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:: 3/nov/2020 . 15:27

OSB ILHÉUS – EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA DA PREFEITURA DE ILHÉUS

QUAIS SITUAÇÕES PODEM GERIR E ADMINISTRAR UMA CIDADE?

Publicidade enganosa, devaneios lúdicos e discursos vazios, não.

Planejamento, atitude, força política, sim.

Presidente do PT na Bahia afirma que Cacá (11) é o candidato da base de Rui Costa

O presidente estadual do PT na Bahia, Éden Valadares, confirmou esta semana, seu apoio incondicional a candidatura de Cacá (11) à Prefeitura de Ilhéus. Segundo o petista, os candidatos herdam o apoio da bem avaliada administração do governador Rui Costa. “Votar Cacá prefeito e Everaldo vice é votar em nosso projeto, no projeto de Lula, Wagner e Rui”, disse. 

 

Em um vídeo publicado nas redes sociais do PT, o presidente Éden Valadares reforça que a aliança entre os dois partidos repete o feito vitorioso entre Rui (PT) e João Leão (PP). “Esse é um compromisso não apenas com Ilhéus, mas com todo o estado com a parceria entre Cacá e Everaldo. Tenho certeza que no dia 15 de novembro, vai dar Cacá, vai dar 11”. 

 

Ao longo da campanha, Cacá e Everaldo receberam apoios importantes que ajudaram a turbinar a candidatura, a exemplo dos secretários estaduais Josias Gomes (Desenvolvimento Rural); Davidson Magalhães (Trabalho, Emprego, Renda e Esporte); Adélia Pinheiro (Ciência, Tecnologia e Inovação), além do ex-reitor da Uesc, Joaquim Bastos (PDT). 

 

Cacá mostrou que tem força suficiente para conseguir levar a disputa. O progressista já conta com apoios declarados do vice-governador João Leão; do deputado estadual Eduardo Salles (PP); dos deputados federais, Nelson Leal e Cacá Leão (PP) e de uma considerável bancada formada por outros 14 deputados federais e 20 deputados estaduais. 

Rildo Mota Ilhéus-Bahia
(73) 9 91776521

 

Eleições: novos prefeitos encontrarão “cenário desafiador” nas cidades

Municípios podem criar alternativas para criação de emprego e geração

Publicado em 03/11/2020 – 06:00 Por Gilberto Costa – Repórter da Agência Brasil – Brasília

Os prefeitos que assumirão a administração de suas cidades a partir de 1º de janeiro de 2021 encontrão mais dificuldades que os seus antecessores. A economia brasileira estará em recuperação após a recessão mais aguda da história, provocada pela pandemia de covid-19. No rastro da crise, queda de arrecadação e aumento do desemprego. As despesas não deverão dar trégua, ainda sob ameaça de mais gastos por causa de novas infecções.

 

“Num primeiro momento, eles vão enfrentar um cenário de terra arrasada”, prevê Ricardo Macedo, professor do curso de Ciências Econômicas do Ibmec no Rio de Janeiro. “Quem assumir uma prefeitura, além de ter poucos recursos, tem que descobrir novas fontes de receita.” Em sua opinião, o poder público municipal tem que fiscalizar mais, renegociar dívidas, e recuperar receitas – “pra fazer o caixa fluir”.

Os novos administradores municipais começarão o mandato fazendo conta de menos. Conforme previsto em lei, os municípios, assim como estados e Distrito Federal, deixarão de receber o auxílio emergencial pago pela União após nove meses de pandemia. Até dezembro de 2020, esses entes federativos terão recebido R$ 79,19 bilhões do governo federal.

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