30 de novembro de 2019

NA FOTO FAVELA PARAISÓPOLIS NO MURUMBI FOTO DIGITAL JONNE RORIZ/AE

Apenas oito estados respondem por mais de 75% do PIB do Brasil

Não sabíamos da veracidade desses números, cujas diferenças são astronômicas. Dá para fazer uma boa reflexão acerca da situação econômica e social das regiões, bem como o uso pelo poder político desta situação. E ainda querem criar mais estados no Brasil.

Na federação norte-americana, a regra básica foi: Para entrar na União, o Estado tem que produzir riquezas e ser auto suficiente…

E, aqui, existe alguma regra?

Veja abaixo quanto cada Estado RECEBE e REPASSA ao Governo Federal (via arrecadação de Impostos). Depois faça as contas e veja quem sustenta quem? É assustador… O Brasil que trabalha e SUSTENTA… e o Brasil que não produz e É SUSTENTADO. A maioria dos estados é deficitária e é sustentado pelos outros que mais trabalham e produzem.

Maranhão
PAGA: 1.886.861.994,84
RECEBE: 9.831.790.540,24
Saldo NEGATIVO: -7.944.928.545,40

Bahia
PAGA: 9.830.083.697,06
RECEBE: 17.275.802.516,78
Saldo NEGATIVO: -7.445.718.819,72

Pará
PAGA: 2.544.116.965,09
RECEBE: 9.101.282.246,80
Saldo NEGATIVO: -6.557.165.281,71

Ceará
PAGA: 4.845.815.126,84
RECEBE: 10.819.258.581,80
Saldo NEGATIVO: -5.973.443.454,96

Paraíba
PAGA: 1.353.784.216,43
RECEBE: 5.993.161.190,25
Saldo NEGATIVO: -4.639.376.973,82

Piauí
PAGA: 843.698.017,31
RECEBE: 5.346.494.154,99
Saldo NEGATIVO: -4.502.796.137,68

Alagoas
PAGA: 937.683.021,32
RECEBE: 5.034.000.986,56
Saldo NEGATIVO: -4.096.317.965,24

Pernambuco
PAGA: 7.228.568.170,86
RECEBE: 11.035.453.757,64
Saldo NEGATIVO: -3.806.885.586,78

Rio Grande do Norte
PAGA: 1.423.354.052,68
RECEBE: 5.094.159.612,85
Saldo NEGATIVO: -3.670.805.560,17

Tocantins
PAGA: 482.297.969,89
RECEBE: 3.687.285.166,85
Saldo NEGATIVO: -3.204.987.196,96

Sergipe
PAGA: 1.025.382.562,89
RECEBE: 3.884.995.979,60
Saldo NEGATIVO: -2.859.613.416,71

Acre
PAGA: 244.750.128,94
RECEBE: 2.656.845.240,92
Saldo NEGATIVO: -2.412.095.111,98

Amapá
PAGA: 225.847.873,82
RECEBE: 2.061.977.040,18
Saldo NEGATIVO: -1.836.129.166,36

Rondônia
PAGA: 686.396.463,36
RECEBE: 2.488.438.619,93
Saldo NEGATIVO: -1.802.042.156,57

Mato Grosso
PAGA: 2.080.530.300,55
RECEBE: 3.864.040.162,26
Saldo NEGATIVO: -1.783.509.861,71

Roraima
PAGA: 200.919.261,72
RECEBE: 1.822.752.349,69
Saldo NEGATIVO: -1.621.833.087,97

Mato Grosso do Sul
PAGA: 1.540.859.248,86
RECEBE: 2.804.306.811,00
Saldo NEGATIVO: -1.263.447.562,14

Goiás
PAGA: 5.397.629.534,72
RECEBE: 5.574.250.551,47
Saldo NEGATIVO: -176.621.016,75

Amazonas
PAGA: 6.283.046.181,11
RECEBE: 3.918.321.477,20
Saldo POSITIVO: +2.364.724.703,91

Espírito Santo
PAGA: 8.054.204.123,90
RECEBE: 3.639.995.935,80
Saldo POSITIVO: +4.414.208.188,10

Santa Catarina
PAGA: 13.479.633.690,29
RECEBE: 5.239.089.364,89
Saldo POSITIVO: +8.240.544.325,40

Minas Gerais
PAGA: 26.555.017.384,87
RECEBE: 17.075.765.819,42
Saldo POSITIVO: +9.479.251.565,45

Paraná
PAGA: 21.686.569.501,93
RECEBE: 9.219.952.959,85
Saldo POSITIVO: +12.466.616.542,08

Rio Grande do Sul
PAGA: 21.978.881.644,52
RECEBE: 9.199.070.108,62
Saldo POSITIVO: +12.779.811.535,90

Rio de Janeiro
PAGA: 101.964.282.067,55
RECEBE: 16.005.043.354,79
Saldo POSITIVO: +85.959.238.712,76

São Paulo
PAGA: 204.151.379.293,05
RECEBE: 22.737.265.406,96
Saldo POSITIVO: +181.414.113.886,09

Maranhão – O que recebe mais esmola, seguido da Bahia e do Pará. E a conta só não está mais feia porque não listamos Brasília, a CAPITAL DOS “ALI-BABÁS”…

Agora você entende porque Bolsonaro quer e já começou a “batalhar” pelo crescimento e desenvolvimento do Nordeste? Isso é bem administrar a “casa”. Isso é ser patriota. Isso é se preocupar com o país, com o Povo, com a Nação. Isso é ser Presidente de verdade.

Dos estados da federação:
a) 18 = Dão prejuízo, só recebem e mordem o esforço dos outros
b) 08 = Dão Lucro (Pagam para os outros viverem numa boa).

O Brasil continua sendo um país permeado pela desigualdade regional, segundo a pesquisa Contas Regionais do Brasil 2010, divulgada nesta sexta-feira 23 pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Dados do órgão mostram que apenas oito estados concentraram 77,8% do Produto Interno Bruto (PIB) nacional em 2010. Os Estados do Sudeste produziram 55,4% das riquezas brasileiras.

São Paulo ainda é responsável pela maior participação percentual no PIB, com 33,1%. Esse número é três vezes maior que o segundo colocado, Rio de Janeiro (10,8%). Em seguida aparecem Minas Gerais (9,3%), Rio Grande do Sul (6,7%), Paraná (5,8%), Bahia (4,1%), Santa Catarina (4%) e Distrito Federal (4%).

Consideradas as regiões mais pobres do país, o Norte o Nordeste aumentaram sua participação no PIB entre 2002 e 2010. No Norte, a participação subiu de 4,7% para 5,3% (aumento de 0,6 ponto percentual) e, no Nordeste, de 13% para 13,5% (alta de 0,5 ponto percentual).
Mesmo assim, os estados com menor participação se concentram nestas regiões: Rio Grande do Norte (0,9%), Paraíba (0,8%), Alagoas (0,7%), Sergipe (0,6%), Rondônia (0,6%), Piauí (0,6%), Tocantins (0,5%), Acre (0,2%), Amapá (0,2%) e, por fim, Roraima (0,2%).Os nove estados restantes somam 16,9% do PIB, com participações que variam entre 2,6% e 1,2%.

De acordo com o IBGE, o aumento no Norte refletiu a valorização dos preços internacionais do minério de ferro exportado pelo Pará, que puxou o crescimento da economia da região, além do aquecimento da indústria no Amazonas e da agropecuária em Rondônia.

Na Região Nordeste, o Maranhão, com o menor PIB per capita do país (6.888,60 reais), consolidou-se como maior produtor de soja do Brasil, influenciando o resultado da região. Também teve impacto no aumento da participação do Nordeste no PIB o avanço do setor de serviços no Ceará, principalmente o comércio.

Segundo o estudo, no Centro-Oeste, houve aumento da contribuição, de 8,8%, em 2002, para 9,3%, em 2010 (elevação de 0,5 ponto percentual). Enquanto isso, no mesmo período, diminuíram a participação no PIB o Sul (de 16,9% para 16,5%, queda de 0,4 ponto percentual) e o Sudeste (56,7% para 55,4%, redução de 1,3 ponto percentual).

A contribuição do Centro-Oeste no PIB está relacionada ao agronegócio e aos altos salários em Brasília. O Distrito Federal contribuiu com renda mais alta por pessoa no país, 58.489,46 reais.

REPRODUÇÃO

Fonte:http://egnews.com.br Com informações Agência Brasil / Carta Capital