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:: 20/out/2020 . 19:47

Cacá se reúne com empresários e vê na modalidade do turismo fonte de emprego e renda

O candidato a prefeito Cacá 11, se reuniu na manhã desta terça-feira (20), com empresários na sede da Associação Comercial de Ilhéus (ACI). No encontro, que contou com a presença do vice-prefeito José Nazal, Nosso Cacá assegurou promover o desenvolvimento turístico e a geração de empregos.

“O turismo é hoje em todo o mundo, uma das atividades econômicas que mais geram emprego e renda, e o governo que aí está não soube aproveitar este manancial. Não quero ser prefeito de reeleição, ao contrário, serei destemido para enfrentar os problemas do município”, observou Cacá.

Ao apresentar suas propostas, o candidato disse que em seu governo, dará projeção aos atrativos voltados para a cultura e o turismo. Está incluso em seu plano, a requalificação da Avenida Soares Lopes, que segundo ele, atrairá novos negócios ao local, a fim de impulsionar a economia.

Na oportunidade, Cacá projetou ações para o futuro, afirmando que buscará uma articulação para reduzir a sazonalidade do turismo e fazer com que Ilhéus tenha eventos de janeiro a janeiro, com a divulgação antecipada do calendário, uma das primeiras medidas como prefeito.

No final, o candidato assinou a carta compromisso com os representantes das entidades. “Sei que não vou encontrar um cenário fácil. Quero assumir um compromisso com vocês para que Ilhéus se torne pujante, como um destino turístico competitivo e sustentável”, concluiu Cacá.

O VENENO DA NOITE!

Sustentar uma verdade sequer, já é uma tarefa difícil.

Imagine sustentar 4 anos de mentiras e pantomimas?

Só muita paciência…

Cacá critica uso de cargos da Prefeitura com pessoas de fora do município

Uma das críticas feitas por Cacá à gestão do atual prefeito de Ilhéus, Marão, é a desmedida quantidade de nomeações de pessoas de outros municípios para cargos da Prefeitura. Durante encontro com candidatos a vereador da coligação O Futuro é Agora, Cacá disse que o gestor deve priorizar o aproveitamento da mão de obra local para os cargos de direção dos serviços públicos municipais. 

A Prefeitura de Ilhéus possui na sua estrutura administrativa quase 300 cargos e funções de confiança. Infelizmente, segundo Cacá, na atual gestão, o prefeito fez a ‘opção política’ de usar grande parte dos cargos para privilegiar correligionários de outros municípios, a exemplo de Una, Uruçuca, Itabuna, Coaraci, em detrimento dos próprios ilheenses. 

“No nosso governo, a prioridade será a convocação de cidadãos e cidadãs ilheenses para a nobre tarefa de administrar o município, porque nós precisamos incentivar e valorizar a mão de obra local. A exceção é claro, de cargos de natureza técnica, se não tiver na cidade alguém com essas especificações para determinada função”, explicou Cacá.

Cacá define cinco medidas prioritárias, entre elas, a redução da tarifa do transporte

O contato permanente com os mais diversos segmentos da população de Ilhéus, ampliado agora na campanha eleitoral, levou o candidato à Prefeitura do município, Cacá 11, a definir cinco medidas prioritárias e emergenciais para os primeiros 30 dias do seu governo. Entre elas, está a redução do valor da passagem do transporte coletivo para R$ 3,50. 

Além disso, Nosso Cacá garante o lançamento do Cartão Social Mais Ilhéus, que permitirá um crédito para aquisição de alimentos no comércio local para mais de cinco mil famílias em situação de vulnerabilidade econômica. Questionado sobre como viabilizar o Cartão Social, o candidato disse que os recursos a serem utilizados nesse programa virão da redução de contratos considerados de altíssimo custo, celebrados na atual gestão, a exemplo do serviço de coleta de lixo. 

Nosso Cacá afirma que o serviço de transporte coletivo no município se deteriorou na gestão do atual prefeito, o que reflete a permanente insatisfação dos usuários. Para ele, a administração municipal despreza a população que mais precisa de atenção e auxílio, como no caso das comunidades da periferia urbana, dos morros e da zona rural. 

Emprego e Saúde

Como empresário do setor de comércio, Nosso Cacá tem consciência da enorme necessidade de medidas que viabilizem a geração de empregos no município. Com o apoio de técnicos apoiadores da coligação “O Futuro é Agora”, decidiu que a terceira medida prioritária será a implantação do programa “Ilhéus Portas Abertas”, que vai desburocratizar totalmente a atração de novos investimentos na cidade e na zona rural. Entre as garantias dada aos eleitores, está o ato de desapropriação de áreas para implantação de empresas de “call center” e de um Parque Industrial Municipal. 

A quarta medida emergencial será na área da Saúde, com o objetivo de ampliar o atendimento nas Unidades Básicas de Saúde (UBS), eliminando as filas e as dificuldades impostas à população para conseguir consultas médicas. Para Nosso Cacá, nem mesmo com a construção do Hospital Regional Costa do Cacau – uma conquista do governo anterior, e outros investimentos do Governo do Estado para obras nas unidades de saúde, foram suficientes para que o atual governo melhorasse o atendimento à população. “O que vemos é incompetência, brincadeira e gastos excessivos de contratos na saúde”, dispara o candidato. 

Ações para estimular o turismo de Ilhéus como atividade econômica eficaz para o município também estão entre as prioridades do Nosso Cacá. No futuro governo, será estabelecido um calendário de eventos, para todas as estações, como mecanismo de incentivo às atividades turísticas e de promoção do destino Ilhéus.

 

QUAL A VERDADEIRA SITUAÇÃO DOS CEMITÉRIOS DE ILHÉUS?

A população sabe da dificuldade de enterrar seus mortos em Ilhéus.

Além das mortes que naturalmente acontecem numa cidade do porte de Ilhéus, existe a ocorrência de um aumento nesses números devido a pandemia do Covid-19.

Como, onde, e em que situação estão sendo enterrados os mortos pela Covid-19, se nem velório ou acompanhamento é permitido aos familiares?

 

Nitazoxanida reduz carga viral de pacientes com covid-19, diz pesquisa

Resultado de estudo clínico foi anunciado em cerimônia no Planalto

Publicado em 19/10/2020 – 19:51 Por Agência Brasil – Brasília

O estudo clínico do Laboratório Nacional de Biociências sobre o uso do medicamento nitazoxanida em pacientes na fase precoce da covid-19 demonstrou eficácia no tratamento da doença, reduzindo a carga viral das pessoas infectadas. O anúncio ocorreu durante cerimônia no Palácio do Planalto, na tarde desta segunda-feira (19), com a participação do presidente Jair Bolsonaro.

A pesquisa foi iniciada pelo Laboratório Nacional de Biociências, em Campinas (SP), instituto vinculado ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI). O titular da pasta, ministro Marcos Pontes, celebrou o resultado positivo. 

“O que eu posso dizer é que nós temos agora um medicamento comprovado cientificamente que é capaz de reduzir a carga viral. Com essa redução da carga viral, significa que reduz o contágio nas pessoas que tomam o medicamento nos primeiros dias, reduz a capacidade de contágio e diminui a probabilidade dessa pessoa aumentarem os sintomas, ir para o hospital e falecer”, disse.

O pontapé da pesquisa foi dado com a análise de 2 mil drogas, testadas com inteligência artificial, para verificar se poderiam inibir os efeitos do vírus Sars-Cov-2, causador da covid-19 no organismo humano. Os estudos no Laboratório Nacional de Biociências chegaram a cinco drogas, que foram para uma segunda fase, que era o teste in vitro feito com células humanas infectadas. Neste teste, o fármaco nitazoxanida, que é um vermífugo muito conhecido no país, apresentou 94% de capacidade de inibir o novo coronavírus. 

Testes em humanos

Foi só após estas etapas que os testes em humanos foram iniciados, com mais de 1,5 mil pacientes voluntários, que tinham até três dias de sintomas e foram acompanhados em sete diferentes unidades hospitalares do país. 

Nesta fase, de acordo com a coordenadora do estudo clínico, Patrícia Rocco, foram feitos testes duplo cego, quando nem o paciente e nem o médico sabem qual a medicação está sendo tomada, e randomizados, quando os pacientes são distribuídos aleatoriamente em dois grupos, um que recebe o medicamento e outro que recebe um placebo. A dose oferecida era de 500 miligramas da nitazoxanida, três vezes ao dia, ou o placebo durante cinco dias. 

“Esses pacientes eram acompanhados de forma remota até sete dias após a terapia. Constatamos que a nitazoxanida, em comparação com o placebo, acarretou, ao final da terapia, redução significativa da carga viral e um maior número de pacientes com resultado negativo para o Sars-Cov-2”, disse a médica, que é professora titular e chefe do Laboratório de Investigação Pulmonar do Instituto de Biofísica Carlos Chagas Filho, da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).  

Segundo Patrícia, esse resultado é de extrema importância, pois a nitozoxanida é um remédio de baixo custo e ampla distribuição, podendo ser usada de forma oral, e que não precisa de internação hospitalar. “Na dose utilizada, não apresentou reações adversas graves. A redução da carga viral implica em menor gravidade, em menor transmissibilidade do vírus”, disse Patrícia. A pesquisadora ressaltou que o estudo foi enviado para publicação em uma revista científica internacional e deverá ser revisado por outros cientistas.  

Não é profilático

O ministro Marcos Pontes disse, durante seu discurso, que o medicamento não pode ser usado por quem não apresenta sintomas da doença, mas apenas para pessoas na fase inicial da infecção. “Não é profilático, não é para prevenção. É só depois da detecção do vírus”, disse.

O presidente Jair Bolsonaro também comemorou o resultado da pesquisa e destacou a eficácia da nitazoxanida no tratamento da covid-19. 

“Através das observações, através de pessoas que concretamente usaram esse medicamento e foi constatado, na ponta da linha, que a carga viral diminuía. E dessas pessoas que usaram esse medicamento, nenhuma delas sequer foi hospitalizada”, afirmou.

Vacina obrigatória 

Ainda durante a cerimônia, o presidente voltou a dizer que a vacina contra a covid-19 não será obrigatória no Brasil. Bolsonaro afirmou que cabe ao Ministério da Saúde definir as normas do Programa Nacional de Imunização. 

“Tem uma lei de 1975 que diz que cabe ao Ministério da Saúde o Programa Nacional de Imunização, ali incluídas possíveis vacinas obrigatórias. A vacina contra a Covid, como cabe ao Ministério da Saúde definir esta questão, ela não será obrigatória”, disse. O presidente também afirmou que qualquer vacina contra o vírus terá que ter sua eficácia científica comprovada e ser autorizada previamente pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). 

Edição: Fábio Massalli

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