Através da parceria com o Programa Melhor em Casa, do governo Federal, a Prefeitura de Ilhéus oferece atendimento domiciliar a enfermos acamados ou com dificuldades de locomoção.

Logomarca do Programa Melhor em Casa - Governo Federal

 O Programa Melhor em Casa, que oferece atendimento domiciliar a enfermos acamados ou com dificuldade de locomoção, beneficia atualmente 72 pessoas em Ilhéus. Fruto da parceria do município com o Ministério da Saúde, o trabalho acontece de forma articulada com os hospitais e com as unidades de atenção básica. Além de disponibilizar um atendimento mais confortável para o paciente, o programa também contribui para reduzir a taxa de ocupação dos leitos hospitalares e as próprias filas nas unidades de emergência.

A coordenação do programa, em Ilhéus, é realizada pelo núcleo de Serviço de Atenção Domiciliar (SAD), da Secretaria Municipal de Saúde (Sesau). Dois médicos, três fisioterapeutas, duas enfermeiras, quatro técnicos de enfermagem, uma psicóloga e dois nutricionistas compõem a equipe do Melhor em Casa, no município. Na maior parte dos casos, os pacientes atendidos pelo programa são pessoas com necessidade de reabilitação motora, pacientes crônicos sem agravamento ou pessoas que se encontram em situação pós-cirúrgica.

De acordo com a coordenadora local do programa, Tatiana Leonardo, o cadastramento dos pacientes é realizado através de demandas espontâneas ou por meio da atenção básica e dos hospitais do município. “Após essa fase, o primeiro contato domiciliar é feito por um assistente social que analisa se o paciente atende ao perfil definido pelo programa. Em caso positivo, médicos e enfermeiros farão uma avaliação clínica, determinando, inclusive, quais profissionais de saúde passarão a acompanhar o paciente”, acrescenta Tatiana Leonardo.

O atendimento à população, prossegue a coordenadora do programa em Ilhéus, é realizado de segunda a sexta-feira, em regime de 12 horas por dia. Além de receberem visitas regulares da equipe domiciliar, os pacientes passam a ser monitorados permanentemente. “A freqüência das visitas acontece de acordo com o estado clínico e a avaliação de cada pessoa”, ressalta Tatiana, destacando, ainda, a importância da figura do cuidador, que pode ser ou não um membro da família e que funciona como uma referência para a equipe do Melhor em Casa.

Para participar do programa, além de atender ao perfil estabelecido pelo governo Federal e passar por uma avaliação clínica, o paciente também precisa apresentar o cartão do SUS e seus documentos pessoais. Outras informações podem ser obtidas por meio do telefone 3234-3729, durante o horário comercial.

Atividades – Tatiana Leonardo informa, ainda, que o Programa Melhor em Casa também promove atividades em locais públicos, palestras, seminários e capacitações em geral. “No próximo dia 29, por exemplo, estaremos realizando na Central de Abastecimento do Malhado, das 8 às 16 horas, um evento que abordará os principais aspectos da saúde do homem”, adianta.

Vantagens – Conforme informações disponibilizadas no site do governo Federal (http://portalsaude.saude.gov.br/), o Programa Melhor em Casa oferece diversas vantagens ao cidadão. Uma delas é a ampliação da assistência do SUS a pacientes com agravamentos de saúde, que possam receber atendimento humanizado em casa e perto da família. O governo federal também destaca o fato de que pacientes submetidos a cirurgias e que necessitam de recuperação podem ser atendidos nos seus lares, com redução significativa dos riscos de infecção e contaminação. Além disso, estudos recentes apontam que o bem estar, carinho e atenção familiar, aliados à adequada assistência em saúde, são elementos importantes para a recuperação de doenças.

Segundo as considerações do governo Federal, o Programa ‘Melhor em Casa’ representa avanços para a gestão de todo o sistema público de saúde, já que ajuda a desocupar os leitos hospitalares, proporcionando um melhor atendimento e a regulação dos serviços de urgência. O Ministério da Saúde também chama atenção para uma estimativa do Departamento de Atenção Básica e da Coordenação Geral de Gestão Hospitalar, segundo a qual a implantação da Atenção Domiciliar pode representar uma economia de até 80% nos custos de um paciente, quando comparado ao custo desse mesmo paciente internado em um hospital.

Secretaria de Comunicação Social (Secom)

Ilhéus – 16.08.2013