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:: 4/dez/2020 . 15:39

Bolsonaro lidera para presidente em todos os cenários, inclusive no segundo turno

Paraná Pesquisa entrevistou eleitores de todo o País sobre potenciais candidatos em 2022

Levantamento nacional iniciado pelo instituto Paraná Pesquisa no dia 29, quando se realizou op segundo turno das eleições municipais, aponta que Jair Bolsonaro seria o mais votado em três cenários possíveis presidente.

O mesmo levantamento indica que o atual presidente da República venceria com folga também qualquer confronto direto, em segundo turno.

No Cenário 1, Bolsonaro soma 33% dos votos, em um dos cenários, seguido de Sérgio Moro com um terço desse desempenho, isto é, 11%.

Na sequência, nesse primeiro cenário, aparecem Ciro Gomes (10%), Fernando Haddad (8,8%), Luciano Huck (7,8%), Guilherme Boulos (5,7%) e João Amoedo (2,8%).

Veja os números para presidente no Cenário 1:

No Cenário 2, o presidente Bolsonaro também lidera as intenções de voto, com 32,9%. Nesta simulação, o ex-presidente Lula seria candidato, mas   segundo lugar, co 17,8%.

Neste cenário, Sérgio Moro cairia para terceiro lugar para presidente, com 11,9%, seguido por Ciro Gomes (7,7%), Guilherme Boulos (4,9%), João Doria (3,8%, Marina Silva (2,9%) e João Amoêdo (2,8%).

Apenas 4,5% dos entrevistados afirmaram não saber ainda em quem votar e 10,6% fariam opção por votar Branco ou Nulo.

Veja os números para presidente no Cenário 2:

Já no Cenário 3, com Bolsonaro na liderança somando 35,8% e sem Lula e Moro na disputa, só assim Ciro Gomes aparece em segundo lugar, com um terço dos votos do presidente: 12,1%

Neste cenário, também aparecem Haddad (11,5%), Huck (9,5%), Doria (4,8%), Amoêdo (3,5%), Mandeta (2,7%) e Flávio Dino (1%).

Neste cenário, são 5,2% os eleitores que ainda não sabem em quem votar e 13,9% optariam, se a eleição fosse hoje, em votar Branco ou Nulo.

Veja os números para presidente no Cenário 3:

Nos cenários para o segundo turno de eleições presidenciais, o presidente Jair Bolsonaro venceria quaisquer dos candidatos considerados para a disputa neste momento.

Segundo o levantamento do Paraná Pesquisa, Bolsonaro venceria eventual segundo turno contra Lula por 47% a 33,4%, assim como derrotaria seu ex-ministro da Justiça Sergio Moro por 44,9% a 34,7%.

A vitória mais acachapante de Bolsonaro, em segundo turno, seria contra João Doria, por 51,1% a 23,8%. Contra Ciro Gomes, a vitória do atual presidente seria de 48,5% a 31%. Eventual segundo turno com Luciano Huck também daria vitória a Bolsonaro: 48,6% a 29,7%.

Veja os números dos cenários possíveis de 2º turno para presidente:

A pesquisa entrevistou 2.036 eleitores em 192  municípios brasileiros entre os dias 29 de novembro, data de realização do segundo turno das eleições municipais de 2020, e 1º de dezembro. O Paraná Pesquisa está registrado no Conselho Regional de Estatística da 1ª, 2ª, 3ª, 4ª, 5ª, 6ª e 7ª Região sob o nº 3122/20.

Presidente da Petrobras defende fim do regime de partilha

Contrato de partilha não tem sentido econômico, diz Castello Branco

O presidente da Petrobras, Roberto Castello Branco, defendeu hoje (3) mudanças nas regras de exploração e produção do petróleo no Brasil, que classifica como pouco atraentes aos negócios. Para ele, o regime de partilha deve ser extinto. Castello Branco participou de bate-papo online do Rio Oil & Gas, o maior evento do setor de óleo e gás na América Latina. 

“Acho que o arcabouço regulatório para a exploração de petróleo no Brasil tem que ser modificado”, defendeu Castello Branco. “O contrato de partilha é algo que não tem sentido econômico, não traz nenhum estímulo à eficiência, taxa demasiadamente os produtores de petróleo. Um negócio complicado. O mundo dos negócios não gosta de coisas complicadas, querem coisas claras, transparentes, simples”, disse.

O regime de partilha foi instituído em 2010, após a descoberta do polígono do pré-sal, em 2007. As descobertas no pré-sal estão entre as mais importantes em todo o mundo na última década. Essa área é composta por grandes acumulações de óleo leve, de excelente qualidade e com alto valor comercial. Até então, todas as áreas eram concedidas sob o regime de concessão. Desde então, o país tem um regime regulatório misto.

O regime foi estabelecido, segundo a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), para preservar o interesse nacional. Com esse modelo, a Petrobras participa junto com outras empresas da exploração de recursos, de forma acordada em licitações. As empresas vencedoras das licitações são aquelas que oferecem ao Estado brasileiro a maior parcela de petróleo e gás natural, ou seja, a maior parcela do excedente em óleo.

“O regime de partilha não é usado em países desenvolvidos, é usado exatamente em países em que o relatório do Banco Mundial Doing Business [em português, Fazendo Negócios] aponta como difícil fazer negócio. Isso não faz nenhum bem para o Brasil”, disse o presidente da Petrobras.

A disponibilidade de recursos naturais no Brasil, segundo ele, é uma condição necessária para que o país se posicione bem no mercado, “mas não uma condição suficiente. Vimos a evidência disso no leilão excedente de cessão onerosa no ano passado”, disse.

O leilão ocorreu em novembro do ano passado e foi o maior já realizado na indústria do petróleo. A Rodada de Licitações dos Excedentes da Cessão Onerosa (excedente do volume de petróleo e gás que a União cedeu à Petrobras) teve, no entanto, uma arrecadação de R$ 69,960 bilhões em bônus de assinatura, enquanto a previsão de arrecadação era de até R$ 106,5 bilhões. Dois dos quatro blocos sequer receberam ofertas das 14 empresas habilitadas a participar.

Castello Branco defende que haja apenas o regime de concessão. Segundo a ANP, nesse regime, o risco de investir e encontrar ou não petróleo ou gás natural é da empresa concessionária, que tem a propriedade de todo o óleo e gás que venha a ser descoberto e produzido na área concedida. Por esse modelo de contrato, a concessionária paga participações governamentais, tais como bônus de assinatura, pagamento pela ocupação ou retenção de área, royalties e, em caso de campos de grande produção, a participação especial.

Meio ambiente 

Castello Branco ressaltou a importância de se reduzir as emissões de gases de efeito estufa e destacou que a empresa investe em pesquisas e em inovação, que podem também trazer benefícios para essa área.

“Eu acho que a Petrobras está usando e vai usar muito mais pesquisa e conhecimento adquirido e inovação não só para avançar no seus negócios. Estamos agora preocupados com a produção de petróleo depois de 2030, mas também em conciliar isso com a redução de carbono, ter uma produção cada vez mais limpa e essas inovações são muito importantes”, disse.

Castello Branco admitiu que as emissões ainda estão elevadas e que é preciso “correr contra o tempo em fazer o máximo possível para resolver esse problema”.

“Para cuidar do meio ambiente não é preciso pressão social nenhuma. Tem que cuidar, é uma coisa natural. Tão natural quanto cuidar da sua saúde”, afirmou.

Segundo o Relatório de Sustentabilidade de 2019 da Petrobras, no ano passado houve uma redução de 3% nas emissões em relação a 2018. A empresa firmou o compromisso de crescimento zero das emissões absolutas operacionais até 2025. (Agência Brasil)

Câmara aprova programa que substitui Minha Casa Minha Vida

O Casa Verde e Amarela foi lançado em agosto por Medida Provisória

Publicado em 03/12/2020 – 20:27 Por Heloisa Cristaldo – Repórter da Agência Brasil – Brasília

Condomínio do Programa Minha Casa, Minha Vida, em Guadalupe, zona norte do Rio, invadido na noite de domingo (9) com ajuda de criminosos armados. A Justiça determinou a reintegração de posse (Tomaz Silva/Agência Brasil)

A Câmara dos Deputados aprovou nesta quinta-feira (3) a Medida Provisória 996, que criou o programa habitacional Casa Verde e Amarela. Lançado em agosto, o novo programa é uma reformulação do Minha Casa Minha Vida, com foco na regularização fundiária e na redução da taxa de juros, para aumentar o acesso dos cidadãos ao financiamento da casa própria. A matéria segue para análise do Senado.

O relator da proposta, deputado Isnaldo Bulhões Jr. (MDB-AL), modificou o texto apresentado pelo governo em agosto para, entre outros pontos, especificar quais financiamentos serão incluídos no Cadastro Nacional de Mutuários e objeto de restrições a subsídios. Segundo o parlamentar, 500 emendas foram propostas para tentar modificar trechos do texto.

“Detalhei procedimentos e critérios com vistas a facilitar a destinação de bens imóveis de domínio da União, para o alcance dos objetivos das políticas públicas habitacionais, tendo essa sido a contrapartida da parceria e da disponibilidade dos imóveis da União em número de unidades, e não uma contrapartida pecuniária”, explicou o deputado.

Bulhões Jr. Incluiu dispositivo para determinar tratamento diferenciado a classes mais vulneráveis. Além disso, incluiu medidas de transparência sobre a execução física e orçamentária do programa. Em outro trecho, o deputado acrescentou a necessidade de incorporação de novidades tecnológicas nos empreendimentos.

Regularização fundiária

A meta do programa é atender 1,6 milhão de famílias de baixa renda com o financiamento habitacional até 2024, um incremento de 350 mil residências em relação ao que se conseguiria atender com os parâmetros atuais. Isso é possível em função de negociações com o Conselho Curador do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), que subsidia o programa, e com a Caixa Econômica Federal, que é o agente financeiro.

De acordo com o Ministério do Desenvolvimento Regional, as Regiões Norte e Nordeste serão contempladas com a redução nas taxas em até 0,5 ponto percentual para famílias com renda de até R$ 2 mil mensais e 0,25 ponto para quem ganha entre R$ 2 mil e R$ 2,6 mil. Nessas localidades, os juros poderão chegar a 4,25% ao ano e, nas demais regiões, a 4,5% ao ano.

Novos grupos

O conceito de faixas de renda do Minha Casa Minha Vida foi alterado para grupos no Casa Verde e Amarela. São eles: Grupo 1, famílias com renda de até R$ 2 mil; Grupo 2, famílias com renda entre R$ 2 e R$ 4 mil; e Grupo 3, famílias com renda entre R$ 4 mil e R$ 7 mil.

De acordo com cada grupo, há subsídios e programas diferentes que serão oferecidos aos cidadãos. As diferenças deverão ser especificadas em regulamentação do Ministério do Desenvolvimento Regional.

Oposição

Por mais de seis horas, deputados de oposição obstruíram a votação e tentaram adiar a análise do texto. Para o deputado Paulão (PT-AL), a proposta é um “cheque em branco”, porque não define critérios como o teto de pagamento.

“[A MP] estabelece um processo de acabar com o Programa Minha Casa Minha Vida, o Cartão Reforma e não estabelece o teto para a população mais carente, o que é bem definido no Programa Minha Casa Minha Vida hoje. É muito grave não se estabelecer o teto a ser pago pela pessoa que irá financiar. Portanto, pedimos prudência para que esse projeto possa ser melhor discutido”, argumentou o deputado.

Edição: Aline Leal

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