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Ministro exonera diretor de secretaria de operações integrada

André Mendonça quer sindicância sobre trabalho da secretaria

Publicado em 04/08/2020 – 14:58 Por André Richter – Repórter da Agência Brasil – Brasília

O ministro da Justiça e Segurança Pública, André Mendonça, exonerou hoje (4) o diretor de inteligência da Secretaria de Operações Integradas, Gilson Libório de Oliveira Mendes. A medida foi publicada no Diário Oficial da União (DOU) e tomada após o ministro determinar a abertura de uma sindicância para apurar o trabalho da secretaria no levantamento de informações para a prevenção de crimes e preservação da segurança da população.

De acordo com a nota divulgada à imprensa ontem (3) pela pasta, a comissão de sindicância será composta por um delegado da Polícia Federal, um integrante da corregedoria do ministério, um procurador da Fazenda Nacional e um auditor da Controladoria-Geral da União (CGU).

A pasta também informou que o ministro está à disposição da Comissão Mista de Investigação da Atividade de Inteligência do Congresso para prestar esclarecimentos.

Edição: Bruna Saniele

Em videoconferência, parlamentares conhecem benefícios da FIOL para logística nacional

A fim de dar maior celeridade às obras da Ferrovia de Integração Oeste Leste (FIOL), com maior injeção de recursos, a diretoria da Valec se reuniu com a Frente Parlamentar de Logística e Infraestrutura (Frenlogi) e representantes do Instituto Brasil Logística (IBL).

No encontro, promovido por videoconferência, foram apresentados detalhes sobre o andamento do empreendimento e as necessidades orçamentárias para a conclusão das duas primeiras etapas da ferrovia.

O diretor-presidente da Valec, André Kuhn, destacou aspectos importantes da FIOL para a economia regional e nacional, como geração de empregos diretos e indiretos, redução do custo logístico, redução de acidentes, entre outros benefícios.

Kuhn lembrou que a meta da atual gestão é preparar A FIOL 1 para concessão e concluir a FIOL 2 até o final de 2022. “É um volume enorme de obras a serem executadas. São R$ 13.9 bilhões de investimento nos três trechos. E para isso, nosso pleito aqui hoje e pedir apoio do Parlamento, bem como da Frenlogi, a viabilização de emendas parlamentares destinadas a construção da ferrovia ”, enfatizou.  

No encontro, os parlamentares e assessores também tiveram conhecimento dos recursos necessários para levar a FIOL 2 a leilão, que chega a R$ 1.7 bilhão. Essa etapa é onde estão centrados os esforços da diretoria no momento, já que o trecho conta com 39% de obras concluídas. “Nossa meta é viabilizar a logística. A sociedade não pode esperar mais, o que puder ser feito para antecipar a execução, vai ser bom para o país, produtores e pagadores de impostos”, concluiu o diretor-presidente. 

Também contribuíram com informações e esclarecimentos o diretor de Finanças e Administração, Marcio Medeiros, de Engenharia, Washington Luke, e de Negócios, Jeferson Cheriegate. 

FIOL em Números

A fim de esclarecer ao Parlamento a grandiosidade da ferrovia para logística do país, a Assessoria de Comunicação (ASCOM) da Valec preparou um material gráfico em que apresenta a FIOL em números. 

No material físico, que será entregue às bancadas parlamentares em momento oportuno, podem ser encontradas, por exemplo, informações de toda extensão da FIOL, que chega a quase 1500 quilômetros.

Outro dado importante destacado é o de que a construção da ferrovia vai gerar em torno de 18 mil empregos diretos e indiretos, redução de até 73% no frete médio da tonelada por quilômetro, além de 523 acidentes a menos envolvendo caminhões.

 

Assessoria de Comunicação Social 
Valec Engenharia, Construções e Ferrovias S.A. 
(61) 2029-6297 
ascom@valec.gov.br 
twitter.com/valec_ferrovias 
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‘Cartório’ da Anvisa para a telemedicina é escondido do Bolsonaro

Burocratas do próprio governo escondem do presidente Bolsonaro um projeto absurdo, prestes a ser sacramentado pela Anvisa, criando um “cartório”

Burocratas do próprio governo escondem do presidente Bolsonaro um projeto absurdo, prestes a ser sacramentado pela Anvisa, criando um “cartório” que dificultará a receita médica por meio eletrônico, prevista na Lei da Telemedicina. Para emitir a receita, o médico será obrigado a pagar caro por sua “certificação eletrônica” no tal “cartório” e a farmácia terá de obter o “ok” do mesmo “cartório”, via internet, para vender o remédio. Se for um dia de internet ruim, o doente ficará sem o remédio. A informação é da Coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder.

Por trás da malandragem cartorial retrógrada, em gestação na Anvisa, está o milionário negócio da venda da tecnologia de certificação.

Mantendo o presidente alheio, a Anvisa poderá aprovar sua invenção. Quando Bolsonaro a descobrir, terá de aceitar o fato consumado.

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