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:: 30/ago/2019 . 18:00

O VENENO DA NOITE!

‘Fake News’ é a nova desculpa para encobrir mentirosos e traquinos!

Paciência…

Governo quer corte no Sistema S para financiar Bolsa Família

A contribuições compulsórias cairiam de R$ 22 bilhões anuais para R$ 12,3 bilhões, segundo projeto feito pela equipe econômica

A equipe econômica está planejando um corte de 44% nos recursos destinados ao Sistema S, que inclui instituições de apoio ao setor empresarial, como Sesi, Sesc e Sebrae. A ideia é redirecionar os recursos para o Bolsa Família, através do Ministério da Cidadania, e para o Ministério da Economia.

A contribuições compulsórias para o Sistema S cairiam de R$ 22 bilhões anuais para R$ 12,3 bilhões, segundo apresentação feita pela equipe econômica, que contém dados da proposta, e à qual a Bloomberg teve acesso.

Dos R$ 9,7 bilhões em cortes, 24,1%, ou R$ 5,3 bilhões, serão aplicados no Bolsa Família e em programas do Ministério da Economia. Os 20% restantes, ou R$ 4,4 bilhões, serão efetivamente economizados.

O Ministério da Economia diz, por meio da assessoria de imprensa, que ainda não há uma definição sobre o Sistema S e que os estudos estão sendo concluídos para decisão final nas próximas semanas.

O governo está conversando com entidades do Sistema S e há uma expectativa de que seja possível fechar um acordo até o fim da próxima semana, segundo um integrante da equipe econômica, que pediu anonimato porque as discussões não são públicas.

Ainda de acordo com essa fonte, os recursos destinados ao Bolsa Família ajudarão na empregabilidade de quem recebe o benefício. O valor redirecionado ao Ministério da Economia também será aplicado em políticas para produtividade e empregabilidade. O documento não detalha quais são essas políticas.

ANS suspende 51 planos de saúde a partir de 6 de setembro

Publicado em 30/08/2019 – 16:22

Por Léo Rodrigues – Repórter da Agência Brasil  Rio de Janeiro

A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) divulgou, hoje (30), uma lista com 51 planos de saúde oferecidos por dez operadoras que terão a comercialização suspensa a partir do dia 6 de setembro. A medida é decorrente das reclamações enviadas pelos consumidores nos meses de abril, maio e junho. Foram relatadas negativas de coberturas e descumprimentos dos prazos máximos para realização de consultas, exames e cirurgias.

A análise das queixas se dá dentro do programa de monitoramento da garantia de atendimento, cujo objetivo é exigir que as operadoras assegurem aos usuários o acesso aos procedimentos previstos em contrato. Para que a comercialização possa ser retomada, será preciso melhorar a qualidade do serviço para as 278,6 mil pessoas vinculadas atualmente aos 51 planos. Novos clientes não poderão ser aceitos enquanto a ANS manter a suspensão.

A Agemed e Assistência Médica Infantil (AMI) são as duas operadoras mais afetadas. Cada uma ficará impedida de comercializar 14 planos.

A ANS, no entanto, liberou a venda de 28 planos de saúde de 11 operadoras. Eles haviam sido suspensos em avaliações anteriores do programa de monitoramento da garantia de atendimento.

A ANS mostra em seu site a lista completa dos planos liberados e suspensos. Também é possível consultar informações do monitoramento de cada operadora, conferindo o histórico e verificando se ela já foi afetada em alguma avaliação passada. Há ainda uma classificação das empresas conforme o desempenho no programa de monitoramento.

Edição: Fernando Fraga

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