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:: 29/jan/2021 . 17:57

Pesquisa nacional mostra que Bolsonaro lidera todos os cenários para presidente

Se a eleição fosse hoje, o atual presidente seria o mais votado no 1º e no 2º turnos

Levantamento nacional realizado pelo instituto Paraná Pesquisas revela que, se a eleição presidencial fosse realizada hoje, o presidente Jair Bolsonaro venceria a disputa em todos os cenários, contra todos os pré-candidatos, inclusive no “mano-a-mano” do segundo turno.

Em um primeiro cenário, Bolsonaro seria o mais votado com 30,5% dos votos, contra 12% de Sérgio Moro, enquanto o eterno candidato Ciro Gomes (PDT) somaria 10,6%, à frente de Fernando Haddad (PT), com 8,5%, Nesse cenário, Luciano Huck tem 8,1%, João Doria (PSDB) 5,4%, Guilherme Boulos (Psol) 3,5% e João Amoedo 2,9%.

No segundo cenário, Bolsonaro também lidera, com 31% das intenções de voto, contra 17% de Lula (PT), caso o ex-presidente pudesse participar da disputa. São seguidos por Sérgio Moro (12,1%), Ciro Gomes (9,2%), João Doria (5,3%), Boulos (3,6%), Amoêdo (3,3%) e Marina Silva, do Rede, com 2,3%.

No cenário 3, o atual presidente soma 33,7% contra 12.1% de Ciro, 11,7% de Haddad, 9,4% de Huck, 6,7% de Doria, 3,8% de Mandetta (DEM), 3,1% de Amoêdo e 1,1% de Flávio Dino (PCdoB).

Em hipotético segundo turno para presidente da República, Bolsonaro também lidera, em cenário contra Lula (42,4% a 35,7%), Moro (39,1% a 37,6%), Ciro (43,7% a 34,3%), Doria (44,9% a 29,4%) e Huck (42,7% a 33,2%).

O Paraná Pesquisas entrevistou 2002 eleitores em 204 municípios dos 26 estados e do Distrito Federal entre os dias 22 e 26 de janeiro.

Veja os números de segundo turno:

 

Além de liderar todos os cenários de 1º turno, Bolsonaro está à frente de todos também no 2º turno.

Collor aconselha Bolsonaro no Nordeste: ‘Não se apoquente com as críticas’

Ex-presidente ainda alfinetou Doria, ao afirmar que não há ‘salvador da pátria’ no caso das vacinas

Durante o evento que liberou hoje (28) o tráfego sobre a nova ponte que liga Alagoas a Sergipe, no trecho duplicado da BR-101 sobre o Rio São Francisco, o senador e ex-presidente Fernando Collor (PROS-AL) aconselhou o presidente Jair Bolsonaro a não se apoquentar, em momento nenhum, com as críticas que seu governo vem recebendo. Em seu discurso, Collor classificou as críticas a Bolsonaro como fruto de desinteligência e de absoluta desinformação.

“Em momento nenhum, se apoquente com as críticas que vêm sendo feitas ao seu governo, aos borbotões. Essas críticas, todas elas, muitas delas, fruto de uma completa desinteligência, de uma absoluta desinformação, por parte daqueles que formulam essas críticas, do fato em si”, defendeu Collor.

O ex-presidente repetiu o conselho, a respeito das críticas sobre a atuação do governo no âmbito da vacinação contra a covid-19. E reagiu às recorrentes críticas a Bolsonaro feitas pelo governador de São Paulo, João Doria Jr. (PSDB), que disputa o protagonismo da vacinação contra o coronavírus e foi comparado por Collor a um pretenso “salvador da pátria”.

“Também não se apoquente, não se inquiete, com essas críticas que vêm fazendo, e com essa disputa que querem fazer em relação à vacina, quando essa questão da vacinação, minha gente, só tem uma pessoa para conduzir esse processo, que é o chefe de Estado Brasileiro, que é o presidente da República. Não adianta quererem fazer um atalho e apresentassem como se fossem salvadores da pátria. Porque não há salvadores da pátria nesse caso, e nenhum outros casos também. Mas há, sim, o comando de um presidente da República, a quem cabe, como chefe de Estado, por intermédio de seu ministro de relações exteriores, ditar os rumos da política externa brasileira”, disse Collor, ao elogiar o chefe do Itamaraty, Ernesto Araújo.

Presidente Bolsonaro cercado por populares ao inaugurar ponte entre Alagoas e Sergipe. Foto: Alan Santos/PR 

Capote do povo e do Congresso

O senador afirmou ainda que Bolsonaro vem enfrentando uma tempestade, em função do nada, de algo criado do nada. Mas disse ter certeza de que seria uma chuva passageira, ao reforçar o conselho de que o presidente não fique desestimulado com tais críticas, por ter o “capote” do apoio dos brasileiros e do Congresso Nacional.

“É uma chuva que rapidamente vai passar. Porque o capote de vossa excelência é muito robusto. É um capote que tem o apoio copioso da população brasileira, e o apoio fundamental da classe política brasileira, que no Congresso Nacional lhe dá a sustentação para exercer o papel que lhe foi destinado pela força do voto popular, em favor dos brasileiros”, afirmou Collor.

O senador alagoano ainda elogiou a missão que está sendo cumprida por Jair Bolsonaro, apesar dos dissabores enfrentados. E concluiu seu discurso com um pedido para que o presidente possa iniciar os estudos para construir mais uma ponte sobre o Velho Chico, entre Penedo (AL) e Neópolis (SE).

Sem assunto

Ao se referir aos conselhos de Collor, em seu discurso, Bolsonaro citou a denúncia da compra de R$ 15,6 milhões em leite condensado pelo governo, justificada pelo Ministério da Defesa como fonte de energia necessária para integrantes das Forças Armadas. Para o presidente, a polêmica seria fruto de falta de assunto capaz de o atingir.

“Sabemos, presidente Collor, que a missão é espinhenta. E o político bem sabe que, para enfrentar desafios, ele tem que ter couro grosso. Quando falam em leite condensado… Não tem o que falar de mim, pô?”, brincou o Bolsonaro.

O presidente ainda respondeu ao apelo de Collor para construção de uma nova ponte entre Sergipe e Alagoas, expondo a sinalização positiva do ministro da Infraestrutura. “O Tarcísio [Gomes de Freitas] respondeu que é possível sim, via Ministério do Desenvolvimento Regional, que tem à frente um ministro nordestino também, que é o nosso prezado Rogério Marinho. E essa possibilidade, realmente vai se concretizar se Deus quiser. É o primeiro passo  e não vai levar 26 anos não. Pode ter certeza”, prometeu o presidente, ao dizer que conta com o empenho das bancadas de Alagoas e Sergipe, em torno do projeto.

Veja os conselhos de Collor ao presidente Jair Bolsonaro, registrados pela TV Brasil.

Bolsonaro: Caixa vai abrir 75 novas agências no país

Maior parte das unidades será instalada no Norte e Nordeste

Publicado em 28/01/2021 – 21:13 Por Pedro Rafael Vilela – Repórter da Agência Brasil – Brasília

Na contramão da maior parte dos bancos privados, a Caixa Econômica Federal vai abrir 75 novas agências no país – a maioria em estados das regiões Norte e Nordeste. O anúncio foi feito pelo presidente da entidade, Pedro Guimarães, durante live semanal do presidente Jair Bolsonaro nas redes sociais.

“Em cidades acima de 40 mil habitantes que, por ventura, ainda não tenham agências da Caixa, até o final desse semestre, a Caixa terá uma agência nesses municípios”, destacou Bolsonaro

O presidente da Caixa lembrou do papel social que as novas unidades terão nessas localidades. “Não só são cidades com mais de 40 mil habitantes, então, foi uma escolha matemática, mas são cidades muito carentes. Na média, R$ 7 mil de PIB [Produto Interno Bruto per capita] por ano, enquanto o do Brasil é ao redor de R$ 33 mil”, afirmou.

A expectativa é que as novas agências comecem a abrir as portas em cerca de três meses. Parte das unidades no Centro-Oeste e no Sudeste será exclusiva para o segmento do agronegócio. A Caixa também deve multiplicar em mais de cinco vezes o volume de crédito disponibilizado para o setor.

“A gente quer aumentar nossa carteira agrícola de R$ 7 bilhões para R$ 40 bilhões”, disse Pedro Guimarães. 

Caminhoneiros

Ainda durante a live, Bolsonaro voltou a falar sobre uma possível greve dos caminhoneiros e disse que há obstáculos para a redução no preço do diesel, principal reivindicação da categoria.

Segundo o presidente, umas das possibilidades seria reduzir em 9 centavos o preço do imposto federal que incide sobre o combustível, mas o Ministério da Economia avaliou que a medida poderia penalizar outros setores. 

“O imposto federal que existe [sobre o diesel] é o PIS/Cofins, que já tirou uma parte e está em 33 centavos [por litro]. Então, procurei a equipe econômica pra gente anular 9 centavos no diesel. Agora, cada centavo para diminuir no diesel, eu tive que buscar receita em outro local – ou criar um imposto ou aumentar outros impostos. E cada centavo no diesel equivale a 800 milhões de reais por ano”, argumentou.

“Eu não sei se é possível ou não, quem fala de economia é o Paulo Guedes. Eu levo sugestões pra ele, ele analisa, levando em conta o mercado, a economia do mundo todo. Mas seria muito bom se nós pudéssemos diminuir e não aumentar alguns impostos de acordo com o interesse público”, acrescentou. 

Edição: Paula Laboissière

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