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:: 21/ago/2020 . 19:50

MANOBRA ELEITOREIRA ARRISCADA.

No afã de preencher um espaço midiático, a Prefeitura de Ilhéus partiu em socorro da Tenda do TPI, mas deixando transparecer que o estado de penúria pelo qual ela (a tenda) passa é culpa do Governo do Estado.

 

Foto colhida no site Agravo

 

NÃO VÃO ADIANTAR MEDIDAS PALIATIVAS.

Quem conheceu isto aqui, sabe o que vai acontecer em mais 20 anos.

Bairros São Miguel e São Domingos. – Ilhéus Bahia

Governo vai lançar novo programa habitacional

Meta é apoiar fortemente os municípios para a regularização fundiária

Publicado em 21/08/2020 – 11:59 Por Andreia Verdélio – Repórter da Agência Brasil – Brasília

O secretário especial de Trabalho e Previdência do Ministério da Economia, Rogério Marinho, participa de audiência pública na Comissão de Assuntos Sociais do Senado.

O ministro do Desenvolvimento Regional, Rogério Marinho, disse hoje (21) que, na próxima semana, o governo federal vai lançar um novo programa de habitação popular e que pretende “apoiar fortemente” os municípios para a regularização fundiária de suas áreas. “Nós precisamos atacar uma situação que é muito ruim, metade da população brasileira que mora em habitações no país não tem a escritura pública”, disse.

Hoje, o governo atua por meio do Programa Minha Casa Minha Vida, em parceria com a Caixa Econômica Federal, e atende famílias de diversas faixas de renda, com diferentes modalidades de contratação e recursos oriundos do Fundo de Arrendamento Residencial (FAR) e do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), por exemplo.

Marinho participou hoje (21), ao lado do presidente Jair Bolsonaro, da entrega de 300 moradias a famílias de baixa renda de Mossoró, no Rio Grande do Norte, em um conjunto habitacional que leva o mesmo nome do município. Os investimentos da União na construção das residências somam R$ 18,3 milhões e vão beneficiar mais de 1,2 mil pessoas.

De acordo com o Ministério do Desenvolvimento Regional, são 19 blocos de apartamentos no Residencial Mossoró I. As moradias têm 39,05 m², possuem valor médio de R$ 61 mil e estão divididas em dois quartos, cozinha, área de serviço, sala e banheiro. Todas as unidades podem receber pessoas com deficiência, sendo que 13 delas já estão adaptadas.

Outras 600 unidades no mesmo residencial devem ser entregues nos próximos meses, as etapas II e III têm cerca de 95% das obras executadas. No total, para os 900 apartamentos, o investimento federal é de R$ 54,9 milhões e atenderá mais de 3,6 mil pessoas.

Edição: Valéria Aguiar

AS CORRENTES MARINHAS NA COSTA BRASILEIRA ===>>>01-11-2016

Como podemos observar nos mapas abaixo, e em diversos outros mapas. As correntes marinhas são na direção norte/sul. Segundo a rotação da terra.

Em Ilhéus, especificamente, o desastre causado pela construção do molhe do Porto do Malhado, bloquearam essas correntes, criando um ‘rebojo’ cujos prejuízos acabaram com o São Miguel e o São Domingos.

Nunca mais as águas do mar entraram com força pela baia do Pontal, Sapetinga, mangues, indo até as proximidades do Banco da Vitoria. Onde já se pescou, meros, robalos, caranhas e outros tipos de peixes.

Correntes marítimas

Correntes marítimas

o_brazil_climate_map-wikipedia

Correntes marinhas

COISAS QUE SÓ ACONTECEM EM ILHÉUS.

Não temos estádio de futebol.

Mas temos 2 times profissionais.

Pense numa ‘leseira’ dessa?

Em sessão do Congresso, Câmara mantém veto a reajuste de servidores

Medida abrange profissionais da saúde e da segurança pública

Publicado em 20/08/2020 – 21:16 Por Heloisa Cristaldo – Repórter da Agência Brasil  – Brasília

Brasília 60 Anos – Congresso Nacional

Por 165 votos contra o veto e 316 a favor, em sessão do Congresso Nacional, a Câmara dos Deputados manteve o veto presidencial a reajustes salariais de servidores públicos até 31 de dezembro de 2021. 

A medida abrange categorias de servidores que atuam na linha de frente no combate ao novo coronavírus, como trabalhadores da educação, saúde e segurança pública, servidores de carreiras periciais, profissionais de limpeza urbana e de serviços funerários. O texto não previa reajuste automático, mas autorizava estados e municípios a fazê-lo com recursos próprios. 

Ficam de fora da restrição os aumentos aprovados antes do estado de calamidade pública, como o concedido aos militares das Forças Armadas.

Na sessão do Congresso de ontem (19), senadores derrubaram o veto do presidente Jair Bolsonaro por 42 votos a 30. Para assegurar a derrubada de um veto é necessária maioria absoluta em ambas as Casas.

Durante a sessão, o presidente da Câmara, deputado Rodrigo Maia (DEM-RJ), voltou a defender a manutenção do veto. O parlamentar alegou que, enquanto servidores públicos continuam com salários integrais pagos em dia, o setor privado enfrenta uma série de dificuldades como perda de vagas de trabalho e redução de jornadas.

“A crise econômica não está acabando. Uma crise que já tirou mais de 100 mil vidas, que já tirou mais de 2 milhões de empregos, que já tirou a integralidade do salário de mais 9 milhões de brasileiros. A Câmara precisa dar uma resposta que, do meu ponto de vista, é defender a manutenção do veto”, argumentou. Antes da votação, Maia atuou na articulação com líderes partidários para garantir a votação necessária para manter o dispositivo. 

Na manhã desta quinta, o presidente Jair Bolsonaro alegou que a derrubada do veto daria um prejuízo de R$ 120 bilhões ao país, e que a decisão do Congresso tornaria “impossível governar o país”. 

Partidos de oposição tentaram adiar a votação do trecho para a próxima semana, alegando questões regimentais. De acordo com a deputada Perpétua Almeida (PCdoB – AC), houve o descumprimento de regimento do Congresso Nacional que obriga a convocação e publicação da pauta com antecedência mínima de 24 horas. 

Despejo

Os deputados também mantiveram a derrubada de veto que proíbe o despejo de inquilinos. Dessa forma, fica mantido o texto que suspende, por até 30 de outubro deste ano, a concessão de liminares protocoladas até 20 de março para despejo de inquilinos por atraso de aluguel, fim do prazo de desocupação pactuado, demissão do locatário em contrato vinculado ao emprego ou permanência de sublocatário no imóvel.

A suspensão abrange os imóveis urbanos (comerciais e residenciais) e atinge todas as ações ajuizadas a partir de 20 de março, data em que foi reconhecido oficialmente o estado de calamidade no país. Esse trecho irá à promulgação.

 

Edição: Aline Leal

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