A terceirização na saúde no Estado da Bahia só tem aportado perdas aos trabalhadores e a população.

Como ocorreu em outros hospitais, a troca da empresa no Hospital do Cacau tem sido pautada pelo desrespeito e ataques aos trabalhadores.

A atual empresa gestora, IBDH, se recusa a dialogar com os sindicatos. Lúcia Duque e Edilma Moura, respectivamente presidente e advogada do Seeb, estiveram no Hospital do Cacau no dia 08/03 e não foram recebidas.

No dia 07/03, o Seeb realizou assembleia com as enfermeiras e enfermeiros do Hospital do Cacau para a elaboração de estratégias de luta contra a redução dos salários, aumento da jornada e o assédio moral praticado na instituição.

O Seeb já está movendo ação judicial contra estes desmandos da IBDH e tentará agendar junto à Sesab uma reunião para tratar do quem vem ocorrendo no Hospital do Cacau.

Cabe ressaltar ainda que o Seeb em conjunto com o Sintesi impetrou e ganhou ação judicial para garantir o pagamento dos trabalhadores e trabalhadoras referentes ao devido pela empresa Gerir, que administrava o Hospital do Cacau.

O Seeb sempre foi contrário à terceirização na saúde, porque esta representa a perda de direitos do trabalhador. Em 2017, o Seeb, em conjunto com outros sindicatos, entregou ao Governador Rui Costa um relatório onde denunciava a situação precária e de desrespeito aos direitos dos trabalhadores terceirizados.

Estamos articulando reuniões com deputados estaduais para levar estas denúncia ao plenario da Assembleia Legislativa.

O Seeb continuará lutando em prol dos direitos das enfermeiras e enfermeiros terceirizados e mobilizaremos a sociedade contra a atual gestão do Hospital do Cacau.