WebtivaHOSTING // webtiva.com . Webdesign da Bahia

:: fev/2019

DE PARABÉNS O GOVERNADOR DA BAHIA, RUI COSTA

Conseguiu fechar seu secretariado, sem indicar nenhum traquino conhecido.

Quem tiver seus B.O., que se acerte com a Justiça.

Foto: Mateus Pereira

O VENENO DA NOITE!

Itabuna comemora 2 Secretários Estaduais.

Ilhéus comemora terreno vazio dos outros.

Paciência…

EVOLUÇÃO DAS MARCAS ATRAVÉS DOS ANOS.

ILHÉUS TAMBÉM TEM SEU GENERAL

General de Divisão Luis  Henrique Moura Barreto, estudou muito para alcançar o Generalato.

Difícil era ele atravessar a Avenida Soares Lopes, para bater um ‘babinha’ com a turma, só queria saber de estudar.

Comandou a 6ª Região Militar na Bahia, agora na reserva, dedica-se a dar cursos, aulas e palestras nos círculos militares.

Ação popular contesta licitação da Ferrovia Norte-Sul que favorece VLI

Uma ação popular movida pelo engenheiro José Manoel Ferreira Gonçalves questiona a licitação da Ferrovia Norte-Sul, que está marcada para 28 de março e tem sido considerada a primeira grande ação de impacto entre as concessões à iniciativa privada do governo Bolsonaro.

O edital tem lance mínimo de R$ 1,3 bilhão e refere-se ao trecho entre Estrela d’Oeste (SP) a Porto Nacional (TO). A ação se baseia em parecer do Ministério Público junto ao Tribunal de Contas da União (TCU), que aponta favorecimento à VLI, empresa de logística da mineradora Vale.

“Se concretizado dessa forma, esse leilão será o primeiro grande escândalo econômico do governo Bolsonaro”, afirma José Manoel, que é presidente da FerroFrente (Frente Nacional pela volta das Ferrovias).

“Estranhamos inicialmente um valor de outorga reduzido em um trecho que já recebeu R$ 16 bilhões de investimento público”, explica ele. “Porém, o principal problema é que o edital, da forma como foi elaborado, privilegia as empresas que já exploram as atuais concessões de ferrovias no Brasil. Seria interessante que a equipe do novo governo pudesse avaliar com mais cuidado as futuras concessões, antes de se decidir pelo atual modelo”, completa.

Recentemente, o Tribunal de Contas da União (TCU) examinou o processo de concessão desse trecho da Norte-Sul e concluiu que não há justificativa para manter o atual modelo monopolista de exploração da ferrovia, sem o livre acesso de outros operadores ferroviários e sem previsão de tráfego de passageiros.

A Ferrovia Norte-Sul é uma das principais linhas de integração do país, explica o consultor e ex-diretor geral da ANTT (Agência Nacional de Transportes Terrestres) Bernardo Figueiredo. O objetivo é que, num futuro próximo, ela ligue Belém ao porto de Rio Grande, no extremo Sul. Todos os estudos apontam para um enorme potencial desse trecho. “É uma ferrovia estratégica, fundamental para um projeto nacional de ferrovias, diante do volume de carga e passageiros que ela poderá transportar em um regime aberto, com a permissão para circulação de todos os tipos de trens”, explica Bernardo.

Na sua opinião, a modelagem proposta para a concessão representa um risco para investidores que não sejam os atuais concessionários de ferrovias no país. “Não estão definidas as regras para a circulação de trens nas malhas vizinhas, nem o prazo de manutenção do direito de passagem, o que faz com que a concessão seja atrativa apenas para as duas empresas que já operam nos extremos da Norte-Sul”, completa o consultor. Um sinal dessa condição de direcionamento é o pouco interesse do investidor estrangeiro pelo edital, que, inclusive, não tem versão em inglês.

“Essa concessão da Norte-Sul consolida o monopólio e não garante a interoperabilidade entre concessões, ou seja, a livre circulação de todos os trens nesse trecho da malha ferroviária. A concorrência é salutar, inclusive para diminuir a possibilidade de corrupção”, avalia José Manoel.

“É altamente recomendável que a equipe do governo Bolsonaro avalie com mais cuidado esse edital e outros de ferrovias que não atendam ao interesse público, do contrário passaremos as próximas décadas lamentando que o modal ferroviário não seja melhor aproveitado como transporte no Brasil”, finaliza.

Governo está determinado a mudar os rumos do país, diz Bolsonaro

Ele postou mensagem no Twitter

Publicado em 17/02/2019 – 14:48

Por Da Agência Brasil  Brasília

O presidente Jair Bolsonoro disse hoje (17), no Twitter, que o governo está determinado a mudar os rumos do país.

“Assumimos um Brasil ainda em crise em todos os sentidos. Sabemos a dificuldade que é tentar consertar tudo isso. O sistema não desistirá, mas estamos determinados a mudar os rumos do país e fazer diferente dos anteriores, já que são eles os responsáveis pelo que estamos passando”, escreveu.

Bolsonaro listou as ações de início de governo. “Estamos fiscalizando recursos, diminuindo gastos, propondo endurecimento penal, Previdência. Tudo isso em pouquíssimo tempo.”

O presidente acrescentou que os objetivos são “claros”. “Resgatar nossa segurança, fazer a economia crescer novamente e servir a quem realmente manda no país: a população brasileira”.

Saiba mais

Edição: Talita Cavalcante

CARLOS BOLSONARO E A TITIA FOFOQUEIRA

Sozinho, Carlos Bolsonaro enfrenta e desequilibra o grupo Globo, transformando a outrora ‘Vênus Platinada’ em uma titia fofoqueira.

O TREM DO CHOCOLATE

Trem do chocolate…..na Suíça!

MST: atuação ilegal e doutrinação de crianças

Escola do MST na Bahia.

Por Francisco Gomes Machado – 16 de fevereiro de 2019

Unidade nacional ameaçada

A imprensa informa que Luiz Antonio Nabhan Garcia [foto abaixo],
Secretário Especial de Assuntos Fundiários do governo Bolsonaro,
pretende fechar escolas dirigidas pelo MST (Movimento dos
Trabalhadores Rurais Sem terra) por evidente doutrinação ideológica
feita nos locais.

Para Garcia, “não dá para o Brasil admitir em pleno século XXI
fabriquinhas de ditadores. Não dá para admitir escolas de marxistas,
de leninistas, de bolivarianos, que ensinam crianças a invadir e
cometer crimes. Vamos fechar as escolas e punir os responsáveis pela
doutrinação. Aliás, isso tem de ser qualificado como crime. Crime de
lesa-pátria”.

Ele acrescentou que “o MST é uma organização ilegal, não poderia estar
promovendo educação. É uma organização que não respeita a lei, não
respeita o estado democrático de direito e não respeita o direito à
propriedade. Uma organização que pratica o crime das invasões, de
vandalismo, de ameaça, de cárcere privado. Uma organização que tem
algumas lideranças envolvidas em crime de desvio de verba pública.
Como que, diante de tudo isso, essa gente pode criar escola? Eles não
estão qualificados para criar escola nenhuma. Usam de associações, de
subterfúgios, para ensinar princípios de ditaduras tiranas, como são
os casos de Cuba, Venezuela, Nicarágua”.1

Ressalte-se que o MST não possui CNPJ nem registro em nenhum cartório
do País, nem mesmo qualquer documento que o legitime. Causa
perplexidade o fato de que, nos governos do PT, o MST tenha sido
favorecido por abundantes recursos públicos, enquanto as crianças —
vulneráveis — eram doutrinadas ideologicamente no comunismo.

Em maio de 2000, o Conselho Nacional da Sociedade Brasileira de Defesa
da Tradição, Família e Propriedade (TFP), fundada e presidida pelo
Prof. Plinio Corrêa de Oliveira, em manifesto à Nação, intitulado “Em
defesa da unidade nacional ameaçada pelo MST”, já advertia sobre os
efeitos nocivos desse movimento marxista.

“O MST começou timidamente sua trajetória, no início dos anos 80, sob
patrocínio da ala dita ‘progressista’ do clero. E, até hoje, ‘padres e
Bispos dão uma ajuda inestimável às mobilizações dos sem-terra’”.(“O
Estado de S. Paulo”, 10-5-00). “A organização goza também do apoio de
políticos de esquerda e é fortemente bafejada por certa mídia”,
alertava o Manifesto da TFP.

“A TFP, sociedade civil formada por leigos católicos praticantes,
lamenta profundamente a parte que nisso tudo teve e tem a Comissão
Pastoral da Terra, braço da CNBB que favorece a revolução no campo. A
ponto de D. Tomás Balduíno, presidente da CPT, ter declarado que as
invasões de terra são ‘uma maneira sadia de se modificar a estrutura
fundiária nacional’” (“O Globo”, 9-5-00)”, prosseguia o Manifesto.2

Durante décadas, o MST, um movimento declaradamente subversivo, foi
financiado por volumosas verbas. A ponto de criar e manter escolas
para perversão intelectual de vulneráveis. Milhares de crianças foram
assim doutrinadas no marxismo, na subversão da ordem legal, com
pregação de invasão de propriedades etc.

Assim, é com alento e satisfação que os brasileiros tomaram
conhecimento da iniciativa benemérita do Secretário Especial de
Assuntos Fundiários do governo Bolsonaro, Luiz Antonio Nabhan Garcia,
que pretende, em defesa dos milhares de vulneráveis crianças, fechar
as ilegais escolas dirigidas pelo MST.

 

Notas:

https://veja.abril.com.br/brasil/nao-consigo-dormir-sem-uma-arma-diz-secretario-de-assuntos-fundiarios/
http://catolicismo.com.br/materia/materia.cfm/idmat/FC917DD7-AF62-DBCB-F5BBF39577D2643B/mes/Junho2000

MEC instala lava jato da educação, diz Bolsonaro

Publicado em 15/02/2019 – 17:41

Por Mariana Tokarnia / Repórter da Agência Brasil  Brasília

O presidente Jair Bolsonaro defendeu hoje (15) a chamada lava jato da educação, batizada com este nome pelo ministro da área, Ricardo Vélez Rodríguez, sobre as investigações de medidas adotadas em gestões anteriores. A afirmação ocorre um dia depois da assinatura de um protocolo de intenções para apurar indícios de irregularidades no âmbito do Ministério da Educação.

“Muito além de investir, devemos garantir que investimentos sejam bem aplicados e gerem resultados. Partindo dessa determinação, o ministro professor Ricardo Vélez apurou vários indícios de corrupção no âmbito do MEC em gestões passadas. Daremos início à ‘Lava Jato da Educação’”, disse o presidente na sua conta pessoal no Twitter.

Ontem (14), os ministros da Educação, da Justiça, Sergio Moro, e da Controladoria-Geral da União, Wagner Rosário, além do advogado-geral da União, André Mendonça, assinaram um protocolo de intenções que tem como objetivo apurar indícios de corrupção, desvios e outros tipos de atos lesivos à administração pública no âmbito do MEC e autarquias nas gestões anteriores. 

Indícios

Segundo nota do MEC enviada à imprensa, a pasta já identificou favorecimentos indevidos no Programa Universidade para Todos (ProUni), desvios no Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec), envolvendo o sistema S, concessão ilegal de bolsas de ensino a distância e irregularidades em universidades federais.

O diretor-geral da Polícia Federal, Maurício Valeixo, também participou da reunião.

A investigação é uma das principais metas do Ministério da Educação dentro do plano de ações dos 100 primeiros dias do governo. Trata-se ainda do cumprimento de uma orientação de Bolsonaro dada, de acordo com a pasta, para todos os ministérios e instituições federais.

Saiba mais

Edição: Renata Giraldi

PARA QUE SERVEM GRUPOS DE WHATSAPP?


Umberto Eco OMRI (Alexandria, 5 de janeiro de 1932 — Milão, 19 de fevereiro de 2016)[1] foi um escritor, filósofo, semiólogo, linguista e bibliófilo italiano de fama internacional. Foi titular da cadeira de Semiótica e diretor da Escola Superior de ciências humanas na Universidade de Bolonha. Ensinou temporariamente em Yale, na Universidade Columbia, em Harvard, Collège de France e Universidade de Toronto. Colaborador em diversos periódicos acadêmicos, dentre eles colunista da revista semanal italiana L’Espresso, na qual escreveu sobre uma infinidade de temas. Eco foi, ainda, notório escritor de romances, entre os quais O nome da rosa e O pêndulo de Foucault. Junto com o escritor e roteirista Jean-Claude Carrière, lançou em 2010 “N’Espérez pas vous Débarrasser des Livres” (“Não Espere se Livrar dos Livros”, publicado em Portugal com o título “A Obsessão do Fogo” no Brasil como “Não contem com o fim do livro”). Fonte: Wikipédia.

O GENERAL MOURÃO E SEU DISCURSO TROVÃO

anuncie aqui

Carregando...

Tabela do Brasileirão

contador free

nao basta

Webtiva.com // webdesign da Bahia
fevereiro 2019
D S T Q Q S S
« jan   mar »
 12
3456789
10111213141516
17181920212223
2425262728  


WebtivaHOSTING // webtiva.com . Webdesign da Bahia