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:: 12/nov/2020 . 17:12

UMA VERDADE ELOQUENTE

Em 2021, ACM Neto será apenas o Ex-Prefeito de Salvador-Ba.

O que isso representa para Ilhéus?

  • Nada, absolutamente nada!

ACM Neto ainda Prefeito de Salvador – Foto: Correio*

Em nova decisão, juíza condena Marão a retirar foto do governador Rui Costa de todo o material de campanha

Em nova decisão, a juíza eleitoral Raquel Ramires François, da 25ª Zona Eleitoral,  obriga ao prefeito Mário Alexandre (Marão) que retire a imagem do governador Rui Costa (PT) de todos os adesivos perfurados afixados nos veículos e de todo o material gráfico distribuído na sua campanha à reeleição, sob pena de pagar multa de R$ 5 mil, por dia, no caso de descumprimento da medida. No início da semana, a juíza já havia determinado a retirada da foto do governador da placa do comitê de Marão, mas a coligação do prefeito ainda não cumpriu a decisão judicial.  

A decisão da juíza atendeu à representação do candidato a prefeito Cacá (11) e do vice Everaldo (PT), da Coligação “O Futuro é Agora”, que acusa o prefeito Marão de cometer crime eleitoral através do uso da imagem do governador da Bahia, Rui Costa, na sua propaganda política. Rui Costa é do Partido dos Trabalhadores (PT), que apoia Cacá e Everaldo, e não ao prefeito Marão.  

A juíza eleitoral comprova, por meio da lei 9.404 no art 45, que a coligação do prefeito usou de forma indevida, a imagem do governador e ainda o áudio da sua voz, extraída de reportagens antigas e inseridas no programa eleitoral da coligação. Segundo a magistrada, o recurso utilizado “tem potencial de confundir o eleitorado a até induzi-lo a erro”.   

O pedido foi deferido pela juíza que expediu liminar determinando que a coligação do prefeito recolha os materiais impressos utilizados indevidamente e a remoção, no prazo de 48h, sob pena de multa de R$ 5 mil, por dia de descumprimento. Desde o início da campanha, o prefeito Marão mente ao povo de Ilhéus se dizendo “candidato do governador”. 

Cacá defende ensino em tempo integral e critica abandono de escolas em Ilhéus

O descaso da gestão municipal de Ilhéus com a educação ficou mais evidente nos últimos dias. Escolas abandonadas na cidade, como é o caso do CAIC Zona Sul, e também no interior, onde a situação é ainda pior, revelam que a propaganda oficial esconde a face obscura da rede de ensino de Ilhéus. O candidato Cacá analisou o cenário negativo da educação no município e declarou que vai trabalhar pela “escola em tempo integral”.

 Segundo Cacá, a educação infantil em Ilhéus tem deixado muito a desejar. “Entre nossas prioridades, está a construção de cinco creches para acolher as crianças e também facilitar a vida das mães trabalhadoras”, garante o candidato da coligação O Futuro é Agora (PP-PT-PCdoB-DC-Rede). Para Cacá, a educação infantil\básica merece total atenção no sentido de otimizar a relação ensino-aprendizagem e valorizar o futuro de nossos jovens.

 Ele lamenta o diagnóstico negativo da educação municipal. E salienta as queixas da comunidade, como no caso do abandono de uma das principais escolas da cidade, que é o CAIC (Centro de Atenção Integral à Criança) da zona sul, e a demora na reforma do Instituto Municipal de Educação (IME), entre outros problemas da educação no município.

 Cacá enfatiza que o descaso é pior na zona rural do município. Moradores das localidades de Santa Maria e de Búzios, por exemplo, denunciam o abandono das unidades escolares, que estão com os telhados danificados, as paredes sem pintura, banheiros não têm água e os vasos sanitários quebrados. Por sua vez, o líder comunitário de Ponta da Tulha, Reinan Santos, diz que lá a Prefeitura possui dois imóveis alugados para a educação, embora só use apenas um. Há problemas também no Aderno, no Retiro e na maioria das comunidades rurais.

 A comprovação de todo esse descaso com a educação está refletida nas notas do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (IDEB). A rede municipal de ensino de Ilhéus não atingiu as metas projetadas para 2019. O número projetado para o 5º ano (antiga 4ª série) era de 4.9, mas Ilhéus permaneceu com 4.6. O resultado obtido para o 9º ano (8ª série) foi ainda pior. A meta projetada era de 4.6, mas Ilhéus conseguiu atingir apenas 3.6 

 
Fotos- Blog do Gusmão

O RICO COMÉRCIO DAS PESQUISAS MAMBEMBES

A Justiça devia prender, quem faz e quem manda fazer pesquisas fajutas.

Prefeito de Ilhéus (Marão) tem novo pedido de direito de resposta negado

A juíza da 25ª Zona Eleitoral, Raquel Ramires François, negou mais uma vez o pedido de direito de resposta do prefeito de Ilhéus, Mário Alexandre (PSD), no programa do candidato Cacá (11), da Coligação “O Futuro é Agora”, para falar sobre o transporte público no município. Cacá fez duras críticas sobre o péssimo serviço prestado à população e responsabilizou o prefeito da cidade.

A liminar foi indeferida pela magistrada, que deixa claro se tratar de mera crítica política, o que não é proibido pela legislação eleitoral. Durante o programa que foi ao ar no último dia 14 de outubro, o candidato Cacá desafiou mais uma vez o prefeito a prestar esclarecimentos sobre o assunto em questão, o que não ocorreu durante seu governo e em sua campanha eleitoral. 

Baseada no art. 58 da Lei 9.504/97, a juíza não encontrou um fato específico que pudesse ser considerado falso, sem característica afrontosa a personalidade do candidato. “Críticas políticas, quando não extrapolam para ofensas ou trazem informação falsa, fazem parte ao jogo eleitoral, sendo meio de formação da opinião do eleitorado”, diz a magistrada na sentença. 

Na avaliação de Cacá, “a decisão é mais uma prova do despreparo do prefeito e sua equipe, que usam artifícios para confundir as pessoas. Só essa semana, foram três pedidos negados pela Justiça, e o Ministério Público Eleitoral se manifestou pela improcedência da ação. Nunca partimos para ofensa, e sim para questionamentos, exercendo nosso direito como cidadãos”, salienta.

Cacá questionou sobre o valor do serviço de transporte escolar, que na gestão atual, custa R$ 400 mil, três vezes maior que no governo anterior. Sobre a iluminação pública, o valor pago chega a R$ 372 mil, um montante de R$ 172 mil a mais pagos pela última gestão. Os questionamentos sobre os contratos de alto valor agregado para o povo de Ilhéus ficaram sem respostas.

UM PRESENTE DE MALÃO PARA OS QUERIDOS PONTALENSES

Exclusivo. Praça São João Batista (Pontal) pode receber estação elevatória de esgoto

Praça São João Batista. Foto: Blog do Gusmão/arquivo.

Segundo informações do vice-prefeito de Ilhéus, José Nazal, o poder executivo municipal, por meio da secretaria de meio ambiente, autorizou a construção de uma estação elevatória de esgoto na Praça São João Batista, no bairro Pontal. Após insistentes pedidos da Embasa, a PMI liberou a obra que poderá ser iniciada ainda neste ano. Nazal revela ter dito “não” à empresa de água e saneamento quando foi secretário de desenvolvimento sustentável (de janeiro de 2017 a abril de 2018).

Segundo Nazal, a prefeitura percebeu que o equipamento será mal recebido pelos moradores do Pontal e, por isso, suspendeu momentaneamente a autorização que poderá ser liberada numa data conveniente.

A comunidade do Pontal utiliza a Praça São João Batista como área de lazer. Ao longo de muitos anos os pontalenses têm demonstrado forte senso de pertencimento com o espaço público que abriga lojas de alimentação (lanches), quadra poliesportiva e eventos da Igreja Católica.

Impugnação de pesquisa sem estatístico responsável vira ‘censura’

Diretor de instituto de pesquisa ouvido pela coluna explicou que foram “erros primários”

Importante diretor de instituto de pesquisa, que pediu para não ser citado, explicou que “erros primários” levaram à impugnação e que “desleixo não é censura”.

Impugnações de pesquisas são quase corriqueiras, durante as campanhas eleitorais no Brasil. A informação é da Coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder.

Notícias Relacionadas

Dos pontos citados pelo juiz Marco Antonio Vargas, o mais simples ainda não foi esclarecido: a falta da assinatura de um estatístico responsável.

O juiz manteve a decisão, após pedido de reconsideração do Datafolha, que pode revertê-la no Tribunal Regional Eleitoral (TRE).

A impugnação da pesquisa Datafolha foi produto de ação do candidato Celso Russomano (Republicanos), que despenca nas intenções de voto.

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