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:: 30/jul/2018 . 18:00

O VENENO DA NOITE!

Gestor bebum, é manipulado por pastores de ovelhas desgarradas, obreiros do nunca, e traquinos juramentados.

Entrevista – Brasil é uma das prioridades comerciais da China, diz economista

Especial para o Portogente

O Brasil acaba de vender (ou abrir mão) a principal exportadora de bens de alto valor agregado do País, a Empresa Brasileira de Aeronáutica (Embraer) para a norte-americana Boeing, uma das maiores fabricantes de aeronaves civis e militares do mundo. Sentido oposto está a China com o chamado “Made in China 2025”, um plano de Pequim de investir centenas de bilhões de dólares em setores como robótica, carros elétricos e computação, com o objetivo de se tornar um líder global em tecnologia.

Para entender esse cenário, Portogente entrevistou o economista Humberto Dalsasso, que atua como consultor empresarial e é um estudioso da economia chinesa. Em sua análise, a China tem alta demanda por matéria-prima e o Brasil é um local para buscar energia, infraestrutura e terra. Mas ser apenas um “celeiro” de commodities é um bom futuro para o Brasil?

Portogente – Quais os impactos do “Made in China 2025” para o Brasil?
Dalsasso – A China é historicamente um país estrategista, bem retratado por Sun Tzu em sua obra “A Arte da Guerra”. Essa postura estratégica levou a China à posição de segunda maior economia mundial em termos de Produto Interno Bruto (PIB), com 12 trilhões de dólares, valor seis vezes maior que o PIB do Brasil. Os produtos chineses têm a imagem de produtos populares e de mercados simples. O Plano Made in China é altamente estratégico, pois direciona a produção chinesa para a modernização em vários setores. Com isso a China poderá oferecer produtos e serviços de alta qualidade e tecnologia nos diversos ramos de atividade. O lado positivo disso é que o Brasil e o mundo terão acesso a um mercado que oferece produtos de alta qualidade e bom preço. O lado negativo é que é um país que tem baixos salários e baixa carga tributária, portanto difícil de ser enfrentado do ponto de vista da concorrência, como, por exemplo, com o Brasil, que tem carga tributária muito alta. Assim o poder competitivo da China em relação à economia de outros países é muito diferenciado.

O senhor identifica a presença da China nas privatizações em andamento no Brasil? E de que forma isso influencia geopoliticamente os atuais rumos da economia brasileira levando em conta os interesses das alianças dentro dos Brics (bloco econômico que reúne Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul)?
Como disse, a China (é um país) estrategista, então essa participação nas privatizações é quase que certa, mas o cuidado tem que ser nosso. É fundamental saber o quanto e como fazer. O Brasil precisa se conscientizar de que só exportar recursos naturais e produtos primários é insuficiente. Por isso é de fundamental importância capacitar a produção industrial e de serviços. O Estado não deve ter presença excessiva na produção, mas por outro lado não pode desconsiderar a relevância de preservar os recursos e riquezas fundamentais para o futuro do País.

Com relação à Ferrovia Transoceânica, que vai ligar o Brasil à China pelo Pacífico e que, por ora, foi suspenso. Isso, de alguma forma, interfere nas relações comerciais entre os dois países?
A ferrovia é de alta importância, pois facilita a exportação brasileira e a importação de produtos chineses e o acesso de exportadores estrangeiros de peso para a China. O investimento será alto e é preciso avaliar seu potencial de retorno. É preciso ter noção do que e quanto exportaremos e do outro lado o que e com que facilidade os produtos externos entrarão no mercado brasileiro. É uma avaliação sofisticada, mas, se implementada, vai facilitar o transporte e beneficiar o mercado de um modo geral.

O QUE EU DESEJO PRA ITABUNA É MAIS SAÚDE

Eric Junior

Por Eric Júnior *

Reeleito Provedor da Santa Casa de Misericórdia de Itabuna, maior instituição do interior do Norte e Nordeste do país, posso escrever, hoje, que exerço a minha função não somente por amor à medicina, mas por uma saúde melhor para a minha cidade. Para isto, claro, os desafios foram e são muitos, mas menores que a minha vontade e a vontade de quem está fazendo tudo acontecer junto comigo, principalmente no projeto Santa Casa Nos Bairros, um mutirão de saúde, mensal, realizado em comunidades carentes do nosso município.

Médicos, enfermeiros, técnicos em enfermagem, fisioterapeutas, assistentes sociais e profissionais dos mais diversos setores administrativos doam seu tempo e a sua dedicação, todos os meses, em uma manhã de sábado. Todos voluntários, vale lembrar. Chegamos ao volume de mais de 400 atendimentos médicos (com especialidades como cardiologia, pediatria, ginecologia, geriatria etc) por mutirão, e mais de mil pessoas, aproximadamente, circulando na Feira de Saúde e tendo acesso a testes de glicemia, aferição de pressão e orientações das mais diversas especialidades. São números expressivos que fazem a diferença e modificam o dia a dia na saúde da população carente de Itabuna, e modificando o dia a dia de todos os envolvidos, nos tornando mais próximos e engajados na certeza de estarmos fazendo a nossa parte por um mundo melhor.

O mutirão, que nasceu da necessidade de aproximar a instituição da população, além de atuar de forma preventiva na saúde, segue mantendo a sua proposta inicial, colaborativa e integradora. Aproveito o aniversário de Itabuna para agradecer a todos que embarcaram neste desafio junto comigo, e desejar à nossa cidade mais saúde. A Santa Casa é nossa, e o projeto Santa Casa nos Bairros é de vocês!

*Eric Junior é médico e provedor da Santa Casa de Itabuna.

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