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:: nov/2018

PAULO CARQUEJA SERÁ O NOVO PRESIDENTE DA CÂMARA DE VEREADORES DE ILHÉUS!

Nos bastidores da política ilheense já são computados 12 votos entre os colegas edis.

Carqueja, sucederá  Lukas Paiva na Presidência da Câmara.

A CODEBA PODE AGIR, SE QUISER!

Em havendo tumulto generalizado na entrada do Porto de Ilhéus, a Codeba através da Autoridade Portuária, pode proibir a atracação de navios no seu terminal.

Fica a dica para os inconsequentes…

CODEBA

Florianópolis, Itajaí e São Francisco do Sul preparam retomar lugar no mercado de cruzeiros

Por Dagmara Spautz

28/11/2018 – 17h49 – Atualizada em: 28/11/2018 – 18h27

A temporada de transatlânticos em Santa Catarina começou oficialmente nesta quarta-feira, com a chegada do navio MSC Fantasia a Balneário Camboriú. A cidade, que estreou no ano passado no circuito, consolida-se como destino de cruzeiros com 28 escalas até o fim do verão. Enquanto isso, outras três cidades no Estado se preparam para retomar o posto no concorrido mercado dos grandes navios de turismo.

Foto: Cristiano Estrela

 

Passageiros aprovam parada em Florianóplis

Problemas técnicos impediram que Florianópolis fizesse a reestreia neste verão. A escala-teste feita em março deste ano, pela operadora MSC, funcionou bem e teve boa aceitação dos turistas _ 50% dos passageiros desceram para conhecer a cidade. Mas o tempo gasto entre a área de fundeio do navio e o trapiche de Canasvieiras, cerca de 30 minutos a cada viagem, tornou inviável a operação. Pelo menos por enquanto.

Uma marina particular interessou-se em levar adiante o projeto, construindo um atracadouro na Praia de Canajurê, entre Canasvieiras e Jurerê. O superintendente de Turismo de Florianópolis, Vinicius De Lucca Filho, disse que a proposta já está tramitando na prefeitura e junto ao Governo do Estado, em busca de licenciamento ambiental. A expectativa é ter uma nova escala-teste entre outubro e novembro do ano que vem, desta vez já no futuro atracadouro.

_ A ideia é ter estrutura para Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), Receita e Policia Federal. Isso torna Florianópolis não só uma escala, mas uma possibilidade de embarque e desembarque de passageiros _ afirma o superintendente.

Itajaí tem escalas programadas

De olho nessa brecha de mercado, Itajaí, que viu as escalas reduzirem nos últimos anos devido às limitações do píer turístico, prepara-se para voltar a operar grandes transatlânticos a partir do ano que vem. A abertura da nova bacia de evolução, área de manobra para navios comerciais, que permitirá a entrada de embarcações com até 335 metros, também favorecerá o mercado de cruzeiros.

Há interesse das companhias em voltar a operar em Itajaí, que já tem toda a infraestrutura necessária e a presença dos órgãos fiscalizadores para permitir embarque e desembarque de passageiros e pode servir como hub para operar os cobiçados cruzeiros para Argentina e Uruguai. Diante da possibilidade de voltar a entrar com os transatlânticos no canal de acesso aos portos, a companhia MSC já agendou 12 escalas em Itajaí para o ano que vem.

A operação não ocorrerá no píer turístico, subdimensionado, mas no porto comercial. Os turistas desembarcarão em uma área preparada para recebê-los, e o navio vai atracar em um dos berços do porto público. Itajaí tem projeto para construir um novo píer turístico, com maior capacidade _ mas isso depende de acertos com a União para a utilização de áreas que hoje pertencem ao porto.

São Francisco do Sul aguarda sondagem

A situação é parecida em São Francisco do Sul, que recebeu ontem os módulos de um atracadouro flutuante, que facilitará o embarque e desembarque de passageiros dos navios de cruzeiro. A estrutura deve ser instalada até sexta-feira.

Gerente de Turismo de São Francisco do Sul, Jamile Douat diz que diante das limitações para receber grandes navios a prefeitura tem trabalhado para captar embarcações menores, que trazem turistas de alto poder aquisitivo. Paralelo a isso, o porto vai licitar uma sondagem da baía, para identificar possíveis novos pontos de fundeio de navios.

Como a carta náutica é antiga, a administração pretende avaliar, com esses resultados, se é possível retomar o posto na rota fixa de grandes transatlânticos.

_ É mais uma oportunidade de dar visibilidade a nossa cidade enquanto destino turístico com vocação náutica. Estamos trabalhando pela consolidação desta atividade econômica_ diz o prefeito Renato Gama Lobo.

Foto: Diógenes Pandini

BOLSONARO VAI PROCLAMAR A REPÚBLICA?

Artigo do Prof. Villa no Correio Braziliense e Estado de Minas:

Marco Antonio Villa

No Brasil tivemos até recentemente um presidencialismo de novo tipo, um presidencialismo de transação. Transações caras, à custa do tesouro público. A desfaçatez era tão grande que tudo era feito às claras. Se, antigamente, a negociação para obter apoio político era realizada clandestinamente, no Brasil da Nova República a transação era pública. Um político reivindicava um cargo e usava a imprensa como instrumento de pressão, de coação sobre o governo. Na esfera federal (pois o mesmo se reproduzia nos estados e nos municípios) tinha virado rotina um deputado ou senador exigir uma diretoria de estatal ou um ministério como contrapartida para apoiar o governo. Exemplos não faltaram, infelizmente.

Os partidos desejavam ocupar postos no Estado para fazer “aqueles negócios” que todos nós conhecemos. O terrível era que nenhuma autoridade judicial, o Ministério Público, ou lá o que seja, interpelasse o partido. Tudo era aceito como absolutamente natural. O patético Severino Cavalcanti ficou celebrizado pelo desejo de controlar uma diretoria da Petrobrás que “furasse poço”, como declarou.

Basta consultar os nomes dos dirigentes dos bancos , empresas e agências estatais – além, é claro, dos ministérios – que lá encontraremos vários delegados dos oligarcas desta República de fancaria. Lá estão para auferir benefícios financeiros que são repassados ao “padrinho” e distribuídos entre os membros da famiglia. Esses mandões só sobrevivem porque contam com a complacência e conivência do poder central, do presidente da República. E o exemplo que vem de Brasília acabou contaminando estados e municípios. As alianças políticas também foram estabelecidas por essa lógica perversa, que antecede até a vitória eleitoral. Ainda nesta eleição, especialmente nos estados, o centro da discussão foi o tempo na televisão e rádio. Não houve partido que ao estabelecer uma aliança tenha discutido alguma questão programática. Nada disso. Os partidos, que têm proprietários, especialmente os menores, comercializaram o tempo de televisão, trocando por eventuais favores após a vitória e por apoio financeiro aos seus candidatos.

Entrava governo, saía governo, e nada mudava nesse presidencialismo de transação. O primeiro mandatário era refém do Congresso Nacional, como se o voto do eleitor fosse sequestrado e o preço pelo exercício da função presidencial dependesse do pagamento de uma espécie de resgate. As alianças políticas não eram estabelecidas com base programática. A maior parte dos parlamentares nem sequer tinham conhecimento de itens básicos do programa do seu partido. Alguns tinham até dificuldade de dizer qual era seu partido, pois mudavam de um para outro em questão de meses. A permanência dessa relação de coação do Legislativo sobre o Executivo era apresentada como inevitável, uma condição indispensável para a governabilidade. Ganhou até foro acadêmico e recebeu o nome de presidencialismo de coalizão. Coalização do que?

Qualquer crítica a essa coação era vista como uma espécie de rompimento da ordem democrática. Analistas diziam que era o preço para a governabilidade. E que o estabelecimento de uma outra relação, baseada em princípios programáticos, conduziria necessariamente a um choque com o Legislativo. Este suborno seria o preço para a paz política. Pura falácia. Evidentemente que ninguém supõe que os parlamentares acostumados há décadas com o sistema do “é dando que se recebe”, aceitarão, sem resistir, um outro tipo de arranjo político. Este é o desafio da presidência Jair Bolsonaro. Construir uma equipe sem se submeter à chantagem da velha política. Até o momento tem resistido. Poderá fazer uma revolução nos marcos democráticos. É provável que use da comunicação direta com os brasileiros para se fazer ouvir, para apresentar suas medidas de governo – e obter apoio. Se o fizer, prestará um grande serviço à moralização da República.

A sustentação que deverá obter no Congresso Nacional terá como como balizamento o programa de governo. Portanto, em vez de um saque organizado do erário público, como ocorreu nas últimas três décadas, poderemos ter o estabelecimento efetivo de um governo com princípios e que negocia com o Legislativo com base em projetos de lei ou, se for o caso, com emendas à Constituição. Isto é uma verdadeira negociação republicana, enterrando o presidencialismo de transação. E a falácia de que a “coalização” é indispensável para a governabilidade.

Bolsonaro, até o momento, está sendo ousado. Rompe como uma prática nociva à consolidação da democracia no Brasil. Terá dificuldades no Congresso, insisto. Boa parte dos parlamentares – apesar da renovação nas duas Casas – está acostumado com a velha política – a política da corrupção. Caso se mantenha firme poderemos dizer que a República anunciada em 15 de novembro de 1889 foi, finalmente, proclamada.

Marco Antonio Villa é historiador.

DIREITO DE RESPOSTA, DIREITO DE DEFESA, APOLOGIA AO CONSTITUINTE E AMEAÇAS VELADAS.

As 3 primeiras compreendemos muito bem, fazem parte do ritual e arsenal dos causídicos.

Porém as ameaças veladas, não admito.

Ela está bem clara no GRIFO do item 4 do email. Além de tentar menosprezar o blogueiro, tentando ensinar procedimentos dos quais não tem conhecimentos.

Pode haver desdobramentos…

DIREITO DE RESPOSTA – JOSÉ CRUZ – CASO PASSE LIVRE

DIREITO DE RESPOSTA – JOSÉ CRUZ – CASO PASSE LIVRE
Lucas Carvalho <lucas@andradecarvalho.adv.br> 28 de novembro de 2018 21:36
Para: osarrafo@gmail.com

Cc: alex@andradecarvalho.adv.br

AO

Blog O SARRAFO

 

A/C

 

Guy Valério

 

Prezado,

 

1.      Segue anexo em arquivo ‘pdf’ e ‘jpeg’ a manifestação de sr. José Cruz no exercício de seu direito de respostaPelo que, requeremos em caráter de urgência a veiculação da mesma;

2.      Ainda, requeremos a retratação de Vossa Senhoria, uma vez que consta “NOTA” de informação, incorreta, a qual afirma que o  sr. José Cruz da Silva é “funcionário da Secretaria de Desenvolvimento Social (SDS), lotado no setor de Benefícios Sociais”, o que não é verdade. O mesmo não exerce qualquer atividade remunerada. Conforme devidamente esclarecido na resposta anexa;

3.      Para fins de cooperar com Vossa Senhoria, no sentido de facilitar a cópia de trechos para inclusão na publicação, transcreverei abaixo a íntegra da resposta:

 

DIREITO DE RESPOSTA DE JOSE CRUZ DA SILVA ÀS ACUSAÇÕES A ELE DIRECIONADAS

 

José Cruz da Silva, presidente da ADEFI, membro titular do Conselho Municipal dos Transportes de Ilhéus e conselheiro suplente do COEDE-BA, vem a público, por meio da presente nota, prestar esclarecimentos acerca das notícias que estão sendo veiculadas em vários blogs da região, sobre um boletim de ocorrência registrado na 7ª COORPIN de Ilhéus, o qual lhe imputa, falsamente, diga-se de passagem, o crime de estelionato.

De início, cumpre salientar que a única renda que José Cruz da Silva aufere é um salário mínimo proveniente de seu Beneficio de Prestação Continuada em razão de sua condição de deficiente físico. O atual presidente da ADEFI sempre foi um cidadão preocupado com o direito das minorias, sobretudo dos portadores de necessidades especiais e dos idosos. Desde o ano de 2002, exerce atividade não remunerada ligada a associações de portadores de necessidades especiais, sem que nesses mais de 16 anos houvesse contra si qualquer acusação, por mais infundada que fosse.

É sabido que José é um homem íntegro e de reputação ilibada que se encontra consternado com a repercussão do registro desse boletim de ocorrência por uma pessoa pela qual tinha uma enorme consideração e tentou ajudar de todas as formas, a senhora Maria Sonia Marques dos Santos, que, registre-se, nem ao menos é associada da ADEFI, limitando-se a frequentar algumas reuniões da referida entidade.

Mesmo diante desse fato, ao ser procurado pela Maria Sonia, o presidente da associação tentou de todas as formas ajudá-la em sua solicitação para obter passe livre estadual. Dessa forma, foram passadas as orientações acerca dos documentos necessários para dar entrada no requerimento. Porém, no momento da impressão dos documentos necessários, ao perceber que não havia tinta na impressora, Maria Sonia, de forma voluntária, pagou a recarga dos cartuchos, no valor de R$ 10,00, no interesse de viabilizar de forma mais rápida o seu requerimento.

Insta ressaltar que a ADEFI não tem fins lucrativos e não tem nenhuma renda além da simbólica contribuição dos seus associados no valor de R$ 10,00 mensais, devidamente controlada pelo Tesoureiro.

Após o encaminhamento do pedido da senhora Maria Sonia, o Sr. José Cruz começou a ser importunado em sua residência, pois ela, constantemente, aparecia e lhe cobrava uma posição sobre seu pedido, culpando-o pela demora.

Em uma dessas aparições, a senhora Maria Sonia solicitou que Jose Cruz ligasse para o setor responsável pelo processamento do pedido em Salvador e se disponibilizou a inserir uma recarga no celular do presidente, viabilizando a ligação. A ligação foi feita imediatamente, tendo sido obtida a resposta de que o pedido estava sendo processado e que, provavelmente, o Setor responsável daria uma posição no prazo de oito dias.

Decorridos oito dias, Maria Sonia novamente aparece na residência de Jose Cruz e solicita que ele efetue nova ligação com o intuito de obter informações sobre o pedido, dispondo-se, a inserir créditos para que houvesse o contato com o setor responsável em Salvador, quando obteve resposta negativa, pois a doença da qual Maria Sonia é portadora não lhe permite ter acesso ao passe livre.

Em seguida, Maria Sonia imputou a culpa da negativa de seu pedido de passe livre a  José Cruz, inclusive, caluniando-o e injuriando-o, em sua presença e na de terceiros. Saliente-se que os fatos ocorreram há aproximadamente um ano e só agora, como dito, o presidente foi acusado, o que configura claramente o desejo de vingança pela noticiante, por não ter tido o que desejava, qual seja, o passe livre estadual.

Ao tomar ciência das acusações injustas e falsas, José Cruz entrou em contato com seus Advogados, os quais ajuizaram ação indenizatória por dano moral e à imagem do Presidente da ADEFI (Autos do Processo nº 0010378-55.2018.8.05.0103 – distribuído para a 2ª Vara do Sistema dos Juizados de ILHÉUS) em face da senhora Maria Sonia Marques dos Santos, a qual responderá, nos termos da lei.

Impende ressalvar que o Sr. José Cruz realiza esse trabalho gratuitamente há cerca de 16 anos, sem jamais ter exigido qualquer vantagem indevida de cidadão algum, fato esse que restará claro durante o inquérito policial.

Por fim, cumpre registrar que todas as pessoas físicas e jurídicas que tenham causado dano à moral ou à imagem de José Cruz também serão devidamente processadas, conforme assegura o ordenamento jurídico a todos aqueles que tenham a sua honra e dignidade violadas.

JOSÉ CRUZ DA SILVA por seus Advogados;

Ilhéus (BA), 28 de novembro de 2018.

 

Alex da Silva Andrade – OAB/BA 43.391

Lucas Goncalves de Carvalho – OAB/BA 47.935

 

4.      Por fim, solicitamos a retirada voluntária da foto veiculada, contendo a imagem do sr. José Cruz da Silva;

5.      Certo de contar com vossa presteza, agradecemos antecipadamente.

 

Atenciosamente,

EVITE TRANSITAR PELO VIADUTO CATALÃO OU PROXIMIDADES!

Clique na foto!!!

 

RETALHOS DE LEMBRANÇAS.

Ainda muito jovem, ia semanalmente a Itabuna para pegar os pedidos da Brahma Chopp, pois era a número 1.

Lembro-me de uma capelinha às margens do Rio Cachoeira, talvez memória de um acidente, e a seu lado a placa de limites da cidade de Ilhéus/Itabuna.

Ficava mais ou menos a 300 metros do antigo Posto Cachoeira, dentro de Itabuna praticamente. Mais a frente, entrava pelo lado direito e ia ao bairro Cajueiro, hoje bairro de Fátima. Era o bairro das ‘primas’ assim chamadas. Adiante,  tinha um aglomerado chamado Califórnia, diziam pertencer a Ilhéus.

Passado alguns anos, esse limite passou a 2ª cerca da Fazenda Santo Antonio, bem antes do viaduto construído.

Pouco vou a Itabuna, nem tenho ideia de onde está o limite.

O PREFEITO DE ILHÉUS, DOUTOR MÁRIO ALEXANDRE VAI CONCORRER À REELEIÇÃO?===>>> ’15-10-2018′

Ou vai apoiar outro candidato?

ATUALIZAÇÃO: Nesse final de semana, embalado pelo sucesso de seu governo, ele(Marão)  declarou aos amigos mais ‘chegados’ que será sim candidato a reeleição. Ficando a dúvida em quem será o vice.

Com isso chegam a 11 o numero de pré-pré-candidatos à Prefeito de Ilhéus.

 

Foto ilustrativa copiada das imagens do Google

PRESIDENTE DA ADEFI É DENUNCIADO POR ESTELIONATO

José da Cruz da Silva, vulgo “zé sem pernas”, presidente da Associação dos Deficientes Físicos de Ilhéus(ADEFI), foi denunciado nesta segunda feira(26), na delegacia de polícia de furtos e roubos, pela prática de estelionato pela senhora Maria Sônia Marques dos Santos, 57 anos, que reside na Morada do Porto, Banco da Vitória. A mesma registrou queixa sob o BO nº18-006897, que tem a frente a Bela Rita de Cássia Ribeiro de Oliveira. A vítima, relatou no plantão, que o “zé sem pernas” lhe tomou dinheiro para confeccionar um passe livre intermunicipal, já que o mesmo é membro do Conselho Estadual dos Direitos da Pessoa com Deficiência(COEDE), e tem uma certa “primazia” de adquirir esse benefício naquele colegiado. Dona Maria Sônia disse ainda, que ficou sem fazer os exames que faria na capital, de uma trombose, devido o dinheiro pago ao senhor José Cruz, que garantiu que ela iria de “graça” com o passe livre. “Isso já tem quase um ano e nada desse passe. Toda vez que eu cobro dele, ele me fala que demora mesmo. Eu coloquei vários créditos no celular dele e recarreguei cartuchos de sua impressora”, relatou dona Sônia como é conhecida no condomínio Morada do Porto. “Ele sempre vai à Salvador com o seu acompanhante, Victor Kruschewsky Montargil da Secretaria de Desenvolvimento Social de Ilhéus(SDS), que também está envolvido nessa trama de roubo”. Declarou ela indignada.

NOTA: O senhor José Cruz da Silva, além de presidente da ADEFI, membro suplente do COEDE, é também membro titular do Conselho Municipal dos Transportes de Ilhéus e funcionário da Secretaria de Desenvolvimento Social (SDS), lotado no setor de Benefícios Sociais.

 

Empossada comissão de implantação do novo Parque Industrial e Tecnológico de Ilhéus ===>>>’17-02-2016′

O novo equipamento será implantado em uma área de 2,7 milhões de metros quadrados localizada às margens da BR-415. A iniciativa é resultado de um Termo de Cooperação entre o Município e a Sudic

Fotos: Alfredo Filho

Fotos: Alfredo Filho

O prefeito Jabes Ribeiro deu posse, na tarde desta quarta-feira, 17, aos membros da comissão responsável pelo processo de implantação do Parque Logístico e Industrial Multissetorial de Ilhéus, nomeada pela portaria 052/2016. Por meio de decreto, assinado em 5 de janeiro, o gestor declarou de utilidade pública para fins de desapropriação uma  área de 2,7 milhões de metros quadrados, localizada às margens da BR-415 (Rodovia Ilhéus-Itabuna), entre o bairro do Salobrinho e o hipermercado Atacadão, onde será implantado o distrito industrial e logístico.

A comissão é composta pelo secretário municipal de Administração, Ricardo Machado (presidente) ; pelo secretário de Meio Ambiente e Urbanismo, Antônio Vieira, secretário de Indústria e Comércio, Roberto Garcia;  diretor de Desenvolvimento Empresarial da Sudic (Superintendência de Desenvolvimento Industrial e Comercial do Governo da Bahia), João Álvaro das Virgens Filho, e  pelo assessor chefe da Assessoria Técnica (Astec) da Sudic, Bruno Martinez Carneiro Ribeiro Neves. Logo após à solenidade de posse, realizada no Centro Administrativo do Município, no bairro da Conquista, a comissão realizou a primeira reunião institucional.

Para o prefeito Jabes Ribeiro, a iniciativa vai preparar o município e a região para o futuro, criando uma estrutura capaz de receber grandes e importantes empresas. “Muitas delas, inclusive, chegarão aqui vinculadas a projetos fundamentais, como o Porto Sul e a própria Ferrovia de Integração Oeste-Leste”, comenta. Na visão dele, o Parque Logístico e Industrial de Ilhéus constituirá uma futura região metropolitana e poderá gerar centenas de empregos.

Como pontos positivos do projeto, o prefeito de Ilhéus ressalta que a nova área fica próxima a equipamentos importantes, como a Uesc (Universidade Estadual de Santa Cruz) e o Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia da Bahia (IFBA). “A criação e, principalmente, a consolidação de um parque industrial exige a presença de massa crítica e a formação de mão de obra qualificada. Além disso, é uma área onde praticamente não encontraremos problemas ambientais”, avalia Jabes.

Ainda segundo Ribeiro, a localização do novo parque industrial demonstra a preocupação da administração municipal com o desenvolvimento regional. “Não cabem mais discussões de natureza bairrista. Ou buscamos o desenvolvimento conjunto ou fracassaremos”, enfatiza, salientando que o novo equipamento nasce com espaço para abrigar cerca de 300 empresas. “A partir da implementação desse projeto, o empresário chegará a Ilhéus e, finalmente, terá área disponível para instalar sua empresa”, completa o prefeito.

Secretaria de Comunicação Social  – Secom. – Ilhéus, 17.2.16 

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