WebtivaHOSTING // webtiva.com . Webdesign da Bahia
embasa

:: 10/maio/2020 . 15:52

Brasil de muitos rios e pouca política hidroviária

O primeiro canal artificial para a navegação fluvial conhecido é o Grande Canal da China construído no século VI. Na Europa o canal “Naviglio Grande ligou Milão ao Mar Adriático no século XI e na Alemanha o canal de Stecknitz em 1398.

Apesar de o Brasil, por suas dimensões territoriais, ser “uma Europa” encaixada na América do Sul e também o país com maior disponibilidade de água doce da região, com seus vários sistemas fluviais ou bacias hidrográficas, não utiliza todo o potencial de rios e lagos para o transporte de carga. Ainda que as rodovias tenham possibilitado acesso e mobilidade a todo o território nacional, faltam políticas competentes à navegação interior.

Imagem do Jornal da USP

Artigo | Sílvio dos Santos
As cidades e seus rios: pelo resgate da riqueza fluvial

O engenheiro e professor Sílvio dos Santos, em As cidades e seus rios: pelo resgate da riqueza fluvial, um artigo robusto, objetivo e com estética, aborda a importância das cidades terem seus rios como aliados importantes para o abastecimento. Assim, produtos são distribuídos e pessoas são transportadas como fator de desenvolvimento econômico e social. É o que propõe o projeto do Hidroanel Metropolitano de São Paulo, uma rede de vias navegáveis composta pelos rios Tietê e Pinheiros, represas Billings e Taiaçupeba, além de um canal artificial ligando essas represas, totalizando 170km de hidrovias urbanas.

Da Redação
Hidrovias do Brasil registra crescimento

Diferente do que ocorre na Europa, e em outros países também comparáveis a sua extensão, como Estados Unidos, Rússia e China, o Brasil não utiliza todo o potencial de seus sistemas fluviais para aumentar a sua capacidade de transporte e baratear o custo final do produto. O sistema fluvial brasileiro explorado hoje para transportar carga tem extensão aproximada de 22 mil quilômetros, dos quais 80% estão na região Amazônica.

Editorial 
Ação e gestão para ter hidrovias no Brasil

O Sistema Nacional de Viação (SNV), constituído pela infraestrutura física e operacional dos vários modos de transportes, já propôs ao Congresso Nacional uma ampliação da rede fluvial nacional para atingir cerca de 62 mil quilômetros com potencial de exploração comercial. Como é fácil perceber, não é por falta de proposta viável. Ante esse impasse, cabe à Universidade o elevado papel de oferecer a visão necessária e um caminho para a sociedade.

Leia também 
Hidrovias para fluir o comércio do Brasil

Compete ao Ministério da Infraestrutura implantar as políticas de transporte. Não faltam planos nem rios para implementar um sistema fluvial compatível com a extensão do território e a necessidade do Brasil. Está posto o debate para esclarecer o que dificulta a construção de hidrovias, tão cruciais na geração de trabalho.

Autópsias de Bergamo: O problema principal não era o coronavírus

Di Cesare Sacchetti

A verdade sobre o que realmente aconteceu em Bergamo no mês passado começa a emergir. O Dr. Giampaolo Palma, cardiologista com muitos anos de experiência e atualmente operando em um centro especializado em doenças cardiovasculares em Salerno, explicou cuidadosamente quais seriam as verdadeiras causas de morte para pacientes positivos da Covid.

A anomalia de mortes registradas na área de Bergamo não teria sido a conseqüência direta de uma pneumonia intersticial, mas o resultado de microtrombose venosa.

Depois de realizar várias autópsias em 50 cadáveres no hospital Papa Giovanni XXIII em Bergamo e outras 20 realizadas no Sacco em Milão, a comunidade médico-científica parece ter chegado a essa conclusão que muda completamente a narrativa que foi feita até agora.

Basicamente, os pacientes que morreram após uma infecção pelo Covid-19, excluindo outras doenças graves, sofreram as consequências dos primeiros diagnósticos errados.

O coronavírus não ataca os pulmões primeiro, mas afeta principalmente os vasos sanguíneos, impedindo o fluxo regular de sangue.

Seria, portanto, uma doença inflamatória vascular sistêmica.

É o próprio Dr. Palma quem explica como o vírus ataca o corpo de uma pessoa.

“Senhores, o Covid-19 danifica primeiramente os vasos, o sistema cardiovascular e, só então, atinge os pulmões! É a microtrombose venosa, não a pneumonia que determina a fatalidade!”

Se, portanto, o Covid afeta principalmente os vasos e o sistema circulatório, a dedução natural a seguir é que, substancialmente, é praticamente inútil ventilar artificialmente o paciente, se não até mesmo prejudicial, uma vez que os pulmões não recebem sangue suficiente.

“Se você ventila um pulmão onde o sangue não chega, é inútil! De fato, 9 em cada 10 pacientes morrem.”

Respiradores artificiais pioraram as coisas

O ponto da ventilação artificial é simplesmente fundamental. Toda a emergência foi provocada a princípio pelo fato de não haver vagas suficientes nas unidades de terapia intensiva em que os respiradores eram usados em pacientes com sintomas de Covid.

A ordem para ficar em casa emitida por todo o sistema nacional de saúde e pelo governo PD-M5S resultou substancialmente dessa suposição para evitar outras novas infecções e o consequente congestionamento da terapia intensiva.

Mas os respiradores artificiais não teriam resolvido o problema, pelo contrário, o teriam agravado.

As confirmações a esse respeito também vêm dos Estados Unidos.

Cameron Kyle-Sidell, médico do Maimonides Medical Center em Nova York, relata que o uso de respiradores artificiais levaria a uma deterioração da condição dos pacientes de Covid, resultando em sua conseqüente morte em 80% dos casos.

O motivo se deve ao fato de a pressão ventilatória nos pulmões de um paciente, que não apresenta pneumonia intersticial, cansaria o sistema respiratório e levaria a seu agravamento rápido.

O Dr. Kyle-Sidell chega a conclusões semelhantes às do Dr. Palma quando define o Covid-19 não como “pneumonia, mas como algum tipo de doença induzida por vírus”.

Mas a inflamação, como mencionado anteriormente, não ataca os pulmões, mas os vasos sanguíneos e é a partir deles que devemos começar para um diagnóstico correto, como explica o cardiologista.“Porque a inflamação, de acordo com o texto da escola, induz trombose através de um mecanismo fisiopatológico complexo, mas conhecido. Então? O que a literatura científica, especialmente a chinesa, dizia até meados de março, era que anti-inflamatórios não deveriam ser usados. Agora, na Itália, são usados anti-inflamatórios e antibióticos (como nas gripes) e o número de pacientes internados diminui.”

Os tromboembólios são, portanto, causados por inflamações que podem ser tratadas com medicamentos bastante baratos.

Acima de tudo, o ponto fundamental é que as internações hospitalares nesse caso são praticamente inúteis, se não contraproducentes, porque tiram camas de pacientes que mais precisariam de assistência hospitalar.

É o caso de pessoas que morreram de ataque cardíaco, cuja mortalidade praticamente triplicou desde que a emergência da Covid foi declarada.

Mas a conclusão mais chocante elaborada pelo Dr. Palma é esta.

“Porque o principal problema não é o vírus, mas a reação imune que destrói as células onde o vírus entra. De fato, em todas as repartições de Covid, os pacientes com artrite reumatóide nunca entraram e isso ocorre porque estão em terapia com cortisona”. O verdadeiro perigo, portanto, não viria da Covid, mas da inflamação do sistema imunológico que leva à destruição das células. O que o Dr. Palma alega parece já ter sido endossado por outros médicos que chegaram às mesmas conclusões.

A emergência do coronavírus serviu para estabelecer uma ditadura

Mas então, neste ponto, se o problema de toda essa emergência foi o diagnóstico e a terapia incorretos, a periculosidade do vírus basicamente desapareceu.Toda a mídia e o governo, com suas diversas e caras forças-tarefa, associaram imediatamente a causa das mortes ao coronavírus, sem nem mesmo saber o que realmente havia acontecido.

A esse respeito, pense na cena sombria dos caminhões militares em Bergamo que levaram os corpos de pessoas extintas para longe.

Foi transmitida a idéia de que os corpos dessas pessoas eram afetados por uma espécie de peste e que era necessário cremá-los o mais rápido possível. Mas a cremação limpa os vestígios e impede a autópsia, que esclarece as causas da morte.

Entre outras coisas, começaram a circular fotos falsas, mostrando uma fileira de caixões em uma sala que na verdade eram os caixões de migrantes que morreram em Lampedusa anos antes.

Tudo isso leva a dizer que em Bergamo havia uma vasta operação de terrorismo psicológico que tinha um objetivo: provocar um estado de completo choque e pânico na população.

Essas condições revelaram-se fundamentais para instaurar um clima de medo geral, de modo a motivar o estado policial em que a Itália se encontra. Se o Covid puder ser tratado em casa com medicamentos de custo muito baixo, fica claro que a emergência ao estado da arte não há.

Mantê-lo vivo é o pretexto para continuar a comprimir inaceitavelmente as liberdades pessoais dos cidadãos.

Da mesma forma, o mantra que se sairá da crise por meio de uma vacina é evidência da completa má-fé do governo e das grandes potências supranacionais que dirigem esse executivo fantasma.

A cura já foi encontrada. A imunização contra um vírus mutante seria completamente desnecessária e potencialmente prejudicial.

Outro aspecto relativo a Bergamo é precisamente o das vacinas.

Um estudo científico do Pentágono relatou que as vacinas aumentam o risco de infecção por coronavírus em 36%.

Se você for ver o número de vacinas realizadas na área de Bergamo, verá que houve uma imunização maciça desde novembro do ano passado contra influenza e meningococo.

Alguns meses depois, o coronavírus chegou e a máquina de terror começou.

Mas essa máquina evidentemente não tinha objetivo de proteger a saúde dos cidadãos.

Esta máquina queria alimentar a emergência para lançar a população italiana em um estado de caos.

Agora a verdade está emergindo e quem quer que a justiça seja feita às pessoas que morreram em Bergamo deve invocar a intervenção do judiciário.

Por negligência ou vontade política, é preciso entender o porquê e quem provocou essas mortes.

Essas mortes foram os meios do regime para suspender a Constituição.

Esses mortos merecem justiça e os italianos têm o direito de saber se pessoas foram mortas intencionalmente para estabelecer um estado policial na Itália.

Este blog é apoiado por doações de leitores. Se você também deseja ajudar a liberar informações, clique abaixo.

=> https://www.paypal.me/CesareSacchetti

Fonte: La cruna dell’ago – Il blog di Cesare Sacchetti

Previsões catastróficas sobre o coronavírus no Brasil não se confirmaram

Propagação da doença no país seguiram padrão próximo aos melhores cenários

A “Atualização Covid-19 nº15/2020” da Agência Brasileira de Inteligência (Abin), de 22 de março, previa três cenários para o Brasil: o pior seguia países como Irã e Itália, com 8,6 mil mortes em 215 mil casos até 5 de abril. Mas só em 6 de maio o Brasil chegou a 8,5 mil mortes. Se em março fosse mantido o ritmo de França e Alemanha, seriam 2,8 mil mortes em 70 mil casos há um mês, mas o Brasil ficou abaixo até disso. A informação é da Coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder.

A realidade é que em 5 de abril eram 486 óbitos em 11 mil casos, muito abaixo até das expectativas medianas, sem mencionar as catastróficas.

Se o Brasil tivesse se comportado como o Japão, seriam 154 mortos em 8 mil casos até o dia 5 de abril, o mais próximo do caso brasileiro.

Notícias Relacionadas

O Brasil tinha em 22 de março 1.546 casos que já atingiam os 27 estados, além de 25 óbitos, apontava o relatório de inteligência.

A pior expectativa para o Distrito Federal era de 1.300 casos ainda em março. Só chegou a esse número em maio, com 30 óbitos.

contador free

nao basta

Webtiva.com // webdesign da Bahia
maio 2020
D S T Q Q S S
« abr   jun »
 12
3456789
10111213141516
17181920212223
24252627282930
31  


WebtivaHOSTING // webtiva.com . Webdesign da Bahia