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:: 23/jun/2020 . 20:00

COMUNISMO É SÓ VAGABUNDAGEM

RESPOSTA DO PRESIDENTE DO FLAMENGO AO JORNAL NACIONAL DA REDE GLOBO.

Mengão do meu coração.

“É repugnante o jornalismo cadavérico da Rede Globo ao retratar o retorno do Campeonato Carioca, dizer que foi “melancólico e repulsivo o Flamengo comemorar gols enquanto dois pacientes morriam no hospital de campanha ao lado do estádio”. A hipocrisia dessa imprensa tendenciosa busca outros objetivos nada humanistas e sim financeiros. Se por acaso o Flamengo não jogasse alguém deixaria de morrer? Contestar a segurança dos atletas, todos testados negativo, dentro de um campo com mais de 6000 m² e um estádio rigorosamente esterilizado é duvidar da inteligência crítica do carioca. Em qualquer ônibus na cidade aglomera-se o dobro dos atletas que entraram em campo, e o que dizer dos shoppings, bancos e supermercados? Esse odiozinho homeopático espalhado a cada dia em terrorismo informativo é mais grave do que a pandemia que nos assola.”

Rodolfo Landim, Presidente do Clube de Regatas do Flamengo.

O VENENO DA NOITE!

‘ESTÃO PASSANDO O RÔDO COM GOSTO DE GÁS’

Ditado que o povo fala.

Paciência…

Ministra diz que Brasil pode intensificar produção sem derrubar árvore

Tereza Cristina participou de seminário sobre finanças verdes

A ministra da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Tereza Cristina, disse hoje (23) que o desenvolvimento do mercado de finanças verdes do setor agropecuário ajudará o país a continuar intensificando a produção de comida para atender mercados internacionais, ao mesmo tempo que preserva o meio ambiente.

A ministra participou do seminário virtual Destravando o Potencial de Investimento Verdes para Agricultura no Brasil, promovido pela Climate Bonds Initiative (CBI), organização internacional sem fins lucrativos com foco em investidores. O objetivo da CBI é mobilizar o mercado de títulos relacionados a soluções para a mudança do clima.

“A intensificação da produção de comida no Brasil para atender mercados internacionais é uma forma de se otimizar o uso global de recursos naturais. Tudo isso sem ser necessário derrubar uma árvore sequer”, disse a ministra.

Notícias Relacionadas

“Nossas lavouras ocupam cerca de 8% do território brasileiro e ainda não atingiram a plenitude da sua produtividade. Podemos crescer muito mais com as tecnologias que vêm sendo desenvolvidas. Nossa pecuária, que ocupa cerca de 20% do território brasileiro, está passando por um dramático aumento de eficiência”, disse.

Segundo a ministra, devido ao aumento da eficiência, áreas de pastagens vêm sendo abandonadas e podem ser reaproveitadas para a produção de alimentos. Maria Tereza disse que com o apoio do mercado de finanças verdes para financiar o setor agropecuário, o país continuará a manter intacta 66% da vegetação nativa.

Plano de investimento

Durante o evento, foi lançado o Plano de Investimento para a Agricultura Sustentável, que objetiva estimular o desenvolvimento de um mercado de títulos verdes (green bonds) para o setor agropecuário e a adoção de práticas de tecnologias sustentáveis no Brasil.

Os green bonds são títulos de dívida usados para captar recursos a fim de implantar ou financiar projetos e compra de ativos, capazes de trazer benefícios ambientais.

De acordo com o plano, as oportunidades de investimentos na agricultura sustentável somam, inicialmente, US$ 163,3 bilhões (R$ 692,4 bilhões).

Doenças

A ministra Maria Tereza disse que o setor agropecuário pode contribuir para evitar a disseminação de doenças, como a pandemia provocada pela covid-19. “Estamos passando por um triste período de pandemia, e a humanidade não pode mais passar por essa experiência. Na mitigação desse risco, a agropecuária brasileira tem enorme contribuição a dar, proporcionando ao mundo alimentos seguros”, disse.

Tereza Cristina disse ainda que as propagações recentes de doenças decorrem de zoonoses virais, que surgem majoritariamente pelo manejo inadequado de animais criados para consumo humano. Ela acrescentou que no Brasil há protocolos para a criação de animais sadios. “Aqui no Brasil já temos protocolos que garantem animais sadios a partir da integração entre lavoura, pecuária e floresta desenvolvida pela Embrapa [Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária] e que necessitam de apoio para serem universalizadas pela nossa agropecuária”, disse.(ABr)

DIÁRIO OFICIAL – EDIÇÕES 128 E 129 DE 22 DE JUNHO DE 2020

Registros

Registros encontrados: 1362

  • Edição Nº 129

    22/Junho/2020

    Diário Oficial

    Data: 22/06/2020Hora: 21:57

    Edição especial – Transparência Ilhéus COVID-19

    Decreto n. 045/2020 do Município de Ilhéus/BA: Dispõe sobre a proibição da queima de fogueiras e fogos como complementação das medidas de enfrentamento ao novo coronavírus (COVID-19), no âmbito do município de Ilhéus e dá outras providências

    Tamanho: 2.404MB

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  • Edição Nº 128

    22/Junho/2020

    Diário Oficial

    Data: 22/06/2020Hora: 21:23

    Republicação por incompletude da Lei n. 4.064, de 18 de junho de 2020: Altera Lei 3.746, de 09 de outubro 2015 e dá outras providências

    Decreto(s) s/n de exoneração(ões)/nomeação(ões) de servidor(es) público(s) do Município de Ilhéus/BA

    Portaria n. 025 de 22 de junho de 2020 da Secretaria de Meio Ambiente e Urbanismo: INDEFERE a solicitação de Licença Ambiental a TIE TECNOLOGIA INDUSTRIAL DE ELETRONICA, sob CNPJ 31.648.866/0001-37, para atividade de de fabricação de periféricos para equipamentos de informática, localizado na Rodovia Ilhéus-Uruçuca, s/n, Setor Distrito Industrial, quadra D, lote 13 e 14 – Iguape, Ilhéus/BA

    Portaria n. 026 de 22 de junho de 2020 da Secretaria de Meio Ambiente e Urbanismo: INDEFERE a solicitação, de Autorização Ambiental a GILMAR BOMFIM SANTOS, para atividade de remoção de barro para nivelamento de terreno, no Centro do Sítio Arena Enseada, Ilhéus/BA

    Portaria Interna n. 01, de 22 de Junho de 2020 da Guarda Municipal de Ilhéus/BA: Nomeia Comissão interna do Processo Simplificado de Seleção Interna para a Capacitação de Guardas Civis Municipais para utilização de armamento letal

    Ratificação, Adjudicação e Homologação do Processo de Dispensa n. 025/2020 do Fundo Municipal de Saúde de Ilhéus/BA

    Ratificação, Adjudicação e Homologação do Processo de Dispensa n. 046/2020 do Fundo Municipal de Saúde de Ilhéus/BA

    Errata do extrato do 2º Termo de prorrogação ao contrato n. 0041-S/2018 do Fundo Municipal de Saúde de Ilhéus, publicado em 16 de junho de 2020 – Diário Oficial Eletrônico | edição n. 124, Caderno I

    Tamanho: 2.463MB

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Petrobras paga à União R$ 76 milhões da produção de petróleo e gás

Valor resulta de acerto de contas entre a Petrobras e a PPSA

A Pré-Sal Petróleo S.A. (PPSA), empresa vinculada ao Ministério de Minas e Energia, responsável pela gestão dos contratos de partilha de produção, gestão da comercialização de petróleo e gás natural na área do pré-sal, fechou acerto de contas com a Petrobras no valor de R$ 76 milhões. O dinheiro corresponde à parcela da União na produção de petróleo e gás natural no campo de Tartaruga Verde Sudoeste, objeto de contrato de partilha de produção assinado em 17 de dezembro de 2018.

Com esse acordo, anunciado nesta segunda-feira (22), no Rio de Janeiro, a Petrobras está ressarcindo, em espécie, a parcela de produção a que a União teria direito desde a assinatura do contrato de partilha até 31 de dezembro do ano passado. Essa parcela não foi comercializada pela PPSA e acabou ficando com a Petrobras.

Todo o petróleo e gás da União produzido no campo de Tartaruga Verde Sudoeste a partir do dia 1º de janeiro de 2020 passa a ser vendido pela PPSA. Como a participação da União no campo é pequena, a expectativa é que a primeira carga de petróleo seja comercializada dentro de um ano.

Gás natural

A assessoria de imprensa da empresa informou que, em dezembro de 2019, foi feito um contrato para comercialização do gás natural do campo, por um ano, com a Petrobras. Nenhum recurso ficará com essa companhia. Tudo o que ficou com a Petrobras entre 2018 e 2019 – os R$ 76 milhões – está sendo pago agora. A PPSA esclareceu que o contrato de compra e venda de gás natural com a Petrobras para o gás produzido no campo de Tartaruga Verde Sudoeste prevê que todos os recursos serão pagos à União.

A PPSA representa ainda a União nos acordos de individualização da produção. De acordo com a empresa, sempre que o limite de uma jazida petrolífera ultrapassa a área concedida ou contratada, é necessária a realização de um Acordo de Individualização da Produção (AIP) ou Unitização. No Polígono do Pré-Sal e em áreas estratégicas, a Pré-Sal Petróleo representa a União nesses acordos, quando estes envolvem uma área não contratada.

O objetivo é “garantir a exploração conservativa de uma jazida de petróleo ou gás natural, distribuindo de forma equânime, entre os titulares de direitos de exploração e produção da jazida compartilhada, os direitos e obrigações indivisas (inteiras) inerentes aos respectivos contratos de exploração e produção”, explicou a empresa. A PPSA já concluiu sete Acordos de Individualização da Produção e trabalha em outros 13 acordos potenciais.(ABr)

Agricultura sem queima na Amazônia é recomendada pela Cepal

Método Tipitamba substitui queimada pelo sistema de corte e trituração

Fotografia aérea Floresta amazônica, plantação. Marcelo Camargo/Agencia Brasil

No ano passado, a taxa de desmatamento por corte raso atingiu 10.129 quilômetros quadrados nos nove estados que formam a Amazônia Legal. Essa é a maior extensão de destruição florestal em onze anos, conforme divulgado recentemente pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe).

Os dados, utilizados pelo governo federal e por pesquisadores, são do Projeto de Estimativa do Desflorestamento da Amazônia (Prodes), do Inpe, que faz uso de imagens dos satélites CBERS-2/2B (parceria sino-brasileira), Landsat-5/TM (norte-americano) IRS-1 (indiado) e UK-DMC2 (inglês).

Nos anos 1980, muito antes desses satélites serem lançados na órbita terrestre e poderem medir o impacto da ação humana na floresta, um projeto nascia no nordeste do Pará criando alternativa para as queimadas, prática recorrente na região, assim como no Cerrado, para preparação do solo para a lavoura. Quando feita fora de controle ou com propósito criminoso, a queimada é uma das pontas de lança do desmatamento da Amazônia.

A partir de um projeto de cooperação técnica internacional, pequenos agricultores, pesquisadores da Embrapa e pesquisadores das universidades alemãs de Göttingen e de Bonn desenvolveram uma forma de preparar o solo sem por em risco a floresta. O método do projeto, que no ano 2000 foi batizado como Tipitamba, substitui a queimada pelo sistema de corte e trituração para a preparação de terrenos que servirão para o plantio.

Para a preparação da lavoura também são plantadas árvores leguminosas de rápido crescimento, como Inga, Tachi, Palheteira, que criam biomassa e auxilia a fixação de nutrientes no solo. O resultado é o aumento da colheita em culturas como feijão, milho e mandioca além da incorporação de espécies frutíferas, como cacau e castanha-do-Brasil na roça.

“A tecnologia influencia favoravelmente as propriedades físicas, químicas e biológicas do solo, além do que a adoção permite também usufruir os serviços ambientais associados à presença da vegetação secundária em pousio (capoeira) que inclui melhoria no balanço e captura de carbono, transporte de água para a atmosfera, proteção à lixiviação [processo erosivo] e restauração ecológica. O preparo de área sem o uso do fogo, associado ao enriquecimento de capoeira e a sistemas agroflorestais, resgata a sustentabilidade econômica, social e ecológica da produção na unidade familiar rural amazônica.”

A descrição consta em artigo publicado pela Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe (Cepal), ligada às Nações Unidas. Recentemente, o escritório da Cepal no Brasil reconheceu o Tipitamba como um “investimento que poderia ser replicado e ganhar escala. Esse projeto reúne muitos elementos do desenvolvimento sustentável: baixo gasto e custo acessível, aumento de produtividade, ganhos na renda dos agricultores”, aponta a economista Camila Gramkow, oficial do escritório.

Tipitamba foi um dos 15 projetos nacionais, entre 131 apresentados, que mereceram destaque na iniciativa da Cepal chamada “Big Push para a Sustentabilidade”, nome em referência à teoria do economista Paul N. Rosenstein-Rodan, de origem polonesa. “Esse reconhecimento [da Cepal] resgatou a identidade do projeto, como uma rara estratégia de garantir sustentabilidade temática de longo prazo”, descreve Tatiana Sá, pesquisadora da Embrapa Amazônia Oriental. 

Atualmente, 118 famílias produzem alimentos conforme o método nos municípios de Igarapé-Açu, Marapamim, Irituia, São Domingos do Capim e Tomé- Açu no Pará. Com apoio da Embrapa a ideia também chegou ao Amapá, Amazonas, Roraima e Acre.

Edição: Liliane Farias

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