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:: maio/2019

Cazaquistão quer intensificar relações com o Brasil, diz embaixador

Os dois países recriaram um grupo parlamentar

Publicado em 11/05/2019 – 19:46

Por José Romildo – Repórter da Agência Brasil  Brasília

O Cazaquistão tem interesse em buscar um intercâmbio com os setores da indústria e do agronegócio brasileiros e desenvolver projetos na área de alta tecnologia, agricultura, fontes renováveis de energia, maquinaria, uso pacífico da energia nuclear e mineração. A informação é do embaixador daquele país no Brasil, Kairat Sarzhanov.

Ele participou na última quinta-feira (9), no Senado Federal, da reinstalação do grupo parlamentar Brasil-Cazaquistão, com o objetivo de atrair investimentos e elevar os valores do comércio bilateral, hoje em patamares modestos se comparados ao potencial econômico das duas nações. “Nosso comércio bilateral está crescendo muito rapidamente”, ressaltou Sarzhanov.

Em 2018, o Brasil exportou US$ 80,3 milhões para o Cazaquistão, e importou US$ 35,7 milhões, o que resultou em superávit superior a US$ 44,5 milhões. Nos quatro primeiros meses de 2019, as exportações brasileiras somam US$ 28,4 milhões e as importações US$ 11,6 milhões, com superávit de US$ 16,6 milhões.

O senador Jaques Wagner (PT-BA), um dos integrantes do grupo parlamentar Brasil-Cazaquistão, disse que, durante sua gestão como governador da Bahia, de 2011 a 2014, buscou atrair investimentos da empresa cazaque Eurasian Mining Group para o setor de mineração do estado. A empresa decidiu se estabelecer na região e os investimentos já alcançam cerca de U$ 1 bilhão. Recentemente a Eurasian aliou-se a duas empresas estatais chinesas com o objetivo de incrementar os investimentos em Caetité, no interior da Bahia, em mais U$ 1,4 bilhão.

No entanto, o projeto só atingirá sua maturidade depois que os governos estadual e federal chegarem a um acerto sobre a concessão da ferrovia Leste-Oeste, projeto que viabilizará o transporte do minério. Há estudos também sobre a construção de um porto para a exportação do produto.

Sarzhanov disse também que gostaria que a Embraer instalasse um centro de serviços em Nur Sultan, a capital do Cazaquistão. Segundo ele, o desejo do Cazaquistão é de que esse centro de serviços esteja funcionando em curto prazo, incrementando a atuação da empresa no país, que já adquiriu vários aviões da Embraer nos últimos anos. Ele observou, no entanto, que a decisão sobre a instalação do centro de serviço é da Embraer, que está estudando o assunto.

O embaixador também falou sobre a cooperação de empresas dos dois países na área espacial e a recente parceria com a Embrapa, que terá como uma das consequências, maior venda de bovinos vivos ao Cazaquistão.

Investimentos

Sarzhanov afirmou que o Cazaquistão é um país que atrai 80% dos investimentos estrangeiros dirigidos à Ásia Central. Desde a sua independência, em 1991, o país atraiu mais de US$ 300 bilhões em investimentos diretos. Uma das razões que favorecem os investimentos estrangeiros é legislação, que estabelece taxas reduzidas para os investidores de outros países.

Outro ponto favorável é o sistema de transporte do Cazaquistão, que permite o rápido trânsito de mercadorias pelo país graças a uma rede de ferrovias e rodovias entre o território cazaque e a China, Rússia e vários países da Europa.

Participaram da cerimônia de reinstalação do grupo parlamentar Brasil-Cazaquistão os senadores Chico Rodrigues (DEM-RR), Angelo Coronel (PSD-BA), Jaques Wagner (PT-BA) e os chefes do Departamento de Rússia e Ásia Central do Itamaraty, embaixador Ary Norton Quintella e da Assessoria Internacional da Presidência do Senado, embaixador Marco Farani.

Edição: Denise Griesinger

Governo comemora abertura do mercado mexicano para o arroz brasileiro

Publicado em 11/05/2019 – 12:31

Por Agência Brasil  Brasília

O governo federal divulgou neste sábado (11) nota conjunta assinada pelos ministérios das Relações Exteriores (MRE) e da Agricultura, Pecuária e Abastecimento para informar sobre a abertura do mercado mexicano para a compra de arroz brasileiro.

“O governo brasileiro informa com satisfação que será aberto o mercado mexicano às exportações brasileiras de arroz beneficiado”, aponta a nota.

Segundo a nota, a medida foi tomada após a aprovação recíproca dos requisitos fitossanitários para o arroz beneficiado do Brasil e o feijão do México, negociados coordenadamente pelas duas pastas.

“A decisão reforça a posição do Brasil como um dos dez principais exportadores mundiais de arroz e representa um passo importante para a diversificação das relações comerciais com o México, país com mais de 120 milhões de habitantes, que importa cerca de 80% do arroz consumido no país”, ressalta o documento.

Edição: Maria Claudia

QUEM POSSIBILITOU A PANTOMIMA DE MARÃO NOS ESTADOS UNIDOS?

No release da Prefeitura de Ilhéus sobre o evento, podemos identificar claramente o ‘DNA’ dos patrocinadores.

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Mario Alexandre (Marão) Prefeito de Ilhéus

Prefeito faz balanço positivo, destaca potencialidade ambiental e projeta Ilhéus para o mundo

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O DIA A DIA DE UMA CIDADE

O ilheense, atônito, é bombardeado diariamente com um foguetório de releases fantasiosos.

Enquanto ações do dia a dia são esquecidas ou camufladas.

Quando será a ‘inauguração’ do gramado do Estádio Mário Pessoa?

O VENENO DA NOITE!

Você bota fé num governo onde tem pessoas do ‘mensalinho’, do ‘gueto do atraso’ e forasteiros?

Embasa reúne lideranças comunitárias para combater perdas de água em Ilhéus

Membros do corpo técnico da Embasa se reuniram ontem (09), na sede administrativa da empresa em Ilhéus, para tratar do combate às perdas de água nos bairros Teotônio Vilela, Alto do Amparo e Alto Legião. Os líderes comunitários presentes ao encontro conheceram a situação das perdas físicas (reais) e comerciais (aparentes) nos bairros, que superam a média geral de 30% da cidade. “De cada 100 litros de água que distribuímos no Vilela, perdemos 57. Nos altos do Amparo e Legião temos metade de nossos consumidores com ligações cortadas, sendo que parte deles podem estar abastecendo seus imóveis de forma irregular”, esclareceu o gerente da Unidade Regional de Itabuna, responsável pelas operações da Embasa em Ilhéus e região, Felipe Madureira.

A Embasa se comprometeu a intervir para melhorar a continuidade e a qualidade do abastecimento nesses bairros, por meio de ações como pesquisas de vazamento e atividades de educação ambiental. A concessionária também registrou demandas de atendimento à comunidade, como mais agilidade na correção de vazamentos e substituição de hidrômetros, entre outros pleitos. “Foi válida a oportunidade de conhecer melhor a atuação da Embasa e temos meios de potencializar a presença da empresa em nosso bairro, especialmente se há disponibilidade em reconquistar o cliente em situação de débito e, ainda, de ajustar o enquadramento tarifário com base no perfil socioeconômico do morador”, destacou o assistente social e presidente da ONG Amparo Melhor, Sérgio Luiz Santos da Silva. A presidente da Associação de Moradores do Teotônio Vilela (AMTV), Macláudia Angeli de Sá, elogiou o fato de que a Embasa está retornando com o projeto Com+Água ao bairro: “Registramos as muitas atividades e os resultados positivos obtidos pela Embasa no Vilela, e a associação de moradores está à disposição para auxiliar; em contrapartida, precisamos que a Embasa se faça representar no atendimento às nossas pautas com o poder público, até para sabermos o que é ou não atribuição da Embasa resolver”.

A reunião também contou com Denildes Santos, coordenadora do Centro de Referência em Assistência Social (CRAS) Vilela; Manoel Sampaio, membro da direção da AMTV; Waldelson Carlos Santos (Sete), administrador do bairro do Malhado e as representantes do Alto Legião Adriana Novais e Patrícia dos Santos Vila Nova.

Com+Água

            O programa de combate às perdas de água em sistemas de abastecimento – Com+Água investiu R$2,6 milhões de reais em intervenções como substituição e extensão de redes, implantação de equipamentos e atividades de mobilização social. Já passou pelos bairros Ilhéus II, Teotônio Vilela, Nossa Senhora da Vitória e Basílio, mobilizando 65 mil pessoas desde sua implantação, em 2006. O Com+Água de Ilhéus vem sendo referência para o gerenciamento de perdas em outros sistemas operados pela Embasa em todo o estado.

Agradecemos a divulgação!

Mariana Vieira

Analista de Comunicação Corporativa – EL Ilhéus

(73) 3234-7273

DA EVOLUÇÃO DA TILÁPIA AO MIMIMI DA EDUCAÇÃO


O VENENO DA NOITE!

Jesus Cristo, ressuscitou o defunto Lázaro.

Assessorias de Comunicação ainda não operam esse tipo de milagre.

Paciência…

ILHÉUS NOVAMENTE MERGULHADA EM CRISE INSTITUCIONAL

Ultimamente poucos terminam o mandato sem sobressaltos, alguns pela Justiça, outros deixando um rastro de mazelas.

O Prefeito e seus Vereadores no comando.

A COMUNIDADE REGIONAL EM POLVOROSA

As comunidades científicas e ambientais estão em polvorosa.

Ávidas em ter conhecimento do Projeto de Biodiversidade. Quando será a publicação?

Sim, esse projeto deve ter sido elaborado em sigilo absoluto, pois em Ilhéus ninguém sabia dele.

Marão pesquisando a biodiversidade…

Governo prevê novas concessões com investimentos de R$ 1,6 trilhão

Ao todo, 59 novos projetos foram incorporados ao PPI

Publicado em 08/05/2019 – 23:36

Por Pedro Rafael Vilela – Repórter da Agência Brasil  Brasília

O conselho do Programa de Parcerias e Investimentos (PPI) do governo federal incluiu mais 59 novos projetos na lista de empreendimentos a serem concedidos à iniciativa privada nos próximos anos. São rodovias, ferrovias, portos, hidrovias, aeroportos, linhas de transmissão, além da concessão de reservas de petróleo e gás cuja expectativa do governo é que resultem, nos próximos 10 anos, em investimentos de até R$ 1,57 trilhão.

O PPI foi criado por meio de lei em 2016, durante o governo Michel Temer. Em balanço apresentado em coletiva de imprensa nesta quarta-feira (8), o ministro Santos Cruz (Secretaria de Governo), responsável pelo programa, informou que dos 193 projetos apresentados nos últimos 35 meses, 147 já foram contratados pela iniciativa privada, com investimentos de R$ 260,2 bilhões, sem contar as outorgas de cerca de R$ 54,1 bilhões para a União.

“Até hoje, foram absorvidos pelo capital privado 147 projetos. Então, 147 dos 193 projetos já estão nas mãos da iniciativa privada. Sobraram 46 que estão nesse grande portfólio de produtos, vamos dizer assim. Havia periodicamente a necessidade de recompletar a lista de projetos que entram para dentro desse programa. Isso é feito através de um conselho, que se reuniu hoje. Foram selecionados [mais] 59 projetos, aprovados pelo conselho, e que foram para dentro do programa”, explicou o ministro.

O PPI passa a contar agora com a oferta de 105 projetos, que vão passar, nos próximos meses, por um processo de estudos técnicos e modelagem de concessão. A reunião realizada nesta quarta-feira foi a nona do conselho e a primeira sob a gestão do presidente Jair Bolsonaro.

Aeroportos

Entre outros empreendimentos, o PPI incluiu a 6ª rodada de concessões de aeroportos, que deverá atingir um total de 22 terminais, divididos em três blocos regionais. O Bloco Sul tem investimento estimado de R$ 2,2 bilhões, contempla os aeroportos de Curitiba, Bacacheri (em Curitiba), Londrina (PR), Foz do Iguaçu (PR), Joinville (SC), Navegantes (SC), Uruguaiana (RS), Bagé (RS) e Pelotas (RS).

O Bloco Norte I, com investimentos estimados de R$ 1,1 bilhão, contempla os aeroportos de Manaus (AM), Tabatinga (AM), Tefé (AM), Porto Velho (RO), Rio Branco (AC), Cruzeiro do Sul (AC) e Boa Vista (RR). O Bloco Central contará com investimentos estimados de R$ 1,7 bilhão, e contempla os aeroportos de Goiânia (GO), Palmas (TO), Teresina (PI), São Luís (MA), Imperatriz (MA) e Petrolina (PE).

O governo também vai se desfazer da participação acionária nos aeroportos de Guarulhos (SP), Confins (MG), Galeão (RJ) e Brasília. Nesses quatro terminais, que foram os primeiros a serem privatizados, durante o governo Dilma Rousseff, a União detém, por meio da Infraero, um total de 49% das ações. “A Infraero vai contratar os estudos de precificação e vai submeter a melhor forma de fazer a alienação desses ativos”, disse o ministro da  Infraestrutura, Tarcísio Gomes de Freitas.

Curitiba - Aeroporto Afonso Pena (Divulgação/Portal da Copa)
O Aeroporto Afonso Pena, em Curitiba, foi incluido na 6ª rodada de concessões de aeroportos e faz parte dos novos projetos do PPI   – Divulgação/Portal da Copa

Rodovias e portos

O PPI também incluiu projetos de concessão de 14,5 mil quilômetros de rodovias, como as BRs 381/MG (trecho entre Belo Horizonte e Governador Valadares), 262/ES (entre Viana/ES e João Monlevade/MG), 163/MT (entre Sinop e Mairitituba). Mais 15 trechos rodoviários em 13 estados também estão no pacote.

No caso de portos, o programa inseriu seis novos projetos de investimento, entre eles quatro terminais portuários dedicados à movimentação de granéis líquidos, especialmente combustíveis, localizados no porto organizado de Itaqui (MA). A publicação do edital está prevista para sair este ano. Mais dois terminais do Porto de Santos também entraram no pacote. O governo pretende privatizar o porto de São Sebastião (SP), que deverá ser entregue por 35 anos à iniciativa privada, com investimento de R$ 574 milhões.

Petróleo

Os projetos da área Minas e Energia trarão as maiores somas. O leilão dos volumes excedentes aos contratados sob regime de cessão onerosa tem um investimento previsto de R$ 1,4 trilhão, além dos mais 13 empreendimentos que vão render R$ 30 bilhões.

Firmado pela Petrobras e a União em 2010, o contrato de cessão onerosa garantia à empresa explorar 5 bilhões de barris de petróleo em áreas do pré-sal pelo prazo de 40 anos. Em troca, a empresa antecipou o pagamento de R$ 74,8 bilhões ao governo. Os excedentes são os volumes descobertos de petróleo que ultrapassam os 5 bilhões de barris. Desde 2013, o governo vem negociando um aditivo do contrato, depois que a Petrobras pediu ajustes por conta da desvalorização do preço do barril de petróleo no mercado internacional.

O governo também prepara a 6ª rodada de licitações de blocos do pré-sal, pelo regime de partilha, além da deflagração da 16ª rodada de concessões de reservas de óleo. Os editais das duas rodadas devem ser publicados no segundo semestre.

O ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque, fala sobre as ações desenvolvidas pela pasta nos primeiros 100 dias de governo.
O ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque, disse que o governo mantém o cronograma da desestatização da Eletrobras – José Cruz/Agência Brasil

Angra 3 e linhão de energia

Também conta entre os novos projetos do PPI a parceria do governo com a iniciativa privada para a conclusão das obras da usina termonuclear de Angra 3, no Rio de Janeiro. Estão previstos investimentos totais de R$ 16 bilhões na obra, que está 70% concluída. O edital só deve ser publicado em 2020. O ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque, disse que o governo trabalha na modelagem do edital e que trabalha para encontrar uma empresa que toque a obra. A expectativa do governo é que a usina entre em operação comercial em 2026.

O PPI incorporou outros leilões de linhas de transmissão de energia, com investimentos de mais de R$ 3,4 bilhões, contemplando 2,4 mil quilômetros e passando por 10 estados.

Outro projeto incluído no programa é a construção do linhão de energia entre Manaus e Boa Vista, com investimento de R$ 1,4 bilhão. As obras devem começar no segundo semestre e, quando finalizada, vai incorporar o estado de Roraima e garantir a autonomia energética da região. Roraima é o único estado do país que não é ligado ao Sistema Interligado Nacional (SIN), e é abastecido pela energia elétrica gerada na Venezuela desde 2001.

A construção do linhão vai interligar o estado ao SIN, fazendo com que Roraima deixe de depender da energia fornecida pela Venezuela e de usinas termelétricas para atender o suprimento energético.

Privatização de estatais

Dentro os novos projetos do PPI, o governo federal incluiu a privatização de duas estatais ligadas à área de transporte público, a Companhia Brasileira de Trens Urbanos (CBTU) e a Trensurb.

A CBTU atua em Belo Horizonte, Recife, Maceió, João Pessoa e Natal e a Trensurb é responsável pelo metrô de superfície de Porto Alegre. No caso da CBTU, a empresa terá suas atividades separadas por cidade para que seja possível privatizá-las.

O ministro Bento Albuquerque comentou também sobre o andamento do projeto de desestatização da Eletrobras. Segundo ele, o governo mantém o cronograma. “Tudo está ocorrendo no tempo certo, como eu já havia mencionado anteriormente. Vamos apresentar um modelo de capitalização da Eletrobras no próximo mês”, disse .

Edição: Fábio Massalli

REUNIÃO DO CONSELHO MUNICIPAL DE SAÚDE DE ILHÉUS

Amanhã, 09/05, será realizada mais uma reunião do Conselho Municipal de Saúde de Ilhéus.

Muito importante a participação da Sociedade Civil Organizada, bem como de toda a população em geral.

Horário 14 horas na sede da Av. Canavieiras.

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