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:: 28/out/2020 . 23:28

Em debate, Cacá (11) reafirma compromisso com geração de empregos e população carente

O candidato a prefeito da coligação “O futuro é agora”, Cacá 11 (Progressista), destacou nesta quarta-feira (28), durante participação no debate da Faculdade de Ilhéus, seus programas e projetos para a geração de empregos e para a população mais carente da cidade.

Com segurança, o postulante iniciou lembrando dos seus 18 anos de vida pública, incluindo um mandato como vice-prefeito e reafirmou o compromisso de seguir investindo nos serviços públicos essenciais, como educação e saúde, além de incentivar a área de inovação e tecnologia com foco no emprego.

Me sinto preparado, junto com Everaldo, para gerir a cidade nos próximos quatro anos, tendo o apoio do verdadeiro prefeito de Ilhéus, o governador Rui Costa, do atual vice-prefeito José Nazal, de um time de deputados estaduais e federais e é claro, dos cidadãos ilheenses.

O Progressista respondeu a todos os questionamentos e criticou duramente a forma como o atual prefeito conduz a cidade. “O desgoverno em Ilhéus reflete na falta de obras com assinatura própria da prefeitura. A cidade está nos últimos lugares e lidera o ranking do desemprego”, lamentou Cacá.

Durante o debate, Nosso Cacá afirmou que resgatará projetos em parceria com a UESC para levar internet de qualidade aos distritos, a fim de oportunizar os jovens do interior, acesso ao primeiro emprego. “Esses jovens não me pedem dinheiro, colchão, ou outra coisa, eles me pedem emprego”.

Na educação, Cacá frisou que vai apoiar projetos de cursos das universidades, garantindo que estudantes da rede municipal de ensino sejam acompanhados pelos futuros profissionais. Uma vez eleito, Cacá assegurou ainda que vai incentivar a formação continuada dos professores da rede.

Na fala sobre turismo e cultura, Cacá criticou o estado dos equipamentos abandonados, a falta de planejamento e o descaso com os eventos populares. Disse que para ser turística a cidade precisa ser boa para quem mora. “Se temos turistas, os hotéis estarão cheios e comércio e ambulantes venderão mais”.

Ao atual prefeito, Cacá foi enfático ao questionar sobre os gastos públicos na administração, passando pelo ‘nome sujo’ do município, o alto valor pago aos empresários do lixo, da iluminação e outros contratos, além dos recursos do transporte escolar. O candidato do PSD não soube responder.

“Hoje podemos tirar do papel sonhos mais audaciosos, ambiciosos para construir uma cidade mais justa e humana”, frisou Cacá, ao ressaltar que baixará, caso seja eleito, o valor da passagem do transporte coletivo para R$ 3,50 e criará o cartão social para famílias carentes no valor de 200 reais.

O VENENO DA NOITE!

Fazer nova política com palavras ao vento.

Só so-le-tran-do no Caldeirão do Hulk…

Cacá quer o turismo como efetiva atividade econômica para a geração de empregos

O fato de Ilhéus ter perdido, na atual gestão, metade do fluxo turístico proporcionado pela atracação de cruzeiros marítimos no Porto de Malhado, revela o descaso com o turismo na Terra de Jorge Amado, isso somado ao abandono do patrimônio arquitetônico e cultural do município. Para Cacá, candidato a prefeito pela coligação “O Futuro é Agora”, o enfraquecimento do binômio turismo-cultura tem causado enormes prejuízos à geração de empregos e à economia ilheense.  

Nosso Cacá entende que o turismo em Ilhéus tem que ser tratado efetivamente como uma atividade econômica, com seriedade e responsabilidade, valorizando a vocação e as potencialidades do município no setor. Para ele, há necessidade de formação de uma equipe profissional para dirigir a pasta do turismo, liderada por um gestor competente, que implemente um calendário anual de eventos para atração de visitantes e aumento da permanência dos turistas na cidade. E afirma que vai trabalhar para que Ilhéus resgate as paradas de navios perdidas na gestão atual.

O candidato do Progressistas declara que seu Programa de Governo vai envidar todos os esforços para conseguir, junto ao Ministério do Turismo e à Embratur, que a cidade de Ilhéus seja considerada Zona Especial de Investimento Turístico, com base na Lei 6.513/1977. “Paralelamente, investimentos no setor serão necessários e, para tanto, o município terá que oferecer alguma contrapartida, seja em terreno, infraestrutura, ou concessões tributárias”, explica o Nosso Cacá.

Outros compromissos fundamentais nesse setor, acrescenta Nosso Cacá, são a parceria junto ao Governo do Estado para recuperação e ampliação do Centro de Convenções, inclusive, com a construção de um Pavilhão de Feiras e a realização de cursos para qualificação da mão-de-obra específica, com o apoio de SESC/SENAC e SESI/SENAI, além de valorização da culinária local. 

Do ponto de vista da infraestrutura e urbanismo, Cacá vai executar o projeto de requalificação da orla de Ilhéus, nos trechos Avenida Soares Lopes, Avenida Dois de Julho/Orla Aeroporto/ Olivença, Praça Dom Eduardo, Orla de Pontal e toda a Orla Norte. O plano de governo de Cacá e Everaldo inclui a construção do Parque Temático da Cidade de Ilhéus, do Terminal de Passageiros no Porto de Ilhéus e de quiosques nas avenidas litorâneas. Nesse sentido, serão viabilizados financiamentos de longo prazo para investimentos no turismo.


Porto de Malhado – A cidade perdeu para a metade o fluxo turístico com atracação de navios. Imagem – Farol News .jpg

Retomada de obras públicas

Engenheiros brasileiros lançam edição de projeto com o tema Recuperação pós-pandemia cuja meta é apresentar saídas para a mais grave crise da história do País. A proposta vai ao encontro da necessidade de medidas emergenciais que gerem emprego e renda rapidamente e tragam melhorias às condições de vida da população e à atividade produtiva.

Segundo o presidente da Federação Nacional dos Engenheiros (FNE), Murilo Pinheiro, além do enfrentamento da doença e da crise sanitária, “vive-se um panorama de altíssimo desemprego, com a taxa de 13,8%, no trimestre de maio a julho de 2020, a maior da série histórica iniciada em 2012, conforme divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Com isso, a população desocupada chegou 13,1 milhões de pessoas. Somam-se a esse contingente mais milhões de desalentados e subempregados, desenhando um cenário extremamente preocupante”.

Por isso, afirma enfático o engenheiro, é preciso pensar em ações que garantam desenvolvimento e geração de renda no mais curto prazo possível. “Com esse norte, a sugestão é que o País estabeleça um Programa de Retomada de Obras Públicas. A medida propiciaria, além do papel de aquecer a economia, a recuperação do nível de ocupação no setor da construção civil e em toda a cadeia envolvida”, acredita.

O projeto levanta os milhares de obras interrompidas pelos mais diversos motivos, em importantes projetos de saneamento e habitacionais, mas também de ferrovias, rodovias e hidrovias. “A tarefa de verificar o que é importante que tenha continuidade, reunir as condições para tanto e realizar o necessário certamente é enorme e complexa, mas também inadiável. Isso envolve planejamento, destinação de recursos adequados, acompanhamento e fiscalização”, conclama Murilo.

Ministro do TCU diz que ‘o processo da Fiol é prioritário’

Baiano Aroldo Cedraz responde pedidos de celeridade em análise sobre licitação


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O ministro Aroldo Cedraz, do Tribunal de Contas da União (TCU), enviou esta semana um ofício às quase 20 entidades representativas e empresas que lhe pediam informações sobre o andamento do processo relacionado à Ferrovia de Integração Oeste-Leste (Fiol). Ainda não é um parecer sobre o processo de licitação – que está há quase um ano no tribunal – mas o ministro, que é baiano, avisou os interessados na maior obra de infraestrutura da Bahia no Século XXI que o assunto é “considerado prioritário” e será incluído “com a urgência” na pauta para votação.

Levando-se em conta apenas projetos já conhecidos, a expectativa é que a ferrovia movimente anualmente 70 milhões de toneladas de produtos, sendo 50 milhões apenas de minério de ferro. Só o mineral, deverá representar a criação de 30 mil empregos no interior baiano e uma arrecadação de CFEM, os royalties minerais, da ordem de R$ 500 milhões por ano. O problema é que sem ferrovia e porto isso continuará sempre como um potencial a ser explorado. 

“Asseguro que é certo que a Ferrovia de Integração Oeste-Leste, quando concluída, terá papel relevante na economia baiana e, ao conectar-se à Ferrovia Norte-Sul, na economia nacional”, dez o ministro Aroldo Cedraz, em resposta a um dos pedidos de informação. “Sua missão, além de possibilitar a redução de custos no escoamento de cargas com destino ao Porto-Sul, revelará seu papel social por se tornar fonte de mão de obra em uma região carente de recursos”, complementa. 

Aroldo Cedraz explica que a unidade técnica sentiu a necessidade de se realizar diversas diligências à Agência Nacional de Transportes Terrestre (ANTT) e ao Ministério da Infraestrutura e detalhou algumas idas e vindas do processo. Segundo ele, em junho deste ano, a unidade técnica pediu esclarecimentos ao governo federal, recebendo as respostas um mês depois. “O conteúdo das respostas encaminhadas, entretanto, ensejou outras dúvidas e, em 22/7/2020, novas diligências foram encaminhadas aos órgãos competentes”, conta. Segundo o ministro, o relatório final, “com mais 130 páginas” foi encaminhado ao gabinete dele no dia 28/9/2020.

O ministro do TCU diz ainda que esteve com o ministro da Infraestrutura, Tarcísio Gomes de Freitas, no dia 8 deste mês e com o diretor interino da ANTT no dia 16. “Esclareço que, desde que o processo chegou a este gabinete, ele vem sendo considerado prioritário e será, com a urgência que a matéria requer, incluído na pauta para votação”, destaca. 

O vice-governador e secretário de Desenvolvimento da Bahia, João Leão, destaca a importância da obra para o estado. “Esta é uma importante obra não só para potencializar a economia e a interconectividade das atividades econômicas do estado da Bahia, mas também é relevante para o país”, ressalta. 

“A Fiol, pronta, vai impulsionar o transporte de minério de ferro da Bamin e de outras mineradoras”, aponta. Ele lembra do trabalho que o governo está tocando, através da Companhia Baiana de Pesquisa Mineral (CBPM), de novas jazidas minerais na região por onde a ferrovia irá passar. O vice-governador acrescenta ainda que a obra será importante para outras atividades econômicas, além da mineração. 

“Ajudará no transporte de soja, milho e algodão, produzidos no Oeste baiano, vai incrementar a pauta de novas riquezas do Sudoeste da Bahia e transformar Guanambi e Caetité em grandes metrópoles, como ocorreu com Parauapebas, devido à ferrovia de Carajá”, projeta. 

O presidente da CBPM, Antonio Carlos Tramm, que tem liderado uma mobilização a favor da Fiol, destaca o potencial que a oferta da infraestrutura terá na transformação econômica do interior baiano. “Esse não é o projeto de uma empresa ou mesmo do governo estadual, é uma estrada de transformação que vai mexer diretamente com mais de 40 municípios baianos, fora outros que já estão se estruturando para fomentar negócios a partir da Fiol”, destaca Tramm.  Um exemplo da diferença que a obra trará pode ser percebido no caso do algodão. Hoje os produtores baianos gastam em torno de US$ 100 para colocar uma tonelada d produto em um navio em Santos. Com a Fiol, este custo cai para US$ 20, diz. 

O geólogo João Carlos Cavalcanti, presidente da Companhia Vale do Paramirim (CVP), foi um dos empresários a enviar o ofício para o ministro do TCU. “Demonstrei tecnicamente que a demora em promover o leilão cria um prejuízo enorme para a Bahia”, diz. Segundo ele, só os projetos em curso da CVP podem colocar até 30 milhões de toneladas de carga na Fiol. 

FORMATURA DE SARGENTOS BOMBEIROS MILITAR.

Convite da formatura

Sgt. BM Caetano, após 8 meses de curso, é o único representante de Ilhéus

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