WebtivaHOSTING // webtiva.com . Webdesign da Bahia

:: 31/maio/2019 . 18:00

O VENENO DA NOITE!

Quem é o novo secretário 20%?

Aprendeu rápido o menino…

O SONHO DO SENADOR OTTO ALENCAR (PSD) É GOVERNAR A BAHIA.

As movimentações já podem ser notadas, na liderança do Senado, nas votações, e nas queridas lembranças.

 

Resultado no Senado da votação do Projeto de Lei de Conversão 10/2019 que reorganiza órgãos da Presidência da República e ministérios.

Obras de construção do Porto Sul começam no segundo semestre

Bamin e chineses irão investir cerca de R$ 2,5 bilhões no empreendimento

As obras do Porto Sul, no distrito de Aritaguá, em  Ilhéus, finalmente vão sair do papel. A Bahia Mineração (Bamin) e um consórcio formado por empresas da China irão iniciar a construção do empreendimento no segundo semestre deste ano, num investimento da ordem de R$ 2,5 bilhões. O serviço de implantação do porto vai gerar inicialmente 500 empregos,  mas,  no pico de obras,  esse número saltará para até 2.500.  Quando entrar em operação, daqui a quatro anos, serão entre 600 e 700 postos de trabalho diretos e centenas de outros indiretos.

“Queremos empregar o maior número possível de trabalhadores locais”, diz Alberto Vieira, diretor de implantação do Projeto Pedra de Ferro da Bamin. Segundo ele, inicialmente, serão construídos uma ponte sobre o Rio Almada e acessos às rodovias BA-001 e BA-262.  Na sequência, virão a ponte de acesso aos píeres, quebra-mar, retroporto, terminal, dentre outras estruturas.  “Por parte da Bamin já está  tudo pronto para o início das obras. Já contratamos as empresas de engenharia. Aguardamos agora as desapropriações. Precisamos de terra livre para iniciar o projeto”, assinalou Vieira.

Ontem pela manhã,  em solenidade realizada na Governadoria,  o  governador Rui Costa e representantes da Bahia Mineração assinaram o termo de unificação dos terminais do porto e a constituição da Sociedade de Propósito Específico (SPE) para a construção do empreendimento. Na prática, o termo permite o início do processo de desapropriações. Contempla ainda uma mudança no projeto original: inicialmente, o porto teria dois terminais – um de uso público e outro de uso privado. Agora, terá um.

De acordo com o governo, a  unificação dos terminais foi adotada como forma de assegurar o aumento da eficiência operacional do Porto Sul, a partir do uso compartilhado das estruturas marítimas e terrestres do equipamento pelo estado e  pela Bamin. Foi uma forma também de reduzir os  custos. “O projeto do Porto Sul foi concebido, inicialmente, com dois terminais, mas por causa de todos os problemas econômicos que o Brasil passou e passa, por conta dessa crise, nós resolvemos adotar a estratégia de unificá-los e, com isso, buscar acelerar a sua construção”, destacou Rui.

A obra do Porto Sul é considerada fundamental para a exportação do  minério proveniente da mina Pedra de Ferro, localizada no município de Caetité, a 636 kKm de Salvador. Mas ele só não basta. A viabilidade do projeto da Bamin depende ainda da conclusão  da Ferrovia de Integração Oeste Leste (Fiol).  Para ser viável economicamente,  Pedra de Ferro foi estruturado da seguinte forma:  extração e  beneficiamento do minério em Caetité, transporte da carga pela Fiol até Ilhéus e o escoamento pelo Porto Sul.  Com tudo pronto, serão exportadas, por ano, 18,8 milhões de toneladas de minério de ferro  para o mercado chinês.

“Tenho repetido diversas vezes que esse projeto só fica de pé com os três ativos juntos: o porto, a ferrovia e a mineração”,  enfatizou o governador. Alberto Vieira, da Bamin,  reforça: “Um negócio  dessa dimensão [Porto Sul] não se sustenta sem carga.  Precisamos que a Fiol seja concluída. É muito importante para a Bamin e para os investidores chineses que o processo de concessão da Fiol seja concluído ainda em 2019”.

Uma das estrelas do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC),  a  Ferrovia Oeste Leste deveria ter sido concluída em 2014.  A obra – que já consumiu recursos da ordem de R$ 3,4 bilhões – está parada  há mais de três anos.  O histórico de execução do projeto inclui problemas crônicos: falta de dinheiro, paralisações dos serviços em vários trechos, abandono de canteiros pelas empreiteiras contratadas, greve de operários   e problemas com licenciamento ambiental. Apesar de tudo isso,  o projeto tem 75% de execução.

A boa notícia é que o Ministério da Infraestrutura  pretende realizar ainda este ano o leilão de concessão da ferrovia à iniciativa privada. O projeto completo vai de Ilhéus a Figueirópolis, no estado do Tocantins, num traçado de 1.527 km, mas atualmente apenas o trecho entre Ilhéus e Caetité, com 537 km, está qualificado para ser licitado.  A Bamin e  seus sócios chineses irão  participar da disputa.

“A mina e a ferrovia dependem do porto, e o porto vai ser o conforto para que o governo federal efetive o leilão da ferrovia, que é a espinha dorsal do projeto”, diz o diretor financeiro da Bamin, Alexandre Aigner. “A ferrovia é um indutor de desenvolvimento. Com  a Fiol e o Porto Sul, iremos viabilizar uma série de outros projetos em Ilhéus, Itabuna, Brumado, Caetité e na região do São Francisco”, completou o governador

contador free

nao basta

Webtiva.com // webdesign da Bahia
maio 2019
D S T Q Q S S
« abr   jun »
 1234
567891011
12131415161718
19202122232425
262728293031  


WebtivaHOSTING // webtiva.com . Webdesign da Bahia