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:: 7/fev/2019 . 18:00

O VENENO DA NOITE!

Mobilidade urbana começa na correção das calçadas.

É onde o povo anda…

PEROLAS DA ILHA DA FANTASIA.

“Precisamos nos adequar ao que está sendo feito para melhorar a cidade. No espaço ocupado por um veículo dá para estacionar várias bicicletas”

É urgente aumentar a eficiência do escoamento de cargas pelos portos do Arco Norte

Aumentar a eficiência do transporte de cargas até os portos do Arco Norte e reforçar a competitividade das operações nestes terminais são fatores imprescindíveis para reduzir o custo das exportações brasileiras. O Portogente aborda esta questão há, pelo menos, cinco anos (confira links ao longo deste texto) e reforça a todo o universo portuário-logístico a necessidade de desafogar a movimentação de grãos em portos como Paranaguá (PR), Santos (SP) e Vitória (ES). Afinal, a Associação Nacional de Exportadores de Cereais estima que o produtor brasileiro de soja, por exemplo, gasta com o transporte de sua mercadoria da fazenda ao porto quatro vezes aquilo que despende seu concorrente argentino ou norte-americano. “Isso torna os nossos grãos mais caros na chegada à China, apesar do menor custo de produção, e reflete diretamente em perda de capitalização do agrobusiness nacional”, destacou, em entrevista exclusiva, o advogado e árbitro especializado em transporte marítimo, Larry John Rabb Carvalho.

Arco Norte pavimentação BR 163
Equipes de apoio do Poder Público na BR-163 – Foto: www.br163pa.com

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Arco Norte: uma outra saída do Brasil

No início do mandato de Jair Bolsonaro (PSL), o Ministério da Infraestrutura já anunciou como uma das prioridades da pasta garantir um escoamento mais ágil e seguro das commodities entre a região Centro-Oeste e os portos do Arco Norte pela BR-163. O transporte terrestre por essa rodovia, entretanto, é prejudicado pelos obstáculos proporcionados por mais de 1.200km de trechos com pavimentação precária. A eficiência da logística brasileira tropeça, portanto, em questões primárias para oferecer maior competitividade a quem produz, opera e negocia nossas mercadorias, assim como acarreta em maiores despesas para o consumidor final.

Confira a seguir a entrevista com Larry Carvalho, um dos sócios da Promare, consultoria multidisciplinar sediada no Ceará e que vem realizando investimentos com o objetivo de fomentar a movimentação nos portos do Arco Norte.

Portogente – Quais os principais gargalos logísticos que o Brasil precisa superar para aumentar a produtividade e consolidar seu papel como grande player no cenário internacional? Ultimamente muito tem se falado na necessidade de investimentos entre os locais de produção e os portos do Arco Norte. Que papel os portos localizados nas regiões Norte e Nordeste tem desempenhado?
Larry John Rabb Carvalho – As zonas produtivas das commodities agrícolas brasileiras estão em sua grande parte muitíssimo afastadas dos portos em que ocorrem o escoamento da safra, principalmente a região do Centro-Oeste. Por esse motivo, é preciso realizar viagens extensas e demoradas para que a cadeia se interligue. Além do desafio geográfico, temos também a precariedade da infraestrutura de transportes que hoje está à disposição dos agentes nesse mercado. As zonas produtivas do agronegócio dependem quase que exclusivamente do transporte rodoviário. Modal esse que é conhecido por ser um dos mais poluentes, além de seu alto custo, especialmente após o tabelamento de frete imposto pelo governo brasileiro. O custo que o produtor tem de arcar com a deficiência logística brasileira se reflete diretamente em perda de capitalização.

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