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:: 15/ago/2020 . 9:20

BURAQUEIRA PREMEDITADA.

A pretexto de uma desnecessária requalificação em final de mandato.

O prefeito Mário Alexandre, midiaticamente, tenta impedir a aglomeração de pessoas que aguardam em filas, o Auxilio Emergencial disponibilizado nas Agencias da Caixa.

Pensão para ex-funcionário considerado ‘arquivo vivo’ racha a cúpula da OAB

‘Racha’ na OAB tem como protagonista ex-presidente da Ordem, com a eleição para substituir o atual presidente como pano de fundo

A diretoria da OAB nacional está rachada após o atual presidente, Felipe Santa Cruz, que presta obediência ao ex-presidente Marcus Vinícius Furtado Coelho, tentar presentear com uma pensão vitalícia de R$17 mil mensais um ex-funcionário da entidade, Paulo Guimarães, ex-chefe de gabinete de Furtado Coelho e já aposentado. Três dos cinco diretores são contrários ao benefício. Advogados relataram telefonemas agressivos de Guimarães, inconformado com a derrota da pretensão. A informação é da Coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder.

O detalhe é que Guimarães conhece segredos cabeludos na OAB. O temor é que ele mostre sua língua afiada e faça “a casa cair”.

Apoiam a regalia Felipe Santa Cruz e Beto Simonetti, seu candidato a presidente da OAB. Ambos são obedientes a Marcus Vinícius.

Notícias Relacionadas
São contrários ao privilégio o vice-presidente da OAB, Luiz Viana Queiroz, e os diretores Ary Raghiani Neto e José Augusto Noronha.

Agronegócio ajudou a segurar PIB durante a pandemia, diz ministra

Para Tereza Cristina, safra recorde e exportações mantêm agro

Publicado em 14/08/2020 – 19:01 Por Agência Brasil – Brasília
Atualizado em 14/08/2020 – 20:08

A ministra da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Tereza Cristina, concede entrevista à TV Brasil

Com safra recorde de grãos e aumento nas exportações, o agronegócio brasileiro foi essencial para segurar a atividade econômica durante a pandemia do novo coronavírus, disse hoje (14) a ministra da Agricultura, Tereza Cristina. Em entrevista ao programa A Voz do Brasil, programa da Empresa Brasil de Comunicação (EBC), ela destacou a safra recorde deste ano e o Plano Safra como elementos que fizeram o setor crescer, enquanto o restante da economia sofria nos últimos meses.

“O agronegócio foi o motor da economia e conseguiu não deixar nosso PIB [Produto Interno Bruto] cair [mais que o previsto]. Foi gerador de riquezas para o mercado interno, para as exportações e para o emprego. O agro brasileiro não deixou de empregar. Alguns setores até aumentaram o emprego durante este período difícil da pandemia”, ressaltou a ministra.

Tereza Cristina atribuiu a safra recorde de grãos 2019/2020, estimada em 253 milhões de toneladas pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), ao investimento em pesquisa e desenvolvimento e à boa chuva na maior parte dos estados no início do ano. Segundo ela, a articulação com o Ministério da Infraestrutura, no início da pandemia, foi essencial para impedir problemas de logística e evitar desabastecimentos.

“Nós precisávamos organizar o abastecimento do nosso mercado interno e também não descumprir os contratos internacionais. O ministro Tarcísio [de Freitas], da Infraestrutura, foi fundamental porque a colheita não pode esperar. O produto precisa ser colhido naquele momento e tivemos um problema de logística e de cuidado com as pessoas nessa pandemia. Montamos um grupo, fizemos um planejamento e, até agora, tudo tem dado certo”, declarou.

Exportações

A ministra ressaltou que as exportações do agronegócio cresceram 10% no primeiro semestre (em relação aos seis primeiros meses de 2019) e totalizaram US$ 61 bilhões. “O Brasil é o celeiro do mundo. Alimentamos nossos 212 milhões de habitantes e exportamos para alimentar mais de 1 bilhão de pessoas no mundo”, declarou.

Para Tereza Cristina, a abertura de novos mercados foi imprescindível para manter o crescimento das vendas externas e diversificar a pauta, reduzindo a dependência da soja e das carnes. Segundo ela, o Brasil passou a exportar alimentos para 51 novos mercados apenas em 2020 como resultado de negociações com parceiros comerciais. Desde 2019, 89 novos mercados foram abertos para o agronegócio brasileiro.

Entre os produtos que passaram a ser exportados, estão laticínios (queijo, iogurte e leite em pó) para a China, castanha de baru e chá-mate para a Coreia do Sul, peixes para a Argentina, castanha para a Arábia Saudita e gergelim para a Índia.

Outro fator que, segundo a ministra, deve impulsionar as exportações brasileiras é o reconhecimento de quatro estados – Acre, Paraná, Rio Grande do Sul e Rondônia- e de regiões do Amazonas e do Mato Grosso como áreas livres de febre aftosa sem vacinação. Ela explicou que, em maio, a Organização Mundial de Saúde Animal (OIE) deverá ratificar a decisão do Ministério da Agricultura, o que liberará a carne bovina desses estados para exportações sem vacinação, valorizando o produto brasileiro no mercado internacional.

Plano Safra

Em relação à safra de 2020/2021, que começa a ser plantada neste semestre, a ministra ressaltou que o Plano Safra deste ano destina R$ 236 bilhões em crédito subsidiado para os produtores rurais. Segundo Tereza Cristina, neste ano, o plano privilegia os pequenos e médios produtores, que tradicionalmente têm mais dificuldade de acesso ao crédito, e projetos de sustentabilidade e de tecnologia da informação no campo.

Veja na íntegra

Edição: Liliane Farias

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