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:: 20/set/2019 . 18:02

ILHÉUS E AS MARÉS NO LITORAL NORTE DA CIDADE.

Como é sabido de todos. O litoral agora é responsabilidade das Prefeituras.

O que tem sido feito no litoral norte de Ilhéus?

São Miguel, São Domingos, Ponta da Tulha e Mamoan, estão preparadas para as marés do final do mês de Setembro?

Acesse o link abaixo e verifique você mesmo.

https://www.marinha.mil.br/chm/sites/www.marinha.mil.br.chm/files/dados_de_mare/ilheus_malhado_2019.pdf

Costa Cruzeiros anuncia terceiro navio na temporada 2020/2021 na América do Sul

Com a vinda do Costa Luminosa, a Costa Cruzeiros terá três navios na região entre novembro de 2020 e abril de 2021; Enquanto Santos e Itajaí serão os portos de embarque para os cruzeiros a bordo do Costa Luminosa, o hóspede poderá embarcar no mega navio Costa Fascinosa em Santos e Salvador; Costa Pacifica partirá do Rio de Janeiro para roteiros pelo Prata

A Costa Cruzeiros anuncia a expansão de sua oferta na região para a temporada 2020/2021. O Costa Luminosa, com capacidade para 2.826 hóspedes e 92 mil toneladas, fará, pela primeira vez, uma temporada completa em águas sul-americanas.

Navio Costa Luminosa. Foto | Divulgação.

O navio se une ao Costa Fascinosa e ao Costa Pacifica para a realização de roteiros pela América do Sul entre novembro de 2020 e abril de 2021. Serão, ao todo, três navios da companhia marítima viajando pelos mais belos destinos brasileiros e pelas capitais argentina (Buenos Aires) e uruguaia (Montevidéu) em roteiros de três a nove noites.

“A vinda do Costa Luminosa na temporada 2020/2021 reflete o compromisso da Costa em seguir investindo estrategicamente na América do Sul. É um mercado com um grande potencial de crescimento, principalmente em número de viajantes. Vamos buscar gradativamente aumentar a nossa capacidade na região”, afirma Dario Rustico, presidente Executivo da Costa Cruzeiros para a América do Sul e Central.

Dedicado à região do Rio da Prata, o Costa Luminosa chega em Santos no dia 30 de novembro de 2020 para doze roteiros de sete noites, com escalas em Buenos Aires e Montevidéu. Até março de 2021, o hóspede Costa também terá a possibilidade de embarcar no Costa Luminosa a partir do porto de Itajaí (SC). O Costa Luminosa realizará ainda cinco minicruzeiros, de três e quatro noites, com embarques em Santos, e percorrendo as cidades turísticas de Balneário Camboriú, em Santa Catarina, e Ilha Grande, no litoral fluminense.

Santos também será o porto de embarque para os cruzeiros a bordo do mega navio Costa Fascinosa, dedicado à região Nordeste do Brasil. Entre dezembro de 2020 e março de 2021, serão 14 roteiros de seis e sete noites, visitando os destinos de Búzios, Ilha Grande, Ilhabela, Ubatuba, Balneário Camboriú, Porto Belo, além das cidades de Salvador e Ilhéus. Os turistas provenientes do Nordeste não precisarão mais vir a Santos para embarcar no mega navio. Eles poderão embarcar em Salvador para vivenciar férias a bordo com o melhor do estilo italiano de navegar.

Ao longo da temporada 2020/2021, o Costa Fascinosa também fará seis minicruzeiros, de três a quatro noites, parando nas localidades de Ilhabela, Ubatuba, Balneário Camboriú, Porto Belo.

O Costa Fascinosa estará ainda na praia de Copacabana para a Virada de Ano e, em abril de 2020, com o retorno do navio Costa Luminosa à Itália, ele receberá a segunda edição consecutiva do cruzeiro de Páscoa. O roteiro com a programação temática tem embarque no dia 30 de março de 2021. De Santos, o navio segue para uma viagem de oito noites pela região do Prata.

Confirmado para mais um verão em águas sul-americanas, o Costa Pacifica parte do Rio de Janeiro para cruzeiros por Buenos Aires e Montevidéu. Com duração de sete e nove noites, os roteiros passam ainda por Ilhabela, Búzios e Ilha Grande. No dia 31 de dezembro de 2020, o navio também atracará na praia de Copacabana para a celebração de Réveillon.

Travessias transatlânticas – As tradicionais viagens de travessia Itália-Brasil e Brasil-Itália estão nos itinerários dos três navios. Os cruzeiros percorrerão as cidades italianas de Veneza, Savona, Messina, Nápoles e Civitavecchia/Roma; os destinos internacionais de Corfu e Katakolon (Grécia), Barcelona, Cádiz, Málaga, Gibraltar, Santa Cruz de Tenerife (Espanha), Funchal (Portugal), Marselha (França), Tânger (Marrocos); e as localidades brasileiras de Salvador, Ilhéus, Recife, Maceió, Rio de Janeiro e Santos.

Costa Luminosa – Decorado com obras de arte contemporâneas (são 288 obras originais e 4.733 reproduções a bordo), o Costa Luminosa reúne quatro restaurantes, incluindo o Restaurante Club e o Restaurante Samsara, e 11 bares. O centro de bem-estar Samsara Spa ocupa 3.500 metros quadrados e conta com termas, piscina de talassoterapia, salas de tratamento terapêuticos, banho turco e solário de raios UVA. Há ainda 4 jacuzzis, 3 piscinas externas, pista poliesportiva, percurso de jogging; cinema 4D; teatro, cassino, e espaço para entretenimento das crianças no Squok Club com piscina infantil.

Costa Fascinosa e Costa Pacifica – Com capacidade para 3.800 hóspedes, os navios Costa Fascinosa e Costa Pacifica possuem decoração inspirada em filmes clássicos e em notas musicais, respectivamente. Os dois navios oferecem cinco piscinas, sete jacuzzis, 13 bares, cassino, teatro, cinema 4D, espaço temático para crianças no Squok Club, cassino e o Samsara Spa, com diversos tratamentos terapêuticos e estéticos.

Estudo mostra ruas e calçadas inadequadas para circulação de pessoas

Todas as capitais apresentam problemas; São Paulo tem melhor pontuação

Publicado em 19/09/2019 – 19:54

Por Elaine Patricia Cruz – Repórter da Agência Brasil  São Paulo

O relatório completo pode ser acessado em https://www.mobilize.org.br/campanhas/calcadas-do-brasil-2019/

Nenhuma capital brasileira apresenta condições adequadas para circulação de pedestres e cadeirantes nas calçadas, ruas e faixas de travessia, revela o estudo Campanha Calçadas do Brasil 2019, divulgado hoje (19) pela Mobilize Brasil, em São Paulo.

O estudo avaliou a condição das calçadas, da sinalização para os pedestres, o conforto e a segurança para quem caminha nos entornos de edificações públicas. O levantamento mostra que, em maior ou menor medida, quem precisa caminhar nas capitais do país acaba encontrando calçadas estreitas, buracos, degraus, postes, faixas de travessia apagadas, semáforos ausentes ou deficientes, ambientes agressivos e poluídos e nenhum local para descanso em dias de calor ou chuva. Em outras palavras, as cidades brasileiras apresentam baixa caminhabilidade.

Segundo Marcos de Sousa, um dos coordenadores da campanha, os resultados mostraram que “as escolas, hospitais e centros de saúde são os piores lugares para caminhar, justamente os lugares com maior presença de idosos e crianças e de pessoas mais humildes”.

“As sedes das Câmaras Municipais, as sedes das prefeituras, ou os edifícios onde está o centro do poder, são bem tratados. Os hospitais, creches, escolas e centros de saúde são os locais em que encontramos as piores condições possíveis, degradantes, o que faz com que as pessoas tenham que andar na rua, às vezes, arriscando a vida”, disse Sousa.

A média nacional, que ficou em 5,71, é considerada baixa, já que os critérios do estudo estabeleciam que o mínimo aceitável seria a nota 8, em uma escala de zero a dez. Todos os lugares avaliados na pesquisa eram de responsabilidade direta dos governos, em seus três níveis. “Se os governantes não cumprem as leis e normas, como esperar que o morador zele por sua calçada?”, questionou Ricky Ribeiro, diretor do Mobilize Brasil.

“O estudo mostrou, de forma geral, que não existe uma política nacional de mobilidade urbana que, teoricamente, daria prioridade ao pedestre ou ao ciclista”, acrescentou Sousa. “O que a gente vê na prática é que em raríssimos locais a acessibilidade é concreta. Chama a atenção o fato de não existirem corredores acessíveis, corredores caminháveis. O que vemos são trechos pequenos na frente dos edifícios públicos que têm boas condições de caminhabilidade, mas a pessoa, para chegar até ali, tem que percorrer longos trechos passando por buracos, degraus ou ao lado de postes.”

Capitais

A capital brasileira mais bem analisada nesses critérios foi São Paulo, que ficou com a nota 6,93, seguida por Belo Horizonte, com 6,84, e Florianópolis, com 6,73. Belém foi a capital que teve a pior classificação, com nota 4,52, seguida por Fortaleza, com 4,53, e Cuiabá, com 4,79. Brasília ficou na sétima posição, com nota 6,25.

“A cidade menos pior é São Paulo, e ela não atinge nem a nota 7, que ainda é inferior à nota 8, o mínimo adequado para uma situação confortável de caminhabilidade”, disse a arquiteta e urbanista Marília Hildebrand, membro do Mobilize Brasil. “Na cidade de São Paulo, temos bons exemplos de calçadas que percorrem mais de um quilômetro, como as Avenida Paulista e da Avenida Faria Lima. Mas isso são exceções”, afirmou. “A pior capital é Belém, abaixo da nota 5. Quando as avaliações se estendem para as periferias, o problema fica ainda pior.”

Para Marília, a sociedade perde em integração e diversidade quando deixa de apresentar calçadas adequadas para sua população. “Se pensarmos que a calçada também é um espaço público e que ela permite que as pessoas vivenciem a cidade e se desloquem entre os seus espaços, uma má qualidade de calçadas vai influenciar diretamente na falta de integração do cidadão com a cidade”, disse a urbanista. “Sem contar que isso é uma grande restrição para as pessoas com mobilidade reduzida.”

O estudo foi feito por uma rede de colaboradores nas 27 capitais, que saíram às ruas entre os meses de março e julho para fazer o levantamento nas proximidades de locais com grande circulação de pessoas a pé, como hospitais, escolas, mercados, terminais de transportes, edifícios da administração pública, praças e parques, entre outros espaços.

Os avaliadores visitaram, fotografaram, tomaram medições e atribuíram notas de zero a dez para cada um dos 13 itens considerados na pesquisa: regularidade do piso, largura da calçada, inclinação transversal da calçada, existência de barreiras e obstáculos, condições de rampas de acessibilidade, faixas de pedestres, semáforos de pedestres, mapas e placas de orientação, arborização e paisagismo, mobiliário urbano, poluição atmosférica, ruído urbano e segurança.

O relatório completo pode ser acessado em https://www.mobilize.org.br/campanhas/calcadas-do-brasil-2019/

Edição: Nádia Franco

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