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O GOVERNO DA BAHIA FAZ E O POVO RECONHECE E AGRADECE!

Reconstrução do Museu Nacional entra em nova fase

A obra terá um novo modelo de governança

Publicado em 31/08/2019 – 17:06

Por Cristina Indio do Brasil  Rio de Janeiro

Museu Nacional na Quinta da Boa Vista, zona norte da cidade. Tânia Rêgo/Agência Brasil

O diretor do Museu Nacional, Alexander Kellner, disse que o novo modelo vai permitir um ambiente adequado de conformidade para atração de investimentos privados. “Certamente quando você traz transparência, consegue melhorar este processo. Nós teremos também mais agilidade. A sociedade quer o seu Museu Nacional de volta, as crianças querem o museu de volta. Cabe a nós fazer isso acontecer”, contou.

O coordenador-geral de Planejamento e Orçamento das Instituições Federais de Ensino do Ministério da Educação, Weber Gomes de Sousa, disse que, para o MEC, a reconstrução do Museu é uma ação prioritária do estado brasileiro. “Esta instituição que está representada nesse palácio ao nosso lado conta a história da nossa humanidade. A reação da comunidade interna após a trágica ocorrência mostra a importância que o Museu tem para o mundo, não só para o Brasil. O MEC enxerga como prioridade e tem atuado de forma altiva apoiando o Museu”, informou, acrescentando, que o MEC já repassou do seu próprio orçamento mais de R$ 16 milhões para o início da recuperação do Museu, como estabilização do prédio e a construção da cobertura.

Assinatura

A assinatura ocorreu em uma cerimônia dentro do que sobrou do Palácio São Cristóvão, sede do Museu Nacional, onde já foram realizadas obras de escoramento do prédio e de cobertura para garantir a qualidade do acervo que ficou em meio aos escombros. A reitora da UFRJ, Denise Pires de Carvalho, disse que a expectativa é de que entre o fim desse ano e o início do próximo comecem as obras da fachada do prédio e do telhado. Para 2022, ano do bicentenário da Independência, ela planeja a inauguração, de pelo menos, uma ala do novo Museu.

Recursos

Conforme o protocolo, a Fundação Vale vai liberar R$ 50 milhões para emprego no novo modelo de governança para a reconstrução do museu. “O modelo de governança, sustentabilidade, velocidade para uma obra que é muito importante. Senhores, nós não podemos perder tempo. A sociedade nos cobra hoje transparência, velocidade e entrega”, observou o diretor executivo de Relações Institucionais da Vale e presidente do Conselho de Curadores da Fundação Vale, Luiz Eduardo Osório.

O novo modelo vai permitir um ambiente adequado de conformidade para atração de investimentos privados – Tânia Rêgo/Agência Brasil

O Museu conta ainda com R$ 21 milhões referentes a um projeto com o BNDES para a reforma do espaço cultural. Negociado antes do incêndio, ele teve o escopo alterado para permitir que os recursos sejam aplicados na reconstrução. O superintendente de Gestão Pública e Socioambiental do BNDES, Júlio Costa Leite, que representou o banco na cerimônia, disse que o valor de R$ 21 milhões foi mantido. “Não adianta a gente só reformar e construir, mas tem que pensar na sustentabilidade dos museus, como dialogam com a sociedade e o banco está desenvolvendo muitas coisas em relação a isso”, revelou.

Os recursos do BNDES, de acordo com a reitora da UFRJ, foram liberados para a Associação dos Museus. “Assim que o projeto executivo da fachada ficar pronto vamos licitar as obras usando uma parte dos recursos de emendas de bancada e uma parte do BNDES”, disse.

Bancada

Parlamentares da bancada federal do Rio de Janeiro estiveram presentes à cerimônia. Dois dias após o incêndio do Museu, em 2 de setembro de 2018, os deputados se comprometeram em destinar emendas impositivas no valor de R$ 55 milhões, referentes ao estado do ano passado com liberação prevista em 2019.

A expectativa é de que entre o fim desse ano e o início do próximo comecem as obras da fachada do prédio e do telhado – Tânia Rêgo/Agência Brasil

O coordenador da bancada fluminense em Brasília, deputado Hugo Leal (PSD/RJ), que falou em nome dos seus colegas, disse que a decisão foi tomada, apesar das outras responsabilidades que a bancada tinha para a aplicação dos recursos, como a área de saúde. Mas diante da falta de recursos para cumprir o orçamento da União, houve um contingenciamento linear de 21,65% no valor das emendas. Hugo Leal garantiu que ainda assim, a bancada permanece com o compromisso de apoiar a recuperação do Museu. “Cada um de nós é responsável por essa reconstrução também. A bancada do Rio de Janeiro não vai ceder em hipótese nenhuma e nem abrir mão de um espaço que seja para poder recompor a história do Brasil e parte da história da humanidade”, disse.

A coordenadora de Cultura da Unesco, Isabel de Paula, destacou a importância do novo modelo de governança do Museu, que, segundo ela, é um patrimônio histórico e científico comprovado pela comunidade internacional. “Mais do que olhar para trás, agora é hora de olhar com muito entusiasmo para frente, porque temos aqui uma grande união de esforços”, pontuou.

O documentário Resgates, produzido pela Coordenadoria de Comunicação Social da UFRJ, e exibido em primeira mão na cerimônia emocinou os presentes. O trabalho mostra depoimentos de técnicos que atuaram nas obras emergenciais do Museu Nacional. O documentário está disponível a partir do dia 19 de setembro, no link youtube.com/webtvufrj.

Do lado de fora do Museu, no pátio em frente, os visitantes da Quinta da Boa Vista podem, neste fim de semana, aproveitar o Festival Museu Nacional Vive. O público vai poder se divertir com oficinas, mostras e exposições abertas com entrada franca.

Edição: José Romildo

ESTREIA DO REPÓRTER PINGA FOGO

VEM AÍ O PINGA FOGO.

DIRETO DA FLORESTA AMAZÔNICA PARA TODO BRASIL. TERÁ AQUI NO NOSSO SARRAFO UMA COLUNA GARANTIDA.

 

O Pinga Fogo, é um ser humano inquieto, originário das queimadas amazônicas que agora aportou na terra dos FOGOS SEM PINGOS, numa manhã ensolarada e recebido no cais do porto, pelas falsas gabrielas e um baticum infernal, e com algumas autoridades presentes, para recebê-lo.

E num destes Transatlânticos que aportam no cais do porto internacional, com o risco de encalhar, aparece de frente e cabeça erguida o tal Pinga Fogo. Mas, mesmo assim o desconhecido desceu garbosamente, vestido num paletó vermelho, que lembra o fogo ardente, uma gravata cor de cinza, calça verde nacional e sapatos de couro Jacaré com penas de Ararinha Azul.

Deu seu recado as autoridades, confirmou o que já se sabia pela imprensa do mundo inteiro, principalmente pela francesa sob a liderança do grande jornalista, Me Pega Me Solta, e os jornalistas fofinhos da Globo, liderado pelo SuperBond, que quando cola, é pior que relê de carro velho.

Com isto explicado, dirigiu-se para uma pousada na zona norte, que um dia será uma zona qualquer, pelo descuidado do guardião das chaves, e os ventos que sopram na sua direção.

Vale dizer que, esta pousada em razão da chegada do Pinga Fogo, já foi rebatizada por ” Maré Alta de Fogo Baixo”.

Então, é só aguardar que a qualquer momento o Pinga Fogo, retornará com novidades deste recanto, que com seu patins elétrico está percorrendo cidade e redondeza.

Abraços foguetórios e incendiários.

O PINGA FOGO.

contador free

nao basta

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