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:: 20/mar/2019 . 16:05

Mulheres no universo das máquinas pesadas na construção e mineração

Segundo os dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatístia (IBGE), quatro milhões de mulheres entraram no mercado de trabalho nos últimos quatro anos. Mas não para por aí: conquistando cada vez mais espaço em mercados de trabalho que anteriormente era exclusividade do sexo masculino, as mulheres tem mostrado que a máxima “Lugar de mulher é onde ela quiser” nunca foi tão verdadeira. Na construção civil, por exemplo, mesmo que timidamente, a participação de mulheres cresceu em 65%, de 2002 a 2012, de acordo com o Ministério do Trabalho e da Relação Anual de Informações Sociais (RAIS). A porcentagem se aplica, inclusive, ao mundo das máquinas pesadas, no qual a força da representatividade feminina tem sido fundamental para quebrar os estereótipos de gênero que estão tão imbricados na nossa sociedade.

Mulheres & Maquinas pesadas

 

Quem sabe bem disso é a sócia da Trakmaq – distribuidor das escavadeiras Link-Belt no Vale do Paraíba (SP) –, Eloá Garcia de S. Cazzolato. Responsável pelos setores administrativo e financeiro da empresa, ela começou a trabalhar neste mercado aos 17 anos, mas desde criança já conhecia o setor de equipamentos pesados, por ser o ramo de negócio da família. “A minha percepção é de que a participação de mulheres neste ramo é muito importante. Geralmente somos mais detalhistas e organizadas. Percebo que, por isso, a maioria de nossos clientes gostam de ter uma mulher auxiliando”, diz.

Quanto aos desafios encontrados na área, Eloá destaca que o maior deles é o machismo, pois alguns homens ainda enxergam as mulheres apenas como donas de casas e mães. “Mas percebo que cada vez mais a valorização das mulheres está aumentando e melhorando. Estamos nos impondo mais, mostrando nossas visões, inovando, enfim, cada vez mais ganhando o nosso espaço e respeito”, complementa.

Outra figura que também tem mostrado ao que veio é a coordenadora de Marketing América Latina da Link-Belt, Lúcia Guariglia. Atuando neste setor desde 2008, ela conta que nada a deixa mais realizada do que calçar suas botinas e ir à campo apertar a mão de um novo cliente. Para Lúcia, a presença de mulheres dentro do universo das escavadeiras significa força e conquista. “Tudo faz parte de uma evolução e conquista das mulheres em diversos setores, mas este, em específico, é de se ter muito orgulho. Especialmente por mulheres que vemos operando equipamentos ou comandando obras por aí”, diz. Lúcia destaca que, na própria Link-Belt, o time feminino representa mais de 30% dos colaboradores, estando à frente de departamentos como Recursos Humanos, Comércio Exterior, Vendas Internas, Marketing e Financeiro.

Quem concorda com a visão de que as mulheres estão avançando neste mercado é a diretora Comercial e de Relações Internacionais da Associação Brasileira de Tecnologia para Construção e Mineração (Sobratema), Arlete Vieira, que atua na entidade desde 2001. A executiva destaca que o número de profissionais mulheres no segmento vem crescendo a cada dia. “O principal diferencial da presença de mulheres no setor é que elas são muito mais cuidadosas ao, por exemplo, manusear os equipamentos”, acrescenta. Quanto aos desafios encontrados no caminho, ela destaca que nem sempre uma mulher é ouvida em uma mesa repleta de homens, durante uma reunião de um projeto a ser implementado. “Por isso, é importante trabalhar fortemente para se conquistar um espaço e, dessa maneira, tentar se impor”, finaliza.

UM NOVO MARKETING OU GOZAÇÃO?

EM 2020 O PT VEM QUENTE EM ILHÉUS E EM ITABUNA.

Em Ilhéus, Nilton Cruz tenta seu primeiro mandato como Prefeito.

Já em Itabuna, Geraldo Simões articula seu 3º mandato.

Geraldo Simões e Nilton Cruz.

UM ABRAÇO NO REGIONAL

Saída da Praça Santa Rita na Conquista.

Projetos da Sesab são apresentados à Comissão de Saúde da Assembleia

Sete novos hospitais, oito policlínicas e mais de 20 mil cirurgias realizadas de forma itinerante, contemplando moradores dos 417 municípios. Esta é uma pequena amostra das ações do Governo da Bahia na área da saúde entre os anos de 2015 e 2018, cujo investimento ultrapassou a casa dos R$ 20 bilhões em obras, serviços e recursos humanos, ao longo dos anos. E de acordo com o secretário da Saúde do Estado, Fábio Vilas-Boas, a perspectiva até 2022 é superar os números anteriores. A declaração ocorreu nesta terça-feira (19) durante uma apresentação para 15 deputados estaduais da Comissão de Saúde e Saneamento da Assembleia Legislativa da Bahia sobre os avanços e desafios da saúde pública.

“Se contabilizarmos apenas as obras em curso, teremos a entrega de novos hospitais ou ampliações em Lauro de Freitas, Feira de Santana, Irecê, Barreiras, Vitória da Conquista, Salvador, além de maternidades na capital, Ilhéus e Camaçari. Isso sem contabilizar 12 novas policlínicas e o Centro Integrado de Comando e Controle da Saúde, que abrigará a sede da Central Estadual de Regulação (CER)”, afirma o secretário.

Com o objetivo de descentralizar a assistência à saúde, o titular da pasta da Saúde destaca a implantação de 50 salas de telemedicina para diagnóstico de Infarto do Miocárdio, além de salas de atendimento ao portador de pé diabético nas cidades com mais de 30 mil habitantes. “Ainda teremos novas unidades de alta complexidade em oncologia nos municípios de Salvador, Irecê, Barreiras, Porto Seguro, Caetité, Juazeiro e Vitória da Conquista”, ressalta Vilas-Boas, ao pontuar ainda a implantação de serviços de hemodinâmica, cirurgia cardíaca e neurointervenção nas cidades de Ilhéus, Barreiras, Irecê e Porto Seguro.

Na capital está em construção o Centro Estadual de Referência para Anemia Falciforme e outras Hemoglobinopatias e será licitado o Centro Estadual de Referência para Hipertensão Arterial e Aterosclerose Avançada.

Regulação

Um dos temas de maior interesse dos parlamentares foi a regulação de pacientes. “A redução no tempo de resposta é o resultado mais visível, visto que 90% das solicitações são atendidas em até 48 horas”, destaca o secretário, ao demonstrar avanços nas áreas de cardiologia, ortopedia, neurologia e pediatria. “Tivemos uma queda de 71% no quantitativo de pacientes aguardando procedimentos ortopédicos, internação neurocirúrgica adulta e internação pediátrica. Também reduzimos em 68% o tempo de resposta para internação cirúrgica cardíaca e 54% para cirurgia vascular”, aponta Vilas-Boas, que credita ao governador Rui Costa a melhoria de todos os indicadores, fruto dos investimentos em hospitais, equipamentos, serviços e qualificação da gestão.

Somente em 2019 a CER atendeu mais de 40 mil solicitações e conseguiu reduzir para abaixo de mil o número de pacientes internados que aguardavam por um procedimento, sejam avaliações com especialistas, cirurgias ou exames. Na prática, isso significa que a meta de atender todas as solicitações em até 24 horas está cada vez mais próxima, visto que a capacidade diária é de, pelo menos, 500 pacientes.

O deputado estadual e presidente da Comissão de Saúde e Saneamento da Assembleia Legislativa, Alan Castro, disse estar surpreso com a evolução na saúde da Bahia. “A Central Estadual de Regulação está totalmente informatizada e com resolutividade em até dois dias. Isso se deve ao grande investimento do governador na área da saúde, com a abertura de mais de 1.000 leitos, inclusive de UTIs. Conhecia o secretário Fábio apenas como médico, mas vejo que ele é um grande administrador e a saúde é levada a sério”.

Já na avaliação do deputado José de Arimateia, “a apresentação foi muito importante e vimos que a Central de Regulação começa a funcionar plenamente e a melhorar. E as redes de atenção contra o infarto, AVC e Anemia Falciforme também são importantíssimas”, declara.

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