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:: 15/set/2020 . 18:08

Rúbia Rejeitada 

Tudo leva a crer que o  PSB de Bebeto Galvão vai indicar o vice de Mário Alexandre. Os membros do partido estão em disputa interna para ser o nome indicado. O prefeito Marão fez um pedido especial para a direção do partido e quer a indicação de Marcos Flávio. 
O pedido de Marão demonstra falta de prestígio e a falta de força política de Rúbia Carvalho (PSL) que até então era apontada como a vice do prefeito.

Ministro culpa proibição de técnica centenária pela extensão do fogo no Pantanal

Salles lamenta que órgãos ambientais não autorizem uso de produto mais eficaz no combate às chamas

O ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, admite que o incêndio no Pantanal tomou uma “proporção gigantesca”, mas explicou que isso tem a ver com a interrupção do fogo controlado, uma técnica centenária dos agricultores para limpar o pasto e o excesso de mato orgânico.

“Quando você não faz isso, não permite que seja feito, e vem todo aquele incêndio com material orgânico depositado no solo, o incêndio se torna de muito maior proporção”, explicou o  ministro, “para além da questão climática, porque o tempo está seco, com os ventos muito fortes”.

Em entrevista à Rádio Bandeirantes, no Jornal Gente, Salles disse que “o prejuízo é grande” e que o maior impacto atinge todo o conjunto das espécies de seres vivos na região, a biodiversidade.

O ministro do Meio Ambiente ressalta ainda que a resistência ao bloqueador químico de fogo dificulta o combate às chamas:

“Lá fora, nos Estados Unidos, no Japão, na Europa, você vê aqueles aviões despejando bloqueador ou retardante de fogo”, que não se observa no Brasil por questões até ideológicas.

O ministro do Meio Ambiente contou que é “um produto nitrogenado, de composição muito parecida com fertilizante, que faz com que aquele despejamento de água cinco vezes mais eficaz”.

Estima-se que entre 10 e 15% da área do Pantanal já tenha sido devastada pelo incêndio.

A entrevista do ministro do Meio Ambiente foi concedida aos jornalistas Thays Freitas, Pedro Campos e Cláudio Humberto.

INSTITUTO PIEDADE – 104 ANOS

Desvio de recursos para combate à covid-19 pode se tornar crime hediondo

Pela proposta, agentes públicos que desviarem dinheiro poderão ser presos sem direito a fiança, anistia ou indulto

O Senado analisa um projeto que inclui o peculato no rol de crimes hediondos quando recursos públicos são desviados de programas sociais. Com o PL 4.499/2020, o senador Fabiano Contarato (Rede-ES) busca evitar que se repitam casos desse tipo relevados por operações da Polícia Federal durante a pandemia da covid-19.

Se a proposta for aprovada, prefeitos, governadores e outros agentes públicos que desviarem dinheiro destinado ao combate à covid-19 poderão ser presos sem direito a fiança, anistia ou indulto.

“Durante a pandemia do novo coronavírus, assistimos atônitos aos diversos casos de desvio de recursos públicos que deveriam ter sido destinados à área da saúde. A apropriação de recursos destinados a programas sociais não é, infelizmente, uma novidade no Brasil. Há vários outros casos que envolvem programas de renda, merenda escolar e habitação. Consideramos que o peculato deveria ser considerado hediondo, já que esse tipo de apropriação ou desvio gera graves prejuízos à população”, justifica o senador.

Peculato é a subtração ou desvio, por abuso de confiança, de dinheiro público. As penas por crime hediondo (Lei 8.072, de 1990) são cumpridas inicialmente em regime fechado, e a progressão de regime para pessoas condenadas nesse tipo de crime leva mais tempo.

Apresentada no último dia 8, a proposta aguarda escolha de relator e ainda não há data prevista para votação.( Com informações Agência Senado)

Eduardo Pazuello será efetivado como ministro da Saúde

Cerimônia de posse ocorrerá na próxima quarta-feira

Publicado em 14/09/2020 – 23:02 Por Marcelo Brandão – Repórter da Agência Brasil – Brasília

(Brasília – DF, 06/08/2020) Palavras do Ministro interino da Saúde, Eduardo Pazuello.
Foto: Carolina Antunes/PR

Depois de quatro meses como ministro interino da Saúde, Eduardo Pazuello será efetivado no cargo. A cerimônia de posse ocorrerá na quarta-feira (16). 

Pazuello assumiu interinamente o comando da pasta em 16 de maio, em meio à pandemia do novo coronavírus no Brasil. Ele substituiu Nelson Teich que ficou um mês no cargo, tendo substituído Luiz Henrique Mandetta.

Nesses quatro meses, Pazuello defendeu o tratamento precoce de covid-19 e a autonomia de estados e municípios na adoção de políticas de isolamento social. Com ele à frente da pasta, o Ministério da Saúde estabeleceu uma nova diretriz com orientações para o uso precoce da cloroquina e da hidroxicloroquina no tratamento da covid-19, inclusive para casos leves. Ao mesmo tempo, o ministro destacou que não vê nada de errado em questionar o uso do fármaco para esse fim.

General do Exército, Pazuello é especialista em logística. O militar foi coordenador logístico das tropas do Exército durante os Jogos Olímpicos e Paralímpicos, além de ter coordenado as operações da Operação Acolhida, que presta assistência aos imigrantes venezuelanos que chegam a Roraima fugindo da crise política e econômica no país vizinho.

Edição: Denise Griesinger

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