WebtivaHOSTING // webtiva.com . Webdesign da Bahia

:: 30/maio/2020 . 17:34

Pesquisa: mais de 65% é favor de adiar eleições de outubro, em combate à pandemia

Instituto Paraná Pesquisas também aponta que para quase 62% dos brasileiros, prefeito que lida bem com o surto do vírus é favorito para vencer

Levantamento do Paraná Pesquisa revela que a maioria dos brasileiros (65,3%) é favor de adiar as eleições de outubro deste ano para novembro ou dezembro, em razão da pandemia do novo coronavírus no País. Para 28,7% as eleições não devem ser adiadas e 6% não soube responder ou não opinou. O instituto de pesquisa ouviu 2.280 brasileiros em 230 municípios dos 26 estados e do Distrito Federal.

O Paraná Pesquisas também avaliou a opinião dos eleitores sobre a atuação do governo municipal da sua cidade: para 42,3% prefeitos estão atuando de forma ótima (14,1%) ou boa (28,2%). Já para 28,7%, os chefes dos governos municipais estão agindo de forma ruim (11,6%) ou péssima (17,1%). Para 26,2% a atuação é regular e 2,8% não respondeu ou opinou.

Notícias Relacionadas

Em relação às chances dos atuais prefeitos de serem reeleitos, o instituto Paraná mostra que 61,8% dos brasileiros acreditam que os políticos que estão indo bem na crise do coronavírus são os favoritos para a eleição municipal deste ano. Para 30.6% eles não são favoritos e 7,6% dos entrevistados não respondeu ou opinou.

A CÂMARA DE VEREADORES DE ILHÉUS E AS ESTATÍSTICAS DO OBSERVATÓRIO SOCIAL

ESPECIALISTAS QUESTIONAM ESTUDO QUE INVALIDOU USO DE CLOROQUINA

Pesquisadores afirmam que não há como revisar os dados utilizados

Após afirmar em artigo médico-científico que o uso da hidroxicloroquina não é eficaz e pode causar riscos cardíacos para pacientes, a revista médica The Lancet – uma das mais antigas publicações da área, em circulação desde 1823 – foi questionada publicamente pela metodologia e pelo viés nos resultados da pesquisa.

Em carta aberta ao público, 120 cientistas médicos, pesquisadores e estatísticos de várias partes do mundo, em especial Itália, França, Espanha e Estados Unidos, de várias instituições médicas de renome, como a Harvard Medical School, o Imperial College London, Universidade Médica da Pensilvânia, Universidade Duke, entre outras, afirmaram que não há como revisar os dados utilizados, já que os nomes dos pacientes e os hospitais onde foram registrados os números não estão disponíveis para consulta. Os especialistas apontaram, ainda, uma falta de “revisão ética” na publicação.“É por interesse na transparência [das informações] que solicitamos que a publicação The Lancet torne aberta a pesquisa aos comentários dos pares que fizeram a revisão desse estudo”, afirma o documento.

Em uma rede social, o professor de infectologia da Universidade australiana de Monash Allen Cheng – que assina a carta aberta à revista – afirma que, apesar de haver óbitos de cidadãos australianos medicados com cloroquina no estudo, os números não batem com a realidade documentada pelo país, o que levanta suspeita sobre a base de dados utilizada para validar o levantamento.

Allen Cheng@peripatetical

A large group of us have expressed concern about The Lancet HCQ/CQ study (10.1016/S0140-6736(20)31180-6). @TheLancet https://zenodo.org/record/3862789#.XtA-b2gzZaT 

An open letter to Mehra et al and The Lancet

Open letter to MR Mehra, SS Desai, F Ruschitzka, and AN Patel, authors of “Hydroxychloroquine or chloroquine with or without a macrolide for treatment of COVID-19: a multinational registry analysis”….

zenodo.org

235 pessoas estão falando sobre isso

O artigo publicado pelo jornal médico levou a OMS a suspender as pesquisas com a hidroxicloroquina como possível medicamento contra a covid-19. 

Críticas ao estudo

Entre os argumentos citados na carta, a forma como os dados foram obtidos foi a maior razão de críticas dos autores. O instituto responsável pela filtragem das informações dos pacientes clínicos é a empresa Surgisphere – uma companhia de mineração de dados médicos que não revela as fontes de onde as informações são colhidas. Os autores, que endereçaram o documento ao editor-chefe da revista, o médico britânico Richard Horton, pediram ainda que a Organização Mundial da Saúde (OMS) valide de forma independente os estudos sobre a cloroquina, a hidroxicloroquina e os protocolos antirretrovirais ainda em estudo em diversas partes do mundo.

O levantamento

Segundo o estudo publicado pela The Lancet, quatro cardiologistas avaliaram dados de 671 hospitais distribuídos por diversos continentes. Cerca de 96 mil pessoas fizeram parte do levantamento, sendo que 15% – 14.888 pacientes – foram medicados com 4 combinações diferentes de medicamentos, mas nenhum com o mesmo protocolo adotado no Brasil, que envolve também azitromicina e zinco.

 

Edição: Narjara Carvalho

contador free


Webtiva.com // webdesign da Bahia

maio 2020
D S T Q Q S S
« abr   jun »
 12
3456789
10111213141516
17181920212223
24252627282930
31  


WebtivaHOSTING // webtiva.com . Webdesign da Bahia