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:: 2/dez/2019 . 16:35

Bolsonaro rebate Trump e diz que desvalorização do real se deve a fatores externos

Presidente dos EUA disse que Brasil estaria forçando desvalorização da moeda

O presidente Jair Bolsonaro disse, hoje (2), não ver como retaliação ao Brasil a decisão do governo dos Estados Unidos de aumentar as tarifas para importação de aço e alumínio brasileiros. Segundo o presidente dos EUA, Donald Trump, Brasil e Argentina estariam forçando uma desvalorização de suas moedas, o que tem prejudicado os agricultores daquele país.

“Não vejo isso como retaliação”, disse Bolsonaro em entrevista à Rádio Itatiaia na manhã desta segunda-feira (2). Na avaliação do presidente, a correlação não procede porque a desvalorização das moedas locais são em consequência de fatores externos. “O mundo está conectado. A própria briga comercial entre Estados Unidos e China influenciam o dólar aqui, assim como coisas que acontecem no Chile, nas eleições na Argentina e no Uruguai. Tudo está conectado”, argumentou o presidente.

Bolsonaro disse que o assunto será conversado com o ministro da Economia, Paulo Guedes, ainda hoje. “Se for o caso, vou ligar para o Trump. A economia deles é dezenas de vezes maior do que a nossa”, disse.

A retomada das tarifas foi anunciada pelo presidente dos Estados Unidos (EUA) em sua conta no Twitter. Segundo ele, “Brasil e Argentina têm presidido uma desvalorização maciça de suas moedas, o que não é bom para os agricultores norte-americanos. Portanto, com efeito imediato, restaurarei as tarifas de todos os aços e alumínio enviados para os EUA a partir desses países”, disse Trump na rede social.

“As reservas também devem agir para que os países, dos quais existem muitos, não aproveitem mais nosso dólar forte, desvalorizando ainda mais suas moedas. Isso torna muito difícil para nossos fabricantes e agricultores exportar seus produtos de maneira justa”, acrescentou o presidente norte-americano.

Reformas

Bolsonaro reiterou que as reformas política e tributária terão seu formato final decidido no Congresso Nacional, e não pelo Executivo. “O povo pede muito uma reforma política. Não tenho poder para isso. Ela vai de acordo com o entendimento dos parlamentares”, disse, acrescentando que “uma simplificação tributária é muito bem-vinda. Não adianta mandar para lá [Congresso Nacional] o que é ideal, mas o que é possível de ser aprovado. Se os governos anteriores tivessem desburocratizado, desregulamentado e simplificado muita coisa, o Brasil estaria muito melhor do que está no momento”.

Imposto de renda

Bolsonaro comentou também da limitação que tem para cumprir sua promessa de campanha, de aumentar para R$ 5 mil a faixa de isenção para imposto de renda pessoa física. Segundo ele, esse é um exemplo das “diferenças entre o que queria fazer e o do que pode ser feito”.

“Gostaria de entregar meu governo tornando isento quem ganha até R$ 5 mil por mês. Estamos trabalhando para, este ano, chegarmos a R$ 2 mil. Espero cumprir [a promessa de] R$ 5mil até o final do mandato”.

Nas conversas com a equipe econômica, Bolsonaro disse que tem argumentado que o aumento da margem se justifica pelo fato de que quase todo imposto acaba retornando ao contribuinte, quando esse faz sua declaração. Portanto, segundo o presidente, esse aumento na margem acabaria por “poupar trabalho” para a própria Receita Federal.

“Tem reação por parte da equipe econômica ou da Receita, quando digo isso? Tem. Em parte forço um pouco a barra, mas não vou constranger a equipe econômica nem a Receita Federal. Acredito que meus argumentos sejam ouvidos por eles, apesar de eu não entender de economia”, completou.

Juros

Mais cedo, ao participar do evento onde a Caixa Econômica Federal apresentou as ações realizadas pelo banco em prol das pessoas com deficiência, Bolsonaro disse que a atuação do banco, no sentido de baixar juros, está influenciando positivamente os bancos privados a fazerem o mesmo.

“A Caixa, sem qualquer interferência por parte do presidente da República, está obrigando outros bancos a seguirem seu exemplo de administração, sob o risco de perder mais do que clientes, lucro. Ao tomar a decisão de diminuir taxas, ela ganha cada vez mais clientes, além de diminuir a inadimplência e, obviamente, aumentar o lucro”. (ABr)

QUEM VAI FISCALIZAR E FAZER CUMPRIR A LEI E A ORDEM?

Estados que sustentam o Brasil e os que o exploram. Pasmem!

30 de novembro de 2019

NA FOTO FAVELA PARAISÓPOLIS NO MURUMBI FOTO DIGITAL JONNE RORIZ/AE

Apenas oito estados respondem por mais de 75% do PIB do Brasil

Não sabíamos da veracidade desses números, cujas diferenças são astronômicas. Dá para fazer uma boa reflexão acerca da situação econômica e social das regiões, bem como o uso pelo poder político desta situação. E ainda querem criar mais estados no Brasil.

Na federação norte-americana, a regra básica foi: Para entrar na União, o Estado tem que produzir riquezas e ser auto suficiente…

E, aqui, existe alguma regra?

Veja abaixo quanto cada Estado RECEBE e REPASSA ao Governo Federal (via arrecadação de Impostos). Depois faça as contas e veja quem sustenta quem? É assustador… O Brasil que trabalha e SUSTENTA… e o Brasil que não produz e É SUSTENTADO. A maioria dos estados é deficitária e é sustentado pelos outros que mais trabalham e produzem.

Maranhão
PAGA: 1.886.861.994,84
RECEBE: 9.831.790.540,24
Saldo NEGATIVO: -7.944.928.545,40

Bahia
PAGA: 9.830.083.697,06
RECEBE: 17.275.802.516,78
Saldo NEGATIVO: -7.445.718.819,72

Pará
PAGA: 2.544.116.965,09
RECEBE: 9.101.282.246,80
Saldo NEGATIVO: -6.557.165.281,71

Ceará
PAGA: 4.845.815.126,84
RECEBE: 10.819.258.581,80
Saldo NEGATIVO: -5.973.443.454,96

Paraíba
PAGA: 1.353.784.216,43
RECEBE: 5.993.161.190,25
Saldo NEGATIVO: -4.639.376.973,82

Piauí
PAGA: 843.698.017,31
RECEBE: 5.346.494.154,99
Saldo NEGATIVO: -4.502.796.137,68

Alagoas
PAGA: 937.683.021,32
RECEBE: 5.034.000.986,56
Saldo NEGATIVO: -4.096.317.965,24

Pernambuco
PAGA: 7.228.568.170,86
RECEBE: 11.035.453.757,64
Saldo NEGATIVO: -3.806.885.586,78

Rio Grande do Norte
PAGA: 1.423.354.052,68
RECEBE: 5.094.159.612,85
Saldo NEGATIVO: -3.670.805.560,17

Tocantins
PAGA: 482.297.969,89
RECEBE: 3.687.285.166,85
Saldo NEGATIVO: -3.204.987.196,96

Sergipe
PAGA: 1.025.382.562,89
RECEBE: 3.884.995.979,60
Saldo NEGATIVO: -2.859.613.416,71

Acre
PAGA: 244.750.128,94
RECEBE: 2.656.845.240,92
Saldo NEGATIVO: -2.412.095.111,98

Amapá
PAGA: 225.847.873,82
RECEBE: 2.061.977.040,18
Saldo NEGATIVO: -1.836.129.166,36

Rondônia
PAGA: 686.396.463,36
RECEBE: 2.488.438.619,93
Saldo NEGATIVO: -1.802.042.156,57

Mato Grosso
PAGA: 2.080.530.300,55
RECEBE: 3.864.040.162,26
Saldo NEGATIVO: -1.783.509.861,71

Roraima
PAGA: 200.919.261,72
RECEBE: 1.822.752.349,69
Saldo NEGATIVO: -1.621.833.087,97

Mato Grosso do Sul
PAGA: 1.540.859.248,86
RECEBE: 2.804.306.811,00
Saldo NEGATIVO: -1.263.447.562,14

Goiás
PAGA: 5.397.629.534,72
RECEBE: 5.574.250.551,47
Saldo NEGATIVO: -176.621.016,75

Amazonas
PAGA: 6.283.046.181,11
RECEBE: 3.918.321.477,20
Saldo POSITIVO: +2.364.724.703,91

Espírito Santo
PAGA: 8.054.204.123,90
RECEBE: 3.639.995.935,80
Saldo POSITIVO: +4.414.208.188,10

Santa Catarina
PAGA: 13.479.633.690,29
RECEBE: 5.239.089.364,89
Saldo POSITIVO: +8.240.544.325,40

Minas Gerais
PAGA: 26.555.017.384,87
RECEBE: 17.075.765.819,42
Saldo POSITIVO: +9.479.251.565,45

Paraná
PAGA: 21.686.569.501,93
RECEBE: 9.219.952.959,85
Saldo POSITIVO: +12.466.616.542,08

Rio Grande do Sul
PAGA: 21.978.881.644,52
RECEBE: 9.199.070.108,62
Saldo POSITIVO: +12.779.811.535,90

Rio de Janeiro
PAGA: 101.964.282.067,55
RECEBE: 16.005.043.354,79
Saldo POSITIVO: +85.959.238.712,76

São Paulo
PAGA: 204.151.379.293,05
RECEBE: 22.737.265.406,96
Saldo POSITIVO: +181.414.113.886,09

Maranhão – O que recebe mais esmola, seguido da Bahia e do Pará. E a conta só não está mais feia porque não listamos Brasília, a CAPITAL DOS “ALI-BABÁS”…

Agora você entende porque Bolsonaro quer e já começou a “batalhar” pelo crescimento e desenvolvimento do Nordeste? Isso é bem administrar a “casa”. Isso é ser patriota. Isso é se preocupar com o país, com o Povo, com a Nação. Isso é ser Presidente de verdade.

Dos estados da federação:
a) 18 = Dão prejuízo, só recebem e mordem o esforço dos outros
b) 08 = Dão Lucro (Pagam para os outros viverem numa boa).

O Brasil continua sendo um país permeado pela desigualdade regional, segundo a pesquisa Contas Regionais do Brasil 2010, divulgada nesta sexta-feira 23 pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Dados do órgão mostram que apenas oito estados concentraram 77,8% do Produto Interno Bruto (PIB) nacional em 2010. Os Estados do Sudeste produziram 55,4% das riquezas brasileiras.

São Paulo ainda é responsável pela maior participação percentual no PIB, com 33,1%. Esse número é três vezes maior que o segundo colocado, Rio de Janeiro (10,8%). Em seguida aparecem Minas Gerais (9,3%), Rio Grande do Sul (6,7%), Paraná (5,8%), Bahia (4,1%), Santa Catarina (4%) e Distrito Federal (4%).

Consideradas as regiões mais pobres do país, o Norte o Nordeste aumentaram sua participação no PIB entre 2002 e 2010. No Norte, a participação subiu de 4,7% para 5,3% (aumento de 0,6 ponto percentual) e, no Nordeste, de 13% para 13,5% (alta de 0,5 ponto percentual).
Mesmo assim, os estados com menor participação se concentram nestas regiões: Rio Grande do Norte (0,9%), Paraíba (0,8%), Alagoas (0,7%), Sergipe (0,6%), Rondônia (0,6%), Piauí (0,6%), Tocantins (0,5%), Acre (0,2%), Amapá (0,2%) e, por fim, Roraima (0,2%).Os nove estados restantes somam 16,9% do PIB, com participações que variam entre 2,6% e 1,2%.

De acordo com o IBGE, o aumento no Norte refletiu a valorização dos preços internacionais do minério de ferro exportado pelo Pará, que puxou o crescimento da economia da região, além do aquecimento da indústria no Amazonas e da agropecuária em Rondônia.

Na Região Nordeste, o Maranhão, com o menor PIB per capita do país (6.888,60 reais), consolidou-se como maior produtor de soja do Brasil, influenciando o resultado da região. Também teve impacto no aumento da participação do Nordeste no PIB o avanço do setor de serviços no Ceará, principalmente o comércio.

Segundo o estudo, no Centro-Oeste, houve aumento da contribuição, de 8,8%, em 2002, para 9,3%, em 2010 (elevação de 0,5 ponto percentual). Enquanto isso, no mesmo período, diminuíram a participação no PIB o Sul (de 16,9% para 16,5%, queda de 0,4 ponto percentual) e o Sudeste (56,7% para 55,4%, redução de 1,3 ponto percentual).

A contribuição do Centro-Oeste no PIB está relacionada ao agronegócio e aos altos salários em Brasília. O Distrito Federal contribuiu com renda mais alta por pessoa no país, 58.489,46 reais.

REPRODUÇÃO

Fonte:http://egnews.com.br Com informações Agência Brasil / Carta Capital

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