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:: 3/ago/2019 . 19:09

ATÉ QUE ENFIM O PROJETO DE CARMELITA PODE SAIR DO PAPEL. ===>>> 18/01/2015

CARMELITA QUER REGULAMENTAÇÃO DE MOTOBOYS.

sexta-feira, 23 de novembro de 2012 Blog do Rildo.

moto boy (1)

Professora Carmelita apresentando o projeto aos interessados

A vereadora Professora Carmelita (PT), de Ilhéus, é autora de projeto de lei que propõe a regulamentação do serviço de motoboy e mototaxista na cidade. A proposta ainda será apresentada ao legislativo, mas nesta quinta-feira, 22, a vereadora discutiu a matéria com os trabalhadores da área.

Segundo a vereadora, o projeto tem como objetivo organizar o serviço, garantindo mais segurança e também assegurando o acesso dos trabalhadores a direitos sociais e linhas de crédito.

O projeto prevê a utilização de uma cor padronizada para as motos, bem como a identificação dos capacetes com o número da praça à qual o motoboy ou mototaxista pertence. Em contrapartida, Carmelita argumenta que os trabalhadores terão direito a inscrição  no Programa de Microempreendedor Individual e recolhimento do INSS.

O CHOCOLATE QUEIMANDO ETAPAS. ===>>> 23/07/2014

Acho bastante louvável, o esforço de alguns cacauicultores, lançarem no mercado o chocolate fino, o chocolate gourmet.

Porém, quem ganha dinheiro com o chocolate comercial, são as grandes chocolateiras, Nestle, Lacta e Garoto.

Fiquei esperançoso quando da possibilidade da transferência da Chadler, de Salvador para Ilhéus, que foi por água abaixo.

A região é a produtora da matéria prima, o cacau. Seria um handicap para o start de uma industria chocolateira, infelizmente não aconteceu.

Precisamos pensar no chocolate comercial, para o grande público, que possa o chocolate estar nas gondolas de supermercados e magazines, inserido na merenda escolar, e até em bombonieres, baleiros e camelôs.

O começo dessa industria, foi criminosamente destruída, junto com a Usina Vitoria.

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O PT e sua Crise (Luiz Uaquim)

Luiz Henrique Uaquim 

A crise na Bahia é uma mistura de corrupção, mentira e incompetência.
A lambança que perdura 13 anos na Bahia, é oriunda da implantação da incompetência no ato de governar. Falam que tudo se deve a uma ou outra crise, e ninguém sabe que crise é. É a crise , na verdade da mão boba, que acaba sempre em enriquecimentos inimagináveis.
Governar delirando vem sendo a única coisa que se sabe fazer, com cinismo e insultos a inteligência popular .
Praticam-se populismo e protecionismo inconsequentes , que levaram o país a ter a economia fechada e obsoletista, promovendo uma involução mental com a compra de consciências.
Que Deus tenha pena dessas almas.
Estas são as minhas convicções
Luiz Uaquim

Governo avalia novas medidas para reduzir preço do gás de cozinha

Ministério sugere desconcentrar mercado de botijões de 13 quilos

Publicado em 03/08/2019 – 08:36

Por Wellton Máximo – Repórter da Agência Brasil  Brasília

Com a promessa de derrubar o preço do gás natural em até 40%, a nova política para o setor precisará de medidas adicionais para que a redução chegue à cozinha do brasileiro. Estudo divulgado nesta semana pelo Ministério da Economia lista três medidas para melhorar a competitividade do preço aos consumidores residenciais.

Produzido pela Secretaria de Avaliação, Planejamento, Energia e Loteria (Secap) da pasta, o documento defende o fim da política que concentrou o mercado de Gás Liquefeito de Petróleo (GLP) nos botijões de até 13 quilogramas (kg). A medida pode ser implementada ainda neste mês.

O documento também pede que o Conselho Nacional de Política Econômica (CNPE) recomende à Agência Nacional do Petróleo (ANP) um posicionamento sobre duas medidas anunciadas pelo governo: a liberação da venda fracionada de gás de cozinha e o enchimento de um mesmo botijão por diferentes marcas.

“Entende-se que essas mediadas constituem o ponto de partida para um processo de abertura efetiva do mercado de GLP à multiplicidade de agentes em todos os elos da cadeia, de modo a proporcionar benefícios aos consumidores em decorrência do aumento da concorrência”, destacou o documento. “Nesse sentido, a Secap visa contribuir com a discussão, para que os benefícios advindos do choque de energia barata também possam ser auferidos pelos consumidores residenciais do botijão de gás de cozinha”, diz o documento.

Fim de restrições

Prevista para ser decidida na reunião do CNPE no fim deste mês, a primeira medida pretende acabar com a política de preços diferenciados e com as restrições de mercado para botijões de gás de até 13 kg. Presentes em 72% do mercado nacional de gás, esses botijões têm o uso proibido em motores, no aquecimento de saunas e piscinas, em caldeiras industriais e em veículos.

Segundo o estudo, essa política barra a entrada de novos agentes no mercado e desestimula a concorrência. Para o Ministério da Economia, não existem provas de que os preços subsidiados para botijões de até 13 kg favoreçam apenas os mais pobres. Segundo a pasta, a população com renda mais elevada apropria-se do benefício. Na avaliação da secretaria, o fim das restrições não resultaria em aumento de preços, mas em aumento de competitividade.

Fracionamento

Em relação ao enchimento fracionado de recipientes, o documento informou que as regras da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) para o abastecimento a granel de GLP aplica-se a todos os tipos de recipientes e volumes, sem normas específicas para o enchimento do botijões de 13 kg. Para a secretaria, a venda fracionada pode criar novos modelos de transporte e de compra do gás, resultando em preços mais baixos para o consumidor.

“É possível que, com o fracionamento, venha a existir um modelo de negócios, a exemplo do Uber Eats e iFood que compra alimentos de quaisquer restaurantes e entregam em domicílio, provisionando gás para o consumidor (de qualquer peso) residencial, a partir de qualquer ponto de abastecimento normatizado por meio de regras ABNT”, ressaltou o relatório.

Troca de botijões

Em relação ao fim da proibição de que um botijão de uma distribuidora seja retornado e enchido por outra, o Ministério da Economia alega que a medida permite a entrada de mais agentes no mercado de distribuição. Isso porque a necessidade de destrocar vasilhames de marcas diferentes da distribuidora antes do enchimento aumenta os custos, beneficiando empresas grandes.

Segundo a pasta, os países que derrubaram a restrição à troca de botijões viram a concorrência aumentar. “Em Portugal, por exemplo, não era permitida a troca de botijões, mas após investigação do órgão de defesa do consumidor, constatou-se que tal prática resultava em falta de competição no mercado, a tal ponto de seus preços serem injustificadamente superiores aos praticados na Espanha”, destacou o estudo.

O Ministério da Economia recomendou mais estudos sobre a prática, com a possibilidade de criação da figura de um Trocador Independente de Botijões, empresa que atuaria com regulação do governo e com remuneração pré-definida (recebendo quantia fixa) para encher botijões de marcas distintas.

Edição: Denise Griesinger

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