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O TURISMO NÁUTICO QUE ILHÉUS NÃO TEM

Série de reportagens da Agência Brasil é finalista no Prêmio ANA

Vidas Secas no país das Águas concorre na categoria Comunicação

Publicado em 02/12/2020 – 14:48 Por Pedro Peduzzi – Repórter da Agência Brasil – Brasília

A Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA) anunciou hoje (2) os 24 projetos finalistas do Prêmio ANA 2020. O prêmio é dividido em oito categorias. Para cada uma foram indicados três finalistas. A Empresa Brasil de Comunicação (EBC) figura entre os finalistas na categoria Comunicação, com a série de reportagens Vidas Secas no País das Águas, produzida pela equipe WEB da EBC, e publicada pela Agência Brasil.

Vidas Secas no país das águas: confira série de especiais – Portal EBC

As reportagens da EBC foram conduzidas pelo jornalista Luiz Cláudio Ferreira e por uma equipe composta por 15 profissionais, entre repórteres, editores, infografia, produção visual e implementação.

A ideia da matéria foi a de discutir e sensibilizar os leitores sobre o uso da água no Brasil. “Por coincidência, 2018 marcou os 80 anos da obra ‘Vidas Secas’, de Graciliano Ramos. Assim, nos inspiramos na literatura para tratar desse tema tão importante”, disse Ferreira à Agência Brasil. Em uma das reportagens, a equipe foi de Juazeiro do Norte a Fortaleza para tratar “dos campos de concentração no Ceará, um episódio histórico que nem todo mundo conhece”. “Descobrimos em pleno sertão experiências de reaproveitamos de água que podem servir de exemplo para produtores rurais”, acrescentou.

“É uma felicidade muito grande para nós da comunicação ter esse reconhecimento. Essa visibilidade faz com que mais gente leia essas reportagens, que continuam tratando de assuntos importantes mesmo com o passar do tempo”, complementou o jornalista.

Os vencedores de cada categoria serão anunciados em março de 2021. Segundo a agência, o Prêmio ANA 2020 tem como novidade a possibilidade de os finalistas poderem apresentar suas ações em eventos on-line a partir de janeiro de 2021, com o intuito de dar maior visibilidade para os trabalhos realizados. “O objetivo desses encontros é servir como vitrine para que os projetos finalistas tenham suas ideias compartilhadas com públicos que podem disseminar pelo Brasil as boas práticas relacionadas às nossas águas”, informou, por meio de nota, a ANA.

Nesta edição, 695 iniciativas foram inscritas, número recorde que supera as 607 registrados em 2017. A categoria com maior número de inscrições foi Pesquisa e Inovação Tecnológica (157), seguida de Comunicação (129), Governo (102), Empresas de Médio ou de Grande Porte (86), Educação (59), Organizações Civis (66), Empresas de Micro ou de Pequeno Porte (59) e Entes do Sistema Nacional de Gerenciamento de Recursos Hídricos (37).

A premiação visa reconhecer “trabalhos que contribuem para a segurança hídrica, gestão e uso sustentável das águas para o desenvolvimento sustentável do Brasil”.

Concorrem com na categoria Comunicação, ao lado da série de reportagens da EBC, o documentário Dessalinizada, Água do Mar Pode Equilibrar Abastecimento, de Jusciane Matos de Lima, da TV Justiça, e Guerra da Água, de Patrik Camporez, do jornal O Estado de S. Paulo.

Confira a lista de finalistas do Prêmio ANA 2020.

Edição: Aline Leal

Números mostram que eleição foi mesmo responsável por alta nos casos de covid

Média de casos subiu de 16,1 mil pouco antes da reta final da campanha para 35,5 mil ao fim do mês de novembro

 Redação 

Os números não mentem e comprovam que as eleições foram a causa principal da súbita alta nos casos de covid no Brasil.

No dia 6 de novembro, a média de casos era de 16,1 mil, a menor desde maio, mas disparou na reta final da campanha até atingir no dia 17, dois dias depois do 1º turno, a marca de 30,1 mil, alta de 87%.

Depois de se estabilizar e até cair por alguns dias, a média voltou a subir e fechou no dia 30, logo depois do 2º turno em cidades populosas, em 35,5 mil, alta de 120,5% desde o início. A informação é da Coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder.

Os epidemiologistas explicam que o resultado das atitudes tomadas hoje só é sentido de 10 a 15 dias depois. Exatamente o que ocorreu no Brasil.

João Gabbardo, coordenador do combate à covid em SP e ex-número 2 do Ministério da Saúde, vê a campanha como principal causador da alta.

O ímpeto diminuiu na campanha do 2º turno por envolver apenas 57 cidades, mas com mais de 200 mil eleitores, entre as maiores do país.

O Imperial College de Londres se preocupou com a taxa de contágio de 1,3 na campanha, mas mostrou alívio com a queda para os atuais 1,03.

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