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:: 6/fev/2020 . 18:00

MAIS UMA VEZ FALANDO SOBRE O POLO DE INFORMÁTICA DE ILHÉUS – ESSE SIM, PRECISA SER REVITALIZADO! ===>>> 26/12/2017

Imagem colhida no Google by José Nazal

Desde os seus primórdios, venho fazendo criticas construtivas, as vezes cobranças mais duras, pela falta de um posto alfandegado no aeroporto de Ilhéus.

Enxergávamos que sem ele, o desembaraço de insumos que quase na sua totalidade são importados, a longo prazo iriam inviabilizar o nosso polo.

Infelizmente estávamos certos. Porém ainda é tempo de corrigir.

Com apoio e vontade política, ações fortes e determinadas, podemos ainda resolver a situação.

Não vou linkar todas as publicações para não ficar enfadonho, apenas estas duas abaixo, para que os leitores possam ter uma visão do que digo.

http://www.osarrafo.com.br/v1/2010/01/18/sobre-o-polo-de-informatica/ 

http://www.osarrafo.com.br/v1/2010/09/16/diagnostico-sobre-o-polo-de-informatica/

Após enquete proposta por Eduardo Salles, governador sugere nome da nova ponte do Pontal

Depois de receber uma lista tríplice com os nomes mais votados pela população por meio do programa de rádio do jornalista Vila Nova e o portal O Tabuleiro, o governador Rui Costa sugeriu que a nova ponte do Pontal seja batizada de Jorge Amado. A escolha do chefe do executivo baiano, no entanto, ainda será submetida à aprovação dos deputados estaduais em votação na Assembleia Legislativa da Bahia (ALBA).

 

Os outros dois nomes mais votados e encaminhados ao governador foram Altamiro Viana, profissional de comunicação que marcou época em Ilhéus e região, e Gabriela, uma das obras mais importantes do escritor baiano.

 

Um dos idealizadores da enquete, o deputado estadual Eduardo Salles salienta a importância da participação popular na sugestão dos nomes à primeira ponte estaiada da Bahia. “Nosso objetivo era dar voz aos moradores de Ilhéus e região para que o governador pudesse escolher”, explica o parlamentar.

 

Nesta quarta-feira (5/2) Eduardo Salles protocolou na ALBA o projeto de lei para batizar a ponte com o nome do escritor nascido em Ilhéus. O documento foi subscrito pelo deputado Rosemberg Pinto, que tem representação política no município e participou da sugestão da enquete.

 

“Reconheço a importância de homenagear o saudoso Altamiro Viana e outras personalidades do sul da Bahia, mas Jorge Amado é um nome reconhecido internacionalmente e que retratou em sua obra a cultura, a economia e a política de Ilhéus do início do século passado, projetando o município para o mundo”, justifica Eduardo Salles.

 

“Parabenizo o governador e o secretário estadual de Infraestrutura, Marcus Cavalcanti, por, mesmo com as dificuldades financeiras enfrentadas pela crise econômica, entregarem uma obra fundamental à mobilidade de Ilhéus e todo o sul da Bahia”, acrescenta o deputado.

 

A nova ponte do Pontal deve ser entregue pelo governo estadual ainda no primeiro semestre de 2020. “Lembro que essa luta é antiga e as diversas vezes que estive com o então prefeito Jabes Ribeiro e o então vice-prefeito Cacá Colchões em reuniões com o governador e Marcus Cavalcanti para conseguirmos transformar essa ponte em realidade”, relembra Eduardo Salles.

 

 

ASCOM – Deputado Estadual Eduardo Salles

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Brasil pode se tornar potência econômica, afirma a revista de negócios ‘Forbes’

Agora o Brasil precisa investir em inovação atrair grandes investimentos estrangeiros

Em apenas um ano, o presidente Jair Bolsonaro conseguiu reverter 13 anos de políticas socialistas implementadas pelos ex-presidentes de esquerda Lula e Dilma. Suas realizações incluem a aprovação de importantes reformas no mercado livre, como a reforma das pensões e diferentes leis de desregulamentação, como a redução do número de Ministérios de 29 para 22 e a privatização de redes de logística das estradas para os aeroportos. Graças à aprovação do pacote anticrime, as taxas de criminalidade caíram 22%. Além disso, 2019 foi o melhor ano para o emprego desde 2013, com quase um milhão de empregos criados.

Agora o Brasil precisa investir em sua inovação. Se uma reforma de telecomunicações de mercado livre for aprovada, o Brasil definitivamente abrirá seu mercado para aumentar a concorrência e atrair grandes quantidades de investimentos diretos estrangeiros, tornando o Brasil uma potência econômica regional.

O governo Bolsonaro iniciou reformas maciças para abrir a economia e colocá-la em um caminho mais sustentável em termos fiscais. Entre suas principais realizações está uma reforma previdenciária que seria o destaque de qualquer carreira política. Em todo o mundo, os políticos acham mais fácil prometer folhetos massivos, pagos por populações menores, que deverão resultar em um déficit global de US $ 400 trilhões até 2050.

Bolsonaro olhou para greves sindicais. Sua reforma aumenta a idade da aposentadoria em 10 anos, aumenta as contribuições e economiza ao governo US $ 187 bilhões em uma década. As reformas colocam o Brasil em um caminho muito mais sustentável. Segundo o ministro da Economia do Brasil, Paulo Guedes, “a economia do Brasil está a caminho de crescer 2,5% este ano”.

Esse movimento está sendo seguido por reformas agressivas para reduzir o setor público inchado e limitar a incidência de impostos. Tudo isso, é claro, é complementado com o fim de 20 anos de impasse ao garantir um acordo de princípio com a UE em junho de 2019.

O acordo UE-Mercosul é um benefício para as empresas da UE que buscam vantagens pioneiras em uma região equivalente em tamanho econômico à Alemanha. O Mercosul comprometeu-se a remover € 4 bilhões em receita tarifária anual, incluindo sua tarifa proibitiva de 35% para carros, e uma tarifa média de 20% em máquinas, uma tarifa de 18% em produtos químicos e uma tarifa de 14% em certos produtos farmacêuticos. Enquanto a UE se comprometeu a eliminar tarifas de 93% das exportações do Mercosul para o bloco.

O comércio aberto com a UE significa que as próximas gerações poderão ingressar em setores e serviços intensivos em PI, como telecomunicações. De acordo com o Índice Global de Inovação 2019 da Organização Mundial da Propriedade Intelectual, o Brasil ocupa o 66º lugar das 129 economias. Ainda é muito baixo para a oitava maior economia do mundo. O comércio com a UE ou com os EUA trará variedade e concorrência aos consumidores do Mercosul que tiveram pouco, especialmente em setores fechados, como serviços de telecomunicações.

Por sua parte, Bolsonaro está no caminho de ter várias conquistas recordes em 2020. E agora que a USMCA foi aprovada, ele pode negociar um acordo abrangente com seu próximo maior parceiro comercial depois da China. Isso não é tudo o que ele tem a seu favor, a ascensão à OCDE também está sobre a mesa.

O último relatório da OCDE concluiu que o Brasil poderia “elevar o PIB em 20% em 15 anos” se continuasse com a abertura de mercados, o fortalecimento de instituições e a melhoria do ambiente de negócios. Um pedaço baixo de fruta pendente que convidaria o investimento estrangeiro, antes da conclusão de um acordo entre a UE ou os EUA e permitiria um salto no espaço das telecomunicações, é revogar a lei SeAC, que restringe a propriedade e a integração vertical no mercado audiovisual.

O CEO da Warner Media, Gerhard Zeiler, declarou: “Temos a opção de adquirir os negócios no Brasil, mas não o fazemos no momento. Como dissemos, o investimento direto adicional no Brasil não é atualmente atrativo para nós devido à incerteza regulatória existente no país. ”

Para crédito do Brasil, o governo parece estar trabalhando no sentido certo. O Fox +, o primeiro serviço de streaming a ser vítima da proibição, recebeu uma medida cautelar contra a decisão da ANATEL, a agência reguladora, de suspender seu serviço, dizendo que era “excessivamente oneroso para a Fox, seus consumidores e terceiros”.

Atualmente, existe um período de consulta aberta. A agência nacional de cinema brasileira, ANCINE, enviou uma análise de impacto que recomendava reduzir a barreira. Para não ficar atrás, há também um projeto de lei no Congresso, apresentado pelo senador Vanderlan Cardoso, que altera a lei atual para remover a restrição. Por fim, o presidente também elaborou uma medida provisória para removê-la.

Tudo o que falta é que o presidente, o congresso ou os reguladores sigam adiante. A superação desse obstáculo deve estar em primeiro lugar na lista de resoluções do ano novo de Bolsonaro. Por um lado, proporcionará benefícios imediatos aos consumidores e demonstrará à OCDE, à UE e aos parceiros dos EUA que o Brasil está comprometido com a atualização das regulamentações que convidam a investimentos e competição.

Lorenzo Montanari é VP de Assuntos Internacionais para Americanos pela Reforma Tributária, um grupo de advocacia e pesquisa de políticas com sede em Washington D.C. que trabalha para reduzir impostos e políticas de livre mercado nos níveis nacional e internacional.

 

TENHO PENA, MAS NÃO TENHO DÓ!

A educação no Brasil precisa ser ‘endireitada’.

Necessário acabar com esse lupanar a céu aberto, criado pelos esquerdoides militantes, travestidos de estudantes.

Sem comentários…

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