Luiz Henrique Uaquim – Foto: Google

Fora do cenário nacional, a Bahia perde as suas oportunidades de crescimento sócio-econômico, registrando péssimos índices de educação, segurança, saúde, geração de emprego e tudo o mais de ruim. Temos o pior IDH do Nordeste, com mais de 1,3 milhões de desempregados, e 70% da população inserida na pobreza. E o governo baiano vende, em seus meios de comunicação, a ideia de que somos exemplo de administração para o Brasil. No mínimo, é um deboche, um escárnio.

Sem saber como gerar emprego, esse governo perdeu o poder de investir, face a corrupção generalizada em sua administração. Empreendimentos hoteleiros a serem implantados no sul da Bahia, estão ameaçados de não saírem do papel.

A pretensa demarcação de terras indígenas no sul da Bahia, criada pelo governo petista, promoveu o desequilíbrio sócio-econômico da região, frustrando toda e qualquer pretensão de investimento privado, ou até mesmo público. Assim, mais um grande empreendimento hoteleiro pode nos deixar a ver navios. Trata-se do grupo hoteleiro Vila Galé, que iria investir R$150 milhões na construção de mais um resort, o “Vila Galé Costa do Cacau”, que se somaria aos 32 hotéis do grupo, sendo 23 em Portugal e 9 no Brasil, registrando um faturamento anual de R$787 milhões, onde o Brasil é responsável por mais de 40%. O grupo assinou um documento de intenções junto com governo da Bahia, que escondeu que a área ou parte dela, está encravada numa pretensa área indígena, ou seja, mais uma vez, sob a marca da mentira, frustra investidores hoteleiros e impede a geração de emprego e renda na Bahia.

Os dois últimos governos municipais de Ilhéus, imiscuídos na mesma lama do governo estadual, foram coniventes com tudo isso. Assim, caberá à população a análise crítica dos fatos, e ao governador, uma resposta a esse imbróglio por ele mesmo criado.
Estas são as nossas convicções

Luiz Uaquim