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:: 8/abr/2021 . 16:33

Empresa de mineração arremata concessão de trecho de ferrovia na Bahia

Transporte de grãos e minério de ferro deve começar em 2025

Publicado em 08/04/2021 – 16:20 Por Bruno Bocchini – Repórter da Agência Brasil – São Paulo

O governo federal leiloou hoje (8) a concessão de parte da Ferrovia de Integração Oeste Leste (Fiol), entre o porto de Ilhéus e Caetité, na Bahia. Chamado de Fiol 1, o trecho de 537 quilômetros de extensão foi arrematado pela Bahia Mineração (Bamin), do Grupo Eurasian Resources Group (ERG), a única empresa a apresentar lance no certame.
 

O lance de outorga ofertado pela Bamin foi de R$ 32,730 milhões. A mineradora ficará responsável pela finalização do empreendimento e operação do trecho, em uma concessão que vai durar 35 anos, com previsão de investimentos de R$ 3,3 bilhões. Desse total, R$ 1,6 bilhão serão usados para a conclusão das obras, que estão 80% finalizadas.

De acordo com a mineradora, todos os investimentos serão bancados com recursos próprios da companhia.

Segundo o governo federal, a concessão da Fiol permitirá a criação de 55 mil empregos diretos e indiretos. “Esse é o projeto mais transformador do estado da Bahia, um investimento que vai terminar uma obra parada há 10 anos. Vamos ver, finalmente, a obra chegando no porto. A gente vai ter um sistema integrado: mina, ferrovia e porto”, destacou o ministro da Infraestrutura, Tarcísio de Freitas.

O governo federal informou que o trecho leiloado hoje deve começar a operar em 2025, já transportando mais de 18 milhões de toneladas de carga, entre grãos e o minério de ferro produzido na região de Caetité. O minério de ferro deverá compor a maior parte da carga transportada no trecho, mas também serão carregados alimentos processados, cimento, combustíveis, soja em grão, farelo de soja, manufaturados, petroquímicos e outros minerais.

Edição: Nádia Franco

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PF faz operação contra fraudes no auxílio emergencial na Bahia

Polícia cumpriu três mandados de busca e apreensão

Publicado em 08/04/2021 – 12:42 Por Andreia Verdelio – Repórter da Agência Brasil – Brasília

A Polícia Federal (PF) deflagrou hoje (8) a Operação Última Barreira contra fraudes no auxílio emergencial

A Polícia Federal (PF) deflagrou hoje (8) a Operação Última Barreira contra fraudes no auxílio emergencial, com o cumprimento de três mandados de busca e apreensão em Luís Eduardo Magalhães, no oeste baiano. De acordo com a PF, os investigados cadastraram no aplicativo Caixa Tem pelo menos 45 contas em nome de terceiros para recebimento do auxílio emergencial.

Os valores depositados pelo governo eram transferidos para contas vinculadas ao grupo ou desviados por meio do pagamento de boletos bancários emitidos pelos próprios suspeitos. O prejuízo é de mais de R$ 27 mil.

A investigação teve início no ano passado e é resultado do trabalho da Estratégia Integrada contra as Fraudes ao Auxílio Emergencial, que, segundo a PF, tem o objetivo de racionalizar a apuração desses crimes, com foco na atuação de grupos, associações ou organizações criminosas e a desarticulação de fraudes estruturadas. Além da PF, participam da iniciativa o Ministério Público Federal (MPF), o Ministério da Cidadania, a Caixa Econômica Federal, a Receita Federal, a Controladoria Geral da União (CGU) e o Tribunal de Contas da União (TCU).

Além dos mandados, a Justiça Federal também determinou o bloqueio de valores das contas dos investigados, que poderão responder pelos crimes de estelionato, falsidade ideológica e associação criminosa.

O auxílio emergencial foi criado em abril do ano passado pelo governo federal para atender pessoas vulneráveis afetadas pela pandemia de covid-19. Ele foi pago em cinco parcelas de R$ 600 ou R$ 1,2 mil para mães chefes de família monoparental e, depois, estendido até 31 de dezembro em até quatro parcelas de R$ 300 ou R$ 600 cada.

Neste ano, o governo fará uma nova rodada de pagamentos, durante quatro meses, com parcelas de R$ 150 a R$ 375, dependendo da família.

Edição: Lílian Beraldo

Governo leiloa hoje trecho de ferrovia na Bahia

Concessão vai destravar projeto fundamental para a logística no estado

Publicado em 08/04/2021 – 07:01 Por Agência Brasil – Brasília

(Beth Santos/Secretaria-Geral da PR)

O governo federal vai leiloar hoje (8) um trecho da Ferrovia de Integração Oeste/Leste, entre Ilhéus e Caetité, na Bahia. Chamado de Fiol 1, o trecho de 537 quilômetros de extensão entre as duas cidades poderá transportar mais de 50 milhões de toneladas de carga em 2035, conforme expectativas do governo.

De acordo com o Ministério da Infraestrutura, a concessão vai destravar o projeto, algo considerado fundamental para transformar a logística no estado. Além disso, contribuirá com a meta de ampliar a participação ferroviária na matriz de transportes do Brasil.

O vencedor do certame ficará responsável pela finalização do empreendimento e operação do trecho, em uma concessão que vai durar por 35 anos, totalizando R$ 3,3 bilhões de investimentos. Desse total, R$ 1,6 bilhão serão utilizados para a conclusão das obras, que estão com 80% de execução. Nas contas do governo federal, a concessão da Fiol vai permitir a criação de 55 mil empregos diretos, indiretos e efeito-renda ao longo da concessão.

A expectativa é a de que o T aerorecho 1 (Ilhéus-Caetité) comece a operar em 2025, já transportando, segundo estudos, mais de 18 milhões de toneladas de carga, entre grãos e o minério de ferro produzido na região de Caetité. O minério de ferro compõe a maior parte da carga a ser transportada no trecho, mas também serão transportados alimentos processados, cimento, combustíveis, soja em grão, farelo de soja, manufaturados, petroquímicos e outros minerais.

Outros trechos

O governo também pretende projetar a concessão de outros dois trechos: a Fiol 2, entre Caetité (BA) e Barreiras (BA), com obras em andamento, e a Fiol 3, de Barreiras (BA) a Figueirópolis (TO), que aguarda licença de instalação por parte do Ibama. 

Será, de acordo com o ministério, um corredor de escoamento que terá 1.527 quilômetros de trilhos, ligando o porto de Ilhéus, no litoral baiano, ao município de Figueirópolis (TO), ponto em que a Fiol se conectará com a Ferrovia Norte-Sul e o restante do país.

Edição: Kleber Sampaio

Lobby bilionário de distribuidoras ameaça uso de energia solar no Brasil

Após estimular pessoas, empresas e órgãos públicos a investirem em energia solar, Aneel é pressionada a recuar

O bilionário lobby das distribuidoras de energia (empresas que emitem a conta de luz) tenta acabar com as regras definidas pela Aneel, agência reguladora, destinadas a estimular a utilização da energia solar no Brasil, inclusive residencial.

As distribuidoras nunca se conformaram com a criação de facilidades para consumidores instalarem painéis de energia fotovoltaica. Sistemas que geram energia, reduzem o valor da conta de luz em até 90%, e ainda permitem a independência em relação às distribuidoras. A informação é da Coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder.

Em razão do poder financeiro, as distribuidoras se associaram a ONGs, até de “defesa do consumidor”, para pressionar pelo fim da energia solar.

Notícias Relacionadas

O lobby prejudica milhares de pessoas, empresas, prefeituras, governos, tribunais de Contas e até o STJ, todos atraídos por resoluções da Aneel.

As distribuidoras exercem forte influência nas decisões da Aneel, como revelaram operações recentes da Polícia Federal.

A tentativa é acabar com a chamada “geração distribuída”, taxando abusivamente postes e cabos que levam energia aos consumidores.

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