecnologia entre a Fiocruz e o consórcio formado pela Universidade de Oxford e pela farmacêutica AstraZeneca. Até o momento as doses produzidas dependem de IFA importado da China.

Falta de matéria-prima

A lentidão no envio dessas substâncias tem dificultado o andamento da imunização no Brasil. Na entrevista coletiva, o secretário-executivo do Ministério da Saúde, Rodrigo Cruz, foi perguntado sobre as ações para acelerar a liberação dos IFAs pela China diante do quadro da previsão do Instituto Butantan de cessar a produção da Coronavac na semana que vem pela falta da matéria-prima, anunciada pelo diretor da instituição, Dimas Covas.

“O governo federal trabalha sempre junto com Instituto Butantan. Estamos sempre junto com eles para monitorar o recebimento dos insumos. O ministro [Marcelo Queiroga] esteve presente hoje com o embaixador chinês [Yang Wanming]. Estamos sempre conversando quer com embaixada em Pequim ou com embaixador chinês no Brasil”, disse o secretário executivo.

Contudo, Cruz acrescentou que o Ministério da Saúde não tem ainda informações do governo chinês quanto ao envio de IFAs.

Balanço

O secretário executivo apresentou um balanço das vacinas contra a covid-19 adquiridas. Até o momento, haveriam 532,5 milhões de doses contratadas. Perguntado por jornalistas se todo este montante já teria garantia em contrato, Cruz respondeu que esse quantitativo estaria “pactuado”.

“Não dá para falar que vacina não está contratada. Ela está formalizada. Não há chance de não receber essas doses conforme previsão contratual. Existem doses que são contratadas diretamente pelo governo e outras que são entregues pela Fiocruz”, colocou.

De acordo com a previsão do governo federal, ainda há 20 milhões de doses da indiana Covaxin e mais 10 milhões da russa Sputnik V, mas os dois imunizantes tiveram as importações negadas pela Anvisa. No caso do imunizante russo, a direção da Anvisa afirmou que da forma como ele foi desenvolvido seria impossível a aprovação.

Balanço de vacinas pactuadas até 5 de maio:

– 12 milhões do Instituto Serum

– 210 milhões da Fiocruz e Oxford/AstraZeneca (100 milhões em processo de entrega e 110 milhões para entrega no 2º semestre, sendo 50 milhões de IFA importado e 60 milhões com IFA nacional)

– 130 milhões do Instituto Butantan (100 milhões já adquiridas e 30 milhões em processo final de formalização)

– 42,5 milhões de doses da Covax Facility

– 100 milhões de doses da Pfizer

– 38 milhões de doses da Janssen

Pendentes de aprovação pela Anvisa

– 20 milhões de doses da Covaxin

– 10 milhões de doses da Sputnik V

Assista na íntegra:

Matéria atualizada às 19h34 para acréscimo de informações

Edição: Fábio Massalli

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