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:: 27/mar/2019 . 18:00

O VENENO DA NOITE!

Quando uma cadeia de supermercados anuncia em carro de som o preço do ‘chupa-molho’.

É sinal que a atividade econômica da cidade já foi pro beleléu…

EXECUTIVO E LEGISLATIVO EM ILHÉUS – OU ‘DOIS PERDIDOS NUMA NOITE SUJA’!

PCdoB de Ilhéus refuta pontos da reforma administrativa do governo Marão

O Diretório Municipal do PCdoB de Ilhéus analisou alguns pontos da reforma administrativa do governo Marão, enviada à Câmara de Vereadores, que requerem atenção em diversas questões.

Em primeiro lugar, destaca-se a mudança radical na concepção do planejamento com a extinção da Seplandes – Secretaria de Planejamento de Desenvolvimento Sustentável, que não se mostrava efetiva, fato refletido com a saída do vice-prefeito, José Nazal, então titular da pasta; mas tinha o mérito de, no conceito mais amplo, buscar a integração da administração diante de sua lógica vinculada ao desenvolvimento sustentável.

Na proposta de Marão, a lógica do Planejamento passa a ser meramente orçamentária, sendo deslocados vários setores, vinculados a essa função, para a Secretaria de Finanças. No entanto, a atribuição de articular e envolver a população no sistema de orçamento participativo ficou vinculada à Superintendência de Relações Institucionais, resultante dessa secretaria a ser extinta na proposta de reforma.

Talvez, a medida mais surpreendente seja a extinção das secretarias de Indústria e Comércio; Agricultura e Pesca; Cultura; e Turismo. Na primeira perspectiva, poderia parecer uma fusão de quatro secretarias em duas, para reduzir despesas. No entanto, o que é proposto trata-se da desidratação de secretarias responsáveis pela formulação e gestão de políticas públicas de áreas importantíssimas para a economia da cidade, enquanto se cria quatro assessorias vinculadas diretamente ao gabinete do prefeito, três com salários de R$ 10 mil e uma de R$ 8 mil.

Serão duas assessorias técnicas, sem função específica definida e uma de articulação parlamentar, com função sobreposta à da Superintendência de Relações Institucionais, para aproximar e/ou relacionar o poder Executivo com o Legislativo Municipal. Além dessas, surge uma assessoria com o objetivo de representar o governo do Município, junto ao Estado e à União, fazendo o povo questionar se Marão está tão ocupado com a gestão que não pode dialogar com as autoridades que podem contribuir com recursos e projetos para a cidade, e prefere delegar essa responsabilidade a um terceiro.

Além desses aspectos, o governo Marão não valoriza a Cultura. Com a extinção dessa pasta, enfraquece as articulações e as atividades artísticas e culturais da cidade. Também, com o rebaixamento da Agricultura e Pesca, dá um duro golpe no campo, prejudicando os trabalhadores e trabalhadoras rurais que promovem a agricultura familiar no município, desprezando o potencial do setor para alavancar a economia local. Dessa forma, adota uma prática contrária à política estadual, que tem sido exitosa para o desenvolvimento rural.

A grande jogada do governo Marão, após dois anos e três meses na gestão, é se transformar no governo das “relações”, ao invés de um governo de projetos que sejam realizáveis e possam melhorar as condições de vida do povo, principalmente os mais pobres.

Como saldo resultante de toda essa movimentação de Marão, entre cargos comissionados e funções gratificadas, não haverá redução de despesas e ainda serão criados cargos extras, com salários de R$ 8 mil a 12 mil, enquanto ele pisa nos servidores públicos demitindo e ameaçando reduzir salários. Sem sombra de dúvidas Ilhéus necessita de algo melhor.

Ilhéus, 27 de março de 2019

Executiva Municipal do PCdoB

NA BAHIA TUDO CHEGA COM ATRASO, E EM ILHÉUS ENTÃO.

Claro que a UESC não poderia ficar de fora dessa presepada de atentado.

Os bundas sujas da UESC

Conab: aumento das exportações de soja pode afetar mercado interno

Os produtores brasileiros de soja devem encontrar bom mercado para comercialização de sua colheita. As exportações nos dois primeiros meses de 2019 chegaram a 8,24 milhões de toneladas, segundo a Secretaria de Comércio Exterior. Comparado com o mesmo período nos dois últimos anos, quando as vendas brasileiras para o exterior ficaram próximas a 4,4 milhões de toneladas, os embarques praticamente dobraram.

Soja no navio

 

“O principal destino da oleaginosa continua sendo a China. Do total vendido, cerca de 7 milhões foram enviadas apenas para o país asiático”, afirma o analista de mercado da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), Leonardo Amazonas. “Mesmo com o comprometimento chinês de comprar mais 10 milhões de toneladas da oleaginosa norte-americana, a procura pelo produto brasileiro continua intensa”, garante.

Amazonas ressalta que, caso ocorra uma nova operação entre os dois países, poderá ser realizada apenas a partir da próxima safra americana (2019/2020). Além disso, o técnico indica que as exportações dos EUA para a China, na safra 2018/2019, permanecem menores que o registrado nas últimas seis safras.

“Para se ter uma ideia, em 2017 a China adquiriu cerca de 31 milhões de toneladas de soja dos Estados Unidos, e apenas 8,36 milhões em 2018. Com a trégua entre os dois países em dezembro do ano passado, a aquisição chinesa poderia voltar a crescer, porém, ainda que cheguem a um patamar de 20 milhões de toneladas em 2019, seria um quantitativo abaixo do normal”, reforça o analista.

De acordo com dados do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (Usda), neste ano a China deve importar 88 milhões de toneladas de soja. Confirmando-se que 20 milhões de toneladas do produto virão do mercado norte-americano, o país asiático ainda importaria 68 milhões de toneladas do Brasil e outros países. “Estima-se que, caso não haja um acordo no conflito entre os dois países, o Brasil poderá chegar a um valor de exportação para a China próximo a 59 milhões de toneladas em 2019”, pondera Amazonas. “Este índice é menor que o exportado no ano de 2018, de 68 milhões de toneladas, mas ainda seria maior que o valor de 2017, que foi de 53,79 milhões de toneladas”.

Mercado Interno – A análise considera também a questão da demanda interna, uma vez que o aumento de 11% na mistura com o biodiesel, prevista a partir de junho deste ano, pode diminuir a quantidade de grão destinada ao óleo de soja. “Além disto, teremos um aumento na expectativa de exportações de carnes, principalmente para Rússia e China. Isto faz com que o consumo do farelo de soja também aumente em 2019”, destaca o analista. “E a estimativa é de que o Brasil consuma aproximadamente 44 milhões de toneladas de grãos internamente”.

De acordo com o último levantamento da safra de grãos 2018/2019, divulgada pela Conab neste mês, a produção da soja deve ser de 113,5 milhões de toneladas. A quebra de safra brasileira se deve a problemas climáticos enfrentados nos estados que cultivam a oleaginosa, como Paraná, Goiás, Mato Grosso do Sul e na região do Matopiba, principalmente na Bahia.

ATÉ O MACACO JÁ SACOU

Saco cheio de narrativas mimizentas, paciência…

Câmara vota projeto que autoriza 100% de capital externo na aviação

Projeto segue para votação no Senado

Publicado em 26/03/2019 – 21:59

Por Heloisa Cristaldo – Repórter da Agência Brasil  Brasília

A Câmara dos Deputados concluiu nesta terça-feira (26) a apreciação do projeto de lei que altera dispositivos da Política Nacional do Turismo. O texto amplia a participação do capital estrangeiro para 100% nas companhias aéreas. A matéria será enviada ao Senado.

O texto altera aspectos da política de turismo e, entre os principais pontos, diminui o mínimo de quartos adaptados para pessoas com deficiência em hotéis e outros meios de hospedagem. Na lei atual, são exigidos 10% dos quartos para os meios de hospedagem já existentes. O texto define esse número em 3%, e  4,5% devem contar com ajuda técnica e recursos de acessibilidade a serem definidos em regulamento.

Pelo texto do relator, deputado Paulo Azi (DEM-BA), os estabelecimentos impossibilitados de obedecer a regra por motivos técnicos devido a riscos estruturais de edificação deverão comprovar a restrição por meio de laudo técnico estrutural.

Na sessão de hoje, parlamentares rejeitaram, por 221 votos a 191, alteração ao texto que pretendia limitar o valor cobrado pelas companhias aéreas em caso de remarcação de passagens ao valor total do bilhete no ato da compra, se a remarcação ocorresse em até 24 horas da data do voo.

Tripulantes

A proposta estabelece ainda um percentual de até 30% de tripulantes estrangeiros nas empresas que poderão atuar no espaço aéreo brasileiro. Um destaque do PSOL tentava alterar esse percentual para garantir que 80% de profissionais brasileiros atuem nas empresas aéreas estrangeiras. A medida, contudo, foi descartada pelos deputados. Parlamentares também rejeitaram uma proposta do partido Novo que permitia que todos os tripulantes das companhias aéreas fossem estrangeiros.

Já os voos internacionais operados por empresas designadas pelo governo brasileiro, o projeto define que os tripulantes brasileiros contratados terão o contrato de trabalho regido pelas leis brasileiras.

Táxi Aéreo

O texto prevê que empresas de serviços aéreos não regulares, como as de táxi aéreo, de carga e de mala postal, a autorização não ficará limitada a cinco anos com renovações como acontece atualmente. Pelo projeto aprovado, e elas não precisarão mais comprovar capacidade financeira e viabilidade econômica do serviço que pretendem explorar.

Saiba mais

Edição: Luiza Damé

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