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:: 10/ago/2020 . 15:56

E NO MUNDO SURREALISTA DAS ONGS

As ONGs ambientalistas, indigenistas, e oportunistas. Que financiadas por organizações estrangeiras, povoam a Amazônia.

Entram em estado de pavor com a reação brasileira, que vai pra cima da lambança. Sentem que o fumo vai entrar…

E já começam a mover seus tentáculos dentro do STF. Clique aqui. 

Vai entrar aos pedaços ou a tora toda?

Baiano cria plataforma que prevê segurança do mar para banhistas e trabalhadores

Projeto fornece informações e previsões oceanográficas que impactam na vida de pessoas em todo o litoral

Facilitar o acesso a informações sobre onda, maré, ventos, correntes e outras previsões oceanográficas que facilitam a vida de quem trabalha no mar ou habita o litoral baiano. Esta é a proposta desenvolvida por Rafael Mariani, que teve início durante seu mestrado em oceanografia física na Universidade Federal da Bahia (Ufba) e agora ganha formato de plataforma online, totalmente gratuita, que busca promover a cultura oceânica entre a população baiana. “Idealizei o trabalho em sintonia com três objetivos da Década da Ciência Oceânica para o Desenvolvimento Sustentável 2021-2030 da ONU, que trazem conceitos de um oceano seguro, previsto e transparente, que possa ser acessível para a sociedade”, destacou Rafael.

Segundo o criador da plataforma, chamada Bahiamares, a inspiração para o surgimento do projeto veio do anseio de evitar acidentes náuticos. “Navegando de standup paddle no Porto da Barra, eu me deparei com outras duas pessoas também em standup, que claramente eram inexperientes na prática. Eu sabia que, naquele dia e naquele momento, as correntes de maré eram fortes e em direção para fora da baía. Antes de sair de casa, já previa isso e já sabia o que fazer em caso de dificuldades com a correnteza. Já eles, não sabiam e cada vez mais adentravam numa zona mais perigosa até que os dois foram arrastados para fora da baía e precisaram de um resgate imediato de embarcação. Apesar de terem sido resgatados são e salvos, eu fiquei muito incomodado, pois eu gostaria de ter ajudado e pensei como poderia ter evitado este acidente. A partir daí surgiu a ideia de disponibilizar previsões oceanográficas de fácil acesso e entendimento, a fim de estabelecer um conhecimento prévio sobre a hidrodinâmica da região”, explicou.

Rafael destaca que o maior diferencial desta plataforma é a linguagem mais acessível voltada para o público leigo, com alerta de periculosidade gerado diariamente para o dia atual e os próximos sete dias. O serviço conta ainda com uma ferramenta que permite tirar dúvidas com oceanógrafos especialistas formados pela Ufba, através das redes sociais. “Integrar diversas informações sobre as condições do mar, com imagens de satélite, explicações e infográficos, torna esta plataforma uma alternativa para melhorar não só a qualidade de vida das pessoas que moram ou trabalham na região litorânea, mas para todas as pessoas que buscam ter um melhor contato com a vida marítima, inclusive turistas. Assim, a gente consegue gerar mais segurança para quem vai ao mar, otimizar as atividades náuticas, a partir da antecipação da tomada de decisões, e desmitificar alguns conceitos do oceano baseados em credo popular”, disse.

O projeto encontra-se em fase de análise de feedback dos usuários para seguir para a próxima etapa de desenvolvimento. “Para o futuro, penso em transformar a Bahiamares em um aplicativo, no qual fique ainda mais fácil às pessoas acessarem. Desejo também aumentar a disseminação dos alertas oceânicos e levar educação ambiental a milhares de pessoas por meio das redes sociais”, concluiu Rafael. A Bahiamares conta com apoio técnico de oceanógrafos da Ufba e atualmente está em busca de apoiadores, incubadoras, ou patrocinadores para conseguir dar continuidade ao serviço.

Bahia Faz Ciência

A Secretaria Estadual de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti) e a Fundação de Amparo à Pesquisa da Bahia (Fapesb) estrearam no Dia Nacional da Ciência e do Pesquisador Científico, 8 de julho de 2019, uma série de reportagens sobre como pesquisadores e cientistas baianos desenvolvem trabalhos em ciência, tecnologia e inovação de forma a contribuir com a melhoria de vida da população em temas importantes como saúde, educação, segurança, dentre outros. As matérias são divulgadas semanalmente, sempre às segundas-feiras, para a mídia baiana, e estão disponíveis no site e redes sociais da Secretaria e da Fundação. Se você conhece algum assunto que poderia virar pauta deste projeto, as recomendações podem ser feitas através do e-mail comunicacao.secti@secti.ba.gov.br

História resgatada do lixo: geólogo banca garimpo de fotos antigas feito por catadores

Rubens Antonio, 60, reúne acervo com centenas de imagens adquiridas ao longo de 8 anos junto a recicladores no Corredor da Vitória; veja se reconhece alguém


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Foto: Acervo Rubens Antonio

Na 5ª série, todo mundo sabe, ou logo descobre, qual a cor do cavalo branco de Napoleão, ou até mesmo a posição em que ele perdeu a guerra, embora quem seja o dito cujo ninguém tenha vaga noção. Pra mim, é um exemplo claro de como a grande história, ou os grandes feitos de alguma personalidade, podem ser, à primeira vista, menos interessantes que a sua vida privada, seus dramas comuns a qualquer ser humano idem.

Agora, trazendo para a nossa realidade: e a vida cotidiana dos cidadãos comuns (incluindo os engenheiros civis formados), também podem ajudar a contar a Grande História? Para o geólogo Rubens Antonio, 60 anos, também licenciado e bacharel em História pela Ufba, a resposta é um sonoro sim.

Rubens Antonio, 60, fez acordo com recicladores e há 8 anos compra na mão deles material antigo achado no lixo (Foto: Acervo pessoal)

“Trabalhando no Museu Geológico, eu sempre fiz a trajetória ali em torno do Corredor da Vitória e, certa feita, eu passando, vi no lixo umas fotos antigas em preto e branco. E eu não tive dúvida: meti a mão na lixeira, catei, trouxe para o apartamento, higienizei, fiquei olhando e pensei ‘poxa, são tão belas, e tem tanta coisa aí’”, refletiu o geólogo, ao vislumbrar o potencial produtivo daquela terra à vista, que já explora há quase uma década.

Postal da Praça Castro Alves do início do século passado (Foto: Acervo Rubens Antonio)

Parceria com catadores
Para tal intento, buscou ajuda no front. “Atentei que esses recicladores, geralmente pessoas que vivem na rua, têm lidado com esse material [fotos descartadas]. Só que para eles não era fonte de renda. Eles pegam garrafas, metais etc, mas as fotos são papel que eles geralmente não usam. Decidi sinalizar para eles: ‘peguem livros antigos e fotografias antigas, preta e branca’, e comecei a conversar com um e com outro. Pra eles virou uma fonte de renda: naquelas lixeiras, no reciclável, era mais um produto, e pra mim foi maravilhoso”, explica Rubens, que garante bônus quando o achado tem valor simbólico extra.

“Quando eu to folheando, se eu percebo que tem fotos que são especiais, até de cunho histórico, como de ex-governadores, por exemplo, eu os procuro e complemento o valor. Então, tem que ter um jogo de honestidade, de confiança entre eles e eu”, comenta o geólogo, citando como exemplo uma imagem do ex-governador Roberto Santos (ver abaixo) visitando a micro-região de algum lugar que não dá pra ler.

Ex-governador Roberto Santos em visita ao interior do estado (Foto: Acervo Rubens Antonio)

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