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:: 11/set/2020 . 18:05

“Nosso compromisso é fazer obras com menos recursos e criatividade”, afirmou o presidente Bolsonaro em cerimônia na Fiol

(São Desidério – BA, 11/09/2020) Presidente da República, Jair Bolsonaro acompanhado das autoridades presentes caminha sobre a Ferrovia de Integração Oeste-Leste (FIOL).
Foto: Alan Santos/PR

 

O desenvolvimento da infraestrutura ferroviária do país entrou hoje (11) em nova fase, ainda mais promissora, com a assinatura do Termo de Execução Continuada (TED) celebrado entre a Valec Engenharia, Construções e Ferrovias S.A. e o Exército Brasileiro para a construção de 18 km do lote 6 da Ferrovia de Integração Oeste-Leste, na Bahia (saiba mais). A cerimônia de assinatura do convênio aconteceu no canteiro de obras da Fiol que fica próximo a São Desidério/BA.

Marcado pela presença do presidente da República, Jair Messias Bolsonaro, do ministro da Infraestrutura, Tarcísio Gomes de Feitas, dos generais de Exército Marco Antonio Gomes e Arruda, parlamentares, autoridades e parceiros do setor ferroviário, o evento deixou evidente a confiança do Governo Federal na eficiência da corporação. “O Exército é povo, o Exército é Brasil. O que me fez ser presidente foi acreditar neste povo maravilhoso. É inenarrável o orgulho de estar à frente de uma nação com um quadro de autoridades dispostas a mudar a cara do Brasil”, disse o presidente Bolsonaro.

Também admirador da importância histórica da corporação, o ministro Tarcísio, que havia anunciado o convênio hoje concretizado no mês de maio, em visita às obras da ferrovia, afirmou que “o Exército nunca nos faltou e tem feito grandes obras. A Fiol é uma das principais obras de infraestrutura do país. Não tenho dúvidas de que teremos sucesso neste empreendimento, pois o governo do presidente Bolsonaro é um governo de entrega.

Ciente da importância histórica e efetiva da celebração da TED para o setor ferroviário, o presidente da Valec, André Kuhn, enalteceu o apoio que a empresa pública vem recebendo do Governo Federal, por meio de seu Ministério da Infraestrutura, e acrescentou “como militar da reserva, posso afirmar que o Exército Brasileiro irá colocar um selo de qualidade nas obras da Ferrovia de Integração Oeste-Leste”.

De volta a obras ferroviárias após mais de 20 anos, o Batalhão Ferroviário atuará em parceria com a Valec para acelerar o andamento das obras no lote 6 da Fiol, que fica próximo a Correntina/BA. O comandante Militar do Nordeste, Gen. Gomes declarou, durante a cerimônia, que “a sempre incansável força ferroviária do Exército vem hoje resgatar sua gloriosa trajetória. Podemos mais uma vez cooperar para o desenvolvimento do Brasil”. O Gen. Arruda apresentou os agradecimentos da corporação pela oportunidade de voltar a atuar em obras ferroviárias. “Nossos sinceros agradecimentos pela confiança. Esta parceria simboliza o retorno da corporação nas obras ferroviárias. A tropa empregada se compromete a cumprir bem sua missão.

Ao final da cerimônia, o presidente da República enfatizou a necessidade de se fazer mais com menos: “nós temos um grande compromisso, que é fazer com que as obras aconteçam com menos recursos e criatividade para tirar o país da situação complicada que ainda se encontra.” E encerrou com “um grande abraço a todos da Valec e a todos que estão trabalhando nas obras da Fiol.


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A DIFERENÇA ENTRE GERAÇÕES

O velho babalaô não embarcava em canoa furada.

ACM furibundo, retado da vida mesmo.

Valderico pensa em jogar a toalha. ACM Neto segura.

O pré-candidato a prefeito , Valderico Reis, não está aguentando a pressão em relação a sua candidatura.

Mesmo com a rádio Gabriela FM citando seu nome diversas vezes ao dia, a candidatura do mocinho não emplacou.

Há alguns dias o rapaz teve um encontro com a ACM Neto e confidenciou que queria desistir do pleito, mas o prefeito de Salvador tem planos para Ilhéus e segurou a onda do menino.

Diante da alta aceitação de Rui Costa em Ilhéus, ACM precisará construir uma base forte na cidade. A desistência de Valderico Reis enfraqueceria o grupo do DEM

Ministra diz que governo tomou medidas para controlar preço do arroz

Tereza Cristina garantiu abastecimento do produto nas prateleiras

Publicado em 10/09/2020 – 17:30 Por Pedro Rafael Vilela* – Repórter da Agência Brasil – Brasília

A ministra da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Tereza Cristina, concede entrevista à TV Brasil

A ministra da Agricultura, Tereza Cristina, afirmou hoje (10) que o governo tomou as medidas necessárias para tentar conter a alta no preço do arroz e evitar um desabastecimento do produto nas prateleiras dos supermercados. 

“As medidas que podiam ser tomadas, foram tomadas, para fazer a estabilidade e o equilíbrio para esse produto”, disse em um vídeo publicado em suas redes sociais. 

“O Brasil abriu mão, tirou a alíquota de importação, para que produto de fora pudesse entrar e trazer um equilíbrio para os preços. Abrimos somente uma cota, porque não temos necessidade de muito arroz, mas isso é uma cota de reserva, para que possamos ter a tranquilidade de que o preço vai voltar, vai ser equilibrado, e que o produto continuará na gôndola para todos os brasileiros”, acrescentou.

Taxa de importação

Ontem (9), a Câmara de Comércio Exterior (Camex), vinculada ao Ministério da Economia, decidiu zerar a alíquota do imposto de importação para o arroz em casca e beneficiado. A isenção tarifária valerá até 31 de dezembro deste ano.

arroz
Desde o início do ano, o preço do arroz acumula alta de mais de 21,2% nas prateleiras, segundo a Associação Paulista de Supermercados (Apas). – Marcello Casal Jr/Agência Brasil

A redução temporária está restrita à cota de 400 mil toneladas, incidente sobre o arroz com casca não parbolizado e arroz semibranqueado ou branqueado, não parbolizado, de acordo com a Nomenclatura Comum do Mercosul (NCM). 

Até então, a Tarifa Externa Comum (TEC) aplicada sobre o produto era de 12%, para o arroz beneficiado, e 10% para o arroz em casca, válida apenas para países de fora do Mercosul. Dentro do bloco econômico regional, que reúne Brasil, Argentina, Paraguai e Uruguai, a tarifa é de importação já é zero.

Tailândia e EUA

Mais cedo, em um entrevista para a Rádio Gaúcha, Teresa Cristina comentou que a maior parte do arroz que será importado sem tarifa deve vir da Tailândia e dos Estados Unidos, que produzem o mesmo tipo de produto consumido no Brasil.

Ainda segundo a ministra, no vídeo divulgado em suas redes sociais, o preço do arroz nos últimos anos vinha abaixo do que seria seu valor de mercado, por causa de uma queda na produção que afetou o tamanho da área produzida no país.

“No passado, o arroz teve um preço muito baixo, durante muitos anos. Nós tivemos uma queda na área de produção e o arroz, então, hoje, tem um preço mais alto. Mas ele está na prateleira, vai continuar nas prateleiras”, afirmou. 

Alta nos preços

Desde o início do ano, o preço do arroz acumula alta de mais de 21,2% nas prateleiras, segundo a Associação Paulista de Supermercados (Apas).

De acordo com o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada da Universidade de São Paulo (Cepea/USP), o preço da saca de 50 kg de arroz, vendido pelo produtor, variou mais de 107% nos últimos 12 meses, chegando próximo a R$ 100. 

Os motivos para a alta são uma combinação da valorização do dólar frente ao real, o aumento da exportação e a queda na safra. Em alguns supermercados, o produto, que custava cerca de R$ 15, no pacote de 5 kg, está sendo vendido por até R$ 40.

 

*Com informações da Reuters

Edição: Lílian Beraldo

Bolsonaro descarta fim do seguro-defeso

Benefício é pago a pescadores artesanais durante período de defeso

Publicado em 10/09/2020 – 21:07 Por Pedro Rafael Vilela – Repórter da Agência Brasil – Brasília

O presidente Jair Bolsonaro disse nesta quinta-feira (10) que não pretende acabar com o programa seguro-defeso, pago a pescadores artesanais. A notícia foi dada pelo secretário especial da Pesca, Jorge Seif, durante a live semanal do presidente, transmitida pelas redes sociais.  

“Houve um ruído da questão do fim do seguro-defeso, que é fake news total. O presidente definiu que o seguro-defeso vai continuar nos mesmos moldes que anteriormente, ou seja, ele não entra no Renda Brasil. E o que nós estamos continuando a fazer é filtrar, fazer o recadastro, para trazer seriedade no programa”, afirmou Seif.

Em seguida, Bolsonaro disse que o fim do seguro-defeso para criação do Renda Brasil foi uma ideia trazida pela equipe econômica, mas foi descartada.

“A questão do Renda Brasil, o pessoal dá ideias. Quem decide, na ponta da linha, um programa como esse, somos o Paulo Guedes e eu. Nós ouvimos todo mundo, cada um traz suas ideias e algumas ideias que chegam são absurdas”, afirmou. No mês passado, durante uma agenda pública, o presidente também descartou eliminar o abono salarial, benefício pago a trabalhadores que ganham até dois salários mínimos.

O Renda Brasil está em estudo no governo para expandir o alcance e suceder o Bolsa Família, que é pago a famílias que estão em situação de pobreza extrema e miséria.

 

Live da semana Presidente Jair Bolsonaro – Jair Bolsonaro/Facebook

Seguro-defeso

O seguro-defeso é um benefício pago pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) ao pescador artesanal durante o período de defeso de alguma espécie, quando é proibida a atividade pesqueira. O defeso é a paralisação temporária da pesca para a preservação das espécies, seja para reprodução de peixes e crustáceos ou em decorrência de fenômenos naturais ou acidentes. 

Atualmente, o benefício tem o valor de um salário mínimo (R$ 1.045) e é pago durante um período que varia de 4 a 5 meses. O gasto anual do governo é de aproximadamente R$ 2,5 bilhões e, segundo o secretário especial da Pesca, cerca de 800 mil pessoas recebem o seguro, mas a maior parte delas não preenche os requisitos para o programa.

“Segundo a CGU [Controladoria Geral da União], 69% são pessoas que não vivem da pesca, não sabem diferenciar um camarão de uma baleia”, disse Jorge Seif, durante a live.

Entre as exigências da legislação para o pescador receber o benefício, está o de exercer a atividade de forma ininterrupta, ter registro ativo no Ministério da Agricultura e comprovar a comercialização do pescado.

Ouça na Rádioagência Nacional

Edição: Fábio Massalli

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